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domingo, 8 de setembro de 2013

Nas Asas Do Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Série Os Baron 





Quando apenas uma noite se toma uma vida inteira... 

Slade Baron tomou uma atitude totalmente inesperada, pois não conseguiu resistir ao rosto angelical de Lara Stevens. 
Ambos aguardavam um voo que atrasaria uma noite inteira. 
Então, sugeriu que dormissem juntos... 
Quando Lara olhou dentro dos olhos de Slade, percebeu que não havia escapatória. 
Nenhum homem havia olhado para ela daquele jeito, ou a feito se sentir tão desejada. 
Enfim, não estaria fazendo mal a ninguém aceitando o convite dele. 
Afinal, tudo o que Slade queria era uma noite com ela, e Lara queria... um bebê. 

Capítulo Um

Slade Baron percebeu que os botões da saia de camurça verde da mulher loira estavam desabotoados na lateral, revelando mais de suas pernas longas e bem torneadas do que o decoro permitia. 

Cada vez que ela cruzava as pernas ele as via, lindas e bronzeadas. 
Slade a observava enquanto esperava, no aeroporto, que as condições do tempo melhorassem e que ele pudesse embarcar em seu voo para Boston. 
Aquele atraso todo para o embarque era angustiante, e a dona das belas pernas era uma distração bem-vinda. 
Ela estava na sala de espera havia meia hora, e os homens presentes pareciam bem alvoroçados. E ninguém poderia culpá-los. 
Aquela mulher era algo bem mais agradável de olhar do que a chuva, que não dava trégua, batendo contra as enormes vidraças do aeroporto.
Quando ela entrara ali, todos puderam notar, no mesmo instante, que era belíssima, ainda que estivesse vestida como uma mulher de negócios, com bolsa a tiracolo, um computador portátil em uma das mãos e uma pasta escura na outra, exatamente como todos os demais passageiros que aguardavam que a tempestade de verão amainasse. 
Mas quando ela se sentou bem na frente de Slade, tirou um livro da bolsa e cruzou as pernas, uma onda de eletricidade e calor percorreu o grande saguão. 
A abertura em sua saia revelava cada detalhe de sua pele perfeita. 
Ela cruzava e descruzava as pernas, entretida em sua leitura, e Slade estava no lugar certo para admirar a vista.
Voo atrasado, era o que diziam as informações de quase todos os painéis de embarque. E a situação não mudaria enquanto a tempestade não passasse.
Slade já havia refeito as anotações de sua exposição várias vezes, lido a seção de negócios do jornal e telefonado para Edwin Dobbs, o presidente do Banco Beaufort em Baltimore. 
Ele não tinha mais nada para fazer, era observar a moça loira cruzando as pernas ou morrer de tédio.
De repente, ela ergueu os olhos e o flagrou a olhá-la. Ela sorriu. Ele sorriu de volta. 
Ela baixou a cabeça de novo, virou a página e depois cruzou as pernas mais uma vez, para alegria de Slade. A saia, como era de se esperar, revelou mais do que deveria. 
Slade cruzou os braços, suspirou, ajeitou-se em sua desconfortável cadeira e deixou que sua imaginação assumisse o comando.
O que havia debaixo da saia?, ele se perguntou. Renda preta, provavelmente. 
Ou talvez exatamente o oposto, algo sutil, rosa bem claro. Cor-de-rosa ficaria estupendo contra a pele dela, Slade tinha certeza.
Ela se ajeitou, recruzou as pernas e... ora, quem diria? Renda preta. Ele tinha razão. 
Ela ergueu a cabeça novamente e encarou Slade, ainda perturbado com a visão. 
Ela sorriu. Ele sorriu. Então, sem nenhum aviso, ela se levantou. 
Colocou a bolsa no ombro, pegou sua maleta e seu computador, deu dois passos decididos e...
 






Série Os Baron
1- Esposa por conveniência
2- O Preço de um Homem
3- Nas Asas Do Amor 
4- Domadora de corações
5- Palavras de Amor
  

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Nas Asas Do Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Como se não bastasse Mel Anderson ter de organizar a bagunça que sua colega de trabalho deixa para trás, e seus funcionários darem mais trabalho do que produzem alguma coisa, ela agora tem de lidar com o único homem que esperava nunca mais ver... 
O homem que além de estar de posse da escritura do seu aeroporto, está de volta e procurando problemas. 
Ou melhor, na verdade, ele é o problema...
O mais incrível, irresistível e delicioso problema do mundo! 
Joe Black está determinado a reaver o aeroporto que pertence a sua família.
Ele não é nenhum tolo, mas a questão é que Mel também não é. 
Ela é intensa, teimosa e sexy, e muito... muito tentadora.
De repente ele se descobre pensando menos em vingança e mais em beijar, acariciar e mergulhar de pára-quedas nos braços daquela mulher encantadora... 


Capítulo Um 


Para Mel Anderson não havia nada mais gratificante do que voar. 
Nem andar a cento e cinqüenta quilômetros por hora em uma Ferrari, nenhum romance, nada. Não que tivesse algo contra o sexo masculino, mas voar sempre foi tudo para ela desde os quatro anos de idade, quando construiu duas asas de papelão e pulou de uma árvore, o que resultou em um tornozelo quebrado. 
Sua segunda tentativa aconteceu aos oito anos idade, quando saltou da cobertura da casa de dois andares da avó sobre uma pilha de folhas secas.
Não ganhou nenhum tornozelo quebrado dessa vez, mas sim uma bela contusão na parte posterior da cabeça. 
Aos doze anos, época em que a maioria das meninas se interessa por garotos, descobriu os aviões e aceitou um trabalho para limpar os assentos de um aeroporto local, apenas para ficar perto das aeronaves. 
Talvez porque não encontrasse felicidade em casa, ou não nutrisse muitas expectativas em relação ao futuro, a magia de voar era tudo com que sonhava. 
Queria ser piloto. Não qualquer piloto, mas um "ás" da aviação, que poderia voar em qualquer lugar, a qualquer hora e se sobressair no que fazia. 
Agora, aos vinte e seis anos, tinha tudo que almejara desde criança. 
Dirigia a própria companhia aérea, a Anderson Air, dona de um único Cessna 172 e um Hawker. Ter transformado suas asas de papelão em asas de titânio a fazia sentir um imenso orgulho. Bom seria se pudesse pagar todas as contas. 
Dinheiro, porém, assim como orgasmos, andavam escassos ultimamente. 
— Mel, o forno está com defeito outra vez! 
Mel suspirou enquanto caminhava pelo saguão de entrada do Aeroporto de North Beach, a pequena base operacional onde prestava seus serviços. 
O espaço confortável, pouco decorado, exibia alguns assentos de couro gastos, mesas de centro e vasos com coqueiros malcuidados. 
Duas paredes eram de vidro, com vista para a pista de pouso e decolagem e dois grandes hangares. 
Em um deles se encontrava o departamento de manutenção e, no outro, o departamento de atendimento a vôos noturnos. 
Além desses dois, havia uma fileira de catorze hangares menores, todos alugados para outras companhias. 
Mais adiante, ficava Santa Barbara e o Oceano Pacífico, onde ela habitualmente encontrava seus orientadores de pista e mecânicos das aeronaves pegando ondas em suas pranchas de surfe no horário de expediente. E
m uma parede distante havia um enorme mapa-múndi, pontilhado com percevejos coloridos que assinalavam diferentes lugares para onde ela e outros pilotos haviam voado. 
Os vermelhos predominavam. 
Ela era o vermelho, claro. Bastou olhar para o mapa para sorrir, orgulhosa.
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