A inocente e bondosa Carrie Powell estava trabalhando como garçonete quando conheceu o moreno e bonito francês, Conde Théo St. Raphaël.
Ele com a mesma rapidez com que a atraiu para a sua cama a descartou - ignorando seus telefonemas quando ela tentou compartilhar com ele algumas notícias importantes, um mês depois.
Agora, passado um ano depois do términus de seu caso, ele finalmente vem até ela com a intenção de seduzi-la e de a tornar sua amante enquanto assim ele o desejasse. Mas, ficou em choque quando ela chega trazendo com ela, algo que ele nunca soube que existir: o seu bebê, de três meses de idade!
Para Carrie, ele ao convidá-la para seu castelo significava apenas uma coisa - Théo St. Raphaël estava finalmente pronto para aceitar o seu filho.
Assim, enquanto ela subia aquela grandiosa escadaria, a última coisa que esperava era descobrir que Theo apenas a quer de volta para a sua cama… e um teste de paternidade!
Capítulo Um
Segurando seu bebê dormindo contra seu peito, Carrie Powell olhou para o Castelo francês na noite enluarada. Ela estremeceu, apesar da brisa morna que acariciava seus cabelos e sua pele quente.
Após um ano de um frio silêncio, Théo St. Raphaël, Conde de Castelnau, finalmente a havia procurado. Ele finalmente queria conhecer seu filho de três meses de idade.
Os calafrios de Carrie intensificaram-se quando ela olhava para o castelo onde Théo a seduziu pela primeira vez, antes de a abandonar em Seattle, duas semanas depois, deixando-a grávida e sozinha.
Uma vez, ela o havia amado mais do que à vida. Ela pensava que ele era seu príncipe encantado, este intitulado magnata que fez sua própria fortuna. Ela o tinha amado com a devoção cega de uma menina — seu único amante, o único homem que ela se podia imaginar amando.
Carrie respirou fundo, tremendo. Tinha sido tão tola.
Crescendo, seus irmãos mais velhos tinham revirado os olhos para a forma como ela sempre via o melhor das pessoas. Até mesmo seus pais a tinham provocado — a sonhadora, Carrie a cabeça nas nuvens, que defendia as pessoas que tentavam passar à frente na fila do supermercado ou que eram rudes sem razão para tal. Mas aquelas pessoas estavam fazendo o melhor que podiam, pensou Carrie. A mulher mal-humorada que furava a fila do supermercado podia estar a viver alguma tragédia privada ou estar tão preocupada, que mal podia suportar. Carrie procurava gostar de todos. Ela talvez tivesse não gostado de uma ou duas pessoas realmente desagradáveis em sua vida, mas ela certamente nunca odiaria alguém.
Até agora.
- Venha, mademoiselle, - disse o guarda-costas, segurando o marsúpio que ele tinha tirado do sedan de luxo enquanto o motorista tirava a sua bagagem da bagageira. - Estamos atrasados.
Agarrando a alça do marsúpio do bebé, ela olhou para ele, e suspirou. Ele praticamente a havia sequestrado da casa de seus pais, mas o homem estava apenas fazendo seu trabalho. O culpado real era seu chefe.
Pousou o marsúpio na grama fresca, e gentilmente colocou o bebê adormecido dentro dele envolvendo-o num cobertor acolchoado quentinho. Ela certamente não tinha planejado que Henry usa-se um baby-grow pijama quando fosse apresentado a seu pai pela primeira vez, mas o bebê estava esgotado e só tinha dormido uma hora no jato particular. Uma hora a mais do que Carrie.
Ao levantar-se, sentiu cada músculo em seu corpo dorido, balançando suavemente o marsúpio, para a frente e para trás.
Depois de abandoná-la quando ela mais precisava dele, ontem, Théo tinha enviado o seu guarda-costas para a recolher, sem sequer a cortesia de um telefonema. Mas o que ela esperava de um homem tão egoísta, tão cruel, tão frio?
Graças a Deus que ela o deixara de amar há muito tempo. Havia apenas uma coisa entre eles agora. Apenas uma coisa importava. Emoção embargada a sua garganta quando Carrie olhou para a cabeça de seu bebezinho adormecido, aninhado contra seu macio cobertor azul.
Mesmo que odiando Théo com todo seu coração, ela não iria negar-lhe a oportunidade de conhecer seu filho.
O guarda-costas segurou a porta aberta, esperando por ela.
- Mademoiselle, s'il vous plaît.
Carrie olhou por ele na entrada escura do castelo, de repente nervosa. Ela olhou para o guarda-costas.
- Você vai ficar com a gente?
O homem sacudiu a cabeça.
- Ele quer ver você em paz, sozinho.
Carrie mordeu o lábio.
- Mas você vai voltar de manhã para me buscar? -, Ela insistiu. - Ou mais cedo? Mais tarde, esta noite?
O rosto do homem estava em branco.
- Isso é como Monsieur le Comte desejar.
Monsieur le Comte? Se ela tivesse acabado de voltar no tempo para alguma idade feudal onde todos tremiam e obedeciam Théo como mestre? Carrie respirou fundo, cerrando os punhos. Bem, não ela. Não haveria tremeliques nem obediência cega.
Ela iria entrar em Gavaudan Castelo e ser friamente educada. Ela iria mostrar a Théo a criança bonita que irrefletidamente rejeitara, e de amanhã ele já estaria chateado com os dois.

Tradução Independente




















