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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Série Vampiros Mackenzie

ROMANCE SOBRENATURAL
1- MESTRE DO ÊXTASE




Encontre o Mestre do Êxtase
Ele é todo escuro, perigoso, e delicioso.
E por quinhentos anos, seu poder sensual cresceu.
Ele chama para tudo que é selvagem e elementar em uma mulher. Guerreiro, Highlander, vampiro, ele retornou a seu castelo ancestral em 1785 a Escócia para cumprir um encargo aduaneiro.

A Felicidade é seu negócio
Em um futuro distante, ela trabalha para Êxtase Inc. fazendo pessoas felizes usando só as técnicas mais modernas e seu próprio poder.
As soluções sensuais para infelicidade são proibidas pela política da companhia.
Ela viajou de volta para 1785 à Escócia para provar que ela pode fazer alguém feliz. Ela não contou com um vampiro com séculos de idade como cliente.

Ele acredita que naquele prazer sexual é a chave para felicidade.
Ela pensa que Êxtase Inc. tem todas as respostas.
Nem considera amor como parte da mistura.
Eles estão para descobrir o quão errado eles podem estar.

Prólogo
S + E = X. Sedução mais envelhecimento igual à excitação.
Uma fórmula infalível. Sua fórmula.
Sparke Stardust tinha aperfeiçoando seu ato sexual pecaminoso ao longo de quase mil anos. Era uma perturbadora cósmica especializada em provocar um caos sexual aonde quer que fosse, a melhor no que fazia.
E o que fazia era provocar desejos sexuais. Montões e montões de deliciosos desejos.
Sentou-se no centro do pátio do castelo, envolveu-se em sua cauda branca e felpuda e ficou olhando a torre enquanto uma irritação felina a fazia entrecerrar seus olhos alaranjados.
Com uma pata penteou uns pelos da cara que lhe tinham arrepiado e desejou poder fazer o mesmo com sua irritação.
A gata Sparke estava de saco cheio.
Onde demônios estavam Ganímedes?
Era ele quem a havia chamado para que ajudasse e lhe tinha pedido que se transformasse em uma gata branca... Por que branca?
Odiava o branco; a fazia parecer gorda.
Além disso, era o símbolo da bondade.
Odiava a bondade. Por que não podia ser uma gata negra, o verdadeiro espelho de sua alma? E o que vinha da gata?
Gostaria de apresentar-se ante Ganímedes em sua sedutora forma humana...

Capítulo Um

Da janela da torre, Darach MacKenzie observava sorrindo à gata branca.
O roce de seus lábios com suas presas despertava apetites familiares: de alimento, de prazer sexual.
As duas necessidades pareciam ir sempre unidas.
Separou-as de sua mente.
Primeiro tinha que saber que perigo lhe espreitava.
Seu sorriso se alargou, deixando descoberta uma dentadura selvagem.
Suspeitou que a visão daquele sorriso não devesse ser nada reconfortante.
—Um ser estranho se aproxima sigilosamente movendo suas patas felinas - disse em um murmúrio suave que não era dirigido para ouvidos humanos.
Seu sorriso se desvaneceu enquanto penteava o cabelo para trás com os dedos, deixando-o cair sobre suas costas.
Ganímedes havia trazido outro dos seus para que lhe ajudasse.
Não serviria de nada.
Nem sequer a combinação de seus poderes faria que Darach abandonasse seu dever.
—Vais ser um grande aborrecimento - disse franzindo o cenho.
Não sabia o que era Ganímedes e a gata, mas tinha notado seu poder, um poder que não era humano. — Possivelmente possa adivinhar o que está pensando.




2- MORDIDAS NORTUNAS


Cindy Harper preferia um sabor de sorvete para cada emoção.
O de baunilha e caramelo ajudava a aliviar o stress que produzia tratando com seus extravagantes e malucos hóspedes da Hospedaria Victoriano.

Mas nenhum dos sabores que armazenava em sua geladeira era o suficientemente suave, cremoso ou apetecível para acalmar as escuras tentações que inspirava Thrain Davis. Para desfrutar deste homem terá que situar-se em um plano estritamente primitivo. Toda mulher que o visse sorrir, embora só uma vez, perguntaria sobre o prazer que sua boca poderia proporcionar e reconheceria os segredos de seu penetrante olhar azul escuro.
Era muito tarde quando se precaveu de que seu hóspede era um velho vampiro, sem evitar que as criaturas com presas produzissem autêntico pavor nela.
O recém-chegado põe de pernas pro ar o universo de Cindy ao remover histórias do passado, mas apesar disso quem quereria um sorvete tendo na cama a um apetecível ser imortal?

Capítulo Um

Cindy Harper odiava aos homens lobo. Alojaram-se seis nas últimas semanas e sempre deixavam os moveis cheios de pelo.
Por que sempre tinha que ser homem lobo? Por que não «homens-pato» ou «homens-coelhos>>? Ali estava ela, diante da entrada, com um sorriso e conectada a sua agenda eletrônica enquanto esperava aos últimos hóspedes que deviam chegar.
Sabia que a agenda contrastava fortemente com o ar antiquado da hospedaria, mas não podia evitar usá-la.
Era viciada na tecnologia. Os aparelhos eletrônicos simbolizavam o presente e seu lema era olhar sempre para frente; nunca para trás.
Olhar para trás é inútil e assim nunca se encontram as respostas.
Cindy adorava conhecer os hóspedes que se alojavam com o pôr-do-sol, mas os que chegavam ao cair da noite eram sempre os mais interessantes.
Era como um jogo. As portas da hospedaria só se abriam quando a neblina noturna se aproximava dos limites do bosque até os muros da velha estalagem como os dedos sutis de um fantasma.
Os guias turísticos sempre recomendavam a Sinistra Hospedaria por suas bonitas paisagens.
— Cindy, poderia me explicar como se chega ao cemitério que menciona no folheto? Já é muito de noite, assim suponho que os espíritos já levantaram e estarão a ponto de ir-se — Advertiu o hóspede da habitação Drácula esboçando um amplo sorriso enquanto deixava ver suas compridas e afiadas presas.
«A ponto de ir-se», como se os espíritos tivessem consciência.
A Cindy divertia muito imaginar-se o que poderia responder um dentista ao paciente se este dissesse: «Doutor, quero ser vampiro».
Sorriu ao pensá-lo.
— Certamente, Latrienne — também conhecido como Jim Kehoe tal e como constava em seu American Express. — Siga o caminho que há no bosque justo atrás da hospedaria e está há cinco minutos. Mas não esqueça a lanterna!
Franziu o cenho.
— Mas não assustarei aos espíritos com a luz?
Cindy encolheu de ombros.
— É um cemitério muito antigo, os espíritos estão acostumados à luz dos flashs. Além disso, enterrou um montão de assassinos, assaltantes de banco e gente de pior índole. Nada de anjinhos.
— Gente pior? OH! — inspirou profundamente. — Acredito que me levarei minha noiva. Seguro que não quer perder — disse esfumando-se escada acima enquanto sua capa negra golpeava contra o ar.
Desde quando uma capa? Definitivamente tinha que coloca-lo o par sobre as últimas tendências em moda vampiresca.
Cindy sacudiu a cabeça expressando seu cansaço.
É que esta gente não sabia que todo isso não existia? Certamente que não, porque sua hospedaria estava sempre cheia.





3- O SABOR DA ESCURIDÃO








Ele viveu mil anos para isso?

O Conselho dos Mackenzie, em sua estupidez infinita, o ordenou para proteger a pureza da linhagem do clã. Que pureza?
Eles eram só um grupo de sanguessugas!

Além disso, como ele podia destruir um membro do clã por acasalar com alguém que não estava na lista aprovada do Conselho, quando a simples visão de uma pequena mulher gato acelerava seu motor?
Kisa Evans torna impossível para ele pensar sobre qualquer outra coisa, exceto na fantasia perigosa de livrar sua própria besta interna.
Não importava quanto ele lutava contra o desejo de sentir o calor suave de sua garganta em baixo de seus lábios, o desejo só crescia.
Kisa podia ser o inimigo, mas ele queria mostrar a ela o prazer sensual que podia ser achado...

Capítulo Um

Homens lobo... Uma autêntica chateação com pêlo.
Homens gato... Ardilosos manipuladores de bigodes nervosos.
Imbecis camuflados... Perdedores extravagantes de todo tipo e disfarçados de alguma coisa. Reinn os odiava. Mas, acima de tudo, odiava seu trabalho.
Guardião de Sangue. Uma ova!
Ao longo dos seus mil anos de existência, sempre tinha sido um guerreiro, do tipo que era. Quando finalmente decidiu apartar-se daquela vida, adquiriu uma casa e um imóvel no Colorado, nas Montanhas Rochosas, para instalar-se ali sozinho.
E isso era tudo. Queria ficar sozinho.
Sem amigos, sem vínculos emocionais e sem vulnerabilidades.Sim, era um frio f.dp mas era o único que seguia com vida e como lhe tinha recompensado o conselho reitor do clã para sobreviver mais tempo que qualquer outro Mackenzie? Convertendo-lhe no exterminador oficial do clã.
Quer dizer, era um glorioso aniquilador de ervas daninhas.
Cortava a cabeça de qualquer membro do todo-poderoso clã dos Mackenzie que estivesse o bastante louco para emparelhar-se com um transformista ou com um demônio.
Uma droga, quem podia gostar de dedicar-se a isso?
Desceu de sua moto — a Harley clássica era a única posse que se permitia mimar — e pegou sua bolsa.
Reinn deixou a capa que guardava sua espada onde estava, presa à suas costas. Não se importava nem um pouco com o que pensassem dele por entrar na hospedaria com uma arma daquele calibre.
Não que necessitasse de uma arma, era o vampiro Mackenzie mais velho e poderoso, mas a espada era um objeto simbólico, um sinal para o condenado, a quem estava sempre permitido lutar por sua vida.
Estúpidas leis do clã. Se for matar, limite-se a fazê-lo e vá embora. Ficou contemplando a Estalagem do Medo.
A antiga mansão vitoriana rodeada de bosques tinha um aspecto fantasmagórico sob a luz da lua cheia do verão, mas Reinn sabia, graças à visita que tinha realizado ao lugar no ano anterior, que seu interior era muito mais sinistro.
Na hospedaria se alojavam três tipos de hóspedes: entes não humanos, idiotas que gostavam de aparentar que eram entes não humanos e humanos viciados em tudo que era paranormal, desses que se engancham em qualquer relatório que apareça sobre os óvnis e a qualquer visão de fantasmas.
Todos juntos tinham convertido os encontros na estalagem em autênticas farras sobrenaturais.




4– Uma única mordida– Em Revisão:
Grupo Tiamat