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domingo, 20 de março de 2011

Dueto Amor de Cawboy

1- O Coração de um Cawboy



Sua paixão era o rodeio... até conhecer Jules

Tanner O’Brien sempre se concentrara em duas coisas: nos rodeios e em seu sobrinho. Então por que uma garota da cidade grande que ele conhecera havia tão pouco tempo conseguia distraí-lo?
Jules Vandeveer era o oposto de tudo que o atraía em uma mulher, e nem mesmo seu desgosto por peões broncos a tornava menos atraente.
Sua bondade para com seu sobrinho o fazia querer aliviar as dores dela...se ela lhe permitisse.
Superar as barreiras de Jules e conquistar seu coração exigiria uma boa dose de "vamos-nos-conhecer-melhor...", e Tanner sabia que era o caubói certo para o trabalho.

Capítulo Um

— Não sei se foi uma boa ideia.
Jules Vandeveer não percebeu que falara em voz alta enquanto ela olhava para a arena de terra da AgriPlex. De seu assento na primeira fila, ao lado da melhor amiga, observou o caubói, vestido com uma camisa azul brilhante, montar um cavalo.
— Podemos ir embora — disse Beth Anders. Jules ficou tentada, mas recusou.
— Não, preciso fazer isto.
Conhecia os perigos de esportes envolvendo animais, mas fugir não resolveria seu problema. Chegara a hora de enfrentar seus medos. Embora tivesse dificuldade de compreender como uma pessoa podia ser tão louca para fazer uma carreira tentando o destino nas costas de um animal que corcoveava e girava, sabia que sua reação tinha como base aqueles medos.
— Vamos ficar.
Beth segurou-lhe o braço, a expressão preocupada.
— Agüente firme, está quase no fim. Esta pode ser a melhor exibição de montaria sem sela em broncos.
Em segundos, o animal e o peão surgiram na arena. O cavalo corcoveava, empinava e girava na tentativa de derrubar o homem. Com um dos braços erguido acima da cabeça, o caubói se segurava com o outro.
Quando o cavalo e o peão giraram mais perto da arquibancada, a poeira e a terra se ergueram no ar. Jules deixou de receber partículas de terra nos olhos e na boca quando se debruçou para pegar a bolsa sob o assento, Acima do barulho da multidão, que se erguera ao seu redor, ouviu o som que sinalizava o fim da cavalgada de oito segundos e suspirou de alívio.
Antes de se erguer, alguma coisa lhe atingiu a cabeça abaixada e caiu a seus pés. Era um chapéu preto de caubói.
— De onde veio isto?
Pegou o chapéu, ergueu-se e voltou os olhos para a arena, onde o último peão estava em pé acenando, sem chapéu, para a multidão que o aplaudia e gritava.
— Segure firme — disse Beth.
— Segure você — retrucou Jules, jogando-lhe o chapéu. Beth devolveu-o, sorrindo. Quando o som agudo de um pager se fez ouvir, Beth resmungou e tirou-o do cinto.
— Tenho que atender a esta chamada — explicou, levantando-se e passando por Jules. — Volto já. Jules se ergueu num pulo. — Mas...

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2- A Promessa de  um Cawboy


Seu ponto fraco eram os caubóis...

Seus estábulos podiam estar em crise, mas Amy Olsen não era de desistir do que queria... mesmo quando Matt Cartwright, um belo peão fora dos rodeios, apareceu com três éguas afirmando, que ela lhe devia muito dinheiro.
Matt fora à fazenda de Amy para receber o que lhe deviam e partir, mas seus planos de montar um haras ficaram em segundo plano.
Primeiro, ele ajudaria a bela viúva e suas duas filhas. Matt jamais fora capaz de resistir a uma donzela em apuros, em especial uma que o fazia subitamente desejar um lar. Tudo que ele podia oferecer era uma promessa e um sonho, mas, ao se apaixonar por três mulheres impetuosas, esse caubói errante faria de tudo para realizá-los!

Capítulo Um

— Ele ainda está lá fora, mamãe — disse Rose, a filha de 7 anos de Amy Olson, em pé sobre uma cadeira diante da janela da cozinha.
Dez minutos antes, uma brilhante 4x4 negra, puxando um trailer para cavalos, grande o bastante para transportar confortavelmente seis animais, estacionara na entrada de cascalho. Amy duvidava que o carro fosse de Pebble Creek... ninguém na região tinha dinheiro para comprar um veículo tão luxuoso. E, ao contrário de seus vizinhos na pequena cidade do leste de Idaho Valley, Amy mal podia manter suas terras.
Amy limpou a vidraça diante do nariz da filha com a ponta da camisa que usava. O tecido ficou sujo de poeira e gordura. Há quanto tempo não lavava as vidraças?
O caubói estava dentro do carro, falando ao celular, sorrindo e mexendo os braços. Quem quer que estivesse do outro lado da linha era engraçado. Vá descobrir quem ele é, disse Amy a si mesma, embora não gostasse do caubói e de seu veículo de luxo.
Na verdade, perdera o resto do senso de humor quando o dono do último cavalo que hospedava removera-o na semana anterior, acabando com sua única fonte de renda.
Quem é ele e que assunto tem com o rancho Broken Wheel?
— Ele está perdido, mamãe?
Deus, espero que sim. Não estava com disposição para receber a visita de um dos muitos credores do marido. Mas não devia ser. Desde quando as empresas de cobrança enviavam seus agentes era picapes puxando um trailer para cavalos?
A porta da picape se abriu e Amy segurou a respiração. Um Stetson apareceu, então um par de ombros largos. Estimou sua altura em 1,90m. Ele andou em tomo do carro e Amy o viu da cabeça aos pés. Quase teve um ataque cardíaco.
Amy tinha uma fraqueza por caubóis.

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