Doce, misteriosa, fugidia...
Maggie! Ele pronunciava o nome como se este, em si, encerrasse uma poesia.
Pensou em mil maneiras de se aproximar dela e abandonou todas, achando-as bobas e infantis. Por que Maggie o rejeitava?
Depois de muito pensar, Jason chegou a uma conclusão: estava obcecado por ela porque há meses não dormia com uma mulher.
Assim que fizessem amor tudo isso passaria. A única maneira de saciar aquela fome de paixão era levar Maggie para a cama. E era isso que ia fazer!
Capítulo Um

Maggie! Ele pronunciava o nome como se este, em si, encerrasse uma poesia.
Pensou em mil maneiras de se aproximar dela e abandonou todas, achando-as bobas e infantis. Por que Maggie o rejeitava?
Depois de muito pensar, Jason chegou a uma conclusão: estava obcecado por ela porque há meses não dormia com uma mulher.
Assim que fizessem amor tudo isso passaria. A única maneira de saciar aquela fome de paixão era levar Maggie para a cama. E era isso que ia fazer!
Capítulo Um
O sol forte ardia no asfalto da rua Rideau. Maggie Jordan enxugou o suor da testa e mudou de calçada, procurando uma sombra fresca por onde caminhar. Nesse instante ouviu um assobio.
Estava acostumada aos olhares masculinos que viviam admirando seu corpo curvilíneo e bem feito, e por isso teve certeza de que o assobio era para ela.
Alta e bonita, com longos cabelos castanhos ondulados e olhos azuis muito grandes, velados por cílios espessos e compridos, Maggie era a imagem da beleza. Seu vestido cor de creme se amoldava ao corpo como uma luva. As duas tiras fininhas deixavam à mostra os belos ombros nus e uma saia rodada que não chegava aos joelhos realçava suas pernas bem torneadas.
Maggie olhou ao redor e viu que, numa construção ali perto, vários homens colocavam estacas para as colunas de um novo prédio. O empreiteiro a olhava com insolência. Conhecia bem aquele tipo de homem: grande, moreno, machão. Ele provavelmente se julgava um presente de Deus para as mulheres.
Com decisão, ela chegou mais perto e o encarou. Os outros trabalhadores assobiavam, fazendo algazarra. Maggie chegou a ouvir alguns comentários.
— Ei, Ron, o que vai dizer à moça? — Agora que conseguiu que ela lhe desse atenção, o que vai fazer, Ron? Maggie ignorou os outros e concentrou-se em Ron. Tirou os óculos escuros e olhou-o dos pés à cabeça, detendo-se nos olhos inscientes, nos músculos desenvolvidos, no jeans apertado, nas botas cobertas de pó. Quando terminou seu exame, notou que os outros haviam se calado e que Ron parecia pouco à vontade. Então deu um longo assobio, parecido com o que tinha recebido.
Ron ficou tão vermelho e sem graça que baixou o olhar na mesma hora. Maggie virou-se e foi embora, a cabeça bem erguida, as costas retas, o salto dos sapatos fazendo barulho no cimento da calçada. Pôde ouvir os risos dos trabalhadores, que zombavam do empreiteiro.
Bem feito! Esse tal de Ron ia pensar duas vezes antes de mexer de novo com uma mulher. Maggie ainda sorria quando entrou num restaurante pequeno e modesto, especializado em comida italiana. Aquele bairro de Otawa era muito conhecido por suas ruas estreitas, pequenos restaurantes e butiques. Oliver Henderson levantou-se para recebê-la.
— Maggie! Você continua bonita como sempre, hein? Ela o beijou no rosto e sentou-se à mesa coberta por uma toalha vermelha e branca.
Alta e bonita, com longos cabelos castanhos ondulados e olhos azuis muito grandes, velados por cílios espessos e compridos, Maggie era a imagem da beleza. Seu vestido cor de creme se amoldava ao corpo como uma luva. As duas tiras fininhas deixavam à mostra os belos ombros nus e uma saia rodada que não chegava aos joelhos realçava suas pernas bem torneadas.
Maggie olhou ao redor e viu que, numa construção ali perto, vários homens colocavam estacas para as colunas de um novo prédio. O empreiteiro a olhava com insolência. Conhecia bem aquele tipo de homem: grande, moreno, machão. Ele provavelmente se julgava um presente de Deus para as mulheres.
Com decisão, ela chegou mais perto e o encarou. Os outros trabalhadores assobiavam, fazendo algazarra. Maggie chegou a ouvir alguns comentários.
— Ei, Ron, o que vai dizer à moça? — Agora que conseguiu que ela lhe desse atenção, o que vai fazer, Ron? Maggie ignorou os outros e concentrou-se em Ron. Tirou os óculos escuros e olhou-o dos pés à cabeça, detendo-se nos olhos inscientes, nos músculos desenvolvidos, no jeans apertado, nas botas cobertas de pó. Quando terminou seu exame, notou que os outros haviam se calado e que Ron parecia pouco à vontade. Então deu um longo assobio, parecido com o que tinha recebido.
Ron ficou tão vermelho e sem graça que baixou o olhar na mesma hora. Maggie virou-se e foi embora, a cabeça bem erguida, as costas retas, o salto dos sapatos fazendo barulho no cimento da calçada. Pôde ouvir os risos dos trabalhadores, que zombavam do empreiteiro.
Bem feito! Esse tal de Ron ia pensar duas vezes antes de mexer de novo com uma mulher. Maggie ainda sorria quando entrou num restaurante pequeno e modesto, especializado em comida italiana. Aquele bairro de Otawa era muito conhecido por suas ruas estreitas, pequenos restaurantes e butiques. Oliver Henderson levantou-se para recebê-la.
— Maggie! Você continua bonita como sempre, hein? Ela o beijou no rosto e sentou-se à mesa coberta por uma toalha vermelha e branca.
