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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Desacordo Mútuo

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Rumos Imprevistos





Mudanças de planos...

Sophie Gruebella está feliz com sua vida de solteira... até ouvir uma amiga fazendo comentários maldosos sobre o assunto. Será que este foi o motivo de ela ter ido para a cama com um homem que é o seu oposto? Cooper Smith é tão centrado quanto lindo! Ele tem a vida toda planejada. A noite com Sophie foi incrível, mas ambos concordaram que não iria se repetir. 

Três meses depois, o teste de gravidez dá positivo. E Cooper acaba de pedi-la em casamento!

Capítulo Um

— As moças solteiras podem, por favor, ir para o centro do salão? A noiva jogará o buquê!
Sophie Gruebella, que distraidamente circulava a borda da taça com o dedo, olhou então para o DJ e para as mulheres se posicionando na pista de dança do salão de bailes de Sydney. Seus olhos cor de esmeralda piscavam, enquanto ela permanecia sentada, com as mãos no colo.
De jeito nenhum. Ela estava feliz que sua amiga havia encontrado o homem certo. Wendy e Noah pareciam perfeitos juntos, particularmente agora, enquanto ele roçava um beijo nos lábios da esposa, e Wendy preparava-se para jogar as rosas na direção do grupo de mulheres agitadas. Mas, infelizmente, no que dizia respeito a Sophie, ter comparecido ao casamento hoje já tinha sido esforço suficiente.
Quase todos ali sabiam que ela havia sido dispensada, sem cerimônia, três meses antes. Sua automedicação consistia de uma overdose noturna de qualquer coisa que lembrasse chocolate e DVDs de comédias românticas, cujos finais felizes deixavam-na ainda mais irritada. Sophie ganhara cinco quilos... e isso apenas sob seus olhos.
A humilhação de ser dispensada por causa de uma mulher mais jovem, mais magra e mais atraente, aos poucos, estava diminuindo. Ela não estava mais apaixonada por Ted, graças a Deus. Todavia, sendo de postura modesta, em vez de assertiva, o golpe em sua autoestima machucara. A ideia de algum dia apaixonar-se novamente, quanto mais literalmente perseguir um buquê de noiva, lhe causava náuseas.
— Última chance, senhoritas — a voz do DJ ressonou em volta do salão. — Quem vai pegar o buquê? Quem será a próxima a se casar?
Sophie suspirou. Algum dia experimentaria a felicidade que Wendy e Noah estavam compartilhando hoje? Embora fosse difícil admitir, quanto mais o tempo passava, menos ela acreditava nisso. E Deus sabia que uma cerimônia extravagante e um papel assinado não eram garantias de felicidade eterna.
Enquanto Sophie ponderava, um homem de aparência magnífica atravessou seu caminho. Seu coração disparou e, por um momento, a sensação de náusea desapareceu. Possuindo uma beleza perigosa, do tipo 007, ele parou um pouco à frente e a sua direita. O paletó do smoking, que enfatizava a largura de seus ombros, moveu-se quando ele tirou um celular do bolso. Com o perfil sério, pernas longas separadas, ele consultou o relógio no pulso, e após algumas palavras indecifráveis ao telefone, terminou a conversa.
Um telefonema de negócios? Estranho para um sábado à noite. Sophie estudou as redondezas. A namorada dele devia estar entre a multidão. Porque homens sexies e autoconfiantes como aquele sempre tinham namoradas... e não do tipo gordinhas e deprimidas como Sophie.
Sophie pôs sua taça de lado.
Na verdade, era hora de partir.
Quando ela colocou o último chocolate em formato de coração na bolsa, um grito coletivo cortou o ar, e alguma coisa brilhante e fragrante caiu no seu colo. Sophie olhou para baixo e arfou.
Como o buquê de Wendy tinha voado toda aquela distância e parado ali? Mais importante, onde ela poderia se esconder?

Série Rumos Imprevistos
1- Desacordo Mútuo

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Herança de Dominação

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série A Dinastia dos Lassiters




Pensou em Jack Reed, pensou em problema...

O mundo dos negócios treme ao ouvir o nome de Jack Reed, menos Becca Stevens. O apelo que ela fizera durante a hostil fusão da Lassiter Media parecia uma piada para Jack. Ainda assim, há uma sinceridade e um brilho nos olhos de Becca que preenchem o vazio na vida do poderoso executivo. Ela está decidida a fazê-lo entender como sua atitude egoísta afeta a vida de outros. 

Jack aceita cooperar, achando que é a oportunidade perfeita para seduzi-la. Entretanto, o destino havia preparado uma armadilha especialmente para ele.

Capítulo Um

Os Robin Hood deste mundo eram os heróis de Becca. Enquanto ela observava Jack Reed fazer uma pose nobre, recuar e liberar uma flecha que acertou o centro do alvo, não deixou de ver a ironia.
Jack Reed não era Robin Hood. Ele era o oposto de tudo que ela defendia. De tudo no que ela acreditava. Acima de tudo, pessoas deveriam se doar, até mesmo se sacrificar, para apoiar outros que precisavam de ajuda. Alguns confundiam esse nível de compaixão com fraqueza, mas Becca não tinha nada de fraca.
Sexy em jeans e uma camisa branca com mangas dobradas nos braços, Reed olhou para sua visita. O pequeno sorriso curvando-lhe a boca bonita era tão prepotente que a mão de Becca coçou de vontade de bater naquele rosto. Mas diziam que demonstrações de emoção apenas o divertiam.
Jack Reed possuía uma propriedade em sua cidade natal de Cheyenne, Wyoming, assim como duas residências em Los Angeles: uma cobertura ultramoderna num arranha-céu que ele comprara e aquela casa espetacular em Beverly Hills. Com passos preguiçosos, ele atravessou o gramado impecável para cumprimentá-la. Embora ele estivesse esperando sua visita, Becca duvidava que ele gostasse do que ia ouvir.
Ela se apresentou:
— Becca Stevens, diretora da Lassiter Charity Foundation. — Ela gesticulou a cabeça para o alvo. — Bem no centro. Muito bem.
— Eu aprendi arco e flecha na faculdade — disse ele numa voz tão profunda que era quase hipnótica. — Tento praticar um pouco toda semana.
— Difícil, com sua agenda, eu imagino. — Todo aquele processo de desmanchar empresas, além dos procedimentos bancários, devia ocupar muito tempo. — Obrigada por ter me recebido.
O sorriso dele, designado para desarmar, ampliou-se.
— Qualquer amiga de J.D. é amiga minha.
— Se J.D. estivesse vivo, talvez não considerasse você como um amigo, no momento.
O sorriso se tornou ainda mais largo.
— Bastante direta, não é, srta. Stevens?
Considerando que Jack Reed era um especulador que articulava tomadas de poder agressivas, ele devia estar acostumado com a abordagem.
— Eu pensei que você apreciasse uma abordagem direta.
— Eu só quero ajudar Angelica Lassiter a reivindicar o que ela merece, por direito.
Becca deu uma risada sarcástica, então suspirou.
— Ah, desculpe-me. Apenas a ideia de alguém como você se sacrificando de alguma maneira...
O olhar dele intensificou-se.
— Angelica era a única filha de J.D.
— Você está se esquecendo de Sage e Dylan.
— Eles são sobrinhos órfãos de Ellie Lassiter, adotados depois que J.D. e Ellie foram informados pelos médicos.
— Eu conheço a história, Jack.
— Então, você também sabe que Angelica, a única filha de sangue de J.D., era a favorita dele. que ele passou a direção de Lassiter Media para ela, nos meses cruciais antes de sua morte. Não faz sentido que o testamento de J.D. a insulte com míseros dez por cento, enquanto a maior parte das ações da companhia multibilionária vá para o ex-noivo de Angelica — Jack pausou para efeito —, mesmo se J.D. tivesse escolhido Evan McCain para a filha.
— Talvez, J.D. tenha gostado de Evan como genro. Ninguém pode negar que ele tem notável tino para negócios. — Becca seguiu Jack, enquanto ele ia em direção ao alvo. — Mas Angelica confiava em Evan. Eles estavam apaixonados.
— Traída pelo homem com quem ela estava prestes a se casar. Trágico, você não acha?
Oh, por favor.

Série A Dinastia dos Lassiters
5- Herança de Dominação

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Juntos Para Sempre

ROMANCE CONTEMPORÂNEO










Ao saber que o marido que ela havia tentado esquecer passou o ultimo ano preso por acusações falsas no Brasil
e exige a sua visita, é a última coisa Meg Hamilton quer ouvir.

Mas ela vai desempenhar o seu papel, em troca da assinatura de Niklas nos papéis do divórcio!
Só que ela não havia imaginado que atração entre eles continuava alucinante como sempre.
Da ultima vez isso os levou a um casamento relâmpago e desta vez, a conseqüência de ceder a sua química irá uni-la a Niklas para sempre ...

Capítulo Um


 — Tenho que ir — disse Meg à mãe. 
— Terminou o embarque, é melhor eu desligar o telefone. 
— Mais um pouco não tem problema — insistiu Ruth Hamilton. 
— Você terminou o trabalho? 
— Sim. — Meg tentou conter o nervosismo na voz.
Queria apenas desligar o telefone e relaxar. Meg odiava voar. Bem, não completamente, apenas a decolagem. 
Tudo o que queria fazer era fechar os olhos, ouvir música e respirar fundo antes de o avião partir do aeroporto de Sydney... Exceto que, como de costume, sua mãe queria falar sobre trabalho. 
— Como eu disse, está tudo resolvido — disse Meg calmamente, porque se demonstrasse que estava irritada, sua mãe iria querer saber mais. 
— Ótimo — disse Ruth, mas ainda não parou por aí. 
Meg enrolou uma mecha de seu cabelo vermelho muito liso ao redor de um dedo, como sempre fazia quando tensa ou concentrada. 
— Você precisa dormir no avião, Meg, porque você vai direto ao trabalho quando aterrissar. Você não acreditaria em quantas pessoas estão aqui. Há tantas oportunidades... 
Meg fechou os olhos e segurou um suspiro de frustração enquanto sua mãe discorria sobre a conferência e os detalhes da viagem. Meg já sabia que um carro iria encontrá-la no aeroporto de Los Angeles e iria levá-la direto ao hotel onde a conferência estava sendo realizada. 
E, sim, ela sabia que teria cerca de meia hora para tomar um banho e trocar de roupa. Os pais de Meg eram profissionais bem-sucedidos do setor imobiliário de Sydney, e agora estavam cuidando de investimentos no exterior para alguns de seus clientes. 
Haviam partido para Los Angeles na sexta-feira, enquanto Meg lidava com a papelada atrasada no escritório antes de se juntar a eles. Meg sabia que deveria estar muito mais animada com a perspectiva de uma viagem para Los Angeles. 
Normalmente, amava conhecer novos lugares e, no fundo, sabia que realmente não tinha nada a reclamar... Estava voando na classe executiva e ficaria no suntuoso hotel onde a conferência estava sendo realizada. 
Ela faria o papel de profissional de sucesso, como seus pais. Porém, o negócio da família não estava indo muito bem no momento. 
Sempre muito ansiosos, seus pais nunca avaliavam os riscos de empreendimentos que prometiam retornos altos e rápidos. 
Por outro lado, Meg, sempre sensata, sugeriu que apenas um deles devesse comparecer ou, talvez, nenhum deles. 
Para ela, todos deveriam se focar nas propriedades que já administravam. 
É claro que seus pais não a escutaram. Aquela, insistiram, era a grande oportunidade do momento. Meg duvidava. Não era isso, porém, o que lhe causava inquietação.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Pai por um Tempo

ROMANCE CONTEMPORÂNEO






“Essa criança não é minha!” 

Descobrir um bebê abandonado no banco de trás de um táxi não estava nos planos do hoteleiro Zack Harrison.
Por sorte, Trinity Matthews, uma bela desconhecida, chega para socorrê-lo, e desperta seu interesse.
Enquanto esperam a visita da assistente social, uma tempestade de neve prende o trio no luxuoso chalé de Zack, no Colorado.
Trinity tenta resistir à sedução de Zack, mas logo se derrete quando vê o cuidado e a preocupação dele com ela e o bebê.
A neve cai lá fora e a temperatura aumenta dentro do chalé.
Não demora para Zack e Trinity dividirem a mesma cama, e ela começar a imaginar que aquela situação temporária poderia provocar efeitos permanentes…

Capítulo Um


Frio. Imperturbável. Nada abalava Zack Harrison. 
Para ele, a nevasca fora de época em Denver, naquela tarde, era mais um presente pitoresco do que uma inconveniência. 
O revés daquele dia, em relação à sua última aquisição, era outro desafio, não um motivo para queixa. 
Alcançar um objetivo envolvia esforços, Zack disse a si mesmo enquanto vestia o casaco, agradecia à concierge e apanhava a pasta. Ele precisava ser apenas mais... inventivo. 
Essa era a palavra. 
No entanto, sua paciência sempre era posta à prova quando se tratava da imprensa. 
A reportagem tosca do mês anterior fora no mínimo risível, levando a crer que ele não passava de um demônio que deixava famílias carentes sem teto a fim de expandir seu império do mal. 
E o que não dizer daquele outro artigo recente, questionando o modo como ele lidara com uma atriz ambiciosa com quem vinha se encontrando? 
Sem exceção, ele tratava as mulheres com respeito, mas, desde o princípio, ele e Ally haviam concordado em manter um relacionamento “divertido e casual”, e não um do tipo “se eu não vir um anel de diamante, vou expor seus segredos de alcova” Como se chantagem pudesse funcionar com ele!... 
Ao contrário de seu pai e irmãos, ele não dava a mínima para o que as pessoas pensavam. 
Naquele fim de tarde de primavera, contudo, conforme ele se afastava da entrada do hotel, escancarava a porta de trás do táxi e se fechava no interior aquecido, a calma de Zack se foi, e ele deu um pulo no assento. 
Levou um momento para se recompor e estudar sua inesperada companhia antes de se inclinar para a frente e tocar o ombro do motorista. 
— Seu último passageiro esqueceu uma coisa... O taxista torceu o tronco. 
— A carteira? 
— Não — murmurou Zack. 
— Um bebê. 
A outra porta traseira se abriu nesse instante. Uma lufada de ar gelado invadiu o carro, com uma mulher vestindo um casaco vermelho-cereja com capuz. 
Ela colocou uma frasqueira combinando no colo e tratou de bater a porta contra os ventos uivantes. Assoprou ar quente nas mãos em concha e, só então, sua atenção se voltou para ele. 
Sob a capa vermelha, olhos curiosos, cor de violeta, deslizaram da cadeirinha infantil para Zack, depois de volta para o bebê. 
Ele estudou o rosto perfeito, os olhos incomuns, e sentiu o peito se aquecer. Não conhecia a moça, porém algo em seu olhar cintilante o fez se perguntar se ele já a havia visto. Ou talvez assim ele desejasse. 
— Eu estava com tanta pressa que não vi você entrar — justificou ela, já pondo a mão na alça da frasqueira. 
— Na verdade, não conseguia ver muita coisa... Que loucura, não? Essa nevasca, quero dizer. Um sorriso lento curvou um lado da boca de Zack conforme ele a observava. 
— Uma loucura mesmo. 
— Faz séculos que a concierge chamou um táxi para mim. Por isso decidi vir até a calçada para ver se eu conseguia algum.



Série Bebês Milionários
Yuletide Baby Surprise - Catherine Mann
Bound by a Child - Katherine Garbera
Snowbound with a Billionaire - Jules Bennett
Double the Trouble - Maureen Child
His Lover's Little Secret - Andrea Laurence
Baby for Keeps - Janice Maynard
Baby Benefits - Emily McKay
Baby Bonanza - Maureen Child
Baby Bequest - Robyn Grady
Billion-Dollar Baby Bargain - Tessa Radley
His Ring, Her Baby - Maxine Sullivan
Bargaining for Baby - Robyn Grady
The Billionaire Baby Bombshell - Paula Roe
Have Baby, Need Billionaire - Maureen Child
The Boss's Baby Affair - Tessa Radley
Billionaire Baby Dilemma - Barbara Dunlop
Secret Son, Convenient Wife - K Sullivan
The Tycoon's Temporary Baby - Emily McKay
Claiming His Royal Heir - Jennifer Lewis
The Billionaire's Borrowed Baby - Janice Maynard
Billionaire's Jet Set Babies - Catherine Mann
Nothing Short of Perfect - Day Leclaire
The Cowboy's Pride - Charlene Sands
The Nanny Bombshell - Michelle Celmer
More Than Perfect - Day Leclaire
The Paternity Proposition / The Sheikh's Virgin -
byMerline Lovelace and Susan Mallery
Honorable Intentions -  Catherine Mann
The Ties that Bind -  Emilie Rose
The Paternity Promise - Merline Lovelace
Pai por um Tempo - Robyn Grady
Princess in the Making - Michelle Celmer
Whatever the Price - Jules Bennett
A Father's Secret - Yvonne Lindsay
Secrets, Lies & Lullabies - Heidi Betts
Staking His Claim - Tessa Radley
A Billionaire for Christmas - Janice Maynard
1. The Sarantos Secret Baby - Olivia Gates
1. The Santana Heir - Elizabeth Lane
2. A Secret Birthright - Olivia Gates
2. The Nanny's Secret - Elizabeth Lane
3. The Sarantos Baby Bargain - Olivia Gates
Valente's Baby - Maxine Sullivan
Strictly Temporary - Barbara Dunlop

domingo, 8 de dezembro de 2013

Proposta Tentadora

ROMANCE CONTEMPORÂNEO






A caminho do altar!

Quando o casamento de seu melhor amigo é cancelado, Nate Sparks recorre a Roxy Trammel, a madrinha da noiva, para reconciliar o casal o mais rápido possível.
Um grande negócio depende do matrimônio!
A reputação de Roxy como estilista de vestidos de noiva também está em jogo.
Ela então decide superar suas diferenças com Nate e ajudá-lo em seu plano.
Se falharem. Nate se compromete a levar Roxy, no próprio vestido, ao altar!
Ela só não sabe se isso é uma ameaça… ou uma promessa!

Capítulo Um

A pior pessoa no pior momento. Olhando por uma fresta da porta dos fundos, Roxanne Trammel admitiu a si mesma que a aparência não era o problema. O homem que aguardava no balcão de sua loja de noivas em Sydney era muito alto e muito masculino.
Com aqueles olhos azuis semicerrados e cabelos negros, ele deixaria qualquer mulher abalada, incluindo Roxy. E ela queria morrer porque conhecia esse homem. Conhecia-o até demais.
E o fato de ela ter colocado o vestido de noiva minutos antes era apenas mais um detalhe para aquela piada. Perto do balcão, Nate Sparks franziu a testa e consultou o relógio, esfregando a nuca, a mesma nuca que Roxy agarrara com ardor naquela noite de primavera, quando trocaram seu primeiro e único beijo.
E, se ela fechasse os olhos, ainda podia sentir seu perfume amadeirado, a barba cerrada que raspara seu rosto. Roxy desejara que o beijo nunca terminasse.
Mas terminara. E da pior maneira possível. – Alguém aí? Era o visitante que chamava, olhando por cima do balcão para uma planta em um pote, enquanto Roxy mordia o lábio e rezava para ele ir embora.
 Não tinha nada a dizer a Nate Sparks, e lhe restava pouco tempo para solucionar o problema a respeito do vestido que usava. Problemas… no plural. Pelo menos o futuro de três pessoas dependia de algumas respostas.
Ao lado de fora, Nate encontrou um bloco com o logotipo da loja Vestido Perfeito sobre o balcão e retirou uma caneta dourada do bolso do paletó, começando a escrever.
O que será que ele escrevia? Desculpe por tê-la tratado tão mal. Por favor, vamos jantar juntos. Pouco provável. Embora ele também tivesse gostado do beijo, pois não dava para fingir tão bem assim. Só havia uma explicação para seu comportamento naquela noite.
Como se conheceram na festa de noivado de seus respectivos amigos e ela falara com muito entusiasmo sobre sua profissão e sua loja de roupas de casamentos, talvez ele tivesse ficado preocupado que Roxy desejasse se casar logo.
Na verdade, Roxy era muito retórica quando se tratava do assunto casamento. A experiência lhe dizia que manter um relacionamento exigia muito mais do que atração física e sonhos.
E não podia se esconder para sempre atrás daquela porta, refletiu retornando ao momento presente. Respirando fundo, Roxy abriu a porta e surgiu com sua longa cauda de cetim. Nate ergueu os olhos e sorriu. – Você está aqui. Ia deixar um bilhete. – Soltou uma risada nervosa. – Que roupa linda! Sempre atende às pessoas usando um vestido de noiva?
Ela não resistiu e respondeu: – Só quando me sinto solitária. Pretendia ter feito uma piada, mas ficou em dúvida se Nate entenderia. Afinal preferia morrer a ser beijada por ele novamente.
Ergueu a cabeça e retirou a tiara cintilante e o véu.
– O que posso fazer por você, Nate?
 

domingo, 6 de outubro de 2013

Aventura de Verão

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Ele tinha outra proposta para ela...

Como garçonete, Nina Petrelle era um verdadeiro desastre! 
Não demorou muito, e logo foi demitida por Gabe Steele. 
Afinal, não combinava com ela servir mesas na ilha paradisíaca que pertencia a ele. 
Além disso, Gabe e Nina tinham um passado em comum. 
E ele desejava que ela participasse mais de sua vida... 
Mas antes precisava se certificar de que poderiam se dar bem... 
E nada como um fim de semana inesquecível para comprovar isso! 

Capítulo Um 

No instante em que Nina Petrelle abriu os olhos, teve certeza de três coisas. 
A primeira: tinha um calombo latejando na parte posterior da cabeça. 
A segunda: seu tornozelo estava preso no que parecia ser um tomo encharcado. 
A terceira: a água fria e salgada cobria seu corpo prostrado, enchendo sua boca e seus pulmões. 
Sufocando com a água do mar, Nina recobrou os sentidos.
Sentou-se e, depois de um instante, gritou em agonia.
Trincando os dentes, segurou as coxas com força. Quando a dor no tornozelo cedeu um pouco Nina voltou a se deitar.
Mas não sucumbiria ao pranto. Uma ova que choraria! 
Em vez disso, firmou os dois punhos cerrados na areia. Nos últimos dois meses, sentira pequenas partes de si mesma se desintegrarem pouco a pouco. 
A sensação de estar perdendo a batalha insistia em lhe desgastar a força ate aquela tarde, após um exaustivo expediente, quando decidira escapar por algumas horas.
Mas o que realmente desejava deixar para trás, a pergunta que não queria enfrentar, a seguira. Ultimamente a assombrava. 
Quem sou? Não sabia mais. 
Uma vez a vida brilhara diante dela, mostrando-lhe um caminho dourado e radiante. 
O pai fora dono de uma bem-sucedida firma de engenharia, e, enquanto crescia, Nina não dava importância aos inúmeros criados que trabalhavam em sua casa ou à expectativa de possuir as melhores roupas.
Ter o melhor de tudo. Claro que aquilo fora antes do pai morrer, da mãe neurótica depenar os cofres da família e da irmã mais nova, quase sempre responsável, ficar grávida de um canalha que não lhe deu apoio. 
Enquanto a mãe entrava em parafuso, Nina arregaçara as mangas. Após completar o curso universitário, arrumara um emprego em publicidade. 
Uma atividade corrida e intensa que adorava. Até bem pouco tempo, trabalhara como editora de artigos da Shimmer, a famosa revista para adolescentes. 
E então o machado cego desceu sobre ela. 
Juntamente com vários outros colaboradores, fora demitida por motivo de redução de custos. Com uma hipoteca e outros compromissos, necessitava de um emprego, mas cargos bem remunerados não eram facilmente encontrados, principalmente em seu campo de trabalho. 
Com a economia apertando os cintos, as ofertas de emprego eram minguadas. 
Certa manhã, enquanto separava por ordem de prioridade as contas acumuladas, recebeu o telefonema de uma velha amiga. 
A família de Alice Sully possuía uma agência de viagens, e, se Nina estivesse desesperada, ela poderia lhe arranjar um trabalho temporário em um elitizado refúgio turístico. O expediente de garçonete era longo, preveniu-a a amiga, mas o salário compensava. 
Suspirando de alívio, Nina aceitara e, nas última seis semanas, trabalhara exaustivamente em Diamond Shores, melhor resort de Grande Barreira de Corais, na Austrália. 
E não houve um momento em que não desejasse voltar para casa. A maioria dos funcionários do resort deixara claro que não estava satisfeita com o fato de ela conseguido aquele emprego por indicação. 
Um trabalho que muitos consideravam a Meca do turismo australiano tinha de ser conseguido com esforço. 
A experiência de dois anos como ajudante na cafeteria da universidade não a qualificava para tal. 
Porém, precisando do emprego, Nina se esforçara para dar o melhor de si. Portanto, mantivera a cabeça erguida, embora na maior parte do tempo se sentisse como uma farsante. 
Sorria até os músculos de o rosto doerem, mesmo quando os clientes mimados a acusavam de trazer seus pedidos errados. Ou a mandavam fazer coisas absurdas, como lhes massagear as têmporas por uma eternidade, quando achacados de uma leve dor de cabeça. 
E aquilo era apenas o começo. 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Pacto de Prazer

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Trabalhar na agência de publicidade mais quente de Sidney era o sonho de Serena Stevens.
Agora, ela terá uma nova realidade: atender a conta de um cliente super importante. 
É sua grande chance para alavancar sua carreira— ou estagná-la... 
E nada como um diretor sexy e sério para complicar ainda mais a situação. 
David Miles, dono da Miles Advertising, provoca suspiros em todas as funcionárias ao andar pelos corredores. 
Mas dentro da sala de reuniões, ele só pensa em negócios! Até que David passa a se interessar em discutir mais a fundo a campanha com Serena. 
Afinal, pode ser que haja uma oportunidade interessante a ser explorada... É impossível resistir ao charme de David. 
E agora Serena se encontra em uma encruzilhada: carreira versus amor, emprego dos sonhos versus marido ideal. 
Resta somente uma questão a ser respondida: o que uma garota deve fazer numa situação desse porte? 


Capítulo Um 

"Pare de bobagem. Encare o medo e, por Deus, não desista", pensou. 
Decidida, Serena Stevens engoliu em seco, ergueu a mão trêmula e quase, quase bateu na porta imponente do escritório do chefe. 
Por que a intimação para vê-la logo cedo? Seria coincidência que hoje fosse o último dia do período de experiência? 
Há três meses, David Miles, presidente da agência Miles Advertising em Austrália, concedeu a Serena a sua primeira oportunidade de verdade. 
Aos 24 anos, formada em marketing, mas sem nenhuma experiência, Serena ficou empolgada. 
Porém, será que o sr. Miles andava insatisfeito com o seu desempenho como gerente de contas? E se ele empertigasse aqueles ombros impressionantes, franzisse as sobrancelhas negras e a encarasse com uma expressão aborrecida? 
Será que ele pretendia anunciar um rebaixamento? Serena sentiu um embrulho no estômago. Demissão, nem pensar! Acima de tudo, Serena queria provar seu valor. 
Não foi nada agradável crescer com o apelido srta. Futuro Deprimente. 
Gordinha, tímida, um diagnóstico tardio de dislexia... a época da escola foi mais para se esquecer que para se lembrar. 
Ela agradecia a Deus pelo senso de humor. Mas, afinal, as aulas particulares, os livros de auto-ajuda, os cursos de etiqueta e a perseverança compensaram. 
Agora o céu era o limite! 
Sydney, com a animação típica de uma grande metrópole e um clima de férias, sempre seria o seu verdadeiro lar. Porém, na adolescência, Serena se sentia tão oprimida pelo excesso de peso e pela dificuldade de aprendizagem — sem contar o pai, que criticava cada decisão dela— que jurou se libertar e realizar todo o seu potencial. 
Londres, Paris, Nova York. Nada e nem ninguém a deteriam. Serena empinou o queixo. Mas, primeiro, o mais urgente. Serena não só gostava desse emprego como também precisava dele. 
Além de pagar as contas, ser gerente de contas era um passo importante na escalada até o topo. Secou as palmas úmidas na saia branca de jérsei, cruzou os dedos e tornou a bater. 
A porta se abriu. Muito nervosa, Serena sorriu e disse a primeira bobagem que lhe passou pela cabeça. 
— O senhor me chamou? O sr. Miles aguçou os profundos olhos azuis antes de gesticular para que ela entrasse. 
— Srta. Stevens. Obrigado por vir tão depressa. 
Exibindo um dos punhos decorados com um par de abotoaduras de ônix, ele indicou a cadeira em frente à mesa. Envergonhada, Serena sentou. 
David Miles — milionário, gostosão, todo-poderoso— contornou a mesa sinuosa, ajeitando a gravata escarlate que realçava a camisa branca. 
— Curiosa para saber por que mandei chamá-la? 
Será que ela viu nuvens de trovoada se formando por trás daqueles cílios de ébano? Serena conteve um suspiro. Era inútil disfarçar. 
Se o sr. Miles pretendia demiti-la, era melhor saber logo. Com o coração disparado, Serena observou conforme ele se acomodava na cadeira presidente. 
— Más notícias? Um músculo contraiu no maxilar anguloso. — Por um lado, Serena, as notícias são ruins. Mas, por outro, são ótimas. Serena soltou a respiração. Nenhuma calamidade, então. 
— Desde que eu não acabe numa fila de desempregados, tudo bem. 
Ela não tinha certeza, mas aquela contração dos lábios dele pareceu um sorriso. 
— Você ouviu falar que ganhamos a conta do Hits? 
— O novo programa de vídeo musical? 



domingo, 7 de julho de 2013

Sedução Por Chantagem

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 






O preço de uma paixão...

Atormentado por uma herdeira gananciosa, Tristan Barkley jurou banir o amor de sua vida.
Até que Ella Jacobs, sua discreta empregada, se transformou em uma loura de arrasar, fazendo com que Tristan reconsiderasse a decisão.
Ele encontraria um modo de mantê-la sempre por perto... e em sua cama!
Porém, quando soube que ela estava grávida, e que o filho era dele, propôs a única solução viável: casamento.
Enquanto o arranjo entre ambos se tornava mais real, Tristan não conseguia evitar a sensação de que Ella escondia um segredo.
Logo, passou a desconfiar das verdadeiras intenções que a uniam a ele. Afinal, Ella aceitou se casar com Tristan por amor, por dinheiro... ou para sempre?

Capítulo Um

Tristan sempre soube prever o perigo. E foi o que aconteceu quando abriu a porta de correr de vidro e perscrutou o imenso jardim de sua casa. 
Seu coração batia mais forte do que um tambor, e os músculos de seu corpo ficaram em alerta.
Será que era Ella? Em que teria se metido?
Já havia ligado duas vezes para sua governanta na­quele dia. Ella não sabia de seus planos de última hora para comparecer a um evento de gala em Sydney na­quela noite. 
Depois de uma semana viajando, passando por Melbourne, ele havia chegado um dia antes e que­ria ter certeza de que seu smoking estaria de volta da lavanderia.
Ficou preocupado quando Ella não atendeu aos tele­fonemas. Talvez estivesse dormindo. 
Ella Jacob fazia questão de que todos os desejos e necessidades do pa­trão fossem satisfeitos. 
Essa era uma das razões pelas quais ele a valorizava. Entretanto, quando entrara em casa minutos antes, notara as chaves do carro dela no chaveiro. 
Sentiu o peito apertado quando viu a bolsa aberta com tudo jogado sobre o balcão da cozinha. 
O uniforme estava do avesso e largado no mármore frio. Um dos sapatos estava perto da mesa de madeira e o outro, de cabeça para baixo perto da porta.
Quando um raio de luz vindo do céu escuro refletiu nos olhos dele, Tristan sentiu o coração disparar.
E se alguém tivesse entrado na casa... E se alguém tivesse ousado a ferir Ella...
Ao sair para o gramado, percebeu um movimento do lado norte. Contraiu os olhos e percebeu o movi­mento na piscina olímpica. 
De onde estava, percebeu que as pernas que vira eram femininas. Ao relancear o biquíni cor-de-rosa e o corpo escultural que o vestia, deduziu que a moça tinha sua idade ou era de uma ge­ração anterior.
Tristan reclamou baixinho, como se defendendo seu território. Recentemente vários assaltos tinham ocorri­do na vizinhança. A polícia suspeitava ser trabalho de um casal. 
No mesmo instante, desconfiou que a mulher em sua piscina fosse a namorada do bandido.
Conforme caminhava ocorreu-lhe que Ella podia ter convidado alguma amiga. 
Se bem que nunca a ouvira comentar sobre conhecidos ou família. Ainda assim, não explicava a roupa jogada e a bolsa aberta.
Pensando nisso, ele apertou o passo, ansioso por logo desvendar o mistério.
Com os cabelos loiros e sedosos pingando água so­bre um corpo que poderia ser o de uma modelo de tra­jes de banho, aquela mulher mais parecia uma sereia saindo da água.
Alheia ao fato de que estava sendo observada, ela afastou os cabelos molhados para trás, até que, final­mente, o avistou e o fitou com aqueles enormes e assustados olhos azuis.
Tristan ficou boquiaberto, seus braços penderam inertes ao lado do corpo. Piscou várias vezes, perple­xo. Aquilo não fazia sentido. 
Não podia ser... Os cabe­los eram de outra cor, o corpo estava longe de ser tão perfeito...
Por fim, recuperou a voz e conseguiu falar:
— Ella, é você?!
— Sr. Barkley? — as maçãs do rosto de Ella ficaram tão vermelhas quanto as rosas em miniatura dos vasos de terracota ao lado da piscina. — Você deveria chegar só amanhã!
— Liguei duas vezes de manhã.
Duas vezes.
Foi impossível não deixar o olhar passear pelas curvas do corpo de Ella. No mesmo instante sentiu o san­gue ferver. Jamais poderia imaginar...
Ella cruzou os braços sobre o top do biquíni, deixan­do os seios ainda mais pronunciados e tentadores.
Essa não pode ser a mesma mulher...
 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Fetiche De Mulher

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 





Um bad boy malicioso e sexy com um segredo de muitos milhões de dólares... 

O mecânico Pace Brodrick saiu direto da fantasia mais ardente da puritana Phoebe. 
Lambuzado de óleo e perigosamente sexy, ele é o cara perfeito para um caso rápido! 
Phoebe está muito atrasada a respeito de tais aventuras, mas o sorriso malicioso de Pace é todo o incentivo de que ela precisa para se jogar! 
Para a sorte de Pace, ele descobre que existe nela uma garota perigosa por trás da fachada de menina boazinha. 
Quando estão juntos, ele se sente cada vez mais selvagem!
Mas o que poderá acontecer quando Phoebe descobrir que Pace tem mentido para ela, dizendo ser um mecânico quando na verdade é um milionário? 

Capítulo Um

Com os, joelhos enfraquecidos, Phoebe Moore fitou dois braços bronzeados que saíam de uma camiseta justa e cujas mãos másculas e largas levantavam uma bainha preta. 
Sem notar que estava acompanhado, o homem tirou a camisa. Ao mesmo tempo, a garganta de Phoebe se apertou e sua boca ficou seca. 
Após a revelação de um abdômen bem torneado e um peitoral largo, ele embolou a camisa e secou o corpo musculoso. Phoebe suspirou trêmula. 
Não era à toa que o lema da Brodricks Prestige Cars era "A emoção de uma vida". Dinâmico, charmoso, tudo combinado com um corpo de um deus sensual, era Pace Davis, o principal conselheiro técnico e mecânico-chefe. 
Aquele peitoral e o jeans... Vê-lo assim era o suficiente para derreter Phoebe. 
Mas a melhor parte, assim como a pior, era seu ar misterioso. Nas três vezes em que eles se encontraram, ele pareceu interessado em saber mais da vida dela, mas foi curiosamente vago quanto à sua. 
Suspeitava de quais seriam os motivos. No outro extremo de uma concessionária deserta em Sydney, Pace passou a camisa debaixo dos braços. 
Enquanto ele passava outro pano no peito oleoso, notou a presença dela e a encarou sorrindo. 
Um sorriso particularmente sensual. Phoebe ficou sem fôlego à medida que ele se aproximava e ajeitava seu cabelo desgrenhado e tão preto como tinta. 
Era assim que ele ficava nas manhãs, concluiu ela, abraçando forte a prancheta. Ligeiramente desalinhado e bastante desejável. 
Sentindo um fogo que corria pelas veias e se contraíam na barriga, Phoebe recuperou a postura. 
Era o momento de se lembrar do tempo que passou acordada na noite anterior elaborando aquela lista: a lista em que seria mais ousada e não deixaria nada de lado. 
O primeiro tópico estava sublinhado em vermelho: Retomar minha sexualidade... Encontrar o Homem Certo Agora! 
De certa forma, Pace Davis era o candidato perfeito. As faíscas que saíam entre eles eram como dinamite acesa que explodiria se eles levassem a atração física mútua para o quarto. 
Mas isto nunca aconteceria com Pace, e por três boas razões. Phoebe tentava se lembrar dessas razões agora, enquanto os intensos olhos azuis de Pace pousavam em seus ombros e seus quadris, e seu peitoral delicioso se punha a uma curta distância dela. 
Eles se encararam e o queixo quadrado dele se moveu antes de liberar aquela voz grave e rica. 
— Ora, ora, se não é a Srta. Phoebe Moore. — As sobrancelhas dele se juntaram. — Espere um pouco...
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1-Untameable Rogue - Kelly Hunter
2- Every Girl's Secret Fantasy - Robyn Grady







domingo, 20 de janeiro de 2013

Separados Pelo Testamento

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Série Clube dos Milionários II




Para Daniel Warren, um bem-sucedido arquiteto de Nova York, criar o projeto da nova sede do Clube dos Milionários seria um desafio estimulante.

Mas nada o havia preparado para conhecer Elizabeth Milton, uma mulher irreverente até mesmo na hora de compor um estilo urbano-chique. 
Uma combinação irresistível para um homem da cidade. Mas Daniel e Elizabeth somente poderiam ter um caso superficial e sem compromisso. 

Uma cláusula no testamento da família dela a obriga a permanecer em Royal, enquanto ele terá de retornar a Nova York para administrar seu negócio. 
Ambos seriam capazes de enfrentar a única alternativa possível: colocar o amor em primeiro lugar? 

Regra nº 4 do Clube dos Milionários: a honra deve vir em primeiro lugar. 

Capítulo Um 

Afinal, o que era tão engraçado? Daniel Warren desviou sua atenção da loura sensual e endereçou um olhar meio de gozação, meio de lamento para a maquete que ele e três membros de sua equipe de design lutavam para carregar. 
Precisava admitir que a maquete era muito grande, mas o Texas era um estado muito grande. 
A nova sede para o conceituado Clube dos Milionários do Texas precisava ter uma grande presença. Esteticamente uma porta dupla de entrada de seis metros de altura no formato de longos chifres de touro não era um exagero. Era? Seu braço direito, Rad Marks, sussurrou ao seu ouvido: 
— Chefe, isso pesa uma tonelada. Quer continuar andando? Pela expressão facial dos outros assistentes, podia ver que também estavam curiosos a respeito da maquete que carregavam. 
Daniel era conhecido no ramo não apenas pelo seu talento, mas também por sua determinação. 
Não se lembrava da última vez que hesitara. Quando fora convidado para submeter esse projeto, colocara seus quinze anos de sucesso e experiência para desenvolver um trabalho que iria ser sensacional. 
Entretanto, nesse momento, a expressão de dúvida da linda loura continuava indelével em sua mente. 
Afinal, quem era ela? 
— Desculpe a intromissão, mas você não é o amigo de Abigail Langley? 
Ao som da voz feminina e com sotaque do sul, Daniel voltou a prestar atenção na loura que continuava com uma expressão impenetrável. Vista mais de perto, como estavam os dois agora, não era apenas sexy.
Era deslumbrante. Usando uma jaqueta de pele prateada e jeans que delineavam suas curvas na medida certa, parecia ter saído de uma foto de estação de esqui. 
Seu rosto era oval, com olhos verdes que brilhavam como pedras preciosas. Porém foi sua longa cabeleireira o que mais o impressionou.
Era o tipo de cabelo que fazia um homem ansiar por estender os dedos e tocar. 
Daniel endureceu o queixo e endireitou os ombros.
Mas nada disso alterava o fato de que estava frustrado com a reação dela diante de seu trabalho. 
Deixara incontáveis clientes satisfeitos ao longo de sua carreira e ficara muito rico com isso.
Não precisava suportar o tom indiferente e o olhar superior da “Miss Texas” ali presente. 
Afastando os olhos dos lábios polpudos dela, Daniel limpou a garganta e respondeu à pergunta: 
— Sim. Sou amigo de Abigail Langley... 
— Daniel Warren — interrompeu a loura, pronunciando seu nome com o prazer que sentiria se estivesse saboreando um chocolate quente com creme em um dia de inverno. 
— Você é o famoso arquiteto que Abigail trouxe da cidade de Nova York. 
Daniel se perguntou se ela estaria zombando ou flertando com ele. 
Com essas beldades do sul, quem poderia dizer? 
— Não sei se sou famoso, mas sou bastante conhecido no setor — confirmou. 
— Também conhece Abigail? Todo mudo por aqui conhece Abby. Seu marido, que Deus o tenha, foi tataraneto de Tex Langley, o fundador do Clube. — Ela se inclinou para frente em um gesto conspiratório, e Daniel sentiu seu perfume... 
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 Série Clube dos Milionários II
1- Votos com Amor
2- Jogo de Aparências
3- O Homem Certo Para Amar
4- Separados Pelo Testamento
5- Tentação
6- Na Cama com o Adversário

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Dupla Conquista

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 



Alex... Piloto. Radical. Campeão.

Determinado a ocupar sempre a posição mais alta do pódio, o único desejo de Alex é vencer a todo custo! 



Como campeão automobilístico, ele vive como dirige: rápido, arrojado e sempre chegando em primeiro lugar. Mas depois de um grande acidente que arruinou sua carreira, ele precisou aceitar seu maior medo: o fracasso.

A fisioterapeuta Libby Henderson fora contratada para trabalhar a recuperação de Alex, cujo objetivo passou a ser retomar a forma física.

Ao enfrentar o maior desafio de sua carreira, Libby teria de ser totalmente profissional se quisesse manter Alex em seu devido lugar! 


Capítulo Um 

No momento em que o carro de Alex Wolfe planou no ar, sabia que a situação era ruim. 
A ponto de imaginar uma ferida grave ou até um "se prepare para conhecer Deus". 
Estava prestes a se aproximar de uma série de curvas no fim de um trecho estreito no circuito de Melbourne e, ao interpretar erroneamente seu ponto de desaceleração, entrou rápido demais na primeira curva.
Tentara dirigir para o canto, mas quando o carro derrapou na água da pista, deslizou para fora e bateu numa parede de pneus que fornecia segurança aos pilotos, mas também à multidão de torcedores que ficava atrás da mureta de segurança.
Como uma bala cuspida de um revólver, ricocheteara da parede de pneus voltando ao campo próximo. Não viu o que aconteceu em seguida, mas a partir da grande pancada que o fez perder o controle, supôs que outro carro tivesse batido no seu.
Agora, enquanto decolava um metro acima do chão, o tempo parecia passar mais devagar, vendo momentos de sua vida como flashes piscando em sua mente. 
Antecipando a colossal pancada, penalizou-se por ter sido um tolo.
O número um do mundo por três temporadas seguidas... Diziam ser o melhor que já existira... E quebrara regras fundamentais de uma corrida. 
Deixou-se distrair. Permitiu que angústias pessoais prejudicassem seu julgamento e atrapalhassem sua performance.
As notícias que recebera uma hora antes de entrar no carro o atingiram duramente. 
Depois de quase vinte anos, Jacob estava de volta? Agora entendia por que sua irmã gêmea insistira entrar em contato nas últimas semanas.
Ficara impressionado quando recebera o primeiro e-mail dela e evitara responder as mensagens de Annabelle justamente por esse motivo. 
Não podia se dar ao luxo de perder a calma ou se distrair por...
Respirando fundo, deixou esses pensamentos de lado. 
Simplesmente não podia se distrair, apenas isso. Com o sangue bramindo como um oceano em seus ouvidos, manteve o volante sob controle enquanto o míssil de 420 quilos perfurava a parede de pneus.
Logo depois, foi envolvido pela escuridão, negra como o apocalipse. 
A força do impacto quis cuspi-lo à frente, mas corpo e capacete continuaram presos, mantendo-o amarrado.
Puxado com violência para frente, sentiu o ombro direito estalar e sangrar com uma dor que sabia que só iria piorar. Também sabia que devia sair rápido dali.
Tanques cheios de combustível raramente se rompiam, e roupas que retardavam o fogo eram coisas maravilhosas, porém nada impediria um homem de se queimar caso o carro explodisse.

Enterrado sob o peso dos pneus, lutou contra o impulso de tentar socar a borracha e se libertar, mas homens desorientados eram conhecidos por cambalear em direção aos carros que se aproximavam na pista. 
Segurando o braço ferido, praguejou como nunca: Então deu uma olhada na escuridão e, num momento de frustração, rugiu com nojo de si mesmo.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Desejo Tentador

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
 

Negócios não resolvidos! 


Quando Éden Foley saiu da vida do bad boy milionário Devlin Stone, jurou que seria para sempre. 
Ele sabia exatamente como fazê-la estremecer de desejo, mas era perigoso! 


Agora, forçada a entrar em contato com Devlin, Éden fica pasma: ele quer continuar do ponto em que haviam parado. Pior ainda, o corpo dela parece concordar! 
Uma noite com Devlin significava que ela podia finalmente seguir adiante com sua vida... 
Ou esse demônio de terno azul-marinho tem outros planos, mais prazerosos, em mente? 


Capítulo Um 


O poderoso estalido de vidro se quebrando fez o coração de Éden Foley disparar rumo à garganta como uma bala. Deus do céu! 
Será que alguém tinha jogado uma bomba no centro de Sidney? 
Com as batidas do coração aceleradas, Éden espiou pelo vidro maciço da fachada do restaurante. 
Do lado de fora, parada na calçada, uma mulher segurava um taco de beisebol. 
Um carro esportivo de luxo estacionado ao meio-fio reluzia um pára-brisa estraçalhado. 
Agora a mulher andava novamente, pronta para atacar o brilhante capo preto. 
A roupa dela parecia um vestido de noite, flutuava quando ela reuniu forças para dar a próxima pancada. Como dona de butique, Éden reconheceu que as estampas floridas clássicas estavam na moda. 
Ao mesmo tempo em que o taco acertou o capo, um homem alto, de estrutura impressionante, se apressou, vindo da parte traseira do carro. 
Com um movimento sem esforço, ele arrancou a arma da agressora. 
Então, para bloquear e impedir o olhar de curiosos, ele esticou o outro braço. 
Como na cena final de um filme de suspense, um carro da polícia freou ruidosamente. 
A sirene aguda estimulou os nervos de Éden a um novo patamar. 
Dois policiais saltaram quando a mulher em trajes floridos se abaixou no chão, num choro soluçante. 
Vacilante de alívio, Éden definhou no assento. 
Ela conhecia o sombrio e atraente proprietário daquele carro. Seria seu acompanhante naquele almoço. 
Há uma eternidade ele á deixara bem impressionada. Durante quatro felizes meses ela estivera viva e entregue nos braços de Devlin Stone. 
 Embora o caso tenha terminado mal, Éden não iria negar que compartilharam um tipo especial de laço, uma conexão que uma jovem cheia de expectativas tinha acreditado ser capaz de durar para sempre. Seis semanas antes, a irmã de Éden havia caído em armadilha semelhante. 
Sabrina tinha começado a sair com o irmão mais novo de Devlin, o conhecido playboy Nathan Stone. 
Assim como Devlin havia se desligado de Éden quando o interesse nela minguara, o bad boy Nathan também dispensaria Sabrina quando estivesse cheio dela. 
Tendo experimentado as delícias de um membro da família Stone por si só, Éden sabia por experiência própria o quão difícil poderia ser encarar os fatos. 
Ainda assim, Éden não podia, não iria, ficar parada e esperar o coração de sua irmãzinha ser dilacerado. 
A única solução provável tangia em apelar para o lado compassivo de Devlin, pedindo para que conversasse com Nathan, do jeito que apenas um irmão mais velho poderia fazer. 
Alguém precisava pedir a Nathan para deixar Sabrina escapar daquela situação difícil, e já, antes que as emoções dela flutuassem mais altas e a queda inevitável fosse mais dura. 
Depois do tormento no qual ele a colocara, certamente Devlin lhe devia tudo aquilo. 
Não que ela desse a mínima para Devlin Stone agora. Sentada na cadeira, Éden dava uma olhadela por sobre o cardápio encadernado em couro enquanto mantinha um olho na situação do lado de fora. 
Com o casaco se agitando, as mãos nos quadris esbeltos, Devlin conversava com os policiais, algumas vezes com uma expressão sombria que o fazia parecer formidável, em outras sorrindo como se estivesse contando as novidades a velhos amigos. 
Vinte minutos e duas limonadas depois, o carro da polícia se afastou. 
Éden tinha acabado de digitar uma mensagem em seu palmtop quando seu lindo ex entrou. 
Qualquer outra pessoa teria ficado desalinhada, mas Devlin aparentava estar calmo e controlado quando parou diante da mesa da recepção, ajeitou suas abotoaduras douradas e percorreu um olhar atento pelo ambiente. 
Após uma indicação do chefe dos maitres, Devlin acenou por entre as mesas. Éden sentiu as paredes se fecharem em torno de si até ele parar diante dela, uma torre humana, em vários sentidos. 
Claramente, Devlin Stone era perigoso. 
— Éden, que bom te ver. Embora o coração batesse de encontro às costelas, ela deu um jeito de oferecer um sorriso impassível. 
— Olá, Devlin.
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