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domingo, 16 de março de 2014

Dupla Sedução

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 




Alex Fairchild estava de volta!

Mas desde aquela noite, sete anos antes, quando Judith se deixara seduzir por ele, jurara a si mesma que nunca mais perderia o controle...
Judith estava determinada a manter Alex a distância.
Mas, por mais que tentasse, ela ainda o amava e o desejava.
Então Alex ofereceu-lhe um desafio: passar uma noite com ele e depois, pela manhã, tentar deixá-lo!


Capítulo Um 

"Não posso tornar a vê-lo", decidiu Judith, agoniada. 
Sua cabeça parecia girar. Sete anos haviam se passado, mas não conseguira esquecer nem perdoar. 
— Por que convidá-lo?! — Arregalou os grandes olhos verdes. 
— Esta noite temos uma festa, não uma reunião de negócios. 
O homem alto, em pé ao lado da lareira, continuou a fumar seu cachimbo. 
— Você me ouviu, Raymond? Perguntei por que você convidou Alexandre Fairchild. 
— Dê-me um motivo para não tê-lo feito, Judith. 
— Porque mal o conhece! Apenas se encontraram para um almoço, ora! 
Raymond sentou-se e a encarou, dando de ombros. 
— O que tem a ver uma coisa com a outra? Como eu poderia saber que isso causaria algum problema? Não fazia idéia de que você o conhecia. 
Judith teve vontade de gritar. Como ele podia ficar ali, tão tranqüilo? 
— Retire o convite, Raymond. Eu suplico. 
— Ainda não me explicou o que tem contra aquele rapaz, Judith. 
— Alexandre é um miserável! 
Raymond ergueu uma sobrancelha. 
— Não é seu costume referir-se assim a quem quer que seja, minha querida. Mesmo porque, ele me pareceu um sujeito decente. 
— Você não o conhece. Confie em minha palavra. 
Judith virou-se para o lado, com as faces coradas e o coração disparado. 
"Meu Deus, tenho de parar com isso ou vou me arrebentar." 
— Não posso cancelar o convite. Nem sei em que hotel Alexandre está hospedado. Judith se voltou para fitar o noivo. 
— Então não irei. Não quero ver Alexandre. — Judith percebeu que estava adotando a política errada. 
— Não pode dizer que não estou passando bem? 
— Isto é impossível, Judith. Margareth está dando esta recepção para você! 
Judith detestava conflitos. Mas seus nervos estavam à flor da pele e, pela primeira vez, deu vazão a seus sentimentos. 
— Não, ela não está fazendo nada para mim, Raymond. Margareth não me suporta. Está dando a festa para você, Raymond, o adorado irmão mais velho. 
— Sei que vocês não são exatamente amigas, mas ao menos Margareth está tentando... 
— Ah, sei! Margareth me odeia desde que vim cuidar de sua mãe. 
— Como pode dizer isso, Judith? A doença de mamãe exigiu demais de toda a família. Se às vezes Margareth foi um pouco ríspida com você, isso se deve à preocupação. 
Na verdade, Margareth tinha sido hostil desde o momento em que a Sra. Pascoll se afeiçoara a sua nova enfermeira.
Nem os sete anos de cuidados com a frágil saúde da mãe de Raymond tinham diminuído a animosidade da irmã.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

A Noiva de Azul

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 


Seria possível viver um casamento de mentira com este homem?

Jonathan Parnell decidira casar-se com Sofia! E quando ele queria alguma coisa, conseguia! 
Por isso preparara tudo da maneira mais impecável possível, para que nada desse errado. 
Sofia estava longe de se sentir radiante. 
Jonathan era um homem frio, determinado, e não adiantaria ir contra as determinações dele. 
Não, quando tudo já estava definido! 
Ele lhe assegurara que seria apenas um casamento de aparências, mas Sofia começava a perceber que Jonathan pretendia que ela interpretasse o papel de esposa... em todos os sentidos.
E o problema é que ela estava gostando demais da ideia! 


Capítulo Um 

— Está na hora, Sofia. — Um arrepio percorreu a coluna de Sofia ao ouvir a voz grave. 
Respirando fundo para ganhar confiança, ela saiu de perto da janela cuja vista lhe proporcionara alguns poucos minutos de tranquilidade. 
Tentou não parecer tão infeliz quanto se sentia. Afinal, o mínimo que se esperava de uma noiva, no dia do casamento, era que estivesse radiante e feliz. 
O homem com quem estava prestes a se casar estava magnífico em seu elegante terno cinza-escuro com colete. Sofia sempre o considerara um homem bonito, com seu rosto de traços fortes, o cabelo negro e os olhos azuis. 
Mas Jonathan tinha uma beleza fria e ameaçadora pela qual não conseguia se sentir atraída. 
— Você não está usando branco — ele disse rispidamente.
Engolindo em seco, Sofia contemplou o tailleur que ela própria escolhera para a ocasião. A saia levemente pregueada e o casaco até os quadris ajudavam a disfarçar as recentes mudanças em seu corpo. 
Também estava usando um chapéu: um modelo delicado com uma flor azul de lado e um leve véu que cobria sua testa. 
Quando Vilma tentara convencê-la a usar branco, Sofia se recusara terminantemente. Que hipocrisia seria usar branco! Se ao menos fosse um casamento por amor... Mas não. 
Estariam apenas cumprindo a promessa feita a um moribundo. 
— Não, não estou! 
A resposta lacônica não fora um desafio, mas uma reação medrosa. Jonathan Parnell deixava-a apavorada. 
Sofia jamais conhecera alguém tão amedrontador quanto o irmão mais novo de Godfrey. 
Nem mesmo Joe, seu terrível padrasto, conseguira fazê-la tremer como o homem à sua frente. Algumas vezes ela chegava até a gaguejar, o que a levava a falar por meio de monossílabos. 
— Você tem o direito de usar branco — ele asseverou. 
— Foi meu irmão que errou. 
Os olhos castanhos de Sofia se arregalaram ante as palavras injustas. Ela compartilhara do leito de Godfrey espontaneamente e o teria feito mais do que aquela única vez, se tivesse chance. 
Mas, infelizmente, jamais houve uma segunda chance. A saúde de Godfrey piorara sensivelmente no dia seguinte e, após poucas semanas, ele falecera. Jamais voltaria a vê-lo. Ele jamais conheceria seu filho... As lágrimas inundaram os olhos de Sofia. 
— Ora, não chore! — Jonathan ordenou, tirando o lenço do bolso de seu casaco ao se aproximar. 
— O que foi feito está feito. Não vá borrar estes seus lindos olhos. 
Aturdida com o inesperado cumprimento, Sofia sentiu-se ainda mais vulnerável quando as mãos de Jonathan depositaram o lenço em sua mão trêmula. Era outra característica que a amedrontava: o tamanho de Jonathan. 
Era um homem enorme; não apenas alto, mas de formidável compleição, com ombros e peito largos e longas pernas musculosas. 
Godfrey era mais baixo, com feições delicadas e mãos elegantes, quase femininas. 
— O... obrigada — ela disse, a voz e as mãos vacilantes enquanto secava os olhos. 
— Por que sempre age como se estivesse morrendo de medo de mim? — reclamou Jonathan.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Um Caso Secreto

ROMANCE CONTEMPORÂNEO







"Todos os atores são uns demônios com as mulheres...Devassos, Sedutores, Malcriados!" 

Matt Sheffiel parecia encarnar aquele papel... perfeitamente. 
Uma experincia amarga anterior tinha ensinado a Clare a tomar cuidado com aquele tipo de homem. 
E ela sabia que Matt estava lhe oferecendo nada mais nada menos do que um caso. 
E Clare estava determinada a não se deixar envolver por promessas outra vez... não importava quais fossem as tentasções! 

Capítulo Um

— Você é mesmo uma garota de sorte, não?
Clare colocou o remédio para pressão alta, com a receita, em cima do balcão. Depois olhou, contrariada.
— O que quer dizer... sorte? – ela indagou, com medo da resposta.
A expressão da sra. Brown era ao mesmo tempo compreensiva e exasperada.
— Clare Pride! Quem você pensa que está tentando enganando? Eu estava lá no clube, ajudando nos preparativos para o grande baile desta noite e vi muito bem os cartões indicando os lugares à mesa. Não sei por que fingir que não sabe do que estou falando!
O coração de Clare começou a bater mais rápido.
— Vai ser incrível sentar-se ao lado do maravilhoso Adrian Archer a noite toda! – a Sra. Brown continuou, delirando. – Aquele homem pode colocar o estetoscópio no meu peito a hora que bem entender!
Por um momento Clare concordou integralmente com aquelas palavras. Ela também tinha tido pequenas fantasias, enquanto assistia Bush Doctor. Toda terça-feira à noite.
Mas rapidamente lembrou-se de que não passava de meras fantasias. O homem na tela não era real. Ele era uma ilusão.
Um sonho romântico. Ao vivo, sem duvida, ele provaria ser exatamente o oposto de charmoso, carinhoso e de caráter irrepreensível que era na televisão.
— Ele não é um medico de verdade – Clare tentou ponderar. A sra. Brown pareceu contrariada.
È claro que ele é um medico! Olhe para aquelas salas de emergências onde ele trabalha! E não é só isso: ele tem os modos muito finos!
Aposto que tem, Clare pensou.
— Só um medico de verdade pode ser tão simpático e atencioso como o dr. Archer é! – A sra. Brown insistia em seu ponto de vista.
— Nancy... – Clare falou, paciente. – Ele é um ator. Não há duvidas de que tem muito talento, mas Bush Doctor é um seriado de televisão. O dr. Adrian Archer não é medico de verde. Se você olhar o nome do elenco ao final de cada capitulo, verá que ele se chama Matt Sheffield.
— Bem... 
 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Paixões Proibidas

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 








Ele não podia resistir à inocência. Nick Coleman era um dos solteiros mais cobiçados de Sidney.

Mas as mulheres não ficavam muito tempo em sua vida: ele as amava e as abandonava em um piscar de olhos.
No entanto, não seria capaz de fazer o mesmo com Sarah. Afinal, prometera ser seu guardião e protegê-la...


Capítulo Um

Uma ruga se formou na testa de Sarah enquanto olhava Derek deixar o bar lotado e voltar lentamente para a mesa deles, com duas taças de champanhe.
Ela começara a se preocupar por ter aceitado seu convite para um drinque de Natal.
Sarah se consolou com o pensamento de que, nos seis meses em que Derek havia sido seu personal trainer, nunca tomara liberdades de qualquer forma, estilo ou modo. Mas havia um brilho diferente nos olhos dele quando lhe entregou a taça e depois se sentou.
— Muito gentil de sua parte — disse ela, meio hesitante. O coração de Sarah quase parou quando ele sorriu.
— Eu sou gentil — respondeu Derek. — E não, eu não estou tentando conquistá-la.
— Não pensei que estivesse — mentiu Sarah antes de to¬mar, aliviada, um gole do champanhe.
— Você pensou.
— Bem... Derek riu.
— E só um drinque para comemorar. Você merece, depois de todo o trabalho duro que realizou. Mas tenha cuidado durante o feriado de Natal. Não quero que volte para mim no final de janeiro com o corpo de seis meses atrás.
Sarah fez uma careta diante da lembrança.
— Confie em mim. Nunca mais deixarei que isso aconteça.
— Nunca diga nunca.
Sarah balançou a cabeça enquanto descansava a taça na mesa.
— Pensei muito enquanto você trabalhava para eliminar minha gordura nestes últimos meses e aceitei o motivo que me levou a comer demais para me consolar.
— Então, qual é o nome dele? — perguntou Derek.
— Quem?
— O motivo de você comer demais para se consolar. Sarah sorriu.
— Você é muito intuitivo... Derek sacudiu os ombros.
— Era de esperar. Gays entendem muito de assuntos do coração.
Sarah quase derramou a bebida.
— Você nem suspeitava, não é?
Sarah olhou fixamente para ele do outro lado da mesa.
— Deus do céu, não!
— Não gosto de caras que exibem suas preferências sexuais, que são óbvios ou afeminados demais. Outros gays algumas vezes adivinham, e uma ou duas garotas também.
— Verdade?
Mesmo agora que sabia Sarah não conseguia perceber nenhum sinal de que Derek era gay. Nem qualquer uma das mulheres que freqüentavam a academia, a julgar pelas con¬versas no banheiro feminino. A maioria das garotas achava-o muito atraente.
Sarah concordava que Derek era bonito, tinha belos olhos azuis, um corpo sensacional e um bronzeado maravilhoso, mas nunca se sentira atraída por homens louros.
— Agora que você sabe que não estou passando uma cantada — continuou Derek —, que tal responder à minha pergunta anterior? Ou você quer manter em segredo sua vida amorosa?
Sarah teve que rir.
— Não tenho uma vida amorosa.
— O quê? Nada mesmo?
— Não neste último ano.
Tivera namorados no passado, na universidade e depois de formada. Mas tudo terminava sempre mal, quando os levava em casa para conhecer Nick. 
Para ele, o namorado da vez sempre parecia um ser insignificante. A cada apresentação, Sarah percebia com total clareza que queria Nick mais do que jamais quisera qualquer outro homem. 
Nick também tinha o dom de fazer comentários que a forçavam a se perguntar se o namorado estava interessado nela ou em sua fu¬tura herança.
Mas Sarah não acreditava que Nick estragava seus relacionamentos por uma razão pessoal. 
Isso significaria que ele se importava com quem ela namorava o que não ocorria. 
Deixara muito claro, desde que se tornara seu tutor, que detestava a tarefa 
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O Homem que Todas as Mulheres Desejam

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
 Para a maioria das mulheres, Ryan Armstrong é irresistível, do jeito que ele gosta! 
Além dos negócios, o único compromisso de Ryan Armstrong era sair à caça! Laura, no entanto, recusava-se a ser mais uma na vasta lista de mulheres seduzidas por ele. 
Ela não tinha tempo a perder com homens arrogantes, muito menos com um capaz de despir o tailleur inteirinho de uma mulher apenas com a imaginação! 
Ryan era a ultima pessoa no mundo com quem Laura desejaria dividir a cama por uma semana inteira... 
Mas ela precisava da ajuda dele! Por isso, logo Ryan iria realizar sua jogada, e Laura tinha dúvidas se teria forças para resistir... 


Capitulo Um 

Ryan Armstrong nunca misturava negócios com prazer. 
O caso dele era o clássico do gato escaldado, ou melhor, gato ponderado. Ryan era muito cauteloso e atento a complicações e conseqüências que surgiam por misturar negócios com prazer. 
Muito cauteloso. Quando era mais jovem e não estava envolvido com o mundo dos negócios, não existia motivo para resistir às tentações, especialmente no que se referia ao sexo frágil. 
Se uma garota o atraísse, ele não pensava duas vezes antes de caçá-la avidamente, e geralmente com sucesso, visto que a natureza o havia agraciado com o tipo de estatura e corpo extremamente atlético, de ombros largos, que as mulheres desejavam e que o tornou um dos mais bem-sucedidos e bem pagos goleiros do mundo. 
De seus 23 aos 29 anos, período em que jogou futebol em diversos clubes na Europa, ele teve mais namoradas do que gols evitados. 
Quando uma lesão o forçou a aposentar-se aos 30 anos, ele havia estabelecido uma empresa para agenciamento de atletas em Sydney, mas Ryan infelizmente ainda não havia desenvolvido o saudável hábito de controlar ou ignorar seus impulsos sexuais. 
Então, quando uma de suas primeiras clientes, que, além de muito atraente, era uma grande atleta, começou a flertar com Ryan, foi inevitável acabarem na cama. Dados os quase 30 anos dela e sua total dedicação à carreira, Ryan nunca imaginaria que ela desejaria qualquer coisa além de um caso rápido. 
Entretanto, ao fim do segundo encontro, Ryan percebeu que havia cometido um tremendo erro. A garota lhe enviava mensagens constantemente, enaltecendo as suas habilidades sexuais, dizendo o quanto ela gostaria de ser sua esposa. Quando terminou o caso, com muito tato, ele acreditava, ela tentou destruir seu negócio enviando informações confidenciais à imprensa, além de várias outras tentativas de causar escândalos. 
Infelizmente, para ela, àquela altura, ele já havia apagado todas as mensagens comprometedoras, tornando tudo um caso de “a palavra dela contra a dele”. No fim, ele ganhou, mas por pouco. Ryan estremecia só de pensar como chegou perto de perder tudo pelo que havia trabalhado. 
O negócio ainda sofreu por algum tempo e, por isso, a regra de não misturar negócios com prazer era muito clara. Atualmente, ele namorava apenas mulheres maduras, sensatas, que não tinham absolutamente qualquer envolvimento com a empresa, Win-Win Agenciamento Esportivo. Ficava bem longe de qualquer cliente, funcionária ou mulher que tinha qualquer relacionamento com a agência. 
A atual namorada dele era uma executiva de relações públicas em uma empresa que ele nunca contratou. Erica era uma loira de 35 anos, divorciada, sem filhos e muito ambiciosa. Melhor ainda, ela estava tão interessada em casamento ou paixão quanto ele. 
Já tinha passado por tudo isso e não foi tão feliz. Ela atendia às necessidades de Ryan de forma admirável, era atraente, inteligente e sexy. Ryan havia descoberto nos últimos anos que mulheres focadas em suas carreiras eram, geralmente, bastante quentes na cama e tendiam a não fazer escândalos quando ele queria terminar o relacionamento. 
Ryan geralmente terminava os relacionamentos após alguns meses, às vezes um ou outro durava um pouco mais, porém eram raros. Muitas vezes, eles terminavam antes, uma ou duas vezes duraram apenas algumas semanas, ele sempre se afastava rapidamente caso sentisse potencial para algum problema. 
Ryan faria 38 anos. Uma idade em que a maioria dos solteirões buscava um casamento, família, estabilidade... Todos os amigos dele estavam casados, até mesmo aqueles que ele pensava que nunca sucumbiriam ao desejo de aquietar-se. 
Ele podia entender muito bem porque as mulheres o viam como um bom alvo para um casamento, e como ele nunca falava sobre seu passado, elas não sabia que ele havia decidido há muito tempo que nunca se tomaria um marido ou pai. 
E Ryan não tinha mudado de idéia quanto a essa decisão. 


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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Amante Por Um Mês

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

“O astro da TV Rico Mandretti é amado por todos pelo seu programa de culinária e também pelo seu charme.

Porém, além de espaguete, ravióli e fettuccine, este australiano de família italiana tem outra paixão: a bela e sedutora Renée Selinsky. 
Ela o despreza, mas ele não consegue tirá-la da cabeça. 
E tudo de que precisa é um artifício para atraí-la direto para seus braços. 
Rico faz uma aposta com Renée em uma rodada de pôquer. 
O que ela não sabe é que caso ele ganhe, ela será o prémio. 
E por isso, terá de pertencer a Rico por um mês inteiro. 
 "Como sua amante!” 

Capítulo Um 

Rico Mandretti saltou para dentro de sua Ferrari vermelha brilhante e dirigiu-se não para o hipódromo de Randwick, e sim diretamente para a casa dos pais, nos arredores de Sydney. Seus planos mudaram. A noite anterior os tinha mudado. 
Hoje, não, murmurou Rico para si mesmo, enquanto corria pelas estradas amplas a oeste de Sydney, sem se dar conta dos olhares mal-intencionados que recebia da maioria das mulheres dos carros que ultrapassava, e de todas aquelas nos carros com os quais emparelhava nos sinais de trânsito. 
Somente uma mulher ocupava a mente de Rico naqueles dias. 
Somente uma mulher, ele desejava que o olhasse como se ele valesse a pena e não como um playboyzinho convencido sem nada na cabeça. 
Por mais de cinco anos, havia suportado as farpas que Renée Selinsky atirava-lhe na mesa de jogo todas as noites de sexta-feira e também nas corridas das tardes de sábado. 
Cinco anos suportando tal tratamento. Era tempo demais!
Mesmo assim, precisava confessar que até a noite anterior apreciava as disputas verbais de uma maneira perversa, apesar do fato de geralmente Renée levar a melhor. 
Quando, temporariamente, há alguns meses ela o ignorou, ele odiou. Rico descobriu, então, que preferia ser provocado a ser ignorado. 
No entanto, Renée exagerou na noite passada. Imagine se ele ficaria ao alcance da língua cáustica daquela mulher novamente, hoje nas corridas. 
Chegara ao limite! O sinal ficou verde e ele pisou fundo no acelerador. 
A Ferrari deu um salto, os pneus cantaram levemente e ele disparou pela estrada. 
No entanto, devido ao limite de velocidade naquela parte da auto estrada e aos sinais de trânsito, não havia alívio para a frustração de Rico na velocidade, nem fuga para os pensamentos.
Logo estaria novamente parado no sinal vermelho, irritadíssimo, pensando em sua vingança. 
Naquele exato momento, ela estaria nas corridas, possivelmente sentada no bar da tribuna, bebericando sua taça de champanhe, com seu ar frio e classudo de sempre sem ligar a mínima por ele não ter aparecido. 
E Rico sentado em seu carro fumegante, já lamentando a decisão de não ir. 
Ele amava as corridas. Eram uma de suas paixões. 
E uma das dela também, infelizmente. 
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sábado, 2 de junho de 2012

Um Jeito De Amar

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Seu dinheiro pode lhe comprar o que quiser... e ele quer uma esposa! 


Richard Crawford é rico, bem-sucedido e está pensando em sua mais nova aquisição. 
Ele quer uma esposa e filhos, mas sem se apaixonar. 
E para isso jatem a candidata perfeita: Holly Greenaway, uma florista que luta para tirar o negócio da família da falência. 
É a oportunidade que Richard esperava: ele pretende comprá-la junto com sua pequena empresa. 
Mas não será tão fácil possuí-la e torná-la sua esposa sem dar qualquer chance para o amor... 


Capítulo 


Um Holly olhou, pela milésima vez, para a placa vende-se que tinha sido colocada menos de meia hora atrás sobre o vidro da loja. 
Fúria e indignação faziam sua cabeça girar. 
Como sua madrasta ousava fazer isso? A floricultura uma flor por dia era pelo menos metade sua por direito. 
Ela deveria ter sido consultada. Deveria ter sido considerada. 
Mas qualquer consideração com seus sentimentos tinha claramente acabado com a morte de seu pai. 
Qualquer esperança de que o negócio adorado de seu pai um dia se tornasse dela morrera com ele. 
Holly havia sido tola em permanecer. 
Especialmente tola por trabalhar por um salário patético, considerando que era gerente da floricultura agora, e fazia a contabilidade também. 
Aos domingos. No seu dia de folga! 
Sara tirava quase tanto dinheiro quanto ela do trabalho. 
E Sara só trabalhava de quarta a sábado. 
Certo, Sara era uma excelente florista, com muita experiência, mas Holly também tinha muita experiência. Apesar de ter somente 26 anos, trabalhara com flores sua vida inteira. Seu pai começara a treiná-la para ser florista quando Holly era muito pequena. 
E ela começara a acompanhá-lo à floricultura logo após seu aniversário de 15 anos. 
Como eles tinham sido felizes naquela época! 
Apenas ela e seu pai. E então Connie havia aparecido. Até que seu pai morresse, dois anos atrás, Holly não percebera que tipo de mulher sua madrasta era. 
Connie tinha sido muito inteligente durante os oito anos que fora a segunda Sra. Greenaway. 
Mas logo depois que seu pai se casara com a atraente divorciada, Holly certamente soubera que sua meia-irmã era ciumenta, vingativa e má. Infelizmente, Katie também havia sido muito inteligente com seu novo padrasto. 
Holly amargamente ressentia-se da maneira que Connie e Katie haviam explorado seu pai. 
Somente o fato de que ele parecia feliz a fizera ficar calada sobre as maldades que Katie lhe falava em particular. 
E claro, após a morte de seu pai, todos os cuidados tinham acabado. 
Connie começara a mostrar quem realmente era, e Katie...
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Wives Wanted!
1 Um Jwito de amar
2. The Tycoon's Trophy Wife
3. A Scandalous Marriage Bought by the Tycoon

domingo, 8 de abril de 2012

Diferentes Mundos

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Amantes ingleses



Ele não fica para sempre... O bilionário britânico Warwick Kincaid gosta de arriscar.

Mas não tem a menor intenção de se casar e ter filhos.Doze meses é o seu limite para relacionamentos sérios.
Quando convida Amber Roberts para vir morar com ele, ela se ilude ao pensar que ele poderia ter mudado.
Depois de 10 meses, Warwick começa a agir com frieza e a ficar ausente.
Será que o tempo com Amber havia acabado, do mesmo modo que acontecera com as mulheres com quem ele morou antes dela?
A química entre os dois continuava forte, e ela custava a acreditar que sua relação com Warwick havia acabado mesmo...

Capítulo Um

Amber cerrou os dentes com força enquanto examinava seu telefone de novo para saber das mensagens recebidas.
Ainda nada sobre Warwick. Digitou o número de seu celular e ouviu, pela milésima vez, que esse número estava indisponível.
Não deixou mensagem. Não fazia sentido deixar. Já deixara três, cada uma mais frustrada que a outra. Quando ela sugerira um jantar romântico nesta noite, em vez de uma ida ao restaurante, Warwick prometera estar em casa às sete e meia.
Mas, um pouco antes das seis horas, enviara uma mensagem dizendo que se atrasara e que poderia chegar mais tarde, talvez às oito horas.
No momento, faltava pouco para nove horas, e ainda nenhum sinal dele. Também não havia mais mensagens. — Sem dúvida, não está tão ocupado que não possa me telefonar — murmurou Amber, prendendo a respiração enquanto voltava para a cozinha, atirava o celular sobre o balcão de granito negro e desligava o forno onde o estrogonofe de carne, que já passara do ponto, permanecia aquecido. Ainda bem que não começara a fazer o arroz. Quem sabe ainda daria para salvar o jantar. Apesar de que ela já perdera o apetite há muito tempo.
Abrindo a enorme geladeira de aço escovado, na qual nunca havia comida suficiente para preencher todas as prateleiras (uma compra tola, já que eles raramente comiam em casa),
Amber procurou a garrafa de vinho Sauvignon Blanc da Nova Zelândia, que se tornara seu favorito, e se serviu.
Carregando o copo e bebericando, voltou pela sala de jantar, fazendo uma careta ao passar pela mesa lindamente preparada e se dirigiu à sacada, esperando se acalmar com a visão tranqüilizante da água. Usando a mão livre, abriu uma das portas de vidro que conduzia à grande sacada em curva, que circundava todo o apartamento, e que era agraciada com um cenário espetacular do porto de Sidney. Infelizmente, estava muito frio lá fora.
 brisa que vinha das águas logo embaraçou e despenteou o cabelo de Amber.
Com uma nova careta, ela se virou e voltou correndo para o interior do apartamento, com sua temperatura climatizada, fechando a porta em seguida.
Por um momento, se esquecera de que era inverno.
Warwick sempre mantinha o ambiente agradavelmente aquecido.
Repousando o copo sobre uma das mesinhas com tampo de vidro que ladeavam o sofá de couro branco, Amber atravessou a sala de estar ricamente decorada e entrou no enorme quarto da suíte principal.
Sentiu um aperto no peito enquanto olhava para a cama com os lençóis de cetim cor de creme, já virados para recebê-los, e as velas perfumadas que colocara sobre os criados-mudos, antecipando a noite que teriam. — Canalha — murmurou, rumando para o banheiro anexo, todo revestido de mármore cor de creme, onde pegou uma escova da gaveta do seu lado na pia dupla e começou a escovar o cabelo com gestos vigorosos.
Não levou muito tempo para colocá-los em ordem, pois seu cabelo era maleável, longo e liso, com uma
franja espessa. Entretanto, suas emoções não eram tão fáceis de controlar.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Apenas Uma Mentira

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Um grande amor poderá superar as barreiras das mentiras. Apaixonada por seu chefe, Hannah sofria ao vê-lo envolvido em um conturbado romance, afinal Felícia, a noiva dele, só estava interessada em dinheiro e posição social. 


Quando Jack sofreu um acidente e teve perda parcial de memória, Hannah achou que seria uma ótima chance de tirar Felícia do caminho. 
Mas jack lembrou-se de que estava noivo. 
Por isso, antes mesmo de se dar conta do que estava fazendo, respondeu que ela era sua noiva! 


Capítulo Um 


Uma leve garoa começou a cair logo depois que o carro entrou na estrada longa e sinuosa, a caminho de Blue Mountains. 
Hannah ligou o limpador de para-brisa e olhou para o passageiro a seu lado. 
Felizmente ele continuava adormecido. 
O percurso de Sídnei até a cabana era difícil mesmo com o tempo favorável. 
Em uma noite de sexta-feira escura e chuvosa, a viagem tornava-se até perigosa. 
Segurou o volante com mais força, sentindo um frio no estômago. 
Que diabos estava fazendo? O bom senso lhe dizia para manobrar o carro e levar Jack de volta para casa, confessar tudo e pedir perdão. 
"Sinto muitíssimo", podia até se ouvir falando. 
"Não sei o que deu em mim, mas claro que não sou sua noiva. 
Apenas uma secretária preocupada que simplesmente não poderia deixar aquela maldita ambiciosa envolvê-lo outra vez. 
Quando uma telha caiu sobre a sua cabeça essa manhã, enquanto visitávamos uma das construções da sua empresa, e as últimas seis semanas se apagaram da sua memória, incluindo seu conturbado romance, a princípio pensei que poderia ser o fim de Felícia. 
Porém, uma das enfermeiras do hospital disse que uma noiva havia sido mencionada e pediu que eu telefonasse para ela. 
Então imaginei Felícia envolvendo-o mais uma vez com toda aquela falsidade e mentiras constantes. 
Por isso, antes mesmo de me dar conta do que estava fazendo, respondi que eu era sua noiva!" Hannah sobressaltou-se quando Jack se mexeu no assento, resmungando algo incompreensível. Respirou aliviada ao vê-lo adormecer novamente, inclinando a cabeça para o lado. 
Por um instante, pensou ter verbalizado seus pensamentos em voz alta. 
Todavia, por mais que a razão mantivesse avisos constantes em sua mente, Hannah não pretendia voltar atrás na decisão. 
Aliás, nem se importava em perder o emprego depois disso tudo, o que provavelmente aconteceria. 
Até Jack recuperar a memória, e segundo o médico isso aconteceria a qualquer momento nos próximos dias, a única pessoa que ficaria com ele seria ela própria. 
Estava determinada a manter aquela bruxa bem longe até poder contar a Jack toda a verdade sobre a mulher com quem ele pretendia se casar no final do mês. 
A essa altura, Felícia devia estar furiosa, depois de ler o fax assinado por Jack, dizendo que ele iria pensar um pouco mais sobre o noivado e que ficaria fora durante alguns dias, para refletir melhor sobre a situação. 
O fax também dizia que não adiantaria tentar localizá-lo e que ele entraria em contato com ela quando voltasse. 
Qualquer culpa que Hannah pudesse sentir por fazer algo tão ousado, inclusive falsificar a assinatura de Jack, desapareceu quando ela lembrou do que descobrira na noite anterior. 
Aquela mulher não merecia consideração. 
Estremeceu só de pensar no quanto chegara perto de não ir à festa de noivado, onde descobrira a verdade. 
Ao chegar em casa depois do trabalho, no dia anterior, encontrara os papéis do divórcio em meio à correspondência. 
O detalhe não a deixara com o mínimo ânimo para ir a uma festa.
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Escravos Do Desejo

ROMANCE CONTEMPORÂNEO





Sob o comando do Sheik...

O sheik Bandar bin Saeed ai Serkel levava a vida em ritmo acelerado.

Mas agora o bilionário do petróleo estava diante de um caminho sem saída: tinha um tumor cerebral.
A chance de recuperação era de cinquenta por cento.

Algumas semanas antes de iniciar o tratamento, ele pensa em buscar distração numa viagem à Austrália onde vai mergulhar em seu passatempo favorito: uma mulher na cama, sob seu comando.
Uma escrava para seu lendário apetite sexual...
Foi então que Samantha Nelson apareceu...

Capítulo Um

— Que perda de tempo... — murmurou Samantha quando atirou a mala no banco traseiro de sua caminhonete e fechou a porta.
— Que desperdício de dinheiro — acrescentou para si mesma, depois de ligar o motor.
Seu único consolo era não ter um longo caminho à frente.
A distância do aeroporto de Williamstown até o Hunter Valley era bem menor do que o percurso do aeroporto de Sidney.
Cerca de uma hora e meia e não três.
Ainda assim, quando deixou o estacionamento e dirigiu-se à auto-estrada, deu um suspiro de frustração e desapontamento.
Jamais devia ter dado ouvidos a Cleo.
Um pacote de férias de cinco dias num resort na Gold Coast — independentemente de quão badalado o lugar fosse — não iria ajudá-la a arrumar um namorado — seja para um longo período ou para alguns momentos.
Encontrar o amor de sua vida num lugar desses não passava de uma idéia incrivelmente romântica.
A possibilidade de um romance rápido não era muito plausível.
Samantha não era o tipo de garota que sai com um lindo homem para jantar e tomar alguns drinques algumas vezes, seguido do tipo de sexo com que as mulheres sonhavam, mas raramente gostavam.
Bem, ela era atraente o suficiente para despertar a atenção masculina, especialmente depois que Cleo a arrastara para um salão de beleza em Newcastle para fazer mechas louras nos longos cabelos castanhos e transformar as grossas sobrancelhas em elegantes arcos finos, além de ajudá-la a comprar roupas que modelaram seu corpo.
Samantha tinha de admitir que estava com ótima aparência nos últimos cinco dias.
Muitos homens haviam se aproximado, tanto na piscina quanto no bar do restaurante.
Mas sabia que seu jeito os afastava rapidamente.

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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Estranha Sedução

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Capítulo Um

Rhea estava atrasada.
Com passos acelerados dirigiu-se ao fundo da igreja e abriu o órgão.
Menos mal que a noiva também estivesse atrasada!
Com um suspiro de alívio, sentou-se e se concentrou na separação das partituras escolhidas.
— Com licença...
Rhea levantou a cabeça, irritada com a interrupção, mas ao ver quem era sentiu o sangue afluir-lhe ao rosto.
— Desculpe incomodá-la, mas tenho um recado por parte da mãe da noiva.
Rhea não podia acreditar em seus olhos.
Não era possível! Não aquele homem.
Não ali, numa pequena cerimônia de casamento num subúrbio de Londres.
Aquele era o último lugar do mundo onde um homem como ele poderia ser encontrado!
Mas era ele! Disso ela não tinha a menor dúvida.
— Senhorita?
Ele certamente estava perplexo com sua reação.
Surpresa? Não!
Surpresa era uma palavra muito leve para descrever o que sentia.
Choque seria a expressão adequada para explicar as sensações que a assaltavam.
O estômago contraía, o coração pulsava loucamente, um calor intenso a sufocava.
A perplexidade do homem se transformou em preocupação.
— Está se sentindo bem?
— Desculpe — Rhea se esforçou para falar. — Por um momento o confundi com outra pessoa.
— Ainda bem que se enganou. — Ele lhe sorriu com charme. — Não gostaria de ser essa pessoa. A senhorita parecia aterrorizada.
Sim, ele estava certo. Realmente a aterrorizava. Mas por quê?
— A sra. Gabroni queria saber — ele prosseguiu gentilmente — se poderia tocar Ave Maria de Gounod, enquanto os noivos estiverem assinando o livro. É possível?
Rhea concordou com um movimento de cabeça.
— Ela também me pediu que lhe entregasse este envel¬pe com o valor combinado.
O homem o colocou sobre o órgão e Rhea não pôde deixar de notar o brilho de seu anel de ouro e diamante, as unhas bem cuidadas, o punho da camisa de seda branca, o terno impecável.
O homem que a aterrorizava certamente era bem-sucedido.
— Obrigada — ela agradeceu, com os olhos baixos.
Não podia se arriscar a encarar mais uma vez aquele rosto, mas ele não se afastava.
— Mais alguma coisa? — Ela engoliu em seco.
O homem a fitava insistentemente.
Por que deixara os cabelos soltos justamente naquele dia? Rhea pensou.
Estaria ele imaginando como ficariam, espalhados em seu travesseiro, enquanto ela cerrasse os imensos olhos azuis?
Chocada com a linha de seu pensamento e pela imagem mental de si própria na cama de um estranho, Rhea balançou a cabeça.
Por que estaria agindo assim?

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terça-feira, 12 de julho de 2011

Uma Noite... Um Segredo...

ROMANCE CONTEMPORÂNEO



A vingança dele… o segredo dela

Nicolas Dupré achava que sua pequena cidade nas florestas da Austrália era somente parte do passado.
Ele ganhara bilhões no show business como empresário em Londres e Nova York, mas, ao receber um pedido para voltar a Rocky Creek, tudo que havia tentado esquecer ressurgira...
Principalmente Serina, a mulher que não reencontrara por tantos anos. Nicolas jamais a esquecera, tampouco o quanto ela o magoara.
Mas havia chegado o momento de reivindicar um último encontro e virar essa página de sua vida.
Contudo, Serina tinha um segredo que podia mudar seus planos mais ambiciosos...

Capítulo Um

Nicolas desceu do táxi com uma lentidão fora do comum, parando em frente ao prédio do seu apartamento.
Estava exausto e, por estranho que parecesse, indiferente diante da excitação que havia em descobrir e promover um novo talento, o que sempre o entusiasmara no passado.
Era preciso admitir que ficar nos bastidores e observar outra pessoa atuar no palco nunca o enchera de adrenalina como acontecia quando era ele o protagonista de um espetáculo.
Mas ser o homem por trás de uma estrela ou espetáculo bem sucedido se tornara sua meta na última década.
Entretanto, naquela noite, seu pulso não acelerara quando sua protegida fizera a exigente plateia de Nova York aplaudi-la de pé mais de uma vez.
Nicolas estava feliz por ela.
Claro que estava. Junko Hoshino era uma boa moça e brilhante violinista.
Porém, Nicolas não sentira nem metade da emoção que, em geral, sentiria.
Na verdade, pouco se importara.
Que estranho.
Quem sabe estava chegando à crise da meia-idade; no próximo ano faria 40 anos.
Ou talvez tivesse chegado ao fim da linha.
O show business, mundo dos espetáculos, era um ramo exaustivo, tanto para os artistas como para os produtores.
Muitos altos e baixos e muitas viagens.
Nicolas rapidamente começara a odiar quartos de hotel, por isso acabara comprando apartamentos em Nova York e Londres.
Seus amigos diziam que era extravagante.
Mas ele sabia que fizera bem e nunca perderia dinheiro com suas aquisições.
Seu apartamento em Nova York já triplicara de valor nos seis anos desde que o adquirira. Sua casa em Londres não era um investimento tão espetacular, mas sem dúvida não o fizera perder dinheiro.
— Tudo bem esta noite, sr. Dupré? — perguntou o porteiro noturno ao abrir a porta.
Havia um tom de preocupação em sua voz.
Por certo percebera o cansaço nos gestos de Nicolas, que lhe lançou um sorriso simpático.
— Tudo muito bem, Mike. Obrigado. O porteiro acenou.
— Isso é bom.

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domingo, 12 de junho de 2011

Convite Ao Prazer

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Sofisticação e sensualidade em cenários internacionais.

Quando Jack viu Lisa pela primeira vez, desejou-a como jamais desejara mulher alguma. Mas ele sabe que, para possuí-la, será necessário tempo, planejamento e cuidado.
Lisa não é uma mulher qualquer.
Ela é distante como a lua e fria como o gelo.
Sua aparência impecável, controlada e cautelosa afasta aventureiros ricos e famosos como Jack.
Mas uma noite longa e ardente pode despertar a paixão adormecida em Lisa.
E fazê-la sucumbir à forçado amor...

Capítulo Um

— Como se as pessoas agissem assim na vida real!
— exclamou Lisa com um riso debochado e sonoro, en¬quanto assistia a um casal despindo-se na tela da tevê.
No mesmo instante alcançou o controle remoto.
Se havia algo que ela não suportava eram cenas de sexo "quase explícito" exibidas nos filmes.
Embora Lisa não pudesse ser considerada uma espectadora assídua desse tipo de filme, tinha absoluta certeza de que as pessoas comuns não faziam sexo da maneira como era mos¬trado por Hollywood.
Ficou literalmente paralisada quando viu o homem erguer a mulher, que agora estava seminua, e, depois de acomodá-la no balcão, submetê-la a estocadas eróticas.
Pelo menos era o que se podia presumir, embora as câmeras estivessem focalizando as feições contorcidas das faces dos artistas.
Porém, quando começaram os uivos e gemidos, ela pressionou com firmeza a tecla do controle que desligava a tevê.
Já havia visto asneiras suficientes para uma noite! O melhor era subir e ver se Cory já havia adormecido.
Passava das nove da noite e amanhã seria dia de escola.
Lisa estava no alto da escada quando o telefone tocou.
Que droga!, Pensou ela, enquanto apressava-se em galgar os últimos degraus.
No caminho para sua suíte, aproveitou para dar uma rápida espiada no quarto do menino. Ficou feliz ao ver que Cory dormia profundamente.
Após entrar no próprio quarto, preocupou-se em tran¬car a porta para não correr o risco de acordar o filho, só então atendeu o telefone.
—Alô! — exclamou Lisa em tom carinhoso na certeza de que seria a mãe quem ligava em horário tão tardio.
Todas as suas amigas eram casadas e com filhos pequenos, portanto, provavelmente estariam ocupadas demais para qualquer tipo de bate-papo naquele horário.
— Olá, Lisa! — murmurou uma voz feminina do outro lado da linha.
— Sou eu, Gail Robinson.
— Oi, Gail! O que aconteceu?
— Torci o tornozelo!

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Projeto de Sedução



Sua arma era a sedução!

Quando Molly se transformou em uma ruiva estonteante, toda a população masculina de Sídnei passou a cortejá-la.
Mas aquele novo visual tinha uma única finalidade: atrair Liam Delaney.
Sim, ela o amava desesperadamente e queria muito que esse amor fosse retribuído.

Embora nunca tivesse tido um relacionamento íntimo, Molly decidiu que havia chegado a hora de se entregar de corpo e alma a seu projeto de sedução.
Afinal, poderia estar mais glamourosa e sedutora depois que pintara os cabelos, mas, interiormente, continuava a ser a mesma virgem, inexperiente e apaixonada de sempre...

Capítulo Um

“Vinte e cinco anos hoje!", Molly pensou enquanto escovava os cabelos casta­nhos que caíam na altura do ombro. "Um quarto de sé­culo!
Como pode ter passado tão rápido?!"
Suspirando, ela colocou os grampos no coque e nem precisou olhar para o que estava fazendo.
Vinha usando aquele tipo de penteado há tanto tempo que até perdera a conta.
Era rápido, prático e, o melhor de tudo, barato, não precisava gastar um único centavo no cabeleireiro para prepará-lo.
Esse dinheiro economizado era de gran­de importância para Molly, pois ela tinha de ajudar a mãe a pagar a hipoteca da casa em que moravam.
Ainda estava pensando em seus problemas financeiros quando finalmente olhou-se no espelho e contemplou o resultado de seus esforços.
Ora, não havia qualquer dú­vida de que ela era o verdadeiro estereótipo da bibliote­cária eficiente.
O penteado era apropriado e discreto, a blusa tinha mangas na altura dos cotovelos e gola alta, para completar a saia pregueada cobria-lhe os joelhos e os óculos de aro dourado davam-lhe um ar intelectual.
Engraçado, se fechasse os olhos podia lembrar de si mesma na manhã de seu aniversário de quinze anos e nada, ou quase nada, tinha mudado desde então.
Continuava morando com a mãe, era tão tímida e co­mum quanto fora quando adolescente e, pior, ainda ama­va Liam Delaney desesperadamente.
Havia momentos em que Molly tinha raiva de si mesma por permitir que tal sentimento continuasse a tomar con­ta de seu coração.
Se fosse esperta, teria esquecido Liam há muito tempo!, ficava repetindo para si mesma.
Era masoquismo amá-lo. Sim, puro masoquismo. Ele jamais retribuiria seus sentimentos. Jamais!

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Passion
1-Aunt Lucy's Lover
2-The Millionaire's Mistress
3-Projeto de Sedução

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Série Rutless!

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
2- CONVITE AO PRAZER



Quando Jack viu Lisa pela primeira vez, desejou-a como jamais desejara mulher alguma.
Mas ele sabe que, para possuí-la, será necessário tempo, planejamento e cuidado.

Lisa não é uma mulher qualquer.
Ela é distante como a lua e fria como o gelo.

Sua aparência impecável, controlada e cautelosa afasta aventureiros ricos e famosos como Jack.
Mas uma noite longa e ardente pode despertar a paixão adormecida em Lisa.
E fazê-la sucumbir à forca do amor...

Capítulo Um

— Como se as pessoas agissem assim na vida real! — exclamou Lisa com um riso debochado e sonoro, enquanto assistia a um casal despindo-se na tela da tevê.
No mesmo instante alcançou o controle remoto.
Se havia algo que ela não suportava eram cenas de sexo "quase explícito" exibidas nos filmes.
Embora Lisa não pudesse ser considerada uma espectadora assídua desse tipo de filme, tinha absoluta certeza de que as pessoas comuns não faziam sexo da maneira como era mostrado por Hollywood.
Ficou literalmente paralisada quando viu o homem erguer a mulher, que agora estava seminua, e, depois de acomodá-la no balcão, submetê-la a estocadas eróticas.
Pelo menos era o que se podia presumir, embora as câmeras estivessem focalizando as feições contorcidas das faces dos artistas.
Porém, quando começaram os uivos e gemidos, ela pressionou com firmeza a tecla do controle que desligava a tevê.
Já havia visto asneiras suficientes para uma noite!
O melhor era subir e ver se Cory já havia adormecido.
Passava das nove da noite e amanhã seria dia de escola.
Lisa estava no alto da escada quando o telefone tocou.
Que droga!, pensou ela, enquanto apressava-se em galgar os últimos degraus.
No caminho para sua suíte, aproveitou para dar uma rápida espiada no quarto do menino.
Ficou feliz ao ver que Cory dormia profundamente.
Após entrar no próprio quarto, preocupou-se em trancar a porta para não correr o risco de acordar o filho, só então atendeu o telefone.
—Alô! — exclamou Lisa em tom carinhoso na certeza de que seria a mãe quem ligava em horário tão tardio.
Todas as suas amigas eram casadas e com filhos pequenos, portanto, provavelmente estariam ocupadas demais para qualquer tipo de bate-papo naquele horário.
— Olá, Lisa! — murmurou uma voz feminina do outro lado da linha. — Sou eu, Gail Robinson.
— Oi, Gail! O que aconteceu?— Torci o tornozelo!









Rutless!
1-The Billionaire Boss's Forbidden Mistress
2-Convite ao Prazer
3-The Ruthless Marriage Proposal
4-Dois Amores Uma Vida

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Série Rutless!

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
DOIS AMORES UMA VIDA





Adrian Palmer sempre conquistou lindas mulheres.

Ao conhecer Sharni Johnson, uma bela e jovem viúva, ela lhe parece um alvo perfeito para seu estilo de sedução... mas ele acaba atordoado pela intensidade da paixão que nasce entre os dois.
Sharni não consegue acreditar que possa haver alguém tão parecido com seu marido, mas Adrian lhe garante que não há qualquer parentesco.
Ela não é mulher para apenas uma noite, e ele está determinado a fazer o que for preciso para conquistá-la.
Mas estará ela de fato apaixonada por ele... ou pelo homem com quem ele se parece para ela?
Sharni sentiu um frio percorrer-lhe toda a base da espinha quando ele girou-a em seus braços, fazendo com que ficasse de frente para ele.
A certeza de que ele iria beijá-la deixou-a em pânico. Pois Sharni sabia que, se ele o fizesse, ela não conseguiria resistir.
Os olhos castanhos imploravam para que Adrian não avançasse, mas ele ignorou e colocou uma das mãos por baixo dos cabelos sedosos de sua nuca.
Com a outra mão, segurava-lhe o queixo delicado. Sharni abriu a boca para protestar, mas isso só a ajudou a ficar mais vulnerável enquanto ele se inclinava e aproximava os lábios sensuais dos dela...

Capítulo Um

Sharni estava tranqüila e pretendia saborear um almoço agradável em um dos cafés mais modernos de Sydney, quando seu falecido marido apareceu!
Involuntariamente, ela apertou com força o cardápio que segurava, sentindo o coração bater desenfreado enquanto olhava espantada para Ray.
Contudo, o bom senso enfim a dominou e as batidas do coração começaram a voltar ao normal. Claro que não era Ray.
Era só um homem muito parecido com ele.
Não! Aquilo era um engano. Um grande engano.
Aquele homem não era apenas parecido com Ray; ele era a cópia perfeita dele!
Se ela não tivesse ido pessoalmente identificar o corpo do marido há cinco anos, Sharni poderia pensar que, de alguma forma, ele não estivera no trem, naquele dia fatal. “Meu Deus, o homem até mesmo caminhava igual a Ray!”
Impressionada, ela mantinha os olhos fixos no homem, enquanto ele se dirigia a uma mesa próxima à janela, não tão longe de onde Sharni estava.
Sharni continuava tentando encontrar algo que fosse diferente, algo que não tivesse a ver com a memória que tinha do marido que tanto amou e perdeu.
Inútil! A semelhança era inacreditável!
Talvez aquele homem fosse um pouco mais alto. E se vestisse melhor. A jaqueta marrom de camurça que usava parecia ser bem cara. Assim como a camisa bege de seda e a calça, que combinavam.
Fora isso, tudo era idêntico.
O mesmo corpo. O mesmo rosto. O mesmo cabelo: espesso e ondulado, castanho e com um toque avermelhado. Eram também um pouco longos. Ela adorava correr os dedos pelos cabelos de Ray. E ele amava isso, também.
Sharni sentiu a boca ficar seca enquanto aguardava o homem se acomodar. Esperou para ver se ele iria afastar os cabelos da testa da mesma forma que Ray fazia toda vez que se sentava.
Quando o homem repetiu o gesto, Sharni começou a se perguntar: "Que tipo de coincidência cruel é essa?"








Rutless!
1-The Billionaire Boss's Forbidden Mistress
2-Pleasured In The Billionaire's Bed
3-The Ruthless Marriage Proposal
4-Dois Amores Uma Vida

O Magnata Grego

ROMANCE CONTEMPORÂNEO





Ele a queria como amante... Mas seria desejada como mãe de seu filho?

Tara era a amante de Max Richmond, magnata australiano da hotelaria. Ela o amava pelo que ele era e não pelos presentes, pela vida glamorosa ou mesmo pelas intensas horas de paixão.
No entanto, agora que estava grávida, se perguntava: deveria ficar ou partir? Tara estava convencida de que não havia espaço para uma amante grávida na vida de Max. Mas ela estaria certa sobre os sentimentos dele?

Capítulo Um

O sinal de mensagem de texto em seu celular fez com que Tara soltasse o livro e pegasse o aparelho.
Max! Tinha de ser ele, pois ultimamente era o único que lhe mandava mensagens de texto.
— Chego Mascot às 15h30min — leu Tara, com o coração acelerado — vôo QF310. Pode me buscar? Avise.
Olhou para o relógio. Quase meio-dia. Se o vôo ia chegar às 15h30min, Max deveria estar em pleno vôo. Teclou em resposta: Estarei esperando.
Ela sorriu ao se dar conta da forma lacônica e da falta de emoção das mensagens entre os dois. Nada de "Mal posso esperar para vê-la, querida", ou "Senti saudade de você". Tudo era muito simples, sem rebuscamentos. Max era um homem quase trivial, mas não na cama. Um arrepio percorreu a espinha de Tara ao pensar em Max fazendo amor com ela. Não havia nada de trivial naqueles momentos.
Olhou o relógio novamente. Não havia muito tempo para se preparar, pegar um trem para a cidade, apanhar o carro de Max e dirigir até o aeroporto. Teria que se apressar.
Ao pular da cama, Tara lembrou por que ainda estava deitada àquela hora, numa manhã de sábado. Uma nova onda de enjôo a invadiu, e mal teve tempo de correr até o banheiro e vomitar. Maldição, por que sentia aquele mal-estar logo hoje? Fazia quase um mês que não se encontrava com Max, ele precisara se ausentar por um tempo que parecera longo demais, devido à crise no ramo de turismo. Hong Kong fora uma das cidades mais afetadas. Ao falar com ele dois dias antes, ela se queixara, e Max prometera fazer algo para resolver o problema. Voaria para Auckland na sexta-feira, para uma importante reunião, e talvez tivesse tempo de dar uma parada em Sidney no fim de semana, antes de retornar a Hong Kong.
Na verdade, Tara não esperava que ele fizesse nada. Não gostava de manter um nível muito alto de expectativa, porque ficava deprimida ao ser desapontada.

A Vingança

ROMANCE CONTEMPORÂNEO




















Dominique é a esposa que todo homem sonha ter: bonita, sexy e somente interessada no prazer de seu marido, Charles Brandon, um dos maiores magnatas de Sydney.
E ele está hipnotizado pelos encantos de Dominique.
Mas, ao que tudo indica, ela se casou por dinheiro, e não por amor. Charles fica arrasado... e furioso! Só que ele não está preparado para abrir mão de sua mulher... não antes que sua paixão por ela tenha sido saciada... e a vingança, consumada!

Capítulo Um

— Você tem que jogar pôquer toda sexta-feira à noite, faça chuva ou faça sol?
Charles deu uma olhada no espelho, no reflexo de uma mulher loura muito bonita deitada de costas na cama dele, um exuberante cabelo espalhado por seus delgados ombros e um delicado queixo apoiado em suas mãos.
Seus olhos, que eram tão grandes e azuis como o céu, se prenderam aos dele, numa expressão sedutora.
Charles hesitou um pouco antes de continuar a abotoar sua camisa cinza de seda. Ao mesmo tempo em que a idéia de juntar-se novamente a ela na cama era tentadora, o jogo de pôquer sexta à noite era inegociável.
— Meus companheiros de pôquer e eu fizemos um pacto há algum tempo — explicou. — Se estivermos em Sydney em uma sexta à noite, ou em qualquer outro lugar da Austrália, temos que nos encontrar.
Só podemos cancelar se estivermos fora do país ou no hospital.
Mesmo assim, quando Rico esteve no hospital, depois de um acidente de esqui no inverno passado, ele insistiu e todos fomos jogar no seu quarto.
Charles sorriu ironicamente para si mesmo ao pensar no seu melhor amigo e na sua louca paixão pelo pôquer.
—Eu acho que, no caso de Rico se casar novamente, o que eu duvido, ele pediria para o acompanharmos em sua lua-de-mel somente para manter o jogo semanal. Eu, no entanto, fiquei feliz ao abrir mão do pôquer durante o mês da minha lua-de-mel — ressaltou, convencido.
—Sua esposa ficaria decepcionada se você não tivesse feito isso.
—Será que ficaria? — Ele virou-se e sorriu para ela. — decepcionada?
— Muito decepcionada.
— E você está decepcionada hoje, senhora Brandon?
Ela deu de ombros, depois rolou na cama, espreguiçando-se nos lençóis de cetim na cor pérola, erguendo a cabeça com as mãos antes de cair novamente em sua king-size. Charles evitou olhar para o corpo dela, simplesmente perfeito, mas era difícil não admirar a sua beleza física. Dominique era a realização da fantasia de qualquer homem. E ela era toda sua.

Série Australianos

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
O PREÇO DA PAIXÃO





Jake Winters ainda preserva um ar de bad boy. Só que o adolescente rebelde se transformou em um advogado rico e bem-sucedido de Sidney.

E quando Jake volta para a vida de Angelina, ela sente que ele não verá com bons olhos a notícia de que a breve paixão juvenil dos dois a deixou grávida. Ele só quer ter um caso. Será que Angelina vai conseguir se entregar a Jake e ainda assim manter o segredo...?

Capítulo Um

— A propaganda diz que a propriedade está aber¬ta para visita todos os sábados, entre duas e três da tarde — afirmou Dorothy. — Vou lá hoje. O que você acha?
Jake baixou o jornal e olhou para a senhora que considerava mais sua mãe do que a própria mãe biológica, que o tivera havia 34 anos.
Por mais que adorasse Dorothy, Jake não toleraria aquela idéia ridícula.
— Acho que você está completamente louca — respondeu.
Pela primeira vez em um ano, Dorothy riu.
Jake franziu o rosto. Talvez, a idéia não fosse tão ridícula, se fosse para fazê-la feliz.
Mas ele reavaliou imediatamente a situação.
Ela tinha 71 anos, idosa demais para sair comprando uma vinícola no vale Hunter.
Mesmo assim, talvez não fosse sensato mencionar a idade de Dorothy em seus argumentos.
Como todas as mulheres, ela era sensível a isso.
Não que aparentasse a idade que tinha. Dorothy Landsdale nunca foi bonita, mas sua aparência foi melhorando com a idade.
Alta, com ombros largos e seios impressionantes, tinha um rosto interessante,com algumas rugas na pele perfeita, um nariz aristocrático e olhos intensamente azuis. Seus cabelos grisalhos, sempre muito bem penteados, eram cortados curtinhos em um estilo simples, mas elegante.
Assim era o estilo de Dorothy. Jake sempre admirara sua aparência e a forma como se vestia, apesar de algumas vezes ter dúvidas quanto à verdadeira cor de seus lábios, sempre pintados de vermelho, a cor de batom favorita dela.
Não que isso fosse importante.
Francamente, os lábios vermelhos combinavam com ela, especial¬mente quando sorria.
Jake estava decidido a não falar algo que apagasse aquele sorriso.









Série Australianos
1- Heart-throb for Hire
2- Simply Irresistable
3- Marriage at a Price
4- Fugitive Bride
5- The Virgin Bride
6- O Preço da Paixão