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domingo, 6 de maio de 2012

Uma Princesa Em Minha Vida

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
 Série A Família Real do Alasca


Tudo o que Sheldon Rivers deseja é ficar sozinho em seu laboratório, mas parece que ninguém entende isso, inclusive seu chefe, que espera que ele seja cicerone da princesa Alexandra. 
A própria princesa insiste para que ele a acompanhe na visita ao Instituto Marinho, para que lhe explique seu trabalho e... Sim, para que ele a beije! 
Não que esta última parte não o agrade... Alexandra não se importa com o fato de pertencer à família real... 
Quem tem problemas com a riqueza é ele, não ela. 
O que o deixa com uma única opção: continuar a beijá-la, cada vez mais, para evitar que um dos dois diga alguma bobagem... 
O fato é que a princesa Alexandra não é nada do que Sheldon imaginava. 
Na verdade, aquela mulher encantadora tem problemas que ele nunca imaginou que uma princesa pudesse ter, entre eles, um grave caso de insônia. Sheldon tem uma idéia fantástica para ajudá-la a combater a falta de sono. Claro que seu plano implica em deixá-la muito, mas muito cansada. 
Exausta, mesmo... E se Alexandra estiver disposta a colaborar, ele, então, nem se fala... 


Capítulo Um 


Palácio Sitka. Duas e quarenta e cinco da madrugada. 
Ela não gritou. Aliás, não era mesmo seu costume. Naquele momento, encolhia-se na cama, abraçando as pernas como se quisesse se proteger. 
Levou alguns minutos para se lembrar de que tudo o que vivenciara havia pouco tinha sido apenas o mesmo pesadelo de sempre. 
Na verdade, não fracassara em nada, e, acima de tudo, todos estavam vivos. 
Princesa Alexandra, a terceira na linha de sucessão ao trono do Alasca, tapou a boca com a mão, correu para o banheiro e vomitou. 
Momentos depois, ela caminhava pelo hall, virou à esquerda, cumprimentou um lacaio insone, e entrou em silêncio no berçário. 
Mas não tão discretamente, o que fez com que Christina a ouvisse. 
O berçário ficava bem ao lado do quarto de David e a cunhada. 
Não havia enfermeiras à noite, e algumas vezes, apenas uma durante o dia. 
Em sua concepção, Christina achava que devia criar a filha sozinha, o que era adorável e comum. 
Sabendo que tinha permissão, Alexandra pegou o bebê adormecido e aconchegou-o contra o peito. 
Dara mexeu-se, mas não acordou, e Alexandra simplesmente permaneceu perto do berço, segurando a menina, sentindo o calor do corpinho, o doce aroma de leite e à suavidade da pele. 
— Outro pesadelo? — Christina quis saber ao entrar no quarto. 
O tom de voz baixo tinha o objetivo de não acordar o marido, que tivera um dia difícil numa cerimônia de inau¬guração qualquer. 
— Qual será a razão desses pesadelos? É a terceira vez em uma semana que mal começou. 
Alexandra deu de ombros. Adorava a cunhada, mas não discutia seus sonhos com ela e nem com ninguém. Bem, com quase ninguém. 
— Você precisa descansar um pouco. Quando foi a última vez em que dormiu oito horas seguidas? 
Mais um sinal de desdém com os ombros e Alexandra beijou a cabecinha de Dara. 
— Por que não está tomando o calmante que a Dra. Pohl receitou? E não ignore minha pergunta ou puxarei seus lindos cabelos! 
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 Série A Família Real do Alasca
1- Rebelde e Apaixonada!
2- Uma Princesa em Minha Vida
3- The Royal Mess - Não lançado no Brasil

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Um Lobo Solitário

Mary Janice Davidson
ROMANCE SOBRENATURAL







Mysteria
Centenas de anos atrás, nas montanhas do Colorado (perto o suficiente de Denver para fazer grandes compras de sapatos), a pequena cidade de Mysteria foi "acidentalmente" fundada por um ato de bondade aleatória demoníaca.
Com o tempo, tornou-se um verdadeiro ímã para o sobrenatural — um lugar onde a magia tem silenciosamente coexistido com a vida mundana.
É uma cidade como qualquer outra, onde o Colégio de combate das fadas dá aos fãs algo para festejar, onde todos sabem o seu nome — se não for exatamente o que você é — no bar local, e onde o poço dos desejos realmente faz jus ao seu nome.
As ocorrências estranhas acontecem todos os dias, mas agora as senhoras de Mysteria estão prestes a desencadear uma tempestade de sedução que sacudirá as línguas nos próximos séculos...

Capítulo Um

Sua primeira lembrança era da lua, um largo rosto brilhante e negro com os dentes mais brancos e os olhos mais escuros fitando-o.
Quando ele checou seus registros médicos anos depois e fez as contas, ele descobriu que seria sua terceira viagem ao hospital, seu segundo braço quebrado.
Mamãe Zee, a mãe adotiva mais querida do país, o levou para casa depois de assinar toda a papelada (seu nome verdadeiro, de acordo com um quadro esclarecedor, era Ms. Zahara J. Jones) e o colocou em um berço surrado de madeira em seu pequeno terceiro quarto. (Willie e Konnie estavam no outro quarto e Jenna dormia no colchão de abrir na sala.)
Ele não se lembrava do pai adotivo quebrando seu braço, ou o outro pai adotivo quebrando os outros, e não se lembrava dos médicos ou das horas de dor, mas no final do dia ele podia lembrar de seu rosto sorridente. Isso, e a espera.
Parecia que ele estava sempre esperando, por uma carona, por uma aula começar, por um emprego, um abraço, um amigo.
Ele era apenas um bebê bobo na época, e ele não sabia o que a lua era realmente, mas por um longo tempo era assim que ele pensava dela: mamãe Zee, a lua.
No final, ele sempre voltava para ela.
Ele amava a lua, mas não poderia ficar: por uma coisa pelo menos, o barulho o enlouquecia. Mamãe Zee sempre tinha crianças em volta. Havia sempre brinquedos espalhados, o armário sempre cheio de pequenos potes de purê de maçã.
Mesmo com pouca idade, aos quatro, seis, nove, ele tinha de sair, andar sozinho por um tempo.
Depois de um tempo, os tiras nunca puderam pegá-lo, ele era rápido demais e quieto demais.
Mas sempre voltava e depois das duas primeiras vezes, quando mamãe Zee viu que não importava quantas vezes ela batesse nele com pano de prato ou gritasse, não importava o que ela fazia ou quanto se preocupasse, ele sairia, ele era compelido a ir. Mas sempre voltava. Então ela não se preocupava. Ou, se fizesse, ela nunca falava para ele.
Ela até lhe deu um livro uma vez (bem, ela lhe deu muitos, muitas vezes, mas deste ele se lembrava, particularmente) sobre um garoto chamado Jack que poderia viajar entre dimensões, sua família o chamava de Jack Viajante.
— Ele é como você, — ela lhe disse. — simplesmente não pode ficar em um lugar só, garoto. E está tudo bem.
Bem, não, ele pensou. Não posso ficar aqui, é isto. Mas ele não falou.
Ele morderia seus próprios dedos antes de falar algo tão ruim para ela.
Na realidade, a vizinhança inteira tratava mamãe Zee como uma bomba que poderia explodir em seus rostos, porque sabiam que ele era rápido e quieto. E forte.












ANTOLOGIA MISTERIO
2- Um Lobo Solitário
outros números ainda não tem ebook
Revisão Grupo PRT