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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Série O Beijo Do Dragão

ROMANCE SOBRENATURAL
1- SOMBRA DO DRAGÃO




Lorran estudou os dragões durante anos, esperando encontrar uma maneira em que os humanos e as criaturas selvagens possam viver em paz.

Ela conhece melhor que ninguém a devastação que pode causar a dentada de um dragão.

E quando Kei, o Assassino de Dragões, chega ferido e sangrando a sua porta, sabe que restam somente algumas semanas de vida.
Kei foi um Assassino de Dragões toda sua vida, mas quando se converte na vitima de um dragão, chega até Lorran, a única humana que poderia lhe salvar.
Enquanto que o veneno do dragão atravessa seu corpo, o desejo e a necessidade de tocar Lorran lhe enche cada pensamento.
Embora ele não o entenda, sabe que — Lorran é dele.
Enquanto seus desejos crescem mais fortes que nunca, parece que só Lorran pode aliviar os impulsos sexuais ressaltados pelo beijo do dragão.

Capítulo Um

O fogo queimou sua pele e abrasou sua carne. Sempre ia sentir seu toque.
O desejar. O calor entrou em seu corpo como uma chama rugente e derreteu as congeladas profundidades de seu coração.
A necessidade a encheu, transformando seu medo em desejo.
Ela se enroscou na cama, tentando sair do sonho. Sabia que era um sonho, sabia que era somente sua memória que a deixava cativa, mas não tinha nenhum poder.
Não podia se libertar.
Minha.
A voz sussurrou através de sua alma e ela o negou.
Não!
Seu sonho — correndo pelo bosque, evitando a criatura que queria reclamá-la, consumi-la. Ele estava atrás dela, cada vez mais perto.
—Não, não, por favor.
O fogo estalou pelo do céu e a rodeou, apanhando-a.
Ela parou, enfrentando a parede de chamas. Girando, ela se enfrentou a ele.
Contemplavam-na olhos roxos.
Olhos desumanos nos quais se lia luxúria e morte.
As chamas gotejaram de sua boca, lambendo suas pernas. Sentiu o calor, mas não se queimou.
O longo pescoço se esticou para frente, movendo sua maciça cabeça para seu corpo.
Ela tropeçou tentando se esquivar e caiu.
O áspero vestido de lã se elevou, expondo suas pernas até as coxas.
Tentou baixar o tecido, mas a criatura já estava ali. Acariciou com o focinho sua mão, afastando-a, e se adiantou, pressionando de seu nariz contra seu sexo.
A voz da besta encheu sua cabeça.
Minha.
—Não!
O grito de Lorran rompeu o sonho.
Despertou, quando sua própria voz se escutou no quarto.
O rápido ritmo de seu coração encheu seus ouvidos, bloqueando todo o som.
Ela se virou, abraçando-se e olhando fixamente pelo quarto.
Ela podia senti-lo. Ele estava perto

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quinta-feira, 31 de março de 2011

Beijando A Pedra

ROMANCE SOBRENATURAL
Fantasia




Kit Bauman sente uma forte atração por Jax desde o primeiro dia em que o conheceu, mas ela sabe que nunca vai fazer nada com relação a isso.

Ela se recusa a colocar em risco a amizade deles apenas por algumas noites de - ao que tudo indica - sexo fantástico.



Quando um homenzinho numa loja irlandesa de bugigangas lhe vende uma “pedra mágica” ela se surpreende dizendo coisas que nunca imaginou dizer e fazendo coisas com Jax que até o momento ela só fizera em sonhos.
Mas o efeito da magia um dia vai acabar.

Capítulo Um

—Jess. Kit. Foi divertido, como sempre.
Tenho que ir para a aula. Kit, no meio da mordida de seu sanduíche de manteiga de amendoim e geleia, assentiu com a cabeça enquanto Jackson Knight, Jax para os amigos, colocava sua bolsa no ombro e se afastava da mesa.
—A que horas você sairá daqui?— perguntou a Kit.
Ela engoliu rapidamente, a manteiga de amendoim obstruindo sua garganta.
— Tenho alguns alunos vindo às seis. Devo estar livre lá pelas sete. —Estarei em meu gabinete até então. Passe por lá quando estiver saindo. É quarta-feira. McGill está chamando meu nome.
Novamente ela concordou. Nos seis meses em que se conheciam, havia se tornado tradição. Noites de quarta-feira.
Cerveja e carne enlatada no McGill. Jax e Kit. Era como um filme ruim, camarada.
—Vejo você mais tarde, Jessie. Jax virou-se e se afastou.
Sua calça cáqui pálida destacando o requintado bumbum masculino e as longas e fortes pernas.
Kit tentou desviar o olhar, mas, como quase todas as mulheres na sala, ela tinha que olhar. Tinha que prestar atenção naquela protuberância deliciosamente curva e pensar em dar-lhe um tapinha leve, um aperto delicado.
Ainda assim, o homem era seu melhor amigo.
Ela não devia cobiçá-lo.
Inspirou profundamente e mais uma vez arrastou seus pensamentos para longe do sexo. Quando ele virou à esquerda, para fora do refeitório, Kit ouviu Jessie choramingar suavemente ao seu lado.
—Eu sei que você disse que vocês dois são apenas amigos e não há nada romântico entre vocês — Jessie virou se virou na cadeira e prendeu seu olhar ao de Kit.
—Mas em nenhum momento você tem vontade de agarrá-lo e saltar sobre ele durante horas? O homem estava tão perto da perfeição física como Kit jamais tinha visto. Alto, com cabelos loiros cor de areia, peito musculoso, braços sarados e um traseiro lindo.
E, caramba, ele era um cara legal.
—Quase sempre—, Kit gemeu antes de desabar em cima da mesa.
—O que?!
O riso de Jessie chamou a atenção da sala, forçando Kit a endireitar e proteger os olhos.
Embora a maioria dos estudantes comesse no refeitório durante o almoço e a sala estivesse meio vazia, Kit odiava ser o centro das atenções.
—Fale baixo—, ela assobiou.
—Sinto muito...

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Série Sombra de Dragão

ROMANCE SOBRENATURAL
1- O BEIJO DO DRAGÃO







Lorran estudou os dragões durante anos, esperando encontrar uma maneira em que os humanos e as criaturas selvagens possam viver em paz.

Ela conhece melhor que ninguém a devastação que pode causar a dentada de um dragão. E quando Kei, o Assassino de Dragões, chega ferido e sangrando a sua porta, sabe que restam somente algumas semanas de vida.
Kei foi um Assassino de Dragões toda sua vida, mas quando se converte na vitima de um dragão, chega até Lorran, a única humana que poderia lhe salvar.
Enquanto que o veneno do dragão atravessa seu corpo, o desejo e a necessidade de tocar Lorran lhe enche cada pensamento. Embora ele não o entenda, sabe que — Lorran é dele.
Enquanto seus desejos crescem mais fortes que nunca, parece que só Lorran pode aliviar os impulsos sexuais ressaltados pelo beijo do dragão.

Capítulo Um

O fogo queimou sua pele e abrasou sua carne. Sempre ia sentir seu toque. O desejar. O calor entrou em seu corpo como uma chama rugente e derreteu as congeladas profundidades de seu coração. A necessidade a encheu, transformando seu medo em desejo.
Ela se enroscou na cama, tentando sair do sonho. Sabia que era um sonho, sabia que era somente sua memória que a deixava cativa, mas não tinha nenhum poder. Não podia se libertar.
Minha.
A voz sussurrou através de sua alma e ela o negou.
Não!
Seu sonho — correndo pelo bosque, evitando a criatura que queria reclamá-la, consumi-la. Ele estava atrás dela, cada vez mais perto.
—Não, não, por favor.
O fogo estalou pelo do céu e a rodeou, apanhando-a. Ela parou, enfrentando a parede de chamas. Girando, ela se enfrentou a ele.
A voz da besta encheu sua cabeça.
Minha.
—Não!
O grito de Lorran rompeu o sonho. Despertou, quando sua própria voz se escutou no quarto. O rápido ritmo de seu coração encheu seus ouvidos, bloqueando todo o som. Ela se virou, abraçando-se e olhando fixamente pelo quarto.
Ela podia senti-lo. Ele estava perto, preparado para possuí-la. Tremeu apesar do calor debaixo das mantas. A criatura não queria capturá-la, ela queria possuí-la, possuir sua alma.
Os sonhos que vinham perseguindo, eram imagens horrorosas de chamas e morte; os gritos das vítimas. Mas nunca como isto. Nunca antes havia sentido sua própria vulnerabilidade.
Olhou fixamente a luz da pálida manhã, pouco disposta a deixar a escassa comodidade de sua cama e a necessidade infantil de esconder-se sob as mantas. O sonho ainda estava com ela.
O ruído de fortes pisadas, seguidas por uma forte batida em sua porta, arrastou-a da cama. Vestiu-se, mas hesitou em frente da porta. Os aldeãos não lhe haviam dado exatamente as boas-vindas. Não havia nenhuma razão para que alguém a visitasse a esta hora, ou a qualquer hora, na realidade. Exceto para exigir que ela partisse. Outra vez.
Depois do sonho aterrador, não necessitava de mais ameaças.
Então esperou.
O golpe se repetiu.
—Minha senhora! Necessitamos de sua ajuda. — A profunda voz era a de um desconhecido.
— Minha senhora, você está aí?
Não soava como uma ameaça. Ainda cautelosa, entreabriu a porta e deu uma olhada.
Nada poderia tê-la preparado para a visão. Um homem enorme, vestido com couros de batalha, com uma grande espada, presa ao seu quadril por uma corrente, olhou-a quando abriu a porta.—Sim?

2- O Fogo do Dragão

Série Sombra de Dragão








O poder vem da paixão.
Aquelas palavras obcecavam as noites de Tiana.

Uma bruxa sem poderes, Tiana é rejeitada e lamentada por sua gente.
Está contente vivendo uma vida tranqüila a beira da terra natal, até que a princesa Merena rapta o Príncipe Rainek de Xicanth para usá-lo como escravo sexual.
Vendo seu forte corpo nu acorrentado à parede, Tiana descobre desejos e necessidades que nunca esperava conhecer e a paixão que flui entre eles tem resultados inesperados.

Paciência.
Denith, o dragão que compartilha a mente de Rainek, passou a vida pregando paciência, e Rainek não quer ouvi-lo mais. Ele deseja que a maldita besta escolha uma companheira. Depois de trinta anos celibatário, era um frustrado e esgotado virgem, e agora fora capturado e acorrentado dentro de um calabouço pelo capricho de uma princesa. Mas quando uma coisa pequena entra para lavá-lo, Denith e Rainek a reconhecem como única.
Agora Rainek tem que libertar-se, raptar sua companheira e convencê-la que a vida com um dragão era o que sempre tinha desejado.
Simples assim.

O palpitar dentro da cabeça de Rainek e a furiosa dor em seus braços o advertiram, antes mesmo que abrisse os olhos, que tinha colocado muita confiança na capacidade — ou boa vontade possivelmente — de Denith para mantê-lo afastado dos problemas. A débil luz da tocha perfurou seu cérebro quando suas pálpebras se entreabriram. Por todos os infernos, o que tinha acontecido?
Mantendo seus movimentos mínimos, para limitar as dores em sua palpitante cabeça, olhou ao redor.
Bem, era fácil ver porque seus ombros doíam.
Grilhões rodeavam seus pulsos e esticavam seus braços para cima e para as paredes opostas. Os grilhões estavam conectados com grossas correntes, cada elo do tamanho da palma de um homem, e enganchadas a enormes barras incrustadas nos muros de pedra.
Puxou com força, experimentando.
O metal cortou sua pele mas não causou impacto algum na corrente.
Não que tivesse esperado muito. Quando alguém usava correntes para prender um prisioneiro, não usava metal fraco.
Prisioneiro. O pensamento assustou Rainek durante um momento.
Era prisioneiro de alguém. Mas de quem?
E por que o seqüestraria alguém? Pelos infernos, quem teria bolas para seqüestrá-lo? Sua família era rica, mas exigir um resgate só atrairia a ira de um dragão sobre suas cabeças. Poucos iriam arriscar-se a isso por um pouco de ouro.
Um ligeiro toque, apenas perceptível de ar fresco, atraiu sua atenção para baixo. Estava nu, despojado de suas roupas e preso à parede em quatro pontos.
Um olhar rápido sobre seu ombro revelou espaço aberto atrás dele também. Estava situado no centro do quarto, quase como se estivesse em exibição.
Rainek sacudiu outra vez as correntes e grunhiu quando se mantiveram firmes.
Paciência, pregou o dragão.
— Sim, claro! — disse Rainek sem rancor e girou o braço para envolver sua mão ao redor de um elo. Usando toda sua força, puxou e se levantou do chão. As algemas gêmeas em seus tornozelos o impediram de erguer-se mais de um centímetro. Com um grunhido, relaxou.
Maldita seja, o que tinha de bom ser parte dragão, se o dragão decidia dormir quando eram atacados?
Não posso estar acordado todo o tempo. Além disso, você estaria acordado todo o tempo.
Rainek decidiu não fazer caso daquela amostra de lógica de dragão. Não necessitava à maldita besta dentro de sua cabeça para lhe mostrar a verdade. Tinham sido emboscados e capturados enquanto dormiam. Certamente um dragão deveria ter previsto.
Se me permitisse tomar minha forma, poderia tê-lo feito.
Rainek fechou os olhos.
Denith mencionaria isso, é obvio.
Durante a viagem de quatro dias para as terras do Matriarcado, Rainek não deixara Denith tomar sua forma corpórea quando pararam pela noite.
Os homens de sua guarda achavam inquietante ter um dragão entre eles. A maioria dos guardas sabia que Rainek era em parte dragão, mas ver esse fato manifestar-se era uma situação completamente diferente.

3- A Ascensão do Dragão

ROMANCE SOBRENATURAL
Série Sombra de Dragão






Quando criança, o Príncipe Bren de Xicanth viu a devastação criada quando um dragão foi rejeitado por sua companheira e jurou nunca desencadear esse tipo de horror e sofrimento a uma mulher.

A promessa foi fácil de manter até que Tynan, o dragão que compartilha sua existência, escolhe uma companheira e exige reclamá-la como só um dragão pode.
As próprias necessidades de Bren fazem quase impossível negar ao dragão o sabor de sua carne, já que a besta a deseja tanto.
Mas quando Bren sucumbe a contra gosto à luxúria do dragão, dá-se conta que algo está errado. Um dragão só pode ter uma companheira, mas Tynan reclamou duas, não, três mulheres diferentes.

Prólogo

Kei andou cautelosamente na direção da toca do dragão, sua espada desembainhada e solta em sua mão direita. Ele odiou entrar na casa do dragão com uma espada, mas com este em particular tinha que ser muito cuidadoso.
O dragão sequestrou quatro mulheres nas últimas duas semanas, as pegando nos campos e fazendas, até mesmo no centro da cidade. A criatura se tornou o terror que as lendas advertiam. E Kei tinha que pará-lo.
Ele tentaria conversar com ele primeiro. Não queria destruir o dragão, mas poderia não haver outra escolha.
Parou na entrada da caverna, lembrando-se novamente que ele próprio poderia ter acabado num lugar como este, se Lorran não o salvasse.
O aceitasse. O seduzisse, realmente. Ele sorriu com a lembrança e Nekane estrondeou prazerosamente dentro de sua cabeça.
Nos dez anos desde que Kei foi mordido por um dragão e o animal se tornou uma parte dele, aprendeu a se adaptar a criatura que compartilhava sua alma. Eles se adaptaram um ao outro.
Kei inclinou sua cabeça de lado e escutou, procurando um sinal que o dragão estava dormindo ou andando. Qualquer som que mostrasse que o dragão estava em sua toca.
Ao invés disso ouviu um sussurro atrás dele.
Kei girou e abaixou, espada pronta.
Os grandes olhos verdes encontraram os seus e ambos congelaram. Kei foi o primeiro a se recuperar.
—Pelos Infernos, Bren, o que está fazendo aqui?— Ele exigiu de seu filho mais velho. O menino, sério até mesmo nesta idade jovem, empurrou seus ombros atrás e enfrentou seu pai diretamente.
—Eu queria encontrar outro dragão. Um real.
Nekane rosnou intencionalmente baixinho.
—Nekane é um dragão real e também Tynan.— Kei suavemente o repreendeu, se referindo não só ao dragão que compartilhava sua mente, mas também ao que nasceu como uma parte de Bren.
O vermelho se insinuou nas bochechas de Bren e o menino balançou a cabeça. —Um dragão selvagem então.
Sempre que um dragão está causando problemas, os aldeãos chamam você para lidar com isto. Eu quero ver o que faz quando encontra com eles.
Kei balançou a cabeça lentamente. —Como chegou aqui?
—Tynan.
Significava que ele se transformou em dragão e voou através da terra.
—Você podia ter sido visto.— Os dragões eram tão temidos que se um aldeão visse um imediatamente lançava setas na criatura que passava.
—Eu fiquei na sombra de Nekane.
Kei não teve nenhuma resposta para isto. Ele se transformou em dragão para voar até o local também; não podia culpar seu filho por isto. Claro, Lorran iria estar regiamente chateada quando descobrisse o que fez. —Bem, pode ficar. Mas explicará tudo para sua mãe quando retornarmos.
O de dez anos de idade branqueou. Lorran era definitivamente feroz quando se tratava de suas crianças.
Mas ainda me culpará, Kei pensou. Nekane quietamente concordou.
—Vamos. Vamos ver o que este dragão tem a dizer.
Com seu filho ao lado dele, Kei soube que não podia matar o dragão, então voltou sua espada para sua bainha.
Bren, como Kei, estava vestido só com uma tanga. Mais por decoro que por modéstia. Se passassem por algum aldeão, um homem desnudo caminhando pelo bosque despertaria comentários.
Eles caminharam para a entrada da caverna, onde a luz era tragada pela escuridão. Kei colocou sua mão no ombro e ajoelhou em frente a Bren até examinar os olhos de seu filho.
—Eu não sei o que acharemos lá. Seu fogo não pode nos machucar, mas seus dentes podem. Este é um dragão bravo, possivelmente ferido.
Eu quero que você fique atrás.
Bren assentiu. Kei levantou-se e levou seu filho à toca do dragão. Apesar de escuro, ele sabia que tanto ele como Bren podiam ver igualmente bem.
Os sentidos do dragão lhes permitia a visão compartilhada como uma noite clara. Kei ouviu quando ele se moveu.
Não havia nenhum farfalhar das escamas. Nenhum grunhido baixo de advertência para os invasores. E o odor de sangue era forte.
Eles entraram na ampla caverna. Como muitos dragões, este aqui também colecionou pedaços de metal e tesouros, e os armazenou em sua toca.
Kei estava contente por Bren observar as joias e xícaras de ouro, mas mostrar pouco interesse nelas. Ele não era uma criança avara. Ele levava sua posição na vida muito seriamente.
O dragão estava no canto, encolhido contra a parede distante. Sangue caía das feridas por todo o couro e uma lança saía de suas costas. A criatura não estava respirando.
Kei caminhou até a besta, colocando uma mão em sua carcaça fria. Os aldeãos alardearam que tinham ferido o dragão. Não, eles o mataram.
—É muito tarde,— Kei anunciou. Ele girou. Bren não estava mais atrás dele. —Filho?— Nekane procurou depressa e sentiu o menino não muito longe.
Embora Nekane não indicasse que Bren estava em perigo, Kei não queria o filho fora de sua vista. Ele seguiu a orientação de Nekane descendo por um túnel pequeno e achou seu filho.
Olhando fixamente o corpo desnudo e violado de uma mulher.
Hematomas e sangue manchavam sua pele e o medo estava estampado em seu rosto pálido com os olhos abertos.
—O que aconteceu com ela?— Bren perguntou, de repente soando muito jovem. —O dragão fez isto?
Kei dobrou um joelho e tentou responder. —Sim, ele fez. Você lembra quando conversamos sobre o dragão buscar uma companheira — procurar pela mulher certa para aceitá-lo?— Bren balançou a cabeça mas não olhou o corpo da mulher.
—Ele a machucou.
Kei balançou a cabeça.
—A compreensão do novo dragão é limitada e se a mulher que ele considera sua companheira o rejeita, ele fica bravo.
Ele provavelmente nem sabia o que estava fazendo.— Kei olhou fixamente para a mulher também. —Ela poderia ser sua companheira que o rejeitou ou outra mulher que ele tomou e os instintos do animal acabaram por consumí-lo.
Finalmente, Bren girou e olhou seu pai.
Os lábios do menino eram uma linha apertada e seus olhos estavam cheios de determinação. Parecia como se Bren tomasse uma decisão.





3.5 VINDO PELA LUZ DO DIA









Tina começou assim, inocentemente.
Mas não ia ficar desse jeito. Depois de dizer um feitiço de um livro mágico de Dragão para entreter às suas sobrinhas, Tina encontra um dragão ferido em seu gramado.

Mas ele não fica sob forma de dragão por muito tempo, logo se transforma no homem mais delicioso que ela já viu.
No mundo dos dragões, cada mulher tem dois amantes, seu Protetor e seu Guerreiro. Para sobreviver, os três devem se unir.
Tina conhece o homem perfeito para reivindicar como seu guerreiro: forte, poderoso e sexual.
Agora ela tem que convencê-lo a ficar com ela, permanentemente.

Capítulo Um

ina escutou suas sobrinhas dando risadinhas enquanto ela subia os degraus para o sótão. Estava quase na hora dos pais das meninas virem buscá-las depois da sua tarde com a “Tia T”.
Uma vez por mês, Tina pegava as meninas na parte da tarde assim sua irmã e o marido podiam ficar sozinhos.
Ela normalmente tentava fazê-lo nos fins de semana, mas em uma noite de quinta-feira era o mesmo trabalho. Só mais um dia de trabalho antes do fim de semana.
— Ei meninas, é quase hora de ir.
— Espere. Tia T, você tem de ver isto.
Katrina, a mais velha, levantou um pesado livro encadernado de seu colo. Tina nunca o tinha visto antes, mas o sótão mantinha tesouros de gerações passadas e ninguém realmente sabia o que estava aqui afinal.
— O que você encontrou, querida?
— É um livro de magia, — anunciou Elena, os seus olhos arregalados e cheios de admiração.
— Magia? Eu não sabia que existiam quaisquer livros de magia aqui em cima.
A sua louca tia-avó Hilda teve sua própria casa no bosque durante trinta anos.
Pouco antes de morrer decidiu deixá-la para Tina e sua irmã.
Tina amava a isolamento, mesmo que isso significasse um tempinho longo para ir trabalhar diariamente.
A floresta e o silêncio valiam a pena. Ela comprou a metade de sua irmã na cabana há um ano, mas ainda não tinha ido ao sótão desordenado de sua tia.
— É magia de dragão, — disse Katrina. Ela traçou com as pontas dos dedos a silhueta elaborada do dragão realçado na cobertura. — Ele não é bonito?— O temor que encheu a voz da criança despertou a curiosidade de Tina e ela sentou-se junto a sua sobrinha e deu uma olhada por seu ombro.
— É um livro encantador. Nunca o vi antes. Eu não sabia que ele estava aqui em cima aqui.
Katrina empurrou-o em seu colo.
— Você devia dizer o feitiço.
— Eu? — Tina tentou empurrar o livro de volta.
— Sim, — Katrina disse. — Há um feitiço aqui para chamar o seu amor verdadeiro. Você devia dizê-lo.
Tina balançou sua cabeça.
— Eu não acho.
— Mas a Mamãe diz que você precisa de um homem, — Elena interrompeu.
Tina tentou não ralhar com sua sobrinha de seis anos por causa das palavras que sua mãe tinha posto em sua boca.
Especialmente desde que era verdade.

4- A Presa do Dragão

ROMANCE SOBRENATURAL
Série Sombra de Dragão







Mesmo capturada e oferecida como escrava,
deveria ser algo simples para Kayla escapar,
se apenas a dragão-fêmea dela cooperasse. Mas a maldita besta – cansada dos machos em seu lar – vê o cativeiro de Kayla como a oportunidade perfeita para encontrar seu companheiro.

Quando sua dragão-fêmea encontra o homem para Kayla, ele é todo impróprio.
Ele é muito forte, muito agressivo e tem um jeito muito ranzinza. Ele é o perfeito mercenário, que daria um marido péssimo.
Infelizmente, o corpo dela - e sua dragão-fêmea - não se importa com nada disso, e, enquanto ela quer odiar Capitão Sixx, ela se encontra incapaz de resistir a ele.
Para Sixx, ganhar a pequena e bonita escrava como um presente é mais uma irritação do que prazer.
O que ele deveria fazer com ela? Ele tem problemas suficientes, incluindo uma maldição e um jovem guerreiro arrogante se preparando para desafiá-lo, agora ele tem que lidar com ela. Naturalmente, ter Kayla acorrentada em seu quarto tem seus benefícios.
Então, Kayla agora só tem que descobrir como voltar para casa, manter Sixx seguro da ira do pai, oh, e dizer a seu amante, que ela é parte dragão.

Prólogo

Kayla abaixou-se em um joelho no canto, olhando fixamente para o corpo disforme do homem mais recente enviado a —domesticá-la.— Ele gemeu e se derrubou, rastejando-se em direção à porta.
—Bem?— Iniz, o chefe, exigido do corredor.
—Ela quase me matou. Existe algo que não está certo com esta menina. Eu não irei me aproximar dela novamente. Eu quero meu dinheiro de volta.—Ela sentiu seu lábio retorcer em desgosto.
O chefe tinha vendido o direito para estuprá-la. Até agora, ninguém tinha conseguido. A força de sua dragão-fêmea a tinha salvado, mas ela não sabia com quantos mais ela podia lutar.
O som de moedas mudando de dono tilintou fora da porta. Segundos mais tarde, Iniz andou a passos largos no quarto imundo que ela tem sido bloqueada.
—É isso aí, você não comerá por dois dias.—Ela encolheu os ombros. Ele tentou de tudo para controlá-la e ela o desafiou em cada tentativa.
Em vez disso, ela levantou sua cabeça e olhou fixamente para ele, deixando que a ira do dragão fluísse através de seus olhos.
—Deixe-me ir e eu quase posso prometer que minha família não vai rasgá-lo em pedaços minúsculos quando eles vierem atrás de você.—Os cantos de sua boca tornaram-se branco.
No começo, quando ela tinha sido trazida ali, ele zombou de suas ameaças. Agora, semanas mais tarde, ela decidiu que ele estava começando a acreditar nela.
—Masslon!— Ele berrou.
Um homem jovem, com um colar de escravo ao redor sua garganta, entrou no quarto. —Harvet está vindo amanhã .— Iniz ergueu seu queixo em direção a Kayla. —Ela estará no grupo que parte com ele.— Ele sorriu quando ele olhou de volta nela. —Harvet trabalha para o assassino mais brutal na terra.— Ele sorriu e Kayla sentiu um calafrio não desejado pelas costas.
—Você desejará ter sido mais agradável com meus amigos.—Ele andou para o lado de fora, fechando a porta e deixando Kayla na escuridão. Não a incomodou.
Os sentidos do dragão permitiam a ela ver com muito pouca luz.
Uma corrente espessa a segurava no chão, dando apenas alguns movimentos de liberdade. Ela puxou a corrente, dispondo da força do dragão em seu corpo - mas não houve nenhum efeito. Ela rosnou no silêncio mofado.
Zayn não era de muita ajuda.
Até que a besta conseguisse o que queria, Kayla não teria outra escolha senão seguir pra onde sua dragão-fêmea guiava.