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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Um Amor Inesperado

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Família Kowalski
Feitos um para o outro?

Liz Kowalski não pretendia se envolver com o melhor amigo de seu irmão, mas também não imaginava que seria tão difícil resistir a Drew! 
Ele, por sua vez, está cansado de romances passageiros. E por mais que seu encontro com Liz tenha sido maravilhoso, Drew sabe que eles não têm futuro. 
Tudo muda durante o acampamento anual dos Kowalski. Em meio à família, amigos e muita lama, Drew e Liz tentam lutar com o sentimento que cresce entre eles. 
Passar um tempo a sós sob as estrelas pode ser exatamente a solução para juntar duas pessoas determinadas a não se apaixonarem…

Capítulo Um

A lata-velha, com mais de 30 anos, de Liz Kowalski, carregada com todos os seus pertences, passou pela placa de “Bem-vindos a Whitford, Maine,” com os pneus carecas aquaplanando em direção a uma vala.
Com as mãos apertando o volante, ela soltou um palavrão quando a traseira do carro bateu de encontro a uma árvore e o porta-malas se abriu. 
Fechar aquela droga foi como enfiar um elefante em uma caixa de sapatos, e ela quase podia ouvir o ruído de seus pertences pipocando para fora. Bem-vinda ao lar, pensou, segundos antes de o para-choque esquerdo dianteiro abrir uma fenda no tronco de um velho pinheiro, pondo fim à derrapagem com um solavanco de quebrar os ossos.
Ótimo. Que merda!
Liz permaneceu imóvel por um minuto, respirando com dificuldade e se perguntando quanto tempo demoraria até conseguir tirar a mão do volante. Cinco minutos, talvez. Dez. Nunca levou um susto tão grande em toda a sua vida.
A batida na janela quase a levou a fazer xixi na calça.
Um senhor idoso, com um chapéu de pescador sobre a cabeça, olhava para ela, e ao seu lado havia uma mulher, sua esposa, por certo, tentando enxergar por cima do ombro dele. Liz conseguiu ler as palavras ela morreu nos lábios dela.
Abaixando a janela, forçou um sorriso reconfortante.
— Eu de fato agradeço por pararem, mas estou bem, obrigada.
— Fique onde está — ordenou o homem. — Minha esposa ligou para a emergência.
Ah, não. Não, não, não.
— Não havia necessidade. Estou bem. Sério. Não sofri sequer um arranhão.
Não estava totalmente certa disso, mas não sentia dor em parte alguma. Apenas um monte de músculos que ficaram tensos e agora começavam a relaxar. E talvez uma pontada de dor de cabeça se insinuando.
— Não tem problema. Ficaremos aqui com você até que a polícia chegue.
Talvez não fosse Drew Miller. Afinal, ele era o chefe de polícia em Whitford e por certo não se ocupava com pequenos acidentes de trânsito. Era bem provável que ficasse sentado em sua mesa, cuidando da parte burocrática, e enviasse patrulheiros para o local do acidente. Assim ela esperava.
Liz segurou a maçaneta para abrir a porta, mas o Senhor Bom Samaritano a fechou de volta.
— Você não deve se mover até que os paramédicos a examinem.
— Está chovendo. O senhor deveria voltar para o seu carro. — Para que ela pudesse desfrutar de uma relativa privacidade e saber quantos de seus pertences estavam ficando encharcados. Quando o homem sacudiu a cabeça em negativa, ela reprimiu um suspiro de frustração. — Eu derrapei para fora da estrada e resvalei em uma árvore. Não é um acidente grave.
— Você pode estar em choque.
Por bater com a lateral do carro em uma árvore? Pouco provável. Mas não podia ser mais firme com seus aspirantes a socorristas sem soar rude.
— Eu sequer bati com a cabeça na janela.
— Melhor prevenir do que remediar.
Passaram-se mais cinco minutos bastante embaraçosos, antes de ela ouvir o ruído da sirene. Em vez de se sentir aliviada — afinal o resgate de seus bons samaritanos estava a caminho —, Liz inclinou a cabeça para trás e fechou os olhos. Sequer se incomodou em rezar para que não fosse o chefe de polícia, enquanto o som da sirene soava cada vez mais próximo. Do jeito como estava com sorte, seria Drew, e tudo estava prestes a ficar muito mais estranho.
— Não durma, querida — gritou a Sra. Boa Samaritana pela janela. — Você pode ter sofrido um trauma craniano. Fique conosco!



Série Família Kowalski
1- Exclusiva para você
2- Somente para Você
3- Feita para Você
4- Tudo por Você
5- Tudo o que Ele Deseja
6- All He Ever Dreamed - a revisar
6.5 Alone With You - a revisar
7- Um Amor Inesperado
8- Taken with You
9- Falling for Max

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Todos os Sonhos Dele

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Família Kowalski

O despertar do amor!

A bela Katie Davis cresceu com os Kowalski e sempre foi considerada “um dos rapazes”.
Porém, seus sentimentos por Josh Kowalski não são nada fraternais. E ele também parece estar começando a enxergar a mulher que Katie se tornou. 
Ela esperou muitos anos para que Joshy a notasse, mas talvez seja tarde demais. 
Entregar seu coração para um homem que quer deixar a cidade o mais rápido possível é um jeito fácil de se decepcionar. 
Contudo, Josh continua inventando motivos para ficar… E ele logo perceberá que tudo o que precisa para realizar seus sonhos é ficar ao lado de Katie.

Capítulo Um

A vida de Josh Kowalski poderia ser resumida em poucas palavras: 30 anos de comichões que não conseguia coçar.
Ansiava sair de Whitford, Maine, e da Northern Star Lodge. Ansiava por aventuras, viagens e um trabalho que tivesse escolhido, em vez de um que lhe escolheram antes mesmo de ele ter nascido. Ansiava por encontrar a mulher que o faria desejar abandonar todas as outras até que a morte os separasse. 
Não havia pó medicamentoso que curasse aquele tipo de comichão. Tudo o que ele podia fazer era dar tempo ao tempo, e isso se tornava cada vez mais difícil a cada ano que passava.
Naquele ano, porém, as coisas pareciam estar melhorando. Josh pegou uma embalagem com seis cervejas na geladeira e fechou a porta com o quadril, já que segurava um saco com quitutes roubados na outra mão. Quebrar a perna em julho foi complicado. Mas a volta dos irmãos, para ajudar na hospedaria, dando-lhe a chance de deixá-los saber que se ressentia do fato de ter sido largado para trás com toda a responsabilidade, só porque era o mais novo, foi sua grande oportunidade.
— Você vai sair?
Josh quase deixou cair as cervejas. Com seus chinelos de camurça, Rosie se movia em silêncio ao redor da hospedaria.
— Sim. Falta meia hora para o pontapé inicial.
Rose Davis era uma espécie de governanta na hospedaria desde que ele se entendia por gente, mas, após a morte da mãe deles, quando ele era um menino de apenas 5 anos de idade, ela se tornou bem mais do que isso. Era o mais próximo de uma mãe que ele poderia ter. 
O que significava que, aos 30 anos de idade, ele ainda vivia com a mãe. Não era de admirar que tivesse dificuldade de reprimir o desejo de encontrar uma mulher para passar o resto da vida.
— Se você... — Um acesso de tosse a fez interromper as palavras e Josh franziu o cenho. Whitford fora assolada por uma onda de frio tempos atrás e Rose acabou pegando uma pneumonia. Recuperou-se muito bem, mas ele não estava gostando do som daquela tosse. — Se você encontrar com a Katie, diga a ela que eu mandei um oi.
— Talvez eu devesse ficar em casa.
Rose zombou e acenou com a mão.
— Vou me encolher embaixo de um cobertor com o meu tricô e assistir a Mentes Criminosas. A última coisa que quero é ouvir você gritando e xingando diante da televisão na outra sala.
— Você teve pneumonia, Rosie. Se não se cuidar, vai acabar tendo uma recaída.
— É o meu pão de banana nesse saco?— Está tentando mudar de assunto.
— Você está roubando meu pão de banana.
— Você me disse que queria perder alguns quilos, então estou fazendo isso para o seu bem. — Foi flagrado, mas não fraquejou quando ela o fitou com uma sobrancelha erguida. — Mesmo sendo perfeita do jeito que é, eu só quero que você seja feliz. Comer este pão de banana não a fará feliz, mas fará meus amigos, incluindo sua filha, muito, muito felizes.
Rose riu, mas logo em seguida foi acometida por outro acesso de tosse. Josh não gostou, mas logo passou e ela tratou de afastar a preocupação que por certo viu no rosto dele.
— Você se julga muito espertinho, Joshua Kowalski, mas conheço suas manhas desde que era um garotinho de 4 anos de idade e fazia xixi nos fundos do banheiro, para eu ter sempre algo para limpar e seus pais não me mandarem embora. Você fazia isso por minha causa também.
— Está vendo?

Série Família Kowalski
6- Todos os Sonhos Dele
6.5 Alone With You - a revisar
7- Um Amor Inesperado
8- Taken with You
9- Falling for Max

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Tudo o que Ele Deseja

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Família Kowalski
Uma segunda chance para amar.

Ryan Kowalski preferiu deixar Whitford a ver Lauren casando-se com outro.
Contudo, agora que voltou para ajudar os irmãos a renovar uma propriedade da família, Ryan logo é forçado a encarar o passado quando encontra um vândalo… e descobre que o rapaz é o filho de Lauren. 
Com um ex-marido amargurado e um adolescente rebelde para cuidar, ela já possui problemas demais.
A última coisa de que precisa é ter Ryan novamente em sua vida.
Porém, Lauren não consegue negar que a química entre os dois está mais poderosa do que nunca. Mas será que beijos apaixonados irão conseguir curar as feridas de seus corações e abrir caminho para o verdadeiro amor?

Capítulo Um

Como se não bastasse o fato de as agitadas manhãs de segundas-feiras por si só serem irritantes, Lauren Carpenter em vez de passar rímel nos cílios, acabou se atrapalhando e aplicando a máscara diretamente no globo ocular. Xingando e piscando, tateou à procura de um lenço de papel.
Não entendia por que perdia tempo se maquiando. Ao longo de todos aqueles anos trabalhando como a única funcionária do escritório do único agente de seguros no vilarejo, viu as comunicações evoluírem de visitas ao escritório, para telefonemas e faxes e, mais tarde, para e-mails. Passavam-se dias inteiros sem ninguém, além de seu chefe, aparecer lá.
Era um hábito, decidiu limpando o olho e tentando uma segunda vez. Há muito deixara de se incomodar com o que as pessoas pensavam ao seu respeito, mas gostava de se olhar no espelho e se sentir bonita. Havia um limite, porém, e ela sorriu enquanto calçava os sapatos de couro desgastado, que pareciam mais velhos que Nick. Afinal, seus pés costumavam ficar embaixo da mesa.
Pensando em Nick, olhou para o relógio e suspirou. Batalha matutina começando em três... dois...
— Manhêêê! — O berro a fez estremecer.
Já havia pedido para ele não gritar daquele modo, quando estivesse na outra extremidade da casa, mais vezes do que lhe pediu para não a chamar de mãe. Mãe a fazia lembrar de vestidos de chita, aventais e manteiga batida. E também a fazia se sentir velha, e ser mãe de um garoto de 16 anos era um lembrete mais do que suficiente, obrigada.
Lauren deixou o quarto e seguiu pelo corredor, deliberadamente não olhando para o acidente de trem que era o quarto do filho, e colocando os brincos de pérola nas orelhas, enquanto caminhava.
— Não precisa berrar, Nick.
— Se eu não berrar, você não me ouve.
O garoto estava na cozinha, vasculhando a mochila sobre a mesa, enquanto uma tigela cheia de cereal, na bancada, se transformava em mingau.
— Está planejando tomar seu café da manhã?
Dando de ombros, Nick tirou uma bola de papel amassada da mochila.
— Estou. Você precisa assinar isto.
— O que é isto? — Ela levou a tigela de cereais para a mesa e pegou o papel. — Coma. O ônibus deve chegar dentro de cinco minutos.
Quando o filho manteve a cabeça baixa e enfiou uma colherada de cereal na boca, Lauren sentiu um frio na barriga. Fosse o que fosse o conteúdo no papel, não era boa coisa.
Fisicamente, Nick se parecia com Dean, o ex-marido dela. O cabelo do filho era mais escuro que o tom louro do seu e os olhos eram de um castanho mais claro. O garoto não apenas havia herdado a boa aparência do pai, mas os problemas de comportamento na escola também.
Tratava-se de uma notificação de castigo, por não ter feito o dever de casa.
— Nick, você está só há três semanas na escola e já está pisando na bola?
— Não gosto do professor — murmurou o adolescente com a boca cheia de cereal.
— Você não tem que gostar do professor. Tem que fazer o dever de casa.
Nick deu de ombros e o “não estou nem aí” não proferido foi a gota d’água que faltava naquela manhã de segunda-feira.
— Sei qual é o formulário que eu não vou assinar: o das aulas de direção.
— Mas mãe...
5- Tudo o que Ele Deseja 
6- All He Ever Dreamed 
6.5 Alone With You 
7- Love a Little Sideways
8- Taken with You
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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Tudo por Você

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Família Kowalski
O maior desafio de suas vidas!

Estar sempre viajando a trabalho é a desculpa perfeita para Mitch Kowalski se livrar de mulheres que desejam prendê-lo. 
Contudo, ele fica extremamente intrigado quando volta para sua cidade natal e conhece Paige Sullivan.
Depois de uma infância nômade, Paige está feliz em fincar raízes. 
Determinada a ser independente, ela acredita que não precisa de homem algum. Porém, quando Mitch oferece seis semanas de sexo sem compromisso, Paige fica tentada a aceitar. 
Ter um caso passageiro parecia o acordo perfeito... até perceberem que esse relacionamento não tinha nada de casual.

Capítulo Um

Mitch Kowalski estava a quase cem quilômetros por hora quando passou veloz pela placa “bem-vindo a Whitford, Maine”, e teria sorrido, se sorrir em uma Harley, no crepúsculo, com um capacete aberto, não significasse engolir um grande número de insetos.
Estava em casa novamente. Ou estaria, depois que passasse direto pelo centro do vilarejo e pilotasse a moto, com cuidado, ao longo da estrada de terra que levava à Northern Star Lodge. 
Embora se sentisse ansioso para chegar, aliviou o acelerador quando as primeiras luzes da rua principal surgiram em seu raio de visão.
Fazia três anos que não visitava sua terra natal, mas ele poderia trafegar na estrada com os olhos fechados. Passaria pela agência de correios, onde conseguira seu primeiro emprego de verdade — e depois o perdera, porque folhear a revista Playboy do velho de Farr era muito mais interessante do que classificar contas de luz. Em seguida, vinha a Whitford General Store; Service Station, de propriedade de Fran e Butch Benoit. 
No primeiro ano do colegial, ele levara a filha do homem ao baile e depois lhe dera uns amassos de encontro ao quadro-negro em uma sala de aula vazia.
Mitch reduziu a marcha e parou em um cruzamento de quatro vias que passava pelas principais interseções do vilarejo. À esquerda, havia duas fileiras de prédios de tijolos antigos que abrigavam o banco e a sede da prefeitura da cidade e algumas pequenas empresas. 
À direita, situava-se o departamento de polícia, que sempre contara com a presença dos rapazes Kowalski na juventude, e a biblioteca, que era um território de caça fértil para um adolescente tentando dissuadir as meninas inteligentes a deixarem de lado seus trabalhos de álgebra.
Sim, era bom estar em casa, mesmo que todo o comércio já estivesse fechado àquela hora. O povo de Whitford sabia que, se tivessem negócios a tratar no centro do vilarejo, deveriam fazê-lo antes do noticiário noturno. 
Ele atravessou o cruzamento, mas não foi muito longe, antes de o velho restaurante chamar sua atenção. Ou melhor, o letreiro, já que se encontrava iluminado.
Na última vez que passara ali, o lugar havia sido fechado devido a problemas econômicos e um proprietário que não se preocupou o suficiente para tentar salvá-lo. Mas agora havia um novo nome no letreiro, alguns carros no estacionamento e a luz vermelha de néon na janela era um indício de que estava aberto.
Seu estômago se manifestou, embora o sentisse mais do que ouvisse o barulho, devido ao ronco potente de sua moto. Mitch resolveu parar no estacionamento. 
Josh, seu irmão, não o esperava, a menos que as caixas de roupas e outras coisas que ele enviara na frente tivessem chegado. Além do mais, não comia há horas. Em vez de ir vasculhar as sobras na cozinha da hospedaria, decidiu fazer um lanche rápido antes de seguir viagem.
A primeira coisa que notou ao passar pela porta da frente foi a decoração totalmente remodelada, inspirada nos anos 1950, com uma profusão de vinil vermelho e mármore preto e branco. A segunda, foi a pessoa atrás do balcão, uma mulher que ele nunca vira antes, o que era raro em Whitford.
Imaginou que ela devia ter aproximadamente 30 anos, sete anos mais jovem que ele, o que parecia adequado para ela.


Série Família Kowalski
4- Tudo por Você
5- Tudo o que Ele Deseja
6- All He Ever Dreamed
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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Feita para Você

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Família Kowalski

Ao encontro do destino!

Sean Kowalski mal chegou em casa após sair do exército e já foi recrutado por Emma Shaw para uma difícil missão: fingir ser seu noivo. 

Para tranquilizar a avó, ela quer mostrar que está em um relacionamento estável e feliz. 
Apesar de Sean detestar mentiras, ele definitivamente precisa do emprego que Emma lhe ofereceu em troca de sua ajuda. E por mais que se sinta atraído por ela, Sean não quer se apaixonar ou criar raízes em uma cidade grande. 
Emma também não pretende namorar um homem que chama de lar qualquer lugar onde larga a sua mala, ainda que os beijos de Sean a deixem com as pernas bambas.

Capítulo Um

— Continua como sempre, pelo que estou vendo.
Sean Kowalski fez um gesto obsceno com o dedo médio ao homem atrás do balcão e pousou a mochila no chão ao lado de um banco vazio.
— Mal de família, primo.
Como ambos mediam mais de 1,80m de altura, trocaram um breve abraço por sobre o balcão, e Kevin bateu-lhe nas costas.
— Estou feliz por você ter voltado para casa.
— Eu também.
Sean sentou-se no banco do balcão e tomou um longo gole da cerveja que Kevin colocou à sua frente.
— Desculpe por não ter ido ao seu casamento e ao de Joe.
— Estava arriscando a pele no Afeganistão. Não podemos ficar aborrecidos com você por causa disso. Só um pouco.
— Ainda não posso acreditar que vocês dois encontraram mulheres dispostas a se tornar senhoras Kowalski. O que há de errado com elas?
Kevin lançou-lhe um sorriso.
— São as covinhas, cara. As mulheres não resistem a elas. Para o seu azar, nós as herdamos da nossa mãe, e só o que você conseguiu foi ter os olhos azuis do seu pai.
— Para mim é o suficiente. Como vão seus pais?
— Bem. Estão ansiosos para revê-lo, e mamãe fez lasanha para esta noite.
Sean sorriu e esfregou o estômago.
— Não parei para almoçar; logo, tenho espaço de sobra. Sinto falta da minha mãe em muitas coisas, que Deus a tenha, mas a comida não é uma delas. Mas tia Mary... Nossa, a mulher cozinha muito.
Kevin assentiu e, em seguida, afastou-se por um minuto para pegar uma garrafa de água.
— Então, está desempregado. Vai filar a comida da minha mãe e ocupar um dos meus apartamentos. Era de se esperar que o Exército o transformasse em um homem, não em um inútil.
— Doze anos foram suficientes. Não sei o que quero fazer agora, mas meu desejo é diversificar.
— Não tem interesse em voltar para o Maine e ajudar seu irmão a gerir a hospedaria?
Sean deu de ombros. Na verdade, havia pensando nessa possibilidade, especialmente quando dissera aos irmãos e à irmã que ficaria com os parentes de Nova Hampshire por algum tempo. Mas passar o resto da vida na Northern Star Lodge não era algo que gostaria de fazer. Quando criança, odiava estranhos circulando por sua casa, e jamais superara isso. Não nascera para ser gerente de hospedaria.
— É um plano B — respondeu.
Kevin tomou um gole de água e tampou a garrafa.
— Sabe que estou apenas brincando. Pode ficar aqui o tempo que quiser.
— Agradeço. Quando me encher da comida de tia Mary, poderei ir para casa ou... sei lá para onde. — Aquela era uma das razões que o fizera decidir deixar o Exército. Não havia nenhum lugar para ir no dia seguinte. Ou no dia depois do seguinte.
Naquele momento, uma ruiva alta de seios fartos saiu de uma sala nos fundos e Kevin acenou, chamando-a.
— Este é meu primo Sean. Sean, esta é Paulie Reed, minha balconista-chefe, gerente, meu braço direito...


Série Família Kowalski
3- Feita para Você
4- Tudo por Você
5- All He Ever Desired - a revisar
6- All He Ever Dreamed
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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Exclusiva para Você

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Família Kowalski

Uma segunda chance?

Quando a chefe da repórter Keri Daniels descobre que ela conhece o recluso escritor Joe Kowalski, dá a Keri duas opções: conseguir uma entrevista exclusiva ou um novo emprego. 

Joe jamais esqueceu a mulher que partiu seu coração, e fica intrigado ao saber que Keri está de volta à cidade… e a sua procura. 
Apesar de gostar de privacidade, decide conceder uma entrevista, desde que ela aceite sua proposta: acompanhá-lo em uma viagem em família. 
Para cada dia que sobreviverem, Keri poderá fazer uma pergunta. Sem escolha, ela topa. Porém, o desejo que sentem é tão forte, que a faz pensar se cometera um erro ao abandonar Joe anos atrás...

Capítulo Um

— Você fez sexo com Joseph Kowalski, o autor best-seller mais recluso desde J.D. Salinger, no banco de trás de um Ford Granada 78 e nem pensava em me contar?
Keri Daniels sorveu os últimos resquícios do smoothie de frutas com o canudo e deu de ombros para a chefe.
— Você gostaria que alguém soubesse?
— Que fiz sexo com Joseph Kowalski?
— Não, que fez sexo no banco de trás de um Ford Granada 78. — Keri não fazia a menor ideia de como Tina Deschanel desenterrara toda a sujeira da sua imprudência na escola secundária, mas sabia que estava em apuros.
A repórter excepcionalmente bem paga de uma famosa revista de entretenimento semanal não deveria ocultar conhecimento carnal sobre uma celebridade que constava da lista das mais procuradas da chefe. E manter aquele pequeno e suculento detalhe em segredo não a faria chegar perto de sentar o traseiro em uma cadeira de editoria-chefe.
Tina retirou uma fotografia da bolsa e a pousou sobre a mesa. Keri não olhou para baixo. Estava compilando mentalmente uma pequena lista das pessoas que sabiam que ela embaçara as janelas de um dos carros mais feios da história dos combustíveis fósseis. Amigos. O policial que bateu na janela embaçada com uma lanterna em um momento bastante inoportuno. Seus pais, uma vez que o policial estava de mau humor naquela noite. Os cerca de 600 jovens que cursavam sua escola naquele ano e todos para quem eles haviam contado. Talvez pequena lista não fosse o termo apropriado.
— Isso aconteceu há duas décadas — argumentou Keri, porque Tina claramente esperava que ela dissesse algo. — Não é um acontecimento atual. E você me emboscou com esta maratona de compras.
Na verdade, a mesa, no café ao ar livre, se encontrava rodeada por sacolas suficientes para arriar uma mula de carga, mas agora Keri sabia que apenas recebera a terapia de compras antes da má notícia. O que não deveria surpreendê-la. Tina Deschanel era um tubarão, e qualquer gesto amigável deveria ser interpretado como prelúdio para levar uma mordida no traseiro.
— Embosquei? — repetiu Tina, em voz alta o suficiente para distrair um casal de astros de Hollywood envolvidos em sérias demonstrações públicas de afeto, numa tentativa flagrante de atrair os paparazzi de um tabloide barato. Uma horda fanática que podia incluir Keri no futuro próximo se ela não lidasse com aquela situação da forma correta.
— Como acha que me senti?


Série Família Kowalski
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4- All He Ever Needed - a revisar
5- All He Ever Desired
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Somente para Você

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Família Kowalski

Felizes para sempre?

Kevin Kowalski está acostumado com o assédio das mulheres que frequentam o seu bar.
Porém, deseja ter algo mais sério… com Beth Hansen! 
Ainda que o primeiro encontro tivesse sido bem desastroso. 
Ela estava trabalhando em um casamento quando ficou frente a frente com o homem que a fizera perder o antigo emprego. 
Beth até tentou manter a distância, mas não conseguiu negar o convite para conhecer o quarto de Kevin. 
Na manhã seguinte, ela fugiu sem deixar um bilhete. Contudo, logo descobre estar grávida! Kevin fica animado com a ideia de construir uma família. E fará qualquer coisa para convencer Beth a conceder uma segunda chance ao relacionamento!

Capítulo Um

Outubro
Toda vez
que o New England Patriots ganhava uma partida, Kevin Kowalski fazia sexo.
Uma vitória para o time significava uma para ele. Não que procurasse por companhia em um domingo à noite, mas as ofertas não eram escassas. Enquanto deslizava uma caneca de cerveja pela superfície polida do balcão do melhor bar esportivo de New Hampshire, cujo proprietário, por acaso, era ele mesmo, notou o olhar insistente de uma loura. Os Patriots estavam se alinhando na telona na linha do gol, mas os olhos da mulher permaneciam cravados em Kevin, fazendo-o perceber que o zagueiro não era o único cara perto de marcar um ponto.
Naquela noite, porém, estava tendo sérios problemas para se concentrar na loura de lábios enxertados, seios cirurgicamente aumentados e ligeiramente bêbada, dando aquele olhar que significava “vai em frente”.
Kevin estava ocupado demais observando uma morena do outro lado do balcão. 
Não era apenas pelo fato de ela ser bonita, com vasto cabelo castanho caindo sobre os ombros e belos olhos da mesma cor. Nem mesmo pela forma como o suéter e a calça jeans lhe realçavam o corpo perfeito.
O motivo de observá-la era que seu encontro ia de mal a pior rapidamente. O rapaz inquieto de camisa abotoada e calça caqui que a acompanhava devia ter tomado uns drinques antes de chegar ao bar, ou tinha a intolerância a álcool de um calouro, pois apenas tomara uma dose de uísque e já agia como um bêbado inconveniente.
Havia uma linguagem corporal entre os dois, e o corpo da mulher desejava estar bem longe do dele. Quando os dedos do rapaz procuravam um local macio para aterrissar, ela desviava.
O Jasper’s Bar & Grille tinha três regras: É proibido fumar. É proibido jogar canecas de cerveja, até mesmo nos fãs dos Jets. E quando uma mulher diz não, é não.
Os Patriots marcaram um gol e os copos tremeram nas prateleiras com o grito triunfante dos fãs. A loura pulou do banco e seus seios testaram a resistência das alças do sutiã. O idiota das mãos bobas ergueu o copo vazio em direção a Kevin, que se aproximou do casal, mas ignorou o copo.
— Não vamos te servir mais álcool, mas podemos oferecer um café ou um refrigerante como cortesia.
O rosto do homem ficou vermelho e Kevin suspirou. Aquele cara daria trabalho. O Jasper’s tinha a política de tolerância zero, portanto, quando o homem levantou o traseiro do banco, Kevin fez sinal a Paulie e a viu revirar os olhos enquanto pegava o telefone.
— Não estou bêbado e quero outra maldita dose de uísque!
A mulher pôs a mão no braço dele como para sentá-lo de volta no banco.
— Derek, vamos...— Quem você pensa que é para dizer que não posso tomar outra maldita dose de uísque? — A pose de machão do homem foi diluída pelas palavras engroladas.
— Sou o cara que se reserva o direito de recusar servi-lo. — Beth, diga a esse babaca para me dar outro drinque. Kevin fez um sinal negativo com a cabeça.
— Sem chances.
Tudo aconteceu muito rápido. Kevin não tinha certeza se o homem estava tentando lhe dar um soco ou agarrá-lo pela camisa, mas seu cotovelo atingiu a acompanhante, derrubando-a. Ela não caiu, graças a um rapaz que estava sentado ao lado e que ficou aparentemente feliz por ter uma morena nos braços. Aquela situação distraiu Kevin o suficiente para que o bêbado acertasse um golpe fraco bem no queixo.
O cara irritadinho, que a morena chamara de Derek, prendeu a respiração ao perceber o que havia feito. Kevin viu quando o instinto de luta tomou conta do rapaz. 
Para o azar dele, pois Kevin tinha quase 1,90m e muita experiência em lidar com brutamontes, fossem eles bandidos, na época em que ainda usava farda e distintivo, ou seus quatro sobrinhos desordeiros. Ele agarrou o homem pelo colarinho através do balcão e puxou-o.
Derek debateu-se como um peixe no anzol, e quando a mão de Kevin deu uma pequena escorregada da gola, ele usou toda a sua força para tentar se soltar. A cabeça de Derek sacudiu e seu nariz bateu na beirada do balcão. Oops! 


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