Um sentido na vida de um mercenário...
As florestas tropicais da América do Sul fazem com que o antigo trabalho de Winslow Grange, administrar em rancho, pareça até brincadeira de criança.
Ao mesmo tempo, como ex-combatente, ele está preparado para assumir uma nova missão.
O coração de uma mulher, no entanto, é um território bem mais inóspito e perigoso.
Enquanto estava no Texas, o maior desafio de Grange era evitar a atração por Peg Larson, filha de seu capataz.
Quando ela chega de surpresa à Amazônia, torna-se impossível ignorá-la.
E Peg está decidida a provar que pode ser útil dentro e fora do campo de batalha.
Capítulo Um
– Não quero ir ao baile dos vaqueiros – declarou Winslow Grange, categórico, olhando para os outros homens com expressão hostil.
As florestas tropicais da América do Sul fazem com que o antigo trabalho de Winslow Grange, administrar em rancho, pareça até brincadeira de criança.
Ao mesmo tempo, como ex-combatente, ele está preparado para assumir uma nova missão.
O coração de uma mulher, no entanto, é um território bem mais inóspito e perigoso.
Enquanto estava no Texas, o maior desafio de Grange era evitar a atração por Peg Larson, filha de seu capataz.
Quando ela chega de surpresa à Amazônia, torna-se impossível ignorá-la.
E Peg está decidida a provar que pode ser útil dentro e fora do campo de batalha.
Capítulo Um
– Não quero ir ao baile dos vaqueiros – declarou Winslow Grange, categórico, olhando para os outros homens com expressão hostil.
Na verdade, todos eram hostis. Jason Pendleton conhecia seu capataz muito bem e sorriu ante a certeza de Grange.
– Você irá se divertir. Será uma pausa…
– Pausa? – Grange ergueu os braços e se virou.
– Estou de partida para a América do Sul com um grupo de agentes secretos para destituir um ditador sanguinário… – É por isso mesmo – retrucou Jason.
– Você precisa dar um tempo.
Grange se virou de novo, com as mãos nos bolsos da calça jeans.
– Ouça, não gosto muito de aglomerações de pessoas, não me entroso muito bem.
– E você acha que eu gosto? Tenho de me relacionar com presidentes de empresas, agentes do governo, auditores federais… mas eu supero. Você também dará um jeito.
– Acho que sim. – Grange soltou a respiração ruidosamente.
– Faz tempo que não lidero uma equipe de guerra.
– Você foi ao México para libertar minha mulher, que tinha sido sequestrada pelo seu atual chefe – relembrou Jason, erguendo uma sobrancelha.
– Aquilo foi uma incursão. Estamos falando de guerra. – Grange apoiou a arma na cerca e deixou o olhar se perder na imensidão verdejante e no gado pastando.
– Perdi homens no Iraque.
– Mas por causa das ordens de seu comandante, se bem me lembro. Não foi culpa sua.
– Vibrei quando ele foi levado à corte marcial.
– Foi benfeito. – Jason encostou-se à cerca.
– Verdade seja dita, você sabe comandar. Isso é uma qualidade valorosa para um chefe de estado que luta para restaurar a democracia em um país. Se você ganhar, e acredito que ganhará, erguerão uma estátua em sua homenagem em algum lugar. Grange soltou uma gargalhada.
– Mas o baile é uma tradição local. Vamos todos e ao mesmo tempo, fazemos donativos para as importantes causas regionais. Além disso, dançamos e nos divertimos.
Você se lembra do que é diversão, não?
– Seus amigos ex-militares, tementes a Deus… – Jason suspirou.
– Não comece por mim – pediu Grange.
– Lembre-se de que por causa da minha experiência como militar a sua Gracie não jaz em uma cova.
– Penso nisso todos os dias. Jason meneou a cabeça.
Aquele não era um assunto que ele gostava de lembrar. Gracie quase morrera.

– Você irá se divertir. Será uma pausa…
– Pausa? – Grange ergueu os braços e se virou.
– Estou de partida para a América do Sul com um grupo de agentes secretos para destituir um ditador sanguinário… – É por isso mesmo – retrucou Jason.
– Você precisa dar um tempo.
Grange se virou de novo, com as mãos nos bolsos da calça jeans.
– Ouça, não gosto muito de aglomerações de pessoas, não me entroso muito bem.
– E você acha que eu gosto? Tenho de me relacionar com presidentes de empresas, agentes do governo, auditores federais… mas eu supero. Você também dará um jeito.
– Acho que sim. – Grange soltou a respiração ruidosamente.
– Faz tempo que não lidero uma equipe de guerra.
– Você foi ao México para libertar minha mulher, que tinha sido sequestrada pelo seu atual chefe – relembrou Jason, erguendo uma sobrancelha.
– Aquilo foi uma incursão. Estamos falando de guerra. – Grange apoiou a arma na cerca e deixou o olhar se perder na imensidão verdejante e no gado pastando.
– Perdi homens no Iraque.
– Mas por causa das ordens de seu comandante, se bem me lembro. Não foi culpa sua.
– Vibrei quando ele foi levado à corte marcial.
– Foi benfeito. – Jason encostou-se à cerca.
– Verdade seja dita, você sabe comandar. Isso é uma qualidade valorosa para um chefe de estado que luta para restaurar a democracia em um país. Se você ganhar, e acredito que ganhará, erguerão uma estátua em sua homenagem em algum lugar. Grange soltou uma gargalhada.
– Mas o baile é uma tradição local. Vamos todos e ao mesmo tempo, fazemos donativos para as importantes causas regionais. Além disso, dançamos e nos divertimos.
Você se lembra do que é diversão, não?
– Seus amigos ex-militares, tementes a Deus… – Jason suspirou.
– Não comece por mim – pediu Grange.
– Lembre-se de que por causa da minha experiência como militar a sua Gracie não jaz em uma cova.
– Penso nisso todos os dias. Jason meneou a cabeça.
Aquele não era um assunto que ele gostava de lembrar. Gracie quase morrera.

