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sábado, 22 de outubro de 2016

O LIvro de Ragnarok - parte II

Série Vanir



Era a mão direita de Loki. 

Assim ele tinha confirmado quando lhe delegou a missão de acabar aquilo que Se-Rak não pôde acabar, o suposto príncipe dos elfos escuros.
Era o momento de Lek-ir. Devia esmagar qualquer rebelião, qualquer luz de esperança. E esteve fazendo isso até então. 
Tinha a todos seus arqueiros preparados para apontar com suas flechas àquele pequeno grupo de rebeldes. 
Depois de tudo, o exército de Svartalfheim que ele comandava, tinha viajado por todo o círculo procurando aqueles seres mágicos de Nerthus para caçá-los e enterrar qualquer hipotética rebelião. Como imaginavam que iam lutar com tão poucos efetivos?
A grande maioria de humanos tinha sido exterminada. Muitos deles feridos mortalmente e agonizando, e a outra parte sobrevivente convertida em nosferatu pelos vampiros.
Para os svartálfar, aquela missão tinha sido tão fácil como respirar. Uma vez que ajudaram a destruir todo tipo de vida, tinham que reunir ali, aos pés do texo, da árvore celta mais antiga, para interceptar esses bardos que tinham conseguido acabar com Se-Rak.
Lek-ir não podia entender como dois seres tão inofensivos tinham conseguido acabar com a existência de um poderoso e escuro príncipe élfico. Mas seja como for, ele acabaria sua tarefa.






Série Vanir
1- O Livro De Jade 
1.5 - O Livro de Leder
2- O Livro da Sacerdotisa
3- O Livro da Eleita
4- O Livro de Gabriel
5- O Livro de Myia
6- O Livro da Alquimista
7- O Livro De Ardan
8- O Livro de Noah
9- O Livro dos Bardos
10- O Livro de Ragnarok - parte I
10- O Livro de Ragnarok - parte II
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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

O LIvro de Ragnarok - parte I

ROMANCE SOBRENATURAL 
Série Vanir



Diz a profecia da vidente:

“Haverá uma batalha final entre as forças celestes e as forças do Submundo. 
Será uma luta feroz que dará origem ao final dos tempos conhecidos. 
Essa será a última guerra, quando os deuses chegarão à sua decadência e quando demônios e humanos perecerão no dia chamado “O final dos tempos”, o Ragnarök”.
Na visão da völva, Odin, conhecido como “o Pai de todos”, morria pelas mãos do lobo Fenrir, liderado por Loki. 
O caos desataria e a humanidade desapareceria. Dos deuses escandinavos, só Njörd retornaria ao Vanenheim. O resto morreria na guerra contra as forças do Mal.
Depois de tão escuro presságio, a völva falava do ressurgir de um novo amanhecer. Um futuro mais brilhante em um novo mundo.
O Ragnarök teria se originado quando Loki, filho dos gigantes Farbauti e Laufey, que uma vez fora proclamado irmão de sangue por Odin, mais tarde declarado inimigo acérrimo do mesmo e renomado “O Traidor” por todos os deuses, negou-se a se ajoelhar perante a raça inferior humana. 
Odin quer que os humanos evoluam e cheguem a se converter em mestres de seus próprios mestres, mas Loki negou-se a dar uma oportunidade à humanidade, pois, segundo ele, não mereciam tal misericórdia.
Quando o deus Aesir escutou da boca da vidente o poema profético sobre seu destino, decidiu tomar uma atitude no assunto para que aquilo não acontecesse. Não podia permitir que a profecia se cumprisse, ele não podia desaparecer, a humanidade não podia ser aniquilada. Assim sequestrou Loki, “a Origem de todo o mal”, do Jotunheim e o encarcerou em Asgard em um cárcere invisível de rochas de cristal.
Odin já sabia que ninguém podia confiar em Loki, pois ele era um vigarista, um deus transformista, que adotava mil faces diferentes quando melhor lhe convinha. O próprio Odin tinha sofrido da pior maneira possível com as artimanhas de tamanho enganador, e seu querido filho Balder tinha perdido a vida devido às suas maquinações.
Entretanto, Loki, através de uma de suas famosas trapaças, escapou do cárcere e desceu ao Midgard, a Terra, para rir da humanidade e parar o projeto de Odin.
Foi então, quando as duas famílias do panteão escandinavo que tinham vivido inimigas em outros tempos, os Aesir, liderados por Odin e os Vanir, liderados por Freyja, uniram suas forças de novo e criaram os berserkers e os vanírios para proteger a humanidade das maldades de Loki, o filho dos Jotuns.
Odin foi o primeiro, ao escolher dentre seus guerreiros einherjars, vikings imortais, e os tocar com sua lança lhes outorgando o Od, a fúria animal, convertendo-os assim em guerreiros berserkers com semelhanças genéticas e instintivas a dos lobos, seu animal favorito. 
Ele os enviou à Terra com o objetivo de manter Loki na linha, e durante um tempo foi possível. Porém, as mulheres humanas eram muito atraentes para eles, e assim mantiveram relações sexuais e tornaram híbrida a raça berserker, que era pura.
O deus gigante Loki conseguiu levar para o seu lado alguns dos híbridos, já que, por ser de natureza semi-humana, eram muito mais fracos e suscetíveis às promessas e aos desejos que ele lhes oferecia em troca de unirem-se ao seu exército. Transformou a todos os que foram com ele em lobachos, seres abomináveis e sedentos por sangue, que podiam parecer humanos, mas que, ao se transformarem, convertiam-se em autênticos monstros assassinos, os chamados homens lobo. Loki conseguia dessa maneira zombar de Odin e de sua criação.
O Midgard então se descontrolou. Cada vez eram menos os berserkers híbridos capazes de ignorar e negar o chamado de Loki. A Terra entrava em uma época convulsiva de escuridão e guerra onde não havia capacidade para a luz nem para a esperança.
Foi naquele momento que os deuses Vanir, ao ver o escasso êxito que Odin teve ao manter Loki na linha, apoiaram o deus Aesir e criaram uma raça própria de guerreiros, para representá-los na Terra. Entretanto, os Vanir não tinham conhecimento sobre manipulação de armas nem tampouco sobre guerra. Eram os deuses da beleza, do amor, da arte, da fecundidade, da sensualidade e da magia; não sabiam nada de destruição. Assim, fizeram uma seleção com os guerreiros humanos mais poderosos da Terra e os mudaram, outorgando a eles dons sobrenaturais.






Série Vanir
1- O Livro De Jade 
1.5 - O Livro de Leder
2- O Livro da Sacerdotisa
3- O Livro da Eleita
4- O Livro de Gabriel
5- O Livro de Myia
6- O Livro da Alquimista
7- O Livro De Ardan
8- O Livro de Noah
9- O Livro dos Bardos
10- O Livro de Ragnarok - parte I
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sábado, 15 de novembro de 2014

O Livro dos Bardos

ROMANCE SOBRENATURAL 
Série Vanir 



Desde que seu irmão Carrick desapareceu por uma fenda de Edimburgo em chamas, seguindo os passos da japonesa Aiko, Daimhin não quer pensar que o perdeu para sempre, e decide ir atrás dele. 

Steven, o berserker de Edimburgo, muito a contragosto, não é capaz de deixá-la só e a acompanha em sua busca. Mas nem um nem outro sabe que sua aventura possa ser tão determinante para os deuses, nem para o futuro da humanidade. 
Pelo caminho para as entranhas do Midgard, descobrirão quem são e o que lhes proporciona o destino, e terão que tomar decisões que marcarão o futuro dos Reinos.
A última coisa que Daimhin quer é formar um casal com alguém, pois não se sente merecedora de tamanho dom. Mas se verá obrigada a acatar as ordens de Freyja e Odin. Ainda que lamente.
Steven não pode fugir de suas responsabilidades como líder do clã berserker de Edimburgo, mas deixa tudo de lado para proteger a vaníria esquiva e fria que seu instinto reconhece como sua kone. 
Steven sabe que Daimhin daria sua vida por seu irmão Carrick, mas o que quer é convencer a Barda de que ele daria a vida por ela, apesar de ter pouco tempo para conquistá-la e de que a Terra sucumba aos poderes de Loki.
Infelizmente, a decisão de Daimhin é muito mais importante do que parece, e o berserker sabe que no amor e na guerra, como bom guerreiro, vale tudo. Steven está disposto a tudo para conseguir o coração gelado da guerreira samurai.
Um navio liderado pelo deus dourado espera do outro lado da porta de outra dimensão. 
Freyja e Odin se impacientam por receber um chamado que não chega. Um líder vanírio que acreditaram morto retorna transtornado à sua terra para recuperar o que mais quer. 
O Midgard sucumbe ao mal, Loki arrasa com toda sua superfície, e os guerreiros dos deuses não têm mais apoio além do que possam receber de si mesmos. Daimhin, Steven, Aiko e Carrick têm a última palavra. 
Eles decidirão se haverá ou não possibilidades de sobreviver, embora afirmem que, enquanto existir amor, ninguém terá a última palavra.

Capítulo Um

Diz a profecia da vidente: 
“Haverá uma batalha final entre as forças celestes e as do Submundo. Será uma luta feroz que dará origem ao final dos tempos conhecidos. Esta será a última guerra em que os deuses chegarão a seu ocaso e onde demônios e humanos perecerão no dia chamado “O final dos tempos”, o Ragnarök”.
Na visão da völva, Odin, conhecido como “o Pai de todos”, morre pelas mãos do lobo Fenrir, liderado por Loki. Desatava-se o caos e a humanidade desaparecia. 
Dos deuses escandinavos, só Njörd retornava ao Vanenheim de novo. O resto morria na guerra contra as forças do Mal.
Depois de tão escuro presságio, a völva falava do ressurgir de um novo amanhecer. Um futuro mais brilhante em um novo mundo.
O Ragnarök se origina quando Loki, filho dos gigantes Farbauti e Laufey, que uma vez fora proclamado irmão de sangue por Odin, mais tarde declarado inimigo acérrimo do mesmo e renomado “O Traidor” por todos os deuses, nega-se a se ajoelhar perante a raça inferior humana. 
Odin quer que os humanos evoluam e cheguem a se converter em mestres de seus próprios mestres, mas Loki se nega a dar uma oportunidade à humanidade, pois, segundo ele, não merecem tal misericórdia.
Quando o deus Aesir escutou da boca da vidente o poema profético sobre seu destino, decidiu tomar uma atitude no assunto para que aquilo não acontecesse. 
Não podia permitir que a profecia se cumprisse, ele não podia desaparecer, a humanidade não podia ser aniquilada, assim sequestrou Loki, “a Origem de todo o mal”, do Jotunheim e o encarcerou em Asgard em um cárcere invisível de rochas de cristal. 
Odin já sabia que ninguém podia confiar em Loki, pois era um vigarista, um deus transformista que adotava mil faces diferentes quando melhor lhe convinha. Ele mesmo tinha sofrido da pior maneira possível as artimanhas de tamanho enganador e seu querido filho Balder tinha perdido a vida devido a suas maquinações.
Entretanto, Loki através de uma de suas famosas trapaças, escapou do cárcere e desceu ao Midgard, a Terra, para rir da humanidade e parar o projeto de Odin.






Série Vanir
1- O Livro De Jade 
1.5 - O Livro de Leder
2- O Livro da Sacerdotisa
3- O Livro da Eleita
4- O Livro de Gabriel
5- O Livro de Myia
6- O Livro da Alquimista
7- O Livro De Ardan
8- O Livro de Noah
9- O Livro dos Bardos

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O Livro De Noah

ROMANCE SOBRENATURAL 
Série Vanir 





O chamam de Noah Thöryn. 

É o braço direito de As Landin, o melhor amigo do noaiti, e um homem muito importante no clã berserker de Wolverhampton. 
Disseram-lhe que era filho de um casal de guerreiros e que recém-nascido foi parar nas mãos de As.
Agora descobriu que tudo é mentira, e que a única coisa autêntica e real em sua vida é a paixão demolidora que sente por Nanna, a Valquíria intocável de Freyja.
Entretanto, aquilo que mais deseja lhe é negado por nornas divinas, e Noah está ficando louco pelo desespero. 
A isso se acrescentando os estranhos pesadelos que tem desde que foi ferido pela adaga Guddine, sua vida é tudo, menos aprazível. 
Não obstante, as runas falam com objetividade, e não importa se eles são ou não são compatíveis. 
Depois de sobreviver milagrosamente na batalha de Machre Moor, Noah deverá realizar uma viagem para descobrir quem é e o que veio fazer em Mirdgard, e é uma questão inegociável que sua companheira em sua aventura seja Nanna. 
Como poderá suportar estar perto dela e não tocá-la?

Capítulo Um

Machre Moor, Escócia
Nanna se introduziu com Noah nos braços através do funil que havia no céu. Seus raios os levariam ao Asgard, e ali, no Víngolf, de frente a seus irmãos einherjars e a suas irmãs valquírias, por fim poderia apresentar um novo guerreiro.
Seu einherjar. Dela.
Sorriu. Era incrível que esse berserker estivesse destinado a ela; quase se alegrou de sua morte porque isso queria dizer que por fim ele poderia tocá-la, e ela apreciaria cada segundo das carícias desse macho.
Nunca a havia tocado nenhum homem e se sentia uma desgraçada por isso. Suas nonnes como Róta, Bryn e Gúnnr sim, foram tocadas.
Mas Freyja lhe tinha dado a virtude da pureza total. Seu corpo, que para ela não era nada do outro mundo, não podia ser tocado por mãos masculinas. Era como um templo sagrado que nunca devia ser violado.
Jamais.
Veja, era óbvio que ela não queria ser violentada, mas sim teria gostado de sentir o toque inocente de alguém. Sacudiu a cabeça.
Os toques não eram inocentes. Ou a tocavam ou não, e isso significava que a tocariam não por muito tempo, não? Bom, também estava bem. Não achava ruim. Ela não poria nenhum impedimento.
Continuou através do funil e chegou ao final.
Que estranho. Não encontrava a entrada de Asgard e o raio continuava conectado a ele… As nuvens prosseguiam com seu pranto limpando a Terra com suas gotas de chuva.
Sim, pensou. A essa porção de planeta precisava de uma boa lavagem, porque depois dos constantes terremotos tinha ficado em muito mal estado.
— Nanna?
A Valquíria olhou para todos os lados. Vamos, pra esquerda, pra direita… a pele arrepiou e por pouco gritou quando viu que quem falava com ela era Noah.
Seus olhos amarelos estavam abertos e brilhavam como se tivesse febre. E tinham se concentrado nela.
A Valquíria abriu a boca e piscou repetidas vezes.
Noah elevou uma mão para acariciar seu lábio inferior, e as orelhas estremeceram e tudo nela se arrepiou. Arregalou seus olhos castanhos ainda mais, quase em estado de choque.
— Posso te tocar. — disse ele, maravilhado.
Ela voltou a piscar, e por pouco não teve um ataque em meio às nuvens até que reagiu e gritou:
— Mas se pode saber o que você faz vivo?!
Soltou-o como se a queimasse e limpou as mãos em suas coxas nuas.
— Não me solte! — gritou Noah. — Não sei voar!
Nanna começou a lançar raios por toda parte, não por nada, mas só pra fazer alguma coisa. Estava tão nervosa que não sabia o que fazia.
Noah tinha se encomendado a ela. A lança o tinha ferido no coração e ele tinha voltado os olhos para o céu e se encomendou a ela. Isso foi assim, não?!
— Agora também sabe fingir que morre?! — gritou para ele, apertando os dentes e indo atrás dele. Do contrário seria responsável pelo assassinato de um homem… Um homem o que?! Vivo ou morto?
Os trovões se pronunciaram e o funil desapareceu.
Nanna não podia acreditar. Gritava Asynjur para manter o portal aberto, mas seus raios não a levavam a nenhum lugar.
Que diabos acontecia?
Nanna recuperou Noah a uns mil metros de distância da Terra. Tocou-o e o segurou, e não aconteceu nada. Podia tocar esse homem e esse homem podia tocá-la, mas o castigo de Freyja não chegava. Por que?
— Não compreendo. — murmurou contrariada, segurando-o no céu. — Você tinha morrido. É um Zumbi ou algo parecido?
— Um Zumbi? — Noah não podia entender as palavras dessa garota.
— Sim, um desses mortos vivos que saem na Ethernet…

 
 




Série Vanir
1- O Livro De Jade 
1.5 - O Livro de Leder
2- O Livro da Sacerdotisa
3- O Livro da Eleita
4- O Livro de Gabriel
5- O Livro de Myia
6- O Livro da Alquimista
7- O Livro De Ardan
8- O Livro de Noah

sexta-feira, 10 de maio de 2013

O Livro De Ardan

ROMANCE SOBRENATURAL 
Série Vanir 


Só há um caminho para Ardan das Highlands: a vingança. 

Ele é um einherjar, um guerreiro de Odin que sofreu a maior traição nas mãos da mulher que estava destinada a ser sua companheira eterna.
A Valquíria pisoteou seu coração e, devido a ela, o enviaram sozinho à Terra para proteger os humanos, com a alma destroçada e um ódio latente em seu interior.
Carece de sentimentos, carece de medo e seu espírito destila despeito e ânsia por devolver a dor sofrida. 
Agora, tem a possibilidade de conseguir aquilo que mais deseja: submeter Bryn e a fazer pagar por partir seu coração.
Entretanto, tão cego em sua fúria não só pode perder de vista a missão de encontrar Gungnir, a lança de Odin como também pode perder o respeito daqueles que o rodeiam e a oportunidade de receber uma explicação por parte da General que poderia mudar tudo.
Mas, como pode escutar um homem a quem ninguém ofende impunemente? Bryn - A Selvagem está a eras se flagelando pela decisão que tomou e que afetou totalmente Ardan.
Suas palavras o afastaram dela, romperam seu kompromiss e congelaram as asas de seu einherjar, o homem pelo qual daria sua vida às cegas.
As asas de ambos estão geladas e azuis. Mas agora, ela e seu exército de Valquírias se encontram na Escócia lutando para recuperar o último dos totens divinos dos deuses, roubados de Asgard.
A General estará, contra sua vontade, nas mãos do duro highlander, mas não se renderá até demonstrar ao escocês déspota e dominante que pode submeter seu corpo, mas nunca sua alma, nem seu coração.
Uma palavra de Ardan a devolveria ao Valhala sem honras; e uma pergunta do guerreiro de olhos caramelo poderia mudar a relação entre eles.
Ela se importará o suficiente para perguntar por que fez o que fez? Descobrirá Ardan que não se pode submeter alguém tão disciplinado e honorável como Bryn? O Midgard começa a tremer.
A terra se abre e de suas vísceras nasce uma terrível rebelião.
Os portais começam a se ativar um após o outro e Gungnir, ainda extraviada, não deve ser cravada em nenhum deles. 
A guerra está próxima. Mas não há batalha mais sangrenta que a que estala entre dois guerreiros de asas congeladas.
O gelo seco dela pode queimar tanto quanto o despachado fogo dele. Que arda o Midgard.

Capítulo Um

Valhala. Residência das Valquirias anos atrás
Os rios e as cataratas de Vingólf, o palácio de marfim que era o lar das Valquírias de Freyja e dos einherjars de Odin, refulgiam com centenas de cores e tonalidades diferentes. 
O céu de Asgard, tingido de cores pastéis com estrelas cintilantes presenciavam a chegada de um novo guerreiro morto em batalha. Um futuro einherjar.
As Valquírias estavam vestidas com seu particular traje de boas-vindas aos caídos: plumas negras de corvo, e plumas marrons e bege de águias. 
Além disso, sobre suas cabeças, usavam gorros com pontas de aves e plumas extravagantes. 
Vestiam-se assim porque eram os animais preferidos do deus de um só olho.
Freyja amava todas as suas Valquírias. Todas sem exceção. 
Eram excelentes arqueiras, incríveis lutadoras, fantásticas amazonas e deslumbrantes mulheres com orelhas bicudas que tinham a grande peculiaridade de poder lançar raios e convocar tormentas.
Ela as criou. As viu crescer. 
E as adorava como uma mãe que as queria, respeitava e amava suas filhas. Não podia evitar. Eram sua debilidade.
Não obstante, de todos esses milhares de mulheres que viviam em seu palácio, havia quatro que eram sua peculiar versão dos Cavaleiros do Apocalipse. Suas e de ninguém mais. 
Tratava-se de quatro eternas jovens, diferentes umas das outras, física e emocionalmente, que tinham algo em comum único e inquebrável: se amavam tanto entre elas, se queriam tanto, que às vezes parecia que as quatro se fundiam numa só alma. 
Num único ser. Seus nomes? Nanna, Gúnnr, Róta e Bryn.
Nanna era bondosa e divertida. Adorava trocar os nomes das coisas e era muito caprichosa; além disso, era a única Valquíria que recolhia os guerreiros mortos em batalha e os subia ao Valhala. 
Só ela podia realizar tamanho trabalho por uma simples razão: Nanna não podia ser tocada por nenhum homem vivo.
Gúnnr, a doce filha secreta de Thor. Dócil e cheia de açúcar… Um caramelo delicioso. 
Mas seu interior escondia uma fúria brutal que devia ser liberada, e sua conexão com o Mjölnir e as tormentas seria muito importante quando o tempo chegasse.
Róta… O Olho que Tudo vê. 
Essa mulher de cabelo vermelho, olhos turquesa e um sinal no canto de seu olho direito, a deixava louca. 
Era irascível e temperamental, tinha uma língua brutal e uma autoconfiança fora do comum. 
Era perigosa para os deuses e também para si mesma, pois em seu interior albergava um dom e um poder fora do comum. 
Loki o quereria para ele se pudesse, e Freyja sabia que o Vigarista faria o possível para tentá-la… 

domingo, 2 de dezembro de 2012

O Livro De Leder

ROMANCE SOBRENATURAL
 Série Vanir




















Comentário revisora Tininha: Esse livro já era super esperado. 
A história de As e María passou batida e Lena resolveu esse impasse.
De uma forma rápida, pois o livro é pequeno, ela repassa quando As e María se conhecem, mais precisamente nos remete ao livro 1, onde Caleb e As começam a se entender, como líderes que são. Revemos passagens do livro 1 pela visão do casal deste livro, não foi tão intenso quanto todos os outros livros da saga, por ser um livro curto, mas explica mais um pouco passagens que ficaram obscuras. 
E deixa outras ainda sem serem reveladas... Recomendadíssimo! 

Capítulo Um 

Kensington Palace Gardens Meses atrás “Quanto tempo demora em curar uma ferida no coração?”
María conhecia aquela expressão no rosto da bela jovem recém-chegada; a dor, o desejo, a ansiedade e o medo. Tudo se misturava em suas belas feições. 
Aquela garota de olhos lilás, que era a filha do proprietário daquela mansão de estilo vitoriano com reminiscências do século XVI em que ela trabalhava como governanta, era como seu pai Thor: não era humana. 
E, além disso, estava sofrendo muito por culpa de um homem. E esse homem não era outro que Caleb McKenna, o braço direito de Thor. 
María nunca precisou investir muito tempo em conhecer as pessoas. Com somente uma olhada de seus inteligentes olhos negros as pessoas se abriam para ela como se fossem um livro. 
E as que agora ocupavam a casa eram todas especiais e guardavam muitíssimos segredos. 
A jovem Aileen, a mulher esperta Ruth e o adorável Gabriel; três humanos. 
Mas, quem não tinha segredos? Ela certamente tinha muitos. Centrou seu olhar azeviche em Aileen e retificou. Eram somente dois humanos em vez de três. 
Essa jovem de cabelo negro liso e olhos lilás era muito especial e estava cheia de força, e tinha a mesma natureza mágica que Thor irradiava. A pequena Ruth também a intrigava muito. 
Com seu cabelo mogno e seus olhos âmbar era uma espécie de terremoto, mas pouco consciente do poder que havia em seu pequeno corpo. E havia poder, era só que ela se privou dele. 
A garotinha estava assustada. E logo vinha Gabriel. Um homem jovem e agradável que a agradou imediatamente, mas que de tão bom que era, passava despercebido e se convertia em um animalzinho, mas bem inofensivo. S
em ser gay, era o amigo perfeito para as garotas. 
Esse era Gabriel. Os três não sabiam quem eram na realidade, mas o destino os colocaria em seu lugar antes do que se pensava, porque o tempo tinha chegado. 
 E sem dúvida, o tempo também se apressava sobre a jovem filha do desaparecido Thor. Essa menina de vinte e dois anos chamada Aileen tinha um assunto pendente com Caleb. 
Suas auras se misturavam e se evitavam com uma facilidade espantosa. Aileen mal acabara de chegar a sua nova casa. 
Era tudo novo para ela e a pobrezinha tinha que estar muito assustada. 
Chegou fazia algumas horas pela mão de Caleb e de sua irmã Daanna. María já os conhecia de outras reuniões que tiveram nessa mesma casa há muitos anos. 
O poderoso jovem tentava lhe dar um espaço que na realidade morria por ocupar. Aileen não confiava nele, situação que se resumia em uma constante colisão. 
 Depois de servir um brownie aos três, María tentara falar com Aileen, aproximar-se dela para que soubesse que podia confiar em sua pessoa, como fez com Thor a seu modo. 
Antes que Aileen se retirasse para descobrir seu novo quarto, María a deteve nas escadas ao dizer: 
— Seu pai tinha extrema confiança em Caleb. Sabe de uma coisa, senhorita Aileen? Eu não sou tola.
— Não era por nada do mundo. — Desde que conheço Caleb ele jamais envelheceu. —claro que não. Parecia ter uns eternos trinta anos, como todos os que o acompanhavam. Como sua irmã Daanna, como Thor. 
— Como seu pai. Eles nunca quiseram me dizer isso 
— Mas ela sabia. É óbvio que sim. Acaso ela também não era especial? Se eles soubessem…
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1- O Livro De Jade 
1.5 - O Livro de Leder
2- O Livro da Sacerdotisa
3- O Livro da Eleita
4- O Livro de Gabriel
5- O Livro de Myia
6- O Livro da Alquimista

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O Livro Da Alquimista

ROMANCE SOBRENATURAL

Dois mil anos sem sentir nada é muito, inclusive para um imortal como Cahal McCloud. No passado os deuses Vanir o castigaram por violar as leis e o relegaram a uma eternidade sem emoções, convertendo-o em um recipiente vazio, até que encontre sua companheira de vida e esta lhe devolva tudo o que perdeu. 

Mas nunca imaginou que sua cáraid estaria ao lado de Loki e seus Jotuns que o sequestrariam e o torturariam durante intermináveis e agônicos dias. 
Agora, por fim, as posições se invertem, e é a cientista que esta a sua mercê. 
Seu sangue lhe dará um enorme poder, o druida nele despertará, e seu secreto dom será requerido na luta contra Lucius e a Newscientists, mas nada importará mais ao vanirio que vingar-se de seu carrasco. 
Embora sua alma esteja eternamente presa à dele, embora destrua os dois, levará ao fim sua missão até as últimas consequências. 
Ele não pôde proteger se dela, agora ninguém a poderá proteger dele. 
A cientista não entende: o quanto mudou sua visão da realidade em tão pouco tempo. 
Ela acreditou que trabalhava para os bons, pensou que seus conhecimentos serviriam para erradicar o mal. Mas estava equivocada. 
Enganaram-na vilmente. Aqueles que acreditavam que eram seus amigos são seus inimigos e agora esse loiro tão belo a quem ela maltratou tanto, que afirma não ser um vampiro, sequestrou-a, e a quer forçar a entrar em seu mundo noturno de um modo cruel e autoritário, obrigando-a a aceitar coisas que nem ela sabia e forçando-a a revelar informação que somente ela sabe. 
A jovem lutará por manter viva sua essência por proteger o segredo que Lucius e a Newscientists desejam saber, e brigará, sobretudo, para manter de pé as muralhas que resguardam seu coração.
Embora o vanirio as dinamite. Ainda não se recuperaram todos os totens e a profecia do noaiti encaixa suas peças. 
Heimdal desapareceu e é urgente encontrá-lo: Lucius ambiciona o conhecimento de sua ex-cientista e vanirios e bersekers farão das tripas coração para proteger a fria mulher do druida do clã keltoi. 

Comentário revisora Lucilene: Mais uma linda história de amor da saga Vanir, que te prende do início ao fim. Para quem é viciada na série, uma dica: tire todo um dia para ler, porque não vai largar a leitura enquanto não termina-la! 
PS: Teve a declaração de amor mais criativa do mundo! Kkkkk!

Capítulo Um 

Noite do Imbolc Ano 60 a.C. 
Ao norte do rio Támesis A lua cheia iluminava o rosto infantil de um jovem celta chamado Cahal. Seus pais vaticinaram com êxito o nascimento de uma estrela entre os humanos. 
 Tratava-se de Daanna, a irmã de Caleb McKenna. Menw, seu irmão caçula, ficou encantado assim que a viu e Cahal achou muito divertido ver seu pacífico irmão tão entusiasmado com um bebê que não pesava mais de três quilogramas e era somente grandes olhos verdes. Seu irmão Menw estava obcecado com as fadas e as deusas. 
Cahal, pelo contrário, falava com as estrelas. Todo o universo falava com ele; a natureza se comunicava em seu próprio idioma e o sobressaltava sua claridade e a pouca maldade que havia nele. 
O céu era único e não julgava ninguém. 
Eram os humanos os que destroçavam a terra e brigavam. 
A Mãe Terra só estava aí como berço incondicional, esperando que a respeitassem, mas não estava nada orgulhosa que seus filhos batalhassem desse modo tão feroz. 
Seus filhos a feriam, mas, que mãe não sentia dor por seus filhos? O menino loiro elevou seus olhos claros para o teto estelar. 
A cúpula o deixava sem respiração. As estrelas titilavam, o advertindo que o estavam observando. 
 Lia mensagens em tudo, por isso seus pais lhe diziam que seria um excelente druida quando por fim tomasse a decisão de sê-lo. Só ele decidiria se esse dom, esse instinto mágico, estava em sua alma. 
Todos tinham certeza que sim, mas ele era muito respeitoso com essa decisão e esperava o momento adequado para substituir seu pai. 
O druidh era o homem mais respeitado do clã e ele ganharia esse respeito. 
Quem sabe um dia, quando fosse mais velho, poderia encontrar uma dryade — druidesa —, e juntos poderiam fazer magia boa e cheia de luz para todos. 
Como essas lendas de fadas que seu irmão caçula tanto gostava. Sorriu pensando que Menw era muito tolo. Mas, no fundo de seu coração, Cahal também queria acreditar. 
Seu pai explicou que as estrelas realizavam desejos se pedissem com honestidade e não faziam mal a ninguém. 
O pequeno se levantou, elevou o braço e assinalou com o dedo indicador uma delas. 
Estava em uma parte do céu que seu pai chamava de a Ursa Maior. 
Moveu o dedo como se a pudesse tocar e sorriu. 
 —Quando for mais velho, eu também quero uma fada como meu irmão. 
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sábado, 7 de abril de 2012

O Livro De Miya

ROMANCE SOBRENATURAL 
Série Vanir

Róta é conhecida no Valhala como
“A valkyria que tudo vê”, e é uma das guerreiras indomáveis que Freyja e Odín mandaram à Terra para que recuperasse os totens roubados dos deuses, aqueles que podem acelerar o Ragnarök. 

Mas o destino a enganou e fez com que se encontrasse cara a cara com o guerreiro que foi destinado a ela: Miya, um vanirio samurai. 
Ela sabe que lhe pertence, e embora se sinta ofendida porque não a reconhece, está desejosa de demonstrar que as Valkyrias nunca se rendem. 
Entretanto, o irmão gêmeo de Miya, Seiya, a sequestrou e quer obrigá-la a se vincular com ele. 
Conseguirá? Seu vanirio samurai irá em sua busca? 
A batalha final se aproxima, mas uma mulher temerária e irascível lutará para que ninguém a dobre. 
Quanto tempo durará sua fúria? Miya faz parte do clã vanirio de Chicago. 
É um guerreiro ancestral, um samurai que vive obcecado com a profecia que cai sobre ele e seu irmão. Um homem que crê firmemente que perdeu a oportunidade de se emparelhar com sua companheira eterna. 
Por isso, quando vê descer a valkyria de cabelo vermelho, todos os seus medos e dúvidas disparam. Vê-la o deixa paralisado. 
Ser vítima de sua afiada língua o enfurece. Prová-la foi um engano. 
Agora nada poderá tirar o sabor de seu sangue nem a lembrança de sua conexão e fará o possível para resgatá-la, porque deve averiguar o que o une a essa mulher descarada e desbocada com olhos de raios e centelhas. 
Deve salvá-la das garras de seu irmão Seiya, antes que seja muito tarde. 
O fará para que não se cumpra a profecia, o fará por vingança, mas, também, o fará para não perder nem sua alma nem seu coração. As espadas dos deuses estão no alto. 
Os totens divinos devem ser recuperados. O Ragnarök se afia como a folha de uma katana. 
E na travessia para resgatar e ser resgatado, um vanirio e uma valkyria estão a ponto de descobrir que “Só o amor pode colocá-los de joelhos”. 

Capítulo Um 

Chicago Underground.. 
Sim, senhor. Aquela foi uma armadilha em toda regra. Róta estava completamente de acordo com a atitude do Engel para Miya. 
O samurai os guiou até o clube noturno Underground, que era uma espécie de ninho de jotuns e servos de sangue do Khani; e depois de saírem vitoriosos da briga, Gabriel encurralou Miya e pediu explicações de um modo muito pouco amável. 
O Engel sempre demonstrava, de uma maneira ou de outra, quem mandava. Era autoritário e muito racional, mas possuía lampejos de loucura, soberba e genialidade 
Esses lampejos a faziam morrer de rir às suas costas. 
Na realidade gostava muito do líder dos einherjars, com essa cara de anjo que não quebrou um prato, embora não parecesse; e desejava que ele se desse conta da incrível sorte que teve por ser destinado à sua nonne Gúnnr. 
Melhor que a tratasse bem ou do contrário torraria suas joias da coroa. Róta olhou de esguelha para Ren, o vanirio que se encarregava de reiniciar as cabeças dos escravos e que foi quem os colocou ali. 
Esse homem oriental, com cabelo negro salpicado de mechas loiras oxigenadas a deixava com a pele arrepiada. 
Havia algo muito frio nele, como uma atitude distante e desencorajadora para tudo e todos. Aiko, a irmã de Ren, não era assim. 
Muito ao contrário, era gentil e serena. Mas Ren… Não. Ren não tinha gentileza numa só célula de seu corpo. Róta não podia confiar nele, havia algo que a impedia. Gabriel e Gúnnr saíram do Underground, e deixaram nas mãos dos vanirios a reconstrução do local e sua posterior limpeza, em todos os sentidos. 
Róta, por sua vez, precisava ir ao banheiro urgentemente e disse que a esperassem lá fora. Desejava molhar o rosto e respirar ar, oxigênio normal. 
Exigia inalar algo que não estivesse poluído pelo aroma de Miya. 
Porque ele estava em todos os lugares. O samurai a levava para a rua da amargura. 
Foi muito duro encontrá-lo no Midgard; muito violento para suas emoções e muito cruel para seu orgulhoso coração. 
Tanto tempo no Valhala esperando, desejando vê-lo subir nos braços da Nanna, e no fim o guerreiro estava na Terra, mas não em qualquer lugar da Terra, claro, as nornas não são assim amáveis; tinha que encontrar o guerreiro justo no lugar onde estaria para recuperar os objetos dos deuses em Chicago.
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Série Vanir
1- O Livro da Sacerdotisa 
2- O Livro de Jade
3- O Livro da Eleita
4- O Livro de Gabriel
5- O Livro de Miya
6- O Livro da Alquimista

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O Livro De Jade

ROMANCE SOBRENATURAL
Série Vanir





Do amor ao ódio não há mais que uma dentada...

Caleb é um homem atormentado.
Um Vanirio, um ser imortal criado pelos Deuses Escandinavos para proteger os humanos daqueles que não souberam resistir ao sangue e ao poder.

Agora, chegou a Barcelona para dar com a estranha organização que está sequestrando e assassinando a todos aqueles que são como ele.

Procura vingança e não duvidará em levar Eileen Ernepo, a filha do cientista louco que está fazendo experimentos com os corpos de seus amigos.

Ela será a resposta a toda aquela rede de sangue e injustificada violência para os seus. Eileen terá que pagar.
Entretanto, nunca imaginou que a jovem se converteria em sua perdição.
Eileen vivia sua vida dentro de uma aprazível normalidade.
Trabalhava na empresa “familiar” como Relações Públicas, tinha um bom salário e queria com loucura seu Huskie e seus dois únicos amigos que mantinha desde a infância.
Além disso, acabava de formar-se como pedagoga e devotou um excelente trabalho em Londres num projeto de educação.
Aquela era a oportunidade perfeita para fugir das garras de seu pai Mikhail, um homem que não a queria e que a culpava pela morte de sua mãe, Elena.
Fugiria dele, por fim.
O que não podia imaginar era que aquela mesma noite, um homem zangado e terrivelmente atraente, a sequestraria e a introduziria à força em um mundo cheio de mitologia, magia, clãs, sangue e presas.

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2- O LIVRO DA SACERDOTISA





Verdadeiro ou falso?
No amor e na guerra tudo está permitido…

Quando Ruth chegou a Londres um mês e meio atrás para visitar sua melhor amiga, Aileen, nunca imaginou que se veria envolvida em uma guerra entre seres ancestrais criados pelos deuses Vanir e Aesir.
Depois de um tempo se amoldando à sua nova realidade, os traumas e as vozes do passado retornaram para atormentá-la e, pouco a pouco, estão lhe roubando a razão.

Mas tem uma oportunidade para encontrar e saber quem é ela realmente, e não duvidará em tomá-la, embora isso a ponha nas mãos de um berserker moreno e taciturno que não acredita em nada do que ela representa.

Fazia um mês e meio que Adam não dormia. Seus sonhos estavam infestados de sangue, morte e escuridão, e no centro daqueles pesadelos só havia um culpado.
Uma mulher de cabelo vermelho e olhos dourados.

Uma humana que não é quem diz ser: Ruth.
Por isso, quando ela quebra a ordem de não retornar às suas terras e volta para o Wolverhampton, ele não duvidará em caçá-la e detê-la, embora isso implique ficar louco e manter seus instintos mais selvagens afastados.
Adam quer desmascará-la, mas, em um jogo de vontades, descuido e desejos, de quem cairá primeiro a máscara?
A do lobo ou a da caçadora?
Vêm tempos de caça no Midgard.
O Ragnarök mostra as presas.

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Série Vanir
1- O Livro da Sacerdotisa 
2- O Livro de Jade
3- O Livro da Eleita
4- O Livro de Gabriel
5- O Livro de Miya
6- O Livro da Alquimista