Dueto Vida e Êxtase Vivendo com um playboy...
Dentro das regras dele!
Holly Valiant precisa desesperadamente de uma pauta quente e original para a revista Rock!
Por sorte, ela está dividindo um apartamento com ninguém menos do que um argentino sexy que ainda por cima é jogador de pólo.
Não há dúvida de que Ruiz Acosta é o assunto perfeito... Quem não gostaria de saber tudo sobre a dor e a delícia de se viver com um playboy?
Mas Holly tem noção de que deve manter distância, pois Ruiz tem em mente uma abordagem mais íntima... E ensinará para ela tudo sobre seu tipo de vida, um passo de cada vez, desde que Holly siga as regras dele!
Capítulo Um
Sempre mantive um diário.
Posso dizer que sou uma escritora compulsiva. Já ouvi dizerem isso de mim e sei que muitas pessoas preferem gravar seus pensamentos no lugar de escrever.
Esse é o meu primeiro dia em Londres. O trem acabou de chegar à estação, por isso não posso escrever muito. Para o caso de este diário ser encontrado daqui a mil anos, prefiro sempre me apegar a algumas regras básicas: Não confie em ninguém além de você mesma.
Nada de romance, pelo menos não enquanto você não estiver estabilizada como uma jornalista e puder ser a cabeça do casal! A garoa fina recepcionou Holly na estação, quando um senhor de idade decidiu que ela precisava de ajuda. Talvez por perceber o quanto estava confusa tentando decidir qual ônibus tomar.
— Não, obrigada. Acabei de chegar à cidade — explicou ela. Queixo levantado, sorriso aberto. E pare de digitar o diário no celular.
— Estou esperando uma amiga — acrescentou, para se explicar para o bom samaritano. Bem, não era totalmente uma mentira, pois esperava de fato o telefonema de uma amiga.
O senhor desejou-lhe tudo de bom e seguiu seu caminho. Depois do breve contato, Holly se sentiu mais perdida que antes. Talvez por ser complicado acostumar-se ao barulho da cidade de Londres com aquele trânsito constante e aglomerados de pessoas, bem diferente de uma pequena cidade do interior.
Para piorar, seu casaco estava ensopado, ela estava gelada e seu cabelo ruivo escorria em mechas molhadas pelas costas. Como tudo podia ter dado tão errado? Não que não tivesse feito um planejamento minucioso antes de vir a Londres assumir uma posição na revista ROCK!
Aceitando o convite de uma grande amiga de escola para se hospedar em seu flat no centro de Londres, até que pudesse se estabelecer e encontrar um lugar para viver.
Ainda tentava entender como aquele táxi preto a havia levado da estação até aquela parte da cidade e a deixado diante de uma casa, cuja porta fora aberta por uma estranha que sequer sabia seu nome. Enxugando os pingos de chuva do rosto, Holly pegou o celular e tentou ligar para Lucia de novo.
— Lucia? — perguntou Holly, animada e forçada a se esquivar da água jogada pelos carros.
— Lucia? Está me ouvindo? — gritou, na tentativa de ser ouvida, apesar das buzinas e outros sons irreconhecíveis.
— Holly? — gritou Lucia igualmente animada. — É você mesmo?
— Onde você está?
— Em St. Barts. Você está ouvindo o mar? Holly, o lugar é incrível. Você iria amar...
— St. Barts, no Caribe? — Holly a interrompeu, escondendo-se de uma rajada de vento. Lucia vinha de uma família argentina muito rica, por isso tudo era possível.
— Que horas são aí?

Posso dizer que sou uma escritora compulsiva. Já ouvi dizerem isso de mim e sei que muitas pessoas preferem gravar seus pensamentos no lugar de escrever.
Esse é o meu primeiro dia em Londres. O trem acabou de chegar à estação, por isso não posso escrever muito. Para o caso de este diário ser encontrado daqui a mil anos, prefiro sempre me apegar a algumas regras básicas: Não confie em ninguém além de você mesma.
Nada de romance, pelo menos não enquanto você não estiver estabilizada como uma jornalista e puder ser a cabeça do casal! A garoa fina recepcionou Holly na estação, quando um senhor de idade decidiu que ela precisava de ajuda. Talvez por perceber o quanto estava confusa tentando decidir qual ônibus tomar.
— Não, obrigada. Acabei de chegar à cidade — explicou ela. Queixo levantado, sorriso aberto. E pare de digitar o diário no celular.
— Estou esperando uma amiga — acrescentou, para se explicar para o bom samaritano. Bem, não era totalmente uma mentira, pois esperava de fato o telefonema de uma amiga.
O senhor desejou-lhe tudo de bom e seguiu seu caminho. Depois do breve contato, Holly se sentiu mais perdida que antes. Talvez por ser complicado acostumar-se ao barulho da cidade de Londres com aquele trânsito constante e aglomerados de pessoas, bem diferente de uma pequena cidade do interior.
Para piorar, seu casaco estava ensopado, ela estava gelada e seu cabelo ruivo escorria em mechas molhadas pelas costas. Como tudo podia ter dado tão errado? Não que não tivesse feito um planejamento minucioso antes de vir a Londres assumir uma posição na revista ROCK!
Aceitando o convite de uma grande amiga de escola para se hospedar em seu flat no centro de Londres, até que pudesse se estabelecer e encontrar um lugar para viver.
Ainda tentava entender como aquele táxi preto a havia levado da estação até aquela parte da cidade e a deixado diante de uma casa, cuja porta fora aberta por uma estranha que sequer sabia seu nome. Enxugando os pingos de chuva do rosto, Holly pegou o celular e tentou ligar para Lucia de novo.
— Lucia? — perguntou Holly, animada e forçada a se esquivar da água jogada pelos carros.
— Lucia? Está me ouvindo? — gritou, na tentativa de ser ouvida, apesar das buzinas e outros sons irreconhecíveis.
— Holly? — gritou Lucia igualmente animada. — É você mesmo?
— Onde você está?
— Em St. Barts. Você está ouvindo o mar? Holly, o lugar é incrível. Você iria amar...
— St. Barts, no Caribe? — Holly a interrompeu, escondendo-se de uma rajada de vento. Lucia vinha de uma família argentina muito rica, por isso tudo era possível.
— Que horas são aí?

Dueto Desejo e Êxtase
1 - Fuga Da Tempestade
2 - Vida Em Pecado
