Série Academia Darke
Você morreria para se juntar aos escolhidos?
Os Escolhidos chamam a atenção de Cassie Bell logo em seu primeiro dia de aula na Academia Darke
— um colégio composto por membros da elite e que muda, a cada semestre, para uma nova e exótica cidade em qualquer parte do mundo.
Eles parecem guardar um segredo tão perigoso, que descobrir a verdade pode dar um fim à vida de Cassie. Uma história repleta de mistério, com personagens envolventes e surpreendentes, que está conquistando rapidamente leitores ao redor do mundo.
Capítulo Um
Eu não pertenço a este lugar. Cassie Bell parou repentinamente, quase tropeçando em uma mulher atrás dela. — Merde! Imbècile! — Desculpa! Chacoalhando brilhantes sacolas de compras, a mulher saiu pisando firme, olhando por cima dos ombros e xingando novamente.
O temperamento de Cassie inflamou. — Desperdício de saliva! — ela gritou.
— Eu não falo francês! Ou a mulher não escutou ou não se importou. Cassie se sentiu diminuída, mais uma vez. — Ai, inferno — sussurrou. — Eu realmente não pertenço a este lugar.
Os edifícios a sua volta eram exatamente como aquela mulher: altos, presunçosos e elegantérrimo.
O ar era inebriante e rico, uma vaga combinação de perfume caro, alto verão e fumaça de escapamentos. Até mesmo o nome da rua zombava dela, já que mal podia pronunciá-lo.
Rue du Faubourg Saint-Honoré! O que ela estava fazendo numa rua com aquele nome?
O que a havia feito pensar que aquilo seria uma boa ideia?
Seus tênis de segunda mão deviam ser 2 Nome da rua a que ela se refere.
Ela pertencia a Cranlake Crescent, que gostava de chamar de ―proteção. Ela não pertencia a Paris. Tirando do rosto seu cabelo castanho e com mechas, Cassie deu uma olhada no pedaço de papel em sua mão.
Considerando que tinha chegado até ali, depois de todo o percurso desde Gare du Nord3, seria meio embaraçoso se não conseguisse achar a escola, mas ela esperava algo impossível de não se notar, em termos de arquitetura.
Havia algumas mansões enormes na rua, escondidas por muros imponentes e portões de ferro fundido.
A rua fedia a dinheiro, mas não tinha muita coisa diretamente à mostra, exceto as butiques que ela havia visto e a deixaram de queixo caído.
Pensando bem, talvez fosse melhor se ela não conseguisse encontrar a escola.
Isso seria uma desculpa boa o suficiente, porque isso era um grande erro
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