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domingo, 9 de janeiro de 2011

Trilogia Era uma Vez

3- Era uma vez a Sedução



Em Era uma vez uma sedução..., de Rhonda Nelson, Jane Swan descarrega sua frustração com o cupido na frente das câmeras, e seu vídeo vira uma sensação na Internet. 

Mas quem poderia prever que o próprio resolvesse tirar satisfações... e fazê-la se apaixonar pelo irresistível Gareth Harper?




Capítulo Um

Que péssima idéia, pensou Juliet Swan, ao olhar para o outro lado da mesa e ver o resultado de mais um encontro às cegas, programa a que fora levada por sua eterna pressa para conseguir um namorado. Era véspera do Dia dos Namorados. A praça de alimentação do shopping estava lotada, e o barulho somado parecia um zumbido. Juliet piscou os olhos, imaginando não ter entendido o que dissera o seu
acompanhante: — O quê?
— Eu disse que, com um pouquinho de esforço, você poderia se transformar numa mulher um tanto atraente.
Sim, ela entendera bem. Sentiu seu sorriso desaparecer do rosto, e aquele homem que se dizia candidato a seu namorado se recostou na cadeira, parecendo assustado.
— Algo atraente? — ela repetiu, com a voz falha, resultado da irritação. — Com um pouquinho de esforço?
Ele parecia não saber o que fazer, depois partiu para a defensiva: — Veja bem, estou tentando ser sincero. Estamos ficando velhos, e não temos razão para nos prendermos a gentilezas. Eu gosto de mulheres que se arrumam para mim — disse, olhando para os cabelos de Juliet e fazendo uma careta. — E acho que
você não é uma delas. Isso era demais, pensou Juliet, pegando sua bolsa e se levantando.
— Você tem razão, não sou uma delas — disse, fazendo força para manter o sorriso no rosto. — Mas já que estamos tentando ser sinceros, acho que chegou a hora da minha crítica, certo? Com um pouquinho de esforço eu talvez ficasse mais atraente, mas nada no mundo seria capaz de transformar você em um homem menos grosseiro, menos chato. E esses implantes de cabelo...


2- Era Uma Vez Uma Floresta
ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Scarlett Templeton não acreditava em contos de fadas...

Até que, a caminho da casa da vovó, encontrou um estranho muito interessante na floresta...










Capítulo Um

Considerando que Scarlett Templeton ganhava a vida escrevendo livros infantis, ela não devia ter deixado que a filmassem mandando alguém para aquele lugar.
Mas como ela estava dizendo isto para o Cupido, aquele peque­no canalha seminu com arco e flecha que lhe arruinara a vida mais de uma vez, ela não se sentiu tão mal.
Quatro meses antes, quando ela terminou seu último relacionamento, a coisa foi feia e em público, como sa­bia aquele repórter pegajoso que encontrara em um evento havia pouco tempo.
Portanto, quando ele perguntou se o Cupido havia lhe flechado naquele Dia dos Namorados ela disse para onde gostaria de mandar o Cupido.
A gracinha caiu na Internet e acabou parando em um site chamado . Ela se tornou finalista do prêmio "a mulher menos romântica do planeta" e exemplo do movi­mento antirromance.
Bem, poderia ser pior. Ela poderia ter sido exemplo do movimento de escritoras-malditas-que-corrompem-nossas-crianças.
Ah, espere aí, ela era representante deste movimento.
Ao menos para algumas pessoas, que não apreciavam seu senso de humor malicioso.
O que incluía sua mãe.
A mulher não conseguia decidir se estava orgulhosa ou horrorizada com o sucesso de Scar­lett.
Ela queria que Scarlett — que ganhou este nome por causa de sua heroína literária favorita — escrevesse roman­ces ou livros açucarados para garotinhas.
Scarlett crescera ouvindo sua ultra-romântica mãe con­tando histórias sobre cavaleiros galantes e donzelas, de modo que já chegara ao mundo com a cabeça nas nuvens e um par de sapatinhos de cristal nos pés.
Isto é o que cha­mam de chegada complicada.
Era de admirar que ela ainda não tivesse cacos de cristal espetados nos pés.
Aos 30 anos de idade, após 12 anos encarando a realidade da vida, amor, sexo e relacionamentos, ela não contava mais com finais felizes.
Assim, os livros que ela, escrevia não eram exatamente historinhas mimosas em versos nem contos de fadas magníficos.
Em seus contos o patinho feio acabava em uma panela e a princesa descobria que o príncipe era um canalha infiel.
E o mais impor­tante: a princesa nunca esperava ser salva por ninguém, ela se virava sozinha.
Ou então acabava devorada pelo lobo.Isto era algo que Scarlett aprendera muito tempo atrás. Salve-se...








Trilogia Era Uma Vez
1- Era uma vez uma Fera
2- Era uma vez uma Floresta
3- Era uma vez a Sedução

Era uma vez uma Fera

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Trilogia Era Uma Vez






Era uma vez uma fera...

Matt Keller está à solta em Skull Creek,
no Texas, e Shay Briggs sabe que ele é uma fera selvagem
com um irresistível magnetismo...

E que precisa de uma domadora...



Capítulo Um

— Estou desistindo de vez de sexo. — A declaração veio de Shay Briggs, consultora de beleza e dona do Skin Deep, o único spa completo de Skull Creek, Texas.
— Caí fora, pendurei as chuteiras, fim de papo — ela jurou enquanto aplicava o tratamento de pepino no rosto da mulher deitada na mesa em frente a ela. Sue Ann Peters lambeu a massa verde no canto da boca.
— Hum... O que tem aqui?
— Pepino, babosa e meu ingrediente secreto.
— Comestível?
— Só se você quiser cabelos no peito e um pomo-de-adão. — Sue Ann cuspiu e procurou uma garrafa de água por perto, e Shay sorriu.
— Tem um suplemento especial de testosterona que es­timula os feromônios que estimulam o processo de fecha­mento dos poros.
A jovem bebeu vários e longos goles.
— Testosterona faz isso?
— Não por si mesma. Mas misturada com pepino, ba­bosa e outros ingredientes, é bem possível. Vou falar sobre isto na coluna da semana que vem. — Além de dirigir o Skin Deep, Shay escrevia dicas de beleza para a Gazeta de Skull Creek.
Estavam longe de ser as histórias que ela escrevia quan­do jovem — histórias loucas de amor e romance e aventura — e não era nem metade tão interessante, mas ao menos ela ainda estava escrevendo.
Era seu único consolo durante aqueles raros momentos em que ficava convencida de que sua vida era uma grande droga.
Como agora.Shay lutou contra a súbita onde de autopiedade e tentou se concentrar nas coisas positivas.
— Eu ainda tenho uma coluna, não é? — continuou. — Você não vai me dar cartão vermelho por causa do inci¬dente com Bobby Barnes.
— Claro que não. — Sue Ann era a melhor amiga de Shay e editora da Gazeta.
— Os leitores adoram Doses de Beleza. Ela é uma de nossas principais atrações. Só perde para a coluna de Lazarus Buckner. Mas ninguém ganha de Buckner. — Lazarus era um médico gastrintestinal aposentado que fazia uma coluna semanal chamada Canos Humanos. — Semana passada o retiro de idosos encomendou cinqüenta jornais a mais só por causa do artigo "Nossa amiga Flatulência".
— Nenhuma cópia extra vendida por causa de meu artigo "Incremente a retaguarda"?









Trilogia Era Uma Vez
1- Era Uma Vez Uma Fera
2- Era Uma Vez Uma Floresta