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terça-feira, 23 de novembro de 2010

O Despertar da meia-noite

ROMANCE SOBRENATURAL
Série Raça Da Meia-Noite



Um coração de gelo... Uma paixão de fogo...

Com um punhal na mão e a vingança em mente, Elise Chase percorre as ruas de Boston em busca de retaliação contra os vampiros corruptos que tomaram dela tudo o que ela mais amava.

Usando um extraordinário dom psíquico, ela persegue a presa, consciente de que o poder que possui a está destruindo.
Elise precisa aprender a dominar essa força e, para isso, só pode recorrer a um único homem: Tegan, o mais mortal dos guerreiros...
Tegan conhece a dor da perda, e conhece a fúria, mas quando mata seus inimigos é com frieza e autocontrole... Até que Elise pede sua ajuda numa guerra pessoal.
Uma aliança profana é forjada, um elo que os ligará por sangue e juramento e os lançará num redemoinho de perigo, de desejo, e das mais sombrias paixões do coração...

Capítulo Um

Ela andava entre eles sem ser vista, apenas mais uma transeunte no meio do congestionamento, enfrentando a neve de fevereiro a caminho da estação de trem. Ninguém prestava atenção à mulher pequena com capuz, a echarpe cobrindo o rosto dos olhos para baixo; olhos que observavam atentos e interessados a multidão de pedestres.
Estava ansiosa por estar entre eles, e impaciente para encontrar sua presa.
Sua cabeça pulsava ao som do rock que brotava dos fones de ouvido conectados a um MP3portátil que não era dela.
Fora de seu filho adolescente, Camden. O doce Camden, morto havia quatro meses, vítima do submundo do qual ela própria agora fazia parte.
Camden era a razão de sua presença ali, nas ruas movimentadas de Boston.
Por ele, ela levava uma adaga no bolso do casaco e uma lâmina de titânio presa à coxa.
Mais do que nunca, Camden era a razão para ela estar viva.
Sua morte não poderia ficar impune.
Elise atravessou a rua e continuou a caminho da estação. Podia ver pessoas conversando, seus lábios se movendo, silenciosos.
Ou, mais importante, seus pensamentos. Tudo sufocado pela música agressiva, pelas guitarras estridentes, pelo pulsar do baixo cujas notas penetravam seus ouvidos e vibravam em seus ossos.
Não sabia exatamente o que estava escutando, nem era importante. Apenas precisava do barulho, de um ruído intenso, alto e constante o suficiente para colocá-la no local da caçada.
Ela entrou no edifício. Uma luz ofuscante se derramava das lâmpadas fluorescentes no teto. O cheiro da imundície da rua, de umidade, e de muitos corpos no mesmo espaço incomodou seu olfato.
Parou perto do centro da estação. Forçada a se dividir para passar por ela, a multidão fluiu de um lado e de outro, muitas pessoas esbarrando em seu corpo, empurrando-a na pressa de pegar o trem seguinte.
Várias a encararam com ar de censura, resmungando obscenidades por estar parada no meio do caminho.
Deus, como desprezava aquele contato!
Ela respirou fundo, enfiou a mão no bolso e desligou o MP3. O ruído da estação a invadiu: vozes, pés se arrastando, tráfego do lado de fora, o trem chegando.
Mas tudo aquilo não se comparava ao que a atormentava agora: pensamentos ruins, más intenções, desejos secretos, ressentimentos. Tudo isso fervia em torno dela como uma tempestade.
A mistura a perturbou. Como sempre, era um sopro do mal que a dominava, e ela cambaleou. Combateu a náusea e fez o possível para reduzir o impacto do assalto psíquico.
Que cadela... Espero que lhe chutem o traseiro.
Malditos turistas, por que não voltam para seu lugar?
Saia da frente, idiota!
E daí que ela é irmã da minha esposa?
Elise respirava mais depressa a cada instante, sentindo o início de uma dor de cabeça. As vozes se misturavam num discurso sem sentido, mas ela resistiu, preparando-se ao notar que o trem se aproximava e suas portas se abriam para deixar entrar um mar de gente.
Mais vozes se juntaram à cacofonia:Droga de pedintes. Deviam estar pedindo emprego, isso sim!
Se ele encostar a mão em mim outra vez, mato o filho da...
Corra, gado. Corra de volta ao curral. Meu mestre está certo, vocês merecem mesmo ser escravizados...




4- ASCENSÃO À MEIA-NOITE






Em um mundo de sombras e escuridão, o desejo é a arma mais mortífera...

Para a jornalista Alexander Dylan, o que começou como a descoberta de uma tumba oculta pelo passar dos tempos, acabou convertendo-se em uma espiral de violência e misteriosos segredos do passado que saem à luz e que põe em perigo sua vida.
Não há nada mais perigoso que uma criatura ferida, nada é mais perigoso que esse sedutor que vive entre as sombras, e que trama em torno de Alex uma teia de sombrio desejo que a envolve no véu da noite eterna...
Rio, ferido por uma traição, é um guerreiro comprometido a vingar-se contra aqueles que o traíram, o exercito de Rogue.
Não há nada que se interponha em seu caminho e muito menos uma insignificante mortal que pode pôr em perigo a existência da raça dos vampiros.
Mas um sombrio mal despertou de sua letargia eterna, a escuridão se abate sobre eles, e juntos, Alex e Rio, deverão fazer frente aos demônios que os espreitam, descobrindo no caminho que estão unidos por laços do passado.
Alex deverá escolher entre arriscar tudo o que possui por esse homem que lhe ensinou o verdadeiro sentido da paixão e o desejo mais violento ou voltar para seu frio mundo de solidão.

Capítulo Um

A mulher parecia completamente fora de lugar em sua imaculada blusa branca e ajustadas calças de marfim.
Para completar, cabelo castanho escuro em cascata sobre seus ombros em ondas grossas, nem um só fio perturbado pela névoa úmida que se manteve no ar do bosque.
Usava elegantes saltos altos, que não pareciam impedi-la de subir o florestado caminho que usavam os outros excursionistas a seu redor soprando no calor úmido de julho.
Em cima da costa muito alta, parada à sombra de uma volumosa formação rochosa, coberta por musgo, sem piscar, vendo como meia dúzia de turistas passava a seu lado, alguns deles transpassaram a imagem que passaram por cima. Não a notaram, mas também, a maioria das pessoas não poderia ver os mortos.
Dylan Alexander não queria vê-la tampouco.
Ela não havia encontrado uma mulher morta desde que tinha doze anos.
Que ela visse um agora, vinte anos depois, e em meio da Republica Tcheca, era mais que um pequeno assombro.
Tentou ignorar a aparição, mas quando Dylan e seus três companheiros de viagem fizeram sua ascensão pelo atalho, os olhos escuros da mulher a encontraram e se pousaram sobre ela.
“Você me vê.”




5- VÉU DA NOITE





Unidos pelo sangue, viciados no perigo, eles entraram no mais sombrio e
e no mais erótico lugar de todos.

Uma guerreira treinada com balas e lâminas, Renata não pode ser superada por nenhum homem, seja vampiro ou mortal.
Mas sua arma mais poderosa é sua extraordinária capacidade psíquica — um presente tão inaudito como mortal.
Agora, um desconhecido ameaça sua independência duramente ganha, um vampiro com cabelos dourados que a atrai a um reino de escuridão… e de prazer além de sua imaginação.

Um viciado na adrenalina que gosta do combate, Nikolai executa sua própria justiça aos inimigos da Raça — e seu último objetivo é um assassino desumano.
Uma mulher se interpõe em seu caminho: a sedutora, fria como o gelo guarda-costas, Renata.
Mas os poderes de Renata são postos a prova quando um ser querido, uma criança, é ameaçada e ela é obrigada a recorrer a Niko em busca de ajuda.
Quando os dois unem suas forças, o desejo abana sobre as chamas formando uma fome mais profunda.
A vida de Renata se encontra sitiada por um homem que oferece o prazer mais delicioso dado por um vinculo de sangue – e uma paixão que poderia salvar ou acabar com o destino de ambos para sempre…

Capítulo Um

No cenário do cavernoso clube de jazz sob o nível da rua de Montreal, uma cantora de lábios vermelhos arrastava as palavras no microfone sobre a crueldade do amor.
Embora sua sedutora voz era o suficiente encantada, as letras falando sangue, dor e prazer claramente eram sinceras, mas Nikolai não estava escutando.
Perguntava-se se ela sabia que alguma das dúzias de humanos agrupados no íntimo clube desconfiavam que estavam compartilhando o espaço com vampiros.
As duas jovens que tomavam martinis rose na esquina escura dos tamboretes com toda segurança não sabiam.
Estavam cercadas por quatro indivíduos, um grupo de homens alcoolizados vestidos de motoqueiros com quem estava conversando – sem muito êxito— e tentando atuar como se seus olhos sedentos de sangue não tivessem estado permanentemente fixados sobre as jugulares das mulheres durante os últimos quinze minutos.
Mesmo estando claro que os vampiros estavam negociando forte para que as humanas saíssem do clube com eles, eles não estavam obtendo muito progresso com seus respectivos anfitriões de sangue.
Nikolai riu baixo.
Aficionados.
Pagou a cerveja que tinha deixado intacta no bar e se dirigiu facilmente para a mesa do canto.
Enquanto se aproximava, olhou às duas humanas escapulindo-se do balcão com pernas trementes. Rindo, foram para o banheiro juntas, desaparecendo por um tênue corredor abarrotado de gente que chegava à sala principal.
Nikolai se se sentou à mesa de forma negligente.
—Boa tarde, senhoras.
Os quatro vampiros o olharam fixamente em silêncio, instantaneamente reconhecendo os de sua própria espécie.




6- CINZAS A MEIA-NOITE





Uma mulher impulsionada pelo sangue. Um homem sedento de vingança.

Um lugar onde convergem a escuridão e o desejo…
Quando cai a noite, Claire Roth foge de sua casa, impulsionada por uma feroz ameaça que parece ter saído do próprio inferno.
Então, de entre as chamas e as cinzas, aparece um guerreiro vampiro.
Ele é Andreas Reichen, seu antigo amante, agora um estranho consumido pela vingança. Apanhada no fogo cruzado, Claire não pode escapar de sua fúria selvagem, nem da fome que a arrasta a seu mundo de eterna escuridão e infinito prazer.
Nada impedirá Andreas de destruir o vampiro responsável pelo massacre de seus irmãos da Raça… mesmo que isso signifique utilizar sua ex-amante como isca em sua mortífera missão.
Vinculada pelo sangue a seu perigoso adversário, Claire pode conduzir Andreas até o inimigo que busca, mas é um caminho repleto de perigos… e de profundos e inesperados prazeres.
Pois Claire é a única mulher que Andreas não deve ansiar, e a única a que amou. Inicia-se assim uma perigosa sedução que confunde a linha que separa à presa do predador, e aviva as chamas de uma ardente paixão que pode consumir tudo em seu caminho…

Lucilene: Sabe aqueles livros que você pega e não quer largar antes que termine? Pois ai está um, muito bom, como todos da série. Faz a gente desejar por mais.

Capítulo Um

Berlim, Alemanha,
O vampiro não tinha ideia de que a morte o esperava na escuridão.
Seus sentidos estavam carregados excessivamente de necessidade.
Suas mãos e braços ocupados por uma ruiva com um micro vestido que o roçava com uma luxúria logo que contida.
Muito febril para notar que eles não estavam sozinhos em seu quarto no Darkhaven.
Ele abriu as portas duplas e dirigiu sua impaciente, e ofegante presa ao interior.
A mulher se balançava em um par de saltos altos, rindo enquanto se retorcia longe dele e movia um dedo em frente de sua cara.
—Hans, deu-me muito champanhe, — disse entrecortada, tropeçando no escuro quarto.
—Minha cabeça está zonza.
—Vai passar, — as palavras do vampiro alemão eram lentas, também, embora não pelo álcool que havia embriagado a sua despreparada companheira Americana.
Suas presas estavam sem dúvida enchendo sua boca, a saliva transbordando-se de sua língua em antecipação da alimentação.
Ele a seguiu com movimentos deliberados enquanto fechava as portas detrás deles e virava para ela.
Seus olhos brilhavam como o fogo, transformando-se de sua cor natural a algo de outro mundo.
Embora a mulher parecesse não notar a mudança que se posava sobre ele, o vampiro mantinha sua cabeça baixa enquanto se aproximava dela, tratando de ocultar o calor de seu sanguinário olhar.
Exceto por aquele resplendor âmbar escuro e o tênue brilho das estrelas para fora das altas janelas sobre a vista dos jardins privados da propriedade do Darkhaven, não havia luz no quarto.
Então de novo, sendo um dos da Raça, poderia ver muito bem sem isso.
Então, poderia ver aquele que veio para matá-lo.
Envolto nas sombras do grande quarto, um escuro olhar observava como o vampiro agarrava sua anfitriã de sangue por detrás e baixou a cabeça para começar.
O primeiro cheiro forte a cobre da veia perfurada da humana fez que as presas de quem observava brotassem de suas gengivas em resposta reflexiva.
Ele tinha fome, muita, com mais urgência do que queria admitir, mas havia vindo aqui por um propósito maior que o de servir a suas próprias necessidades básicas.
Tinha vindo por vingança.
Por justiça.


Midnight Breed - Série Raça da Meia-noite
 1- O beijo da meia-noite
 2- Kiss of Crimson
  
3- O Despertar da Meia Noite
 4- Ascensão à Meia noite
 5- O véu da Meia Noite
 6- Cinzas da meia-noite
  
7- Sombras da Meia Noite
 8- Capturada a Meia Noite
  
9- Mais Profundo que a Meia-Noite
9.5-Um gosto da meia noite 
10 Escuridão Depois da Meia Noite
11- No Limite Do Amanhecer
 Compêndio
11,5 -Marcado pela Meia-Noite