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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Virada do Destino

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Rob estava sempre ao lado dela. 

Mas definitivamente ele não era sua alma gêmea! Valentine Covington era uma advogada famosa com um excelente salário que lhe permitia comprar roupas de grife e que lhe proporcionava uma vida mais do que confortável, mas ela não tinha tempo para viver. 
Então, começou a achar que sua vida não era assim tão cheia de êxito. Num impulso, abandonou o emprego e decidiu abrir o próprio escritório, determinada a se dedicar a casos humanitários e a ter mais tempo para si mesma. 
Ao alugar uma igreja reformada para montar o escritório, Valentine ganhou um bônus inesperado: o proprietário, Rob Smith, um homem reservado, misterioso e muitíssimo atraente, que parecia querer ser mais do que o locador do imóvel. 
Apesar de sentir uma atração especial por Rob, Valentine sabia que ele era o homem errado para se apaixonar: sua elegância e seus objetivos iam contra tudo o que ela queria. Mas como não se envolver com Rob, se de repente ele parecia ser o homem que preenchia alguns requisitos muito importantes? 


Capítulo Um 

Val Covington entrou no escritório balançando a pasta. 
— Desculpe o atraso, Kendra. O juiz estava tagarela. O pacote de Houston chegou? Kendra Brooks levantou o olhar do monitor. Secretária de Val, ela era alta, atlética e o bom gosto pela moda lhe dava um ar de modelo internacional. 
— Já, sim. Os documentos estão na mesinha, já que sua escrivaninha desapareceria sob eles. Mas pode ficar sossegada, Val. Howard telefonou para avisar que o depoimento desta tarde foi adiado. 
— O honrado promotor adora jogar golfe e, vai ver, achou o dia bonito demais para ficar a portas fechadas. Bem, posso usar o tempo para me pôr em dia. 
— Você nunca vai conseguir isso, Val. Atraso é um fato real na Crouse, Resnick. Kendra voltou a atenção ao computador, os dedos escuros mexendo-se mais depressa do que parecia possível. 
— Você é tão animadora, Kendra. 
Val abriu a porta que ligava os escritórios das duas e entrou no seu. Sentou-se à escrivaninha e verificou as mensagens na secretária eletrônica. Onze, três urgentes. Cuidou destas e, em seguida, fez uma triagem rápida dos e-mails. Respondeu alguns, encaminhou outros e imprimiu dois. Kendra a chamou pelo interfone. 
— Chefe, Bill Costain quer vê-la amanhã às nove horas. Tudo bem? 
Val verificou a agenda. Planejava trabalhar numa citação, mas a fábrica de Bill era sua maior cliente, e ele esbanjava simpatia. 
— Está bem. Pergunte se prefere o escritório dele ou o meu. Kendra riu. 
— Ah, ele ficará feliz. Vou perguntar. 
Val já começava a mexer numa pasta quando o telefone de linha direta tocou. Como apenas poucos amigos e clientes importantes tinham o número, ela pegou o fone depressa. 
— Alô? 
— Não me diga que você continua com mil e uma tarefas. É o que o tom de sua voz revela. O comentário foi seguido por um famoso riso rouco. 
— Raine, como vai? Prometo lhe dar minha atenção integral. Por acaso você está em Baltimore? — Val perguntou, contente por ouvir a voz de uma de suas amigas mais antigas. 
— Não, estou passando o dia em Los Angeles, em reuniões de negócio. Enfadonho. Val sorriu. Raine Marlowe era uma atriz, produtora e diretora de sucesso, porém, ela não chegara lá apreciando reuniões. Mesmo quando estavam no primeiro grau, a amiga preferia agir em vez de conversar. 
— Você já recebeu luz verde para seu próximo projeto? 



sábado, 16 de março de 2013

Virada Do Destino

ROMANCE CONTEMPORÂNEO







A enfermeira Maggie Ward era jovem e inocente como a alvura de seu uniforme.

Ao se encantar pelo belo Rafael Castenadas, não fazia idéia de que seu encontro com ele não fora acidental.
Somente perceberia seu intento tarde demais, já presa a teia que ele tecera pouco a pouco... e totalmente sob seu poder!
Rafael tivera de tomar medidas drásticas para proteger o nome de sua família.
Mas começara a perceber que não estava interessado apenas em manter Maggie em silêncio.
Ele a desejava!

Capítulo Um 

Susan Ward fez sua manobra ao longo da rampa para dentro da cozinha, sua filha e seu marido acompanhando seu progresso de maneira protetora. 
Escorando as muletas contra a cadeira que seu marido puxou, Susan se sentou, ignorando a óbvia ansiedade de seus parentes amados.
Maggie, assistindo ao procedimento com apreensão, suspirou aliviada ao ver a mãe sentada em segurança. 
— Você está ficando boa com estas coisas, mamãe — ela observou.
Sorte seu pai ter se aposentado do trabalho em poços petrolíferos, de modo que pudesse ficar de olho nas coisas quando Maggie não tivesse condições. 
Fazia três meses desde a cirurgia experimental, mas ver sua mãe, que estivera confinada a uma cadeira de rodas pelos últimos 18 anos, de pé, mesmo que por breves períodos, deixava-a radiante.
E agora, se tudo saísse conforme os planos, em alguns meses Susan não precisaria mais da cadeira; nem mesmo das muletas.
Susan descartou o comentário e olhou para sua filha, que se sentou na cadeira oposta. 
— Como você está se sentindo? Realmente se sentindo — acrescentou, erguendo a mão em antecipação da resposta da filha. — Ela parece estar exausta, não parece, John? — Susan se voltou para o marido.
O olhar caloroso de John Ward percorreu o rosto pálido de Maggie, notando os cachos cor de ébano que lhe emolduravam o rosto em formato de coração. 
— Ela está linda.
Oh, bem, refletiu Maggie, pelo menos eu tenho um fã, mesmo sendo meu pai. 
— Obrigada, mas, segundo você, eu era linda quando estava vinte quilos acima do peso, tinha espinhas de adolescente e aparelho nos dentes — ela o relembrou. 
— Não mude de assunto, Maggie — disse sua mãe, seriamente. 
— Eu lhe disse que estou bem, mamãe. — E esboçou um sorriso alegre para ilustrar suas palavras.
Maggie aperfeiçoara o "sorriso alegre" havia muito tempo, porque, independentemente de quão ruim fosse seu dia, sempre sabia que o de sua mãe tinha sido pior.
Essa convicção começara no dia em que seu pai retornara do hospital para casa, com seu irmãozinho recém-nascido, e sem sua mamãe... 
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Virada do Destino

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Teias Da Paixão
A enfermeira Maggie Ward era jovem e inocente como a alvura de seu uniforme. 

Ao se encantar pelo belo Rafael Castenadas, não fazia idéia de que seu encontro com ele não fora acidental. Somente perceberia seu intento tarde demais, já presa a teia que ele tecera pouco a pouco... e totalmente sob seu poder!
Rafael tivera de tomar medidas drásticas para proteger o nome de sua família. Mas começara a perceber que não estava interessado apenas em manter Maggie em silêncio. Ele a desejava!

Capítulo Um

Susan Ward fez sua manobra ao longo da rampa para dentro da cozinha, sua filha e seu marido acompanhando seu progresso de maneira protetora. Escorando as muletas contra a cadeira que seu marido puxou, Susan se sentou, ignorando a óbvia ansiedade de seus parentes amados.
Maggie, assistindo ao procedimento com apreensão, suspirou aliviada ao ver a mãe sentada em segurança.
— Você está ficando boa com estas coisas, mamãe — ela observou.
Sorte seu pai ter se aposentado do trabalho em poços petrolíferos, de modo que pudesse ficar de olho nas coisas quando Maggie não tivesse condições. Fazia três meses desde a cirurgia experimental, mas ver sua mãe, que estivera confinada a uma cadeira de rodas pelos últimos 18 anos, de pé, mesmo que por breves períodos, deixava-a radiante.
E agora, se tudo saísse conforme os planos, em alguns meses Susan não precisaria mais da cadeira; nem mesmo das muletas.
Susan descartou o comentário e olhou para sua filha, que se sentou na cadeira oposta.
— Como você está se sentindo? Realmente se sentindo — acrescentou, erguendo a mão em antecipação da resposta da filha. — Ela parece estar exausta, não parece, John? — Susan se voltou para o marido.
O olhar caloroso de John Ward percorreu o rosto pálido de Maggie, notando os cachos cor de ébano que lhe emolduravam o rosto em formato de coração.
— Ela está linda.
Oh, bem, refletiu Maggie, pelo menos eu tenho um fã, mesmo sendo meu pai.
— Obrigada, mas, segundo você, eu era linda quando estava vinte quilos acima do peso, tinha espinhas de adolescente e aparelho nos dentes — ela o relembrou.
— Não mude de assunto, Maggie — disse sua mãe, seriamente.
— Eu lhe disse que estou bem, mamãe. — E esboçou um sorriso alegre para ilustrar suas palavras.
Maggie aperfeiçoara o "sorriso alegre" havia muito tempo, porque, independentemente de quão ruim fosse seu dia, sempre sabia que o de sua mãe tinha sido pior.

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Série teias da paixão
1- Virada do destino

2- Doce conquista