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domingo, 28 de setembro de 2014

Proposta Audaciosa

ROMANCE CONTEMPORÂNEO




Um homem para quem ela não pode dizer "não”. 

A independente, teimosa e temperamental Tabby Glover fará qualquer coisa para ter o apoio do bilionário grego Acheron Dimitrakos no processo de adoção do bebê do primo dele. Mas ela não esperava que ele fosse fazer um pedido de casamento tão revoltante! 
A única opção de Tabby é dizer sim, embora Acheron, em sua monumental arrogância, não pare de olhá-la com desprezo! 
Mas ela percebe que aquele homem deslumbrantemente lindo esconde algumas verdades. Quando o fino véu que separa a realidade das ilusões for levantado, haverá meios de sustentar um casamento de fachada?

Capítulo Um

— Ao avaliarmos a trajetória de expansão e de sucesso da empresa, vemos que o testamento é injusto — declarou Stevos Vannou, advogado de Ash, rompendo o silêncio e olhando cautelosamente para o homem alto, moreno e forte, do outro lado do escritório.
Acheron Dimitrakos, conhecido pelos mais íntimos como Ash, milionário grego e fundador da gigante internacional DT Industries, nada disse.
Não confiava no que poderia falar. Em geral, seu autocontrole era absoluto. Mas não naquele momento.
Ele confiara no pai, Angelos, tanto quanto confiaria em qualquer pessoa — ou seja, não muito — mas nunca lhe ocorrera que o velho colocaria em risco a empresa que ele construíra com tanto esforço através de um testamento que repercutira como uma bomba. Se Ash não se casasse em um ano, perderia metade da empresa para a madrasta e seus filhos, que, de acordo com o mesmo testamento, já iriam receber mais que o suficiente para seu sustento.
Era inadmissível. Uma exigência absurda, que contrariava todos os escrúpulos e altos padrões que ele sempre acreditara serem seguidos por seu pai. Isso vinha mostrar — como se Ash tivesse alguma dúvida! — que não se podia confiar em ninguém, e que as pessoas mais próximas e queridas eram as que apunhalavam pelas costas, quando menos se esperava.
— A DT é minha — declarou Ash por entre os dentes.
— Infelizmente, não no papel — retrucou Stevos muito sério. — Ainda que seja inquestionável que foi você quem construiu a companhia, seu pai nunca transferiu a parte dele por escrito.
Ash se calou. Os olhos escuros e frios, emoldurados por cílios longos, fitavam a cidade de Londres pela janela do escritório do seu apartamento de cobertura. O corpo esguio e o belo rosto mostravam-se contraídos por causa da força que ele fazia para se controlar.
— Um longo processo para contestar o testamento iria prejudicar seriamente a atividade comercial da empresa — afirmou Ash, por fim.
— Arranjar uma esposa seria sem dúvida menos danoso. — O advogado deu uma risada cínica. — Faça isso, e tudo voltará ao normal.
— Meu pai sabia que eu não pretendia me casar. Foi por isso que ele fez o que fez comigo. — Ash, furioso, perdeu por instantes o controle ao pensar na mulher desequilibrada que Angelos esperava que ele escolhesse. — Não quero uma esposa. Não quero filhos. Não quero nada dessa confusão na minha vida!
Stevos Vannou pigarreou e observou seu cliente com preocupação. Nunca vira Acheron Dimitrakos demonstrar tanta raiva. Ou melhor, tamanha emoção. Segundo o que suas amantes desprezadas costumavam declarar aos tabloides, o presidente da DT Industries era frio como o gelo. Seu comportamento distante e calculado, sua discrição e sua aparente ausência de sentimentos o haviam transformado numa lenda.
— Desculpe se pareço tolo, mas imagino que as mulheres fariam fila para se casar com você — comentou Stevos com cuidado, lembrando-se de que a própria esposa quase desmaiava ao ver a fotografia de Acheron num jornal. — Seria mais difícil escolher do que procurar uma esposa.
Ash engoliu uma resposta ácida. Apesar de dizer o óbvio e ser simplista, o advogado estava tentando ajudá-lo. Ash sabia que, se estalasse os dedos, conseguiria uma esposa com a mesma facilidade com que levava uma mulher para a cama. E também sabia por que isso era tão fácil: a atração era o dinheiro.



quarta-feira, 26 de março de 2014

Momento de Amar

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 




Trabalhar até tarde não é novidade para o magnata Alex.

Além disso, essa se tornou a desculpa perfeita para se aproximar da faxineira do escritório, Rosie Gray.
Afinal, ele havia prometido a seu padrinho doente que descobriria se sua neta perdida era uma herdeira digna.
Rosie fica inebriada com atenção que recebe do executivo misterioso e encantador, e passa uma noite com ele.
Entretanto, engravida… Ao tentar encontrá-lo novamente, ninguém na empresa conhece “Alex Kolovos”.
Existe apenas um Alexius Stavroulakis, o presidente, e ele tem uma proposta magnífica para ela!

Capítulo Um

– Preciso que me faça um favor. – disse Socrates Seferis, e seu afilhado, Alexius Stavroulakis, largou tudo que fazia para pegar um avião, voar milhares de quilômetros e atender o padrinho. 
Socrates permanecera estranhamente misterioso a respeito do favor que desejava, dizendo tratar-se de algo muito confidencial que não podia ser discutido por telefone. 
Alexius, com mais de 1,80m e com um físico de atleta, era um bilionário de apenas 31 anos, adorado pela mídia e com um exército de guarda-costas, limusines, propriedades e jatos particulares à sua disposição. 
Famoso por suas táticas agressivas nos negócios e por ter um temperamento bastante agressivo, Alexius nunca dançava conforme a música dos outros. 
Mas Socrates Seferis, apesar de ter quase 75 anos, era um caso à parte. Por muitos anos fora a única visita que Alexius, ainda menino, recebera no internato na Grã-Bretanha. 
Um homem de negócios que se fizera sozinho, Socrates era um multimilionário muito trabalhador com uma cadeia de hotéis turísticos por todo o mundo. 
Entretanto, o padrinho de Alexius não tivera muita sorte na vida particular. A esposa que adorara morrera ao dar à luz o seu terceiro filho, e as crianças cresceram mimadas, preguiçosas e gastadoras, muitas vezes envergonhando o pai bondoso e honrado. 
Alexius considerava Socrates um ótimo exemplo que explicava o motivo para homens ajuizados não terem filhos; com frequência as crianças eram desleais, perturbadoras e difíceis; não fazia ideia da razão para alguns de seus amigos e parentes conceberem pirralhos em vez de viverem em uma calma abençoada. 
Esse era um erro que Alexius não pretendia cometer. Socrates o saudou sentado em sua poltrona no terraço de sua luxuosa residência nos arredores de Atenas. Antes mesmo de Alexius se sentar, bebidas foram servidas. 
– Então – começou o rapaz com as lindas feições morenas muito sérias e os olhos cinzentos que as mulheres adoravam reluzindo em uma expectativa controlada. 
– Qual o problema? – Nunca aprendeu a ser paciente, não é? – retrucou o senhor com os olhos brilhando de bom humor no rosto muito envelhecido. 
- Em primeiro lugar, tome um drinque e leia o arquivo... Com a impaciência aumentando a cada segundo, Alexius abriu a pasta sobre a mesa, ignorando a bebida. Diante de seus olhos surgiu a fotografia do rosto de uma garota pálida e desinteressante que mal parecia ter saído da adolescência. 
– Quem é? 
– Leia. – comandou Socrates ao afilhado. Deixando escapar o ar dos pulmões com irritação, Alexius examinou os poucos papéis dentro da pasta. O nome Rosie Gray nada significava para ele, e quanto mais lia, menos entendia a importância das informações ali contidas. 
– Ela gosta de ser chamada de Rosie. – murmurou Socrates de maneira distraída. 
– Minha falecida esposa era inglesa também, e seu nome de batismo era Rose. Agora Alexius estava perplexo com o que apreendera do arquivo.
Rosie Gray era uma garota inglesa que crescera em Londres e trabalhava como faxineira, portanto tendo uma vida muito simples.
Alexius não via motivo para seu padrinho estar interessado nela.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Joia da Coroa

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
“Uma esposa virtuosa é mais valiosa do que os rubis…”

O sheik Raja al-Somari está ciente de que seu dever é sacrificar a própria liberdade pelo bem do país que governa. 
Porém, ele terá de utilizar táticas mais amenas para conquistar sua noiva… 
De um dia para o outro Ruby Sommerton deixou de ser uma garota comum, do tipo que fofocava todas as noites com sua companheira de apartamento, e se tornou uma princesa.
Agora, ela aguarda ansiosamente pela chegada de seu príncipe dentro de um dos quartos do palácio no deserto.
Ruby tem muito a aprender sobre etiqueta real. 
E ainda mais sobre as noites quentes na companhia de seu marido…

 Capítulo Um 

 A morena linda continuou deitada nos lençóis revirados, observando seu amante se vestir. 
O príncipe Raja al-Somari tinha cabelo preto e olhos castanho-dourados exóticos. Extraordinariamente bonito.
Era todo músculos, força e magnetismo. E também era uma verdadeira força da natureza na cama, Chloe refletiu com uma expressão sensual de satisfação no rosto. 
Como sua concubina e uma das top models de maior projeção no mundo da moda, ela não podia se queixar de nada. 
Sempre fora fã de milionários, dinheiro e joias fabulosas... 
O príncipe de Najar, país rico em petróleo do Golfo Pérsico, era mais do que abastado e atendia a todos os requisitos dela com tanta perfeição que não queria perdê-lo. 
Tanto que, quando um acidente de avião matara a noiva do casamento arranjado para Raja, ela havia suspirado de alívio, já que tal aliança poderia conduzir ao fim da relação mais rentável que ela jamais tivera. 
Estava determinada a segurar seu amante. Mesmo que houvesse algum outro casamento sendo planejado para ele no futuro. Raja observou Chloe tocar o novo bracelete de diamantes que lhe rodeava o pulso delicado como se fosse um talismã, e seus lábios se curvaram diante da previsibilidade da moça.
Embora as exigências de sua posição tivessem tornado difícil para ele vê-la nos últimos meses, Chloe não o submetera a nenhuma birra ou lágrimas. 
Como a maioria das mulheres ocidentais que ele conhecera nos tempos de universidade na Inglaterra, ela era tão fácil de aplacar como uma criança a quem se dava um brinquedo novo. Suspirou. 
Em troca da discrição que ele exigia de suas amantes, era muito generoso. 
Entretanto, nunca pensava em suas parceiras de cama quando estava distante delas. Sexo podia ser uma necessidade para um homem com a sua saúde, mas também era uma diversão, uma válvula de escape para o peso da responsabilidade que ele carregava. 
Como príncipe regente e governante de um país tão conservador, ele não poderia desfrutar abertamente de uma vida sexual ativa sem causar ultraje. 
Além disso, estava sempre consciente de que tinha questões muito mais importantes com que se preocupar.
O recente e terrível desastre de avião havia chocado o povo de Najar e também o de Ashur, a nação vizinha, sua antiga inimiga. 
Ambos os países se encontravam à beira de um colapso, pois durante sete anos travara-se uma violenta guerra entre Najar, um país rico em petróleo, e Ashur, uma nação castigada pela miséria. 
Quando um acordo de paz fora intermediado pelo governo escandinavo, o qual liderava as conversações, os dois países imprimiram um viés cultural e mais pessoal ao pacto, antes de se convencerem de que a paz seria mantida: arranjaram um casamento entre as duas famílias reais e idealizaram um governo em conjunto que acabaria por unir Najar a Ashur.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Duplo Segredo

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Os lençóis pegavam fogo durante o tórrido romance entre Erin Turner e Cristophe Donakis.

Mas as esperanças de um dia ser presenteada com um anel de noivado se tornaram cinzas quando Cristo, sem a menor cerimônia, a expulsou de sua cama, deixando-a sozinha e desamparada nas frias ruas de Londres.
Anos depois, o passado retorna com toda a força em uma reunião de trabalho.
Basta um leve traço do perfume caro de Cristo para ela reconhecê-lo de imediato.
Cristo está convicto de que Erin lhe roubou algo, e a fará pagar por isso, da maneira que ele quiser...
Mas mal sabe ele que Erin está prestes a revelar dois segredos com os quais ele não esperava!

Capítulo Um

Quando Cristophe Donakis abriu o arquivo sobre o grupo Stanwick Hall Hotel, o qual ele esperava que se tornasse a mais recente aquisição de seu império de hotéis de luxo, ele sofreu um choque inesperado. Ironicamente, era preciso ser algo muito grave para chocar Cristophe.
Aos 30 anos, o empresário e bilionário grego já tinha visto de tudo e se decepcionado muitas vezes. E, no que se referia às mulheres, em particular, ele não cultivava nenhuma boa expectativa.
Órfão aos cinco anos, ele passou por várias adversidades na vida. Embora amasse os pais adotivos, sentia que não tinham nada em comum.
Também se ressentia por ter se divorciado, mesmo tendo se casado com a melhor das intenções. Mas o que fez Cristophe levantar-se bruscamente da cadeira e levar o arquivo para a janela para se certificar de que estava enxergando bem foi à imagem de um rosto desconcertantemente familiar em uma fotografia da equipe executiva do grupo Stanwick...
Um rosto do passado dele. Erin Turner... Uma pequena Vênus de cabelo claro que brilhava como prata dourada e olhos cor de ametista. De imediato, as belas feições morenas de Cristophe se tornaram ameaçadoras. Erin ocupava um lugar todo especial na memória dele, por ter sido a única mulher a traí-lo e, embora quase três anos tivessem se passado, as lembranças ainda o atormentavam.
O olhar inteligente e aguçado devorou a fotografia da ex-amante sorrindo ao lado de Sam Morton, o velho proprietário do Stanwick Hall. Vestindo um terninho escuro e com aquele cabelo espetacular preso, ela parecia muito diferente da jovem de visual despojado e casual de que ele se lembrava.
O corpo esguio e poderoso de Cristo estava sob repentina tensão, e os olhos negros como a noite adquiriram um brilho de fogo. Foi assim, em um estalo, que ele se lembrou das formas graciosas de Erin envoltas em lençóis de seda. E lembrava, com ainda mais precisão, da sensação maravilhosamente suave de tocar aquelas curvas magníficas com mãos exploradoras.
A transpiração umedeceu o vigoroso lábio superior dele, e ele respirava fundo e devagar, determinado a dominar aquele impulso instantâneo na virilha. Lamentavelmente, ele nunca conheceu outra mulher como Erin, mas ele se casou logo depois e, somente nos últimos meses, pôde desfrutar da liberdade de ser solteiro de novo.
Ele sabia que era, de fato, muito difícil encontrar uma mulher capaz de acompanhar o apetite sexual e até mesmo ocasionalmente saciar a extraordinária libido dele. Entretanto, ele reconhecia que muito provavelmente fora justamente aquele apetite que a levou a dormir com outro homem.
Por ser um workaholic contumaz, Cristo a deixou sozinha por semanas enquanto viajava a negócios, o que possivelmente contribuiu para tal desenlace sórdido que pôs fim ao romance, ele admitiu a contragosto. Claro, se ela tivesse aceitado viajar com ele, aquilo nunca teria acontecido, mas, infelizmente, naquele momento, não passara pela cabeça dele que ela poderia ter excelentes, senão execráveis, razões para ficar em Londres.
Ele analisou a foto de Sam Morton, cuja linguagem corporal e expressão do rosto eram inequivocamente reveladoras para qualquer observador astuto. Um homem mais velho, na casa dos 60 anos, não conseguia esconder a postura de protetor da pequena e elegante gerente dos spas dele. Os sentimentos afloravam no sorriso orgulhoso e na forma como segurava a cintura dela com firmeza. Cristo praguejou em grego e examinou a foto sob todos os ângulos, mas não conseguiu ver nenhuma chance para qualquer interpretação mais inocente: lá estava ela outra vez...
 

domingo, 14 de julho de 2013

Coração De Esmeralda

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 





Mesmo quando a vida de Harriet dá uma guinada, ela ainda é capaz de ser grata, pois uma herança inesperada, que inclui uma casinha e alguns estábulos em uma aldeia irlandesa, a convida a esquecer Londres, a carreira fracassada e o noivo infiel.

No entanto, logo um novo vizinho ameaça seus planos de recomeçar a vida na pequena ilha de Emerald: o rude homem de negócios Rafael Cavaliere. 
O fato de Rafael ter comprado a empresa em que Harriet trabalhava lhe custou o emprego, e agora parece que ele tem direito a metade de sua herança. 
Mas Rafael tem seus próprios meios: enquanto deixa o caminho de Harriet livre para ela lidar com a população local, ele exala charme e sensualidade. 
Por isso, ainda que corra o risco de se tornar mais uma de suas conquistas, Harriet decide entregar-se a um inebriante caso… 

Capítulo Um

Em um momento de honestidade em seu quarto de hotel em Manchester, Harriet Carmichael reconheceu que sua vida não era como ela sonhara. 

Porém, ainda não sabia que estava prestes a enfrentar seus piores pesadelos.
Em todo caso, em seu sétimo aniversário, seu padrasto lhe ensinara a ver sempre o lado bom, pois sua mãe falhara novamente em comparecer. 
As decepções constantes doíam tanto que Harriet logo aprendeu a ser positiva.
 Pensamentos negativos eram expulsos com um mantra de tudo pelo que achava que deveria ser grata: seu fantástico noivo, Luke, que se apaixonara por ela apesar de suas imperfeições, sua maravilhosa família e seu emprego, cujo salário convencera Luke a pensar em casamento.
Harriet sorriu e ligou a televisão no noticiário econômico.
— Após uma queda de preços, a chegada de Rafael Cavaliere a Londres anuncia uma crise no setor de eletrônicos.
Harriet estudou a imagem do empresário italiano no Aeroporto de Heathrow. 
Os guarda-costas cercavam a figura alta e imponente enquanto os paparazzi o chamavam. Em meio à multidão, Cavaliere caminhava tranquilamente. 
Um homem de gelo, pensou Harriet. Embora estivesse ainda na casa dos 30, tinha a confiança de um conhecedor da crueza do mundo dos negócios. Era rico, perspicaz e impiedoso. 
Atrás dos óculos escuros, seu rosto sombrio e atraente era indecifrável. Ela sentiu um calafrio.
Impaciente, tirou os cabelos vermelhos do rosto pálido cheio de reprovação. 
Havia dez anos, Rafael Cavaliere adquirira a farmacêutica em que seu padrasto trabalhava. A companhia deixara de existir e o desemprego assolara sua cidadezinha. 
Odiava tudo o que Cavaliere representava. Ele não criava, apenas destruía, em nome do progresso e do lucro.
Naquela época, Harriet era uma menina interiorana que ajudava na escola de hipismo. 
Sua única ambição era trabalhar com cavalos. Por isso, agitara-se, dois meses antes, ao receber uma herança inesperada. 
Um parente desconhecido lhe deixara um haras na Irlanda. 
Chocada e contente, Harriet se irritou ao saber que alguém fizera uma oferta pelo lugar e decidiu partir para Kerry. Infelizmente, ninguém compartilhava de seu entusiasmo por sua herança irlandesa.
Sua mãe, Eva, deixara a Irlanda na adolescência, grávida. Tinha memórias amargas e nunca contara a filha quem era seu pai. 
Harriet adoraria ter apoio para conhecer Ballyflynn, onde Eva cresceu, e descobrir a identidade de seu pai. Mas o haras seria vendido no dia seguinte. Harriet cedera à pressão e concordara em vendê-lo sem conhecê-lo. Afinal, mantê-lo viraria sua vida de cabeça para baixo.
O celular tocou. Embora frustrada, Harriet o atendeu com vivacidade.
— Harriet, meu terno Armani ainda está na lavanderia? — perguntou Luke.
— Deixe-me ver. — Harriet pensou no fim de semana corrido. Luke lhe pedira para buscar o terno e ela concordara. Mas o havia buscado? Desde que o trabalho invadira seus finais de semana, não conseguia achar tempo para as coisas corriqueiras.
— Harriet… Eu estou atrasado… — pressionou Luke.
— Eu peguei seu terno… 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Acordo no Altar

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Ela fizera uma proposta indecente! 
Sergios Demonides conseguira sobreviver à vida miserável nas ruas de Atenas e se tornara um poderoso bilionário. Ele pensava já ter vivido as experiências mais inusitadas, até o dia em que Beatriz Blake invadiu seu escritório e o pediu em casamento! 
Simples, orgulhosa e independente, Beatriz é bem diferente das mulheres glamourosas que costumam enfeitar a cama de Sergios. 
No entanto, ele não precisa de outro troféu, e sim de uma mãe para os filhos de seu falecido primo. Beatriz, a herdeira ignorada, e Sergios, o homem indomado, deverão chegar a um acordo pré-nupcial. 
Mas ela se esquece de ler as letras miúdas, e nelas está escrito que como marido e mulher também deverão dividir a mesma cama! 


Capítulo Um 

— O que eu quero fazer a respeito dos hotéis Royale? — falou o jovem grego, muito alto e musculoso, com cabelos negros azulados, erguendo a sobrancelha negra e dando uma risada irônica. 
— Vamos fazer Blake suar por alguns momentos... 
— Sim, senhor. — Thomas Morrow, o homem de negócios britânico que fizera a pergunta, estava consciente das gotas de transpiração acima de sua sobrancelha. 
Encontros cara a cara com o enérgico patrão, um dos homens mais ricos do mundo, eram raros e ele estava ansioso em não dizer nada que o fizesse parecer tolo ou ingênuo. 
Todos sabiam que Sergios Demonides não tolerava pessoas tolas. 
Infelizmente, orgulhando-se de ser um homem livre e independente, o bilionário grego não sentia necessidade de explicar os objetivos por trás de suas decisões nos negócios, o que tornava extremamente difícil a vida de sua equipe executiva. 
Há algum tempo, a aquisição dos hotéis Royale a qualquer preço parecia ser seu objetivo e ouviram-se rumores de que Sergios estaria planejando se casar com a elegante Zara Blake, a filha do proprietário da cadeia de hotéis. 
Mas, depois que Zara foi fotografada nos braços de um banqueiro italiano, os rumores desapareceram e os funcionários de Sergios não perceberam o menor traço de aborrecimento nas feições do patrão. 
— Eu retirei a oferta original da mesa. O preço irá baixar agora — observou Sergios preguiçosamente, com os olhos negros brilhando com essa perspectiva, pois, mais que tudo na vida, ele gostava de negociações bem-sucedidas. 
A compra da cadeia de hotéis Royale a um preço muito alto desagradava a Sergios, embora, há alguns meses, ele estivesse disposto a qualquer coisa apenas para fechar o negócio. 
Por quê? Seu querido avô, Nectários, que iniciara o lendário império de negócios na direção do primeiro hotel Royale em Londres, estava seriamente doente na época. Mas, graças a Deus, Nectários era um osso duro de roer, pensou Sergios afetuosamente, e uma cirurgia cardíaca pioneira nos Estados Unidos acelerara sua recuperação. Agora Sergios acreditava que a rede de hotéis seria uma surpresa excelente para o aniversário de 80 anos do avô, mas ele não estava disposto a pagar mais do que valia aquele presente. 
E, quanto à esposa que ele quase ganhara como parte no negócio, Sergios estava aliviado pelo fato de o destino evitar que ele cometesse um grande erro. 
Afinal, Zara Blake se mostrara uma mulher bela, porém sem nenhum caráter ou honra. Por outro lado, seus instintos maternais lhe seriam muito úteis, refletiu ele de má vontade. 
Não fosse pelo fato de a morte prematura do primo torná-lo responsável por seus três filhos pequenos, Sergios nunca pensaria em casar-se novamente. 
Uma catástrofe nessa área fora suficiente para Sergios.
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Votos Forçados

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Ela arrumava a cama dele. Mas agora iria ajudá-lo a desarrumá-la! 
Com o intuito de salvar a reputação de uma amiga de trabalho, Tawny tinha como missão roubar o laptop de Navarre Cazier. 
Porém, ao ser pega em flagrante, seu rosto ficou mais vermelho do que suas madeixas ruivas. Não havia dúvidas de que seria demitida sumariamente. Mas Cazier a surpreendeu com uma proposta inusitada... 
Fingir ser sua noiva a fim de cessar as intermináveis fofocas acerca de sua vida. 
Seduzir mulheres ricas sempre fora uma tarefa fácil para ele, mas convencer Tawny a colocar sua aliança se tornara mais do que um desafio! 

Capítulo Um 

— Foi visto chegando à minha suíte? — perguntou Navarre Cazier, num italiano tão natural para ele quanto o francês de sua terra natal. 
Tia fez um bico com seus lábios sensuais e apesar da sofisticação artificial, parecia notavelmente jovem e ingênua, como convinha a uma das estrelas de cinema mais aclamadas do mundo. 
— Consegui passar pela entrada lateral... 
Navarre então sorriu, pois se rendia quando olhado por aqueles olhos azuis. 
— É com você que estou preocupado. Os paparazzi a seguem por todos os Lugares... 
— Aqui não... — declarou, jogando os cabelos loiros para trás dos ombros. 
— Mas não temos muito tempo. Luke estará de volta ao hotel às 15h, e tenho que estar lá. Ao ouvi-la se referir a seu instável marido rock star, as feições de Navarre se endureceram, e os olhos verde-esmeralda ficaram mais escuros. 
— Não fique assim, caro mio. Sou assim, aceite ou não... E não poderia suportar se escolhesse a segunda opção! — alertou, mostrando levemente a insegurança que ela escondia do mundo. 
— Sinto muito que as coisas tenham que ser assim entre nós! — Está tudo bem — disse Navarre calmamente, embora estivesse mentindo. Odiava ser um segredinho na vida dela, mas a alternativa era pôr um fim à relação e, embora fosse extremamente obstinado, sentia-se completamente incapaz de fazer aquilo. 
— Mas trouxe companhia para a cerimônia de premiação, não é? — perguntou, ansiosa. 
— Luke suspeita muito de você. 
— Angelique Simonet, atual sensação das passarelas de Paris — respondeu irônico. 
— E ela sabe de nós? — perguntou, preocupada. 
— Claro que não. 
— Sei, sei... Desculpe, mas é que há muita coisa em jogo! Não posso perder Luke! 
— Pode confiar em mim. — Abraçou-a, querendo confortá-la. Seus olhos azuis estavam cheios de lágrimas. Navarre tentou não pensar no que Luke Convery andava fazendo para deixá-la em tal estado. 
A experiência lhe ensinara que era melhor não saber de nada. Não interferia no casamento dela, que por sua vez não o questionava sobre suas amantes. 
— Detesto ficar tanto tempo sem vê-lo... Parece errado — murmurou. 
— Mas já menti tanto que não sei se poderia dizer a verdade agora. 
— Não é importante — disse Navarre, com uma delicadeza atípica. 
Navarre Cazier, o lendário industrial e bilionário francês, tinha reputação de ser um amante generoso, porém distante. Embora não escondesse o quanto gostava da vida de solteiro, as mulheres não deixavam de se envolver emocionalmente com ele. 
Tia, entretanto, ocupava uma categoria própria, ele agia de forma diferente com ela. Acostumado a ser independente desde cedo, era autossuficiente e assumidamente egoísta, mas sempre continha esse traço de sua personalidade na presença dela. 
No fim daquela tarde, quando ela já havia partido, Navarre ia para o chuveiro quando seu celular tocou. O perfume dela ainda pairava no ar. 
Iria vê-la de novo em breve, mas o encontro seria em público e teriam que ser cuidadosos, uma vez que Luke estava sempre atento quando a atenção de sua esposa não estava nele.
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domingo, 4 de novembro de 2012

Desejo de Vingança

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Herdeira comprometida arrisca tudo por homem misterioso! O plano de Vitale Roccanti era simples: seduzir a filha para atingir o pai. 
O que poderia dar errado? 
No entanto, a manchete que anunciava o sucesso de seu plano não proporcionava sequer metade da satisfação que tivera ao tocar Zara. Muito embora a reputação dela estivesse destruída! 






Capítulo Um 

Vitale Roccanti era um banqueiro, descendente de uma família europeia muito antiga e aristocrática. Ao abrir o arquivo enviado por um detetive particular ele estudou a foto de quatro pessoas sentadas a uma mesa de jantar. 
O bilionário grego Sergios Demonides, que recebia Monty Blake, britânico, proprietário da cadeia de hotéis Royale, sua bonita esposa, Ingrid e a filha deles, Zara. 
Zara, apelidada de Tinkerbelle pela mídia por seu status de celebridade, seu cabelo brilhante dourado e proporções de uma fada, parecia usar um anel de noivado. Era claro que os rumores sobre a compra da cadeia de hotéis, ancorado em uma aliança familiar eram verdade. 
Provavelmente o horror que Demonides sentia pela publicidade era o motivo para a falta de um anúncio oficial, mas parecia certo que o casamento estava marcado. 
Vitale, conhecido por sua inteligência e busca inescrupulosa por lucros, franziu o cenho. Seu rosto bonito e sombrio ficou tenso, sua boca se contraiu. Seu olhar brilhou de raiva ao ver Monty Blake ainda sorrindo, vencedor. 
Por um instante ele se permitiu pensar em sua irmã, que se afogou quando ele tinha apenas 13 anos e seu estômago se revirou com a memória da perda repentina que o deixou sozinho, em um mundo brutal. Sua irmã havia sido a única pessoa que realmente o amou. 
O momento que ele buscava há vinte anos finalmente se aproximava, afinal, Blake parecia estar a um passo de seu maior triunfo. Se Vitale esperasse mais, sua presa poderia se tornar intocável, sogro de um homem tão poderoso como Sergios Demonides. 
No entanto, como Blake havia conseguido prender um peixe tão grande como Demonides em sua rede? Além do fato quase desconhecido que a cadeia de hotéis Royale pertencera ao avô de Demonides, qual era a ligação? Será que o charme tão falado de Tinkerbelle, cujo cérebro, diziam, era tão leve quanto seu corpo, seria a única fonte da inesperada boa sorte de Blake? Seria ela a única motivação? Vitale nunca havia permitido que uma mulher atrapalhasse seu raciocínio e acreditava que Demonides fizesse o mesmo. 
Sua boca se curvou com escárnio. Se ele garantisse que o noivado fosse rompido, a transação de negócios também acabaria e ele destruiria Monty Blake, que precisava desesperadamente de um comprador. 
Vitale nunca havia sonhado que teria que ficar tão pessoal e desagradavelmente próximo do seu alvo para conseguir a vingança que sua alma precisava, mas permanecia convencido de que a crueldade de Monty Blake merecia uma resposta apropriada. A punição não devia ser à altura do crime? Esse não era o momento de ser delicado. Ele não podia dar-se ao luxo de ser respeitoso. 
Não, ele tinha apenas uma opção: teria que jogar sujo para punir o homem que havia abandonado sua irmã grávida em seu triste fim. Como um homem que sempre fez grande sucesso entre as mulheres, Vitale estudou sua presa, Tinkerbelle. Sua boca se curvou. Em sua opinião ela estava na categoria de dano aceitável. E não diziam que o sofrimento molda o caráter? Com enormes olhos azuis, a filha de Blake era muito bonita, mas parecia superficial como uma poça, e era qualquer coisa, menos uma sensível virgem encabulada. 
Sem dúvida ela ficaria triste com a perda de um partido tão rico como Demonides, mas Vitale imaginava que, assim como sua tão bem composta mãe, o coração dela devia ser de pedra e se recuperaria rapidamente da decepção. 
E se ele a fizesse um pouco mais experiente, certamente isso seria bom para ela... 

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sábado, 15 de setembro de 2012

Caçadora De Marido?

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Os termos do testamento: Nancy Leewards deixou uma parte de seus bens para cada uma das três afilhadas... desde que se casassem num espaço de um ano e permanecessem casadas por seis meses. 

A caçadora: Polly Johnson tornou-se mãe de aluguel por causa da mãe, uma mulher doente cuja única possibilidade de salvação residia numa cirurgia muito cara. 
De repente ela descobre que a pequena vida que carrega no ventre também carrega os genes do empresário venezuelano Raul Zaforteza... 
O marido: Raul está disposto a tudo para ficar com o filho que está por nascer... até mesmo casar-se com Polly. Mas ela cederá à proposta de Raul de que só manterá a custódia do filho se consumar o casamento? 

Capítulo Um 

Raul extraiu uma foto da pasta de documentos. 
— Essa é Polly Johnson. Dentro de seis meses ela dará à luz meu filho, e preciso encontrá-la antes disso. 
Certo de que veria uma loura exuberante com rosto e corpo de modelo internacional, Digby não escondeu a surpresa ao deparar-se com uma jovem magra de cabelos castanhos, olhos azuis e profundos e um sorriso muito doce. Parecia tão jovem e saudável, que não era difícil imaginá-la no papel de mãe de aluguel. 
Como advogado respeitado em Londres, Digby Carson lidara com casos complexos e difíceis. 
Mas um arranjo como aquele não podia dar errado. 
Uma mãe de aluguel que fugia provavelmente disposta a ficar com o bebê? 
Olhou para o cliente rico e influente e sentiu um aperto no coração. 
A fortuna de Raul Zaforteza era baseada em minas de ouro e diamantes. 
Ele era um empresário brilhante, um jogador de pólo quase lendário e, de acordo com as colunas sociais, um mulherengo notório. 
E também lembrava uma pantera negra pronta para atacar. 
Com quase um metro e noventa de altura, um corpo esculpido pela prática esportiva e um temperamento explosivo herdado de seus ancestrais, compunha uma imagem assustadora, até mesmo para um homem que o conhecia desde a infância. 
— Digby... imagino que meu advogado em Nova York já o informou sobre a situação. 
— Ele disse que o assunto era confidencial e delicado demais para ser tratado por telefone. E eu nem imaginava que pretendia se tornar pai através de métodos tão... pouco convencionais. Por que assumiu um risco tão grande? — Por Dios! Você me viu crescer!
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domingo, 12 de agosto de 2012

Armadilha Para Um Amante

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 




Amante apenas no nome?

Misty Carlton ficou perplexa quando Leone Andracchi lhe fez uma proposta que poderia ser a solução para suas sérias dificuldades financeiras.
Mas uma proposta como aquela certamente continha alguma intenção escusa.
Claro... Em troca, o sexy milionário siciliano queria que ela desempenhasse o papel de sua amante durante dois meses!
Misty sentiu-se inclinada a aceitar a oferta.
Afinal, o acordo previa que ela apenas fizesse de conta que era amante dele.
Não seria uma tarefa tão difícil...
O problema é que Leone não estava conseguindo resistir à linda mulher que começava a entrar em sua vida. 
Ela o fascinava como nenhuma outra o fizera antes.
E agora? Seria tarde demais para alterar seus planos e... o acordo?

Capítulo Um

Leone Andracchi se recostou na cadeira e exa­minou atentamente a jovem Melissa Carlton, que pretendia usar como instrumento de sua vingança.
Sem notar que estava sendo alvo de vibrações tão nega­tivas, Misty orientava os garçons e os funcionários que se encontravam na cozinha para que o serviço se mantivesse impecável.
Como de costume, Misty estava usando um conjunto de saia e blazer cinza e sapatos sem salto, que escolhera como seu uniforme. 
Os cabelos acobreados estavam presos em um coque simples e o rosto se apresentava ao natural.
Para Leone, Melissa Carlton era perfeita: séria e sem so­fisticação. 
Com seu jeito de ser, ela não era alvo de cobiça por parte dos homens que trabalhavam para ele. 
Era reconfortante saber que nenhum deles falava da nova responsável pelo fornecimento de refeições aos funcionários das Empre­sas Andracchi.
Seria possível que todos naquele recinto estivessem cegos, exceto ele? 
Ninguém enxergava a promessa sensual que ha­via por trás daqueles olhos azuis com nuances de prata e daqueles lábios voluptuosos? Vestida com uma roupa ade­quada, aquela mulher deveria ser deslumbrante. Seu corpo era absolutamente adorável, sua pele parecia de pêssego e a cor de seus cabelos era magnífica.
A imagem da Misty que Leone gostaria de ver materiali­zou-se em sua imaginação. A
s pernas longas e bem tornea­das exibindo meias finas e transparentes, as curvas molda­das por lingerie de cetim e renda. E os cabelos soltos para completar!
Ela era alta, mas não tão alta que fosse precisar se preo­cupar com a altura dos saltos quando saíssem juntos...

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Amor Traído

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Série Volakis Vow


Paixão cega, gravidez inesperada... 


Sander Volakis somente segue seus próprios princípios. 
Ele construiu uma reputação nos negócios graças a sua personalidade, e não ao nome ou à riqueza de sua família. 


Além disso, ele não tem a menor intenção de um dia se casar nem de passar fins de semana viajando. 
Sua ida a Westgrave Manor era somente um favor que estava fazendo para seu pai, uma chatice... 
Até ele ver Tally Spencer, tão linda, tão voluptuosa, tão... Irresistível! 
Sander agora quer uma chance para encontrá-la e, casualmente, seduzi-la. 
Porém, uma noite com Tally pode ser o fim de sua vida de playboy. 


Capítulo Um 


— Claro que você deveria ir e aproveitar a oportunidade de conhecer melhor sua irmã! — decidiu Binkie, radiante com a perspectiva de Tally passar um fim de semana de luxo numa casa luxuosa. — Você poderia fazer uma pausa depois de tanto estudo. 
Sem surpreender-se por Binkie ter visto apenas o lado positivo do convite, Tally afastou seus cachos cor de mel da testa com tristeza, a preocupação nos olhos verdes. — Não é assim tão simples. 
Tenho a impressão de que meu pai só quer que eu vá para controlar cada movimento de Cosima. 
— Meu Deus. — Binkie fez uma careta de desânimo. 
— Ele disse isso? 
— Não exatamente. 
— Bem, então você não está sendo imaginativa demais? Reconheço que seu pai raramente entra em contato, mas por que imaginar a pior das razões? 
Talvez ele simplesmente queira que suas duas filhas conheçam melhor uma à outra. 
— Eu tenho 20 anos, e Cosima tem 17. Se for isso que ele quer, por que esperou tanto tempo? — respondeu Tally com ironia, porque depois de uma vida de decepções e rejeições, era uma cética ferrenha quando se tratava de um de seus pais. Binkie suspirou. 
— Talvez ele tenha percebido seus erros. As pessoas podem amadurecer ao se tornarem mais velhas. Relutante em expor sua amargura em frente à mulher que era a coisa mais próxima da mãe que nunca tivera, Tally relutou em fazer outro comentário negativo. 
Binkie ou, mais formalmente, Sra. Binkiewicz, uma viúva polonesa, tomara conta de Tally desde que ela era um bebê. Anatole Karydas era um homem muito rico e um empresário, poderoso e fizera seu melhor ao ignorar a existência de sua filha mais velha desde o nascimento. Ele odiava a mãe de Tally, Crystal, fervorosamente, e Tally pagava o preço por aquela hostilidade. 
Crystal fora uma modelo famosa, noiva de Anatole, quando ficou grávida. 
— Claro que eu planejei! — admitira Crystal num raro momento de honestidade. — Seu pai e eu estávamos noivos há um ano, mas sua preciosa família não gostava de mim e percebi que ele estava desistindo da idéia de se casar comigo. 
Como, no meio daquela situação delicada, Crystal fora apanhada enganando-o com outro homem, Tally podia sentir que seu pai tivera uma desculpa para desistir de sua obrigação matrimonial. 
Anatole nunca se esquecera da humilhação de ter sido traído pela mãe dela ou das entrevistas embaraçosas que ela vendera para as revistas de fofocas depois de sua separação. 
Ele também questionara a paternidade da criança que Crystal estava esperando.
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Série Volakis Vow
1- Amor Traído
2- Noiva de Verdade
Concluída

Noiva De Verdade

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Volakis Vow




A promessa entre eles havia sido quebrada, porém, ambos não estavam preparados para acontecimentos inesperados... 






Tally Spencer, uma garota comum e sem experiência com relacionamentos, e Sander Volakis, um magnata grego e de grande beleza, em princípio não teriam nada em comum, a não ser uma atração incrível. 
Porém, em poucas semanas Sander considera que fora traído ao ser obrigado a se casar com Tally. 
Quando ambos pensam que o casamento apressado tinha acabado, tiveram de se encontrar novamente, e logo cederam à paixão. 
 Entretanto, Sander possui fortes razões para desejar sua mulher de volta, enquanto Tally esconde um segredo terrível... 


Capítulo Um


— Quando o divórcio com Volakis será concluído? — Robert Miller perguntou casualmente. Suspeitando de que não havia nada de casual na pergunta, Tally congelou. 
Seus olhos verdes brilhavam de forma cautelosa. 
Ela moveu a cabeça e olhou para a luz suave que reluzia sobre a mecha de cabelo em sua nuca, percebendo os traços naturais cor de laranja que pareciam uma amostra de tecido. 
— Em poucos meses... 
 — Parece, uma eternidade — Robert reclamou, revelando sua impaciência com a situação. 
— Estou ficando cansado com o fato de todos presumirem que somos apenas amigos. 
 — Somos amigos e parceiros de negócio — Tally respondeu suavemente, sabendo que ele queria mais. Porém, ainda não estava certa se seria capaz de dar isso a ele. 
Só havia passado um ano desde que perdera o bebê de Sander e do triste fracasso do casamento que tinha partido o coração de Tally. 
A última coisa que queria na vida era se estressar com um homem com expectativas às quais ela não poderia corresponder. 
Era divertido sair com Robert para um encontro casual e, ocasionalmente, acompanhá-lo a eventos mais formais, mas não estava preparada, no momento, para se entregar a um relacionamento, de corpo e alma. Tally valorizava a amizade dele, o auxílio e apoio que lhe dava nos negócios, mas ainda não sentia o desejo de levar as coisas para um nível mais íntimo. 
Sander, ela refletiu dolorosamente, parecia ter matado e enterrado esses sentimentos. 
Com mais de l, 80m, cabelos pretos e olhos azuis brilhantes, Robert era um homem muito atraente e um designer de softwares bem sucedido em sua própria empresa. 
Nove meses antes, Robert dera a Tally seu primeiro grande projeto, quando a contratara para decorar seu apartamento em Docklands, Londres. 
Devido à publicidade que o trabalho lhe garantira, Tally havia conseguido abrir sua empresa de decoração, expandida rapidamente para atender o fluxo contínuo de clientes. 
Embora o negócio estivesse prosperando, Tally ainda achava impossível, neste clima de crise econômica, conseguir um banco que investisse no futuro da Talluhah-Design. 
Os tempos eram difíceis para novos empreendedores e, quando Robert lhe oferecera o suporte financeiro de que precisava para abrir um escritório com instalações de luxo e contratar funcionários, ela ficara muito, grata. 
Nos últimos seis meses, Robert atuara como um parceiro fiel e silencioso. 
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Série Volakis Vow
1 - Amor Traído
2 - Noiva de Verdade
Concluída

sábado, 7 de abril de 2012

Trilogia As Afilhadas

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
1- UMA BUSCA DESESPERADA 




Maxie, Darcy e Polly tinham que encontrar um marido. 



A falecida Nancy Leeward tinha legado a cada uma de suas três afilhadas uma parte de sua fortuna, com a condição de que se casassem num ano e permanecessem casadas pelo menos seis meses.


Maxie, por culpa do vício ao jogo de seu pai, tinha que defrontar a uma dívida que não podia assumir, assim que a herança de Nancy poderia ser a solução a suas preces... 
O milionário grego Angelos Petronides estava desejando dormir com ela a quase três anos, portanto poderiam chegar a um acordo... ainda que ele cedo descobriria que teria que lhe oferecer algo mais do que dinheiro para conseguí-la...


Capítulo Um 


- E como Leland me deu carta branca para levar todos seus assuntos, penso arrastar a essa pequena rameira ante os tribunais e acabar com ela - lhe explicou Jennifer Coulter, vangloriando se ante sua vingança. 
Angelos Petronides ficou olhando à filha de sua falecida madrasta, dissimulando seu interesse depois de uma máscara de amável indiferença. 
 Ninguém poderia ter adivinhado que, sem querê-lo, Jennifer lhe tinha proporcionado uma informação pela que tivesse estado disposto a pagar qualquer coisa. 
Maxie Kendall, a modelo conhecida como a Rainha de Gelo pelos jornalistas, e a única mulher que lhe tinha dado mais de uma dor de cabeça, estava metida num sério problema 
 – Leland esbanjou uma fortuna com ela - continuou Jennifer ressentida. - Terias que ter visto as faturas. 
É incrível o que se gastou só em roupas de desenho! - Maxie Kendall é uma mulher ambiciosa. Suponho que se propôs tirar- lhe a Leland o máximo possível - comentou Angelos tentando aplacá-la. 
 Quase podia dizer-se que ele era o único dos conhecidos do casal Coulter que nunca se tinha deixado enganar a respeito das verda-deiras razões da ruptura do casal, três anos antes. 
Também não lhe tinham impressionado nunca as queixas de Jennifer. 
Aquela mulher tinha nascido na riqueza, e provavelmente morreria sendo ainda bem mais rica. Sua reconhecida avareza era motivo a mais de uma anedota entre os membros da alta sociedade londrina. 
- Todo esse dinheiro desperdiçado! 
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2- A VINGANÇA DE UM MARIDO
 
Darcy Fielding tinha que se casar se não queria perder a casa familiar. 


Para isso, decidiu pôr um anúncio para encontrar um marido. 
No entanto, estava a ponto de sofrer as conseqüências de uma noite de paixão que teve lugar tempo atrás... Gianluca Raffacani tinha conseguido dar por fim com a misteriosa beleza que o seduziu, roubou-lhe e depois desapareceu. 
Aquela mulher tinha posto um anúncio para encontrar marido, e era a oportunidade perfeita para vingar-se. 
Não obstante, Luca se topou com algo totalmente inesperado... 


Capítulo Um 


Uma esbelta e frágil beleza num vestido de noite verde prateado. 
Pele transparente, cabeleira de vibrantes cabelos castanho avermelhados de tom Ticiano e olhos verdes sob uma máscara de sedução. 
Voz débil e profunda, o suficientemente profunda como para chamar o atendimento, mas mais doce do que o mel... - Sem nomes... nada de convencionalismos - disse ela. 
- Não quero saber de nomes - adicionou quando ele tratou de apresentar-se 
- Depois desta noite não voltarei a ver-te, assim que, para que? 
Nenhuma mulher tinha dito nunca algo assim a Gianluca Raffacani. 
Nenhuma mulher tinha pretendido dele simplesmente uma aventura de uma noite, e o desconcerto que aquilo lhe produziu foi profundo. 
No entanto o ardor dela na cama pareceu contradizer aquelas palavras... até que à manhã seguinte ele acordou e compreendeu que sua misteriosa amante tinha desaparecido levando-se consigo o anel Adorata. 
Luca, singelamente, não pôde dar crédito ao fato de que uma trapaceira sem escrúpulos lhe tivesse saqueado com tão insultante facilidade. 
 As recordações daquela desastrosa noite em Veneza, três anos atrás, seguiam corroendo-lhe por dentro como uma ferida aberta cheia de sal. 
Luca observou o documento fechado e etiquetado com o nome de Darcy Fielding sobre sua mesa do escritório. 
Resistiu-se a abri-lo apressadamente com a impaciência de um adolescente e esperou com a autodisciplina que o caracterizava como reputado homem de negócios nas finanças. Levava muito tempo esperando aquele momento, podia esperar um pouco mais. 
 - Crês que acertaste desta vez? - estás seguro? - perguntou. 
 Apesar de estar orgulhoso do sucesso de sua investigação, apesar de estar convicto de que tinha dado por fim com a garota, Benito vacilou. 
A mulher à que tinha seguido a pista encaixava perfeitamente com cada um dos detalhes que lhe tinha proporcionado seu chefe, mas não podia compreender como Luca, um homem tremendamente sofisticado, podia ter passado uma louca noite de paixão com a garota da fotografia... 
 - Só estarei seguro quando a reconhecer, senhor - admitiu tenso. 
 - Tens dúvidas, Benito? - inquiriu Luca Raffacani suspirando algo desesperado e abrindo a pasta para examinar a fotografia. 
Luca franziu o cenho e sua mandíbula se tensionou como o granito. Benito empalideceu crendo que tinha voltado a equivocar-se. 
A mulher da fotografia usava umas calças sujas, botas de borracha, barrete de chuva e uma jaqueta velha com uma rachadura numa manga. Não era uma beleza sedutora. 
- Talvez me tenha precipitado... 
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3- CAÇADORA DE MARIDO?
   Os termos do testamento: Nancy Leewards deixou uma parte de seus bens para cada uma das três afilhadas... desde que se casassem no espaço de um ano e permanecessem casadas por seis meses. 


A caçadora: Polly Johnson tornou-se mãe de aluguel por causa da mãe, uma mulher doente cuja a única possibilidade de salvação residia numa cirurgia muito cara. 
De repente ela descobre que a pequena vida que carrega no ventre também carrega os genes do empresário venezuelano Raul Forteza... 
O marido: Raul está disposto a tudo para ficar com o filho que está por nascer... até mesmo casar-se com Polly. 
Mas ela cederá a proposta de Raul de que só manterá a custódia do filho se consumar o casamento? 


Capítulo Um 


Raul extraiu uma foto da pasta de documentos. 
- Essa é Polly Johnson. Dentro de seis meses ela dará à luz meu filho, e preciso encontrá-la antes disso. 
Certo de que veria uma loura exuberante com rosto e corpo de modelo internacional, Digby não escondeu a surpresa ao deparar-se com uma jovem magra de cabelos castanhos, olhos azuis e profundos e um sorriso muito doce. 
Parecia tão jovem e saudável que não era difícil imaginá-Ia no papel de mãe de aluguel. 
Como advogado respeitado em Londres, Digby Carson lidara com casos complexos e difíceis. Mas um arranjo como aquele não podia dar errado. 
Uma mãe de aluguel que fugia, provavelmente disposta a ficar com o bebê? 
Olhou para o cliente rico e influente e sentiu um aperto no coração. A fortuna de Raul Zaforteza era baseada em minas de ouro e diamantes. 
Ele era um empresário brilhante, um jogador de pólo quase lendário e, de acordo com as colunas sociais, um mulherengo notório. 
E também lembrava uma pantera negra pronta para atacar. 
Com quase um metro e noventa de altura, um corpo esculpido pela prática esportiva e um temperamento explosivo herdado de seus ancestrais, compunha uma imagem assustadora, até mesmo para um homem que o conhecia desde a infância. 
- Digby... imagino que meu advogado em Nova York já o informou sobre a situação. - Ele disse que o assunto era confidencial e delicado demais para ser tratado por telefone. E eu nem imaginava que pretendia se tornar pai através de métodos tão... pouco convencionais. Por que assumiu um risco tão grande? 
- Por Dios! Você me viu crescer! Como tem coragem de perguntar? Digby estava incomodado. Como empregado do falecido pai de Raul, testemunhara a infância lamentável do garoto rico e solitário que, apesar de toda a fortuna, não tivera sorte na loteria dos pais. 
Com o rosto bronzeado tenso, Raul respirou fundo.
- Há muito tempo decidi que jamais me casaria. Não daria a mulher alguma tamanho poder sobre mim ou, ainda pior, sobre os filhos que eu viesse a ter. Mas sempre gostei de crianças... 
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Trilogia As Afilhadas
1- Uma busca desesperada
2- A vingança de um marido
3- Caçadora de Marido ?

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Coisas Do Coração

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Abandono, chantagem e paixão! 


No dia do casamento, Molly e Sholto se separaram. 
A separação fora manchete em vários jornais, embora ninguém soubesse ao certo por que o casamento acabara. Agora, Molly estava frente a frente com o ex-marido. 
E teria de ser muito forte para dizer não à proposta que ele lhe fazia. 
Sholto estava disposto a ter Molly de volta. 
A qualquer preço. 
Nem que precisasse usar de chantagem. 
Agora tinha a chance de ver seu desejo concretizado: Molly estava ali, diante dele, pronta para dar-lhe a resposta pela qual esperara por quatro longos anos.
Sholto sabia que ela não tinha outra alternativa a não ser dizer sim! 


Capítulo Um 


A neve caía sem parar, fazendo o pára-brisa do carro trabalhar em velocidade máxima. Molly engatou mais uma marcha e torceu para que os pneus não deslizassem. 
O frentista do posto de gasolina avisara que seria loucura pegar a estrada do lago com a nevasca, porém ela preferira ignorar o conselho, pois estava determinada a chegar na isolada casa de Freddy, até porque sentia-se culpada por não ter ido ao funeral dele. 
Seu noivo, Donald, oferecera-se para acompanhá-la, mas ela queria ser capaz de enfrentar aquela dura experiência sozinha. 
O pequeno carro seguia lentamente pela estrada da colina. Molly cerrou os dentes e pisou fundo no acelerador. 
Estava quase lá. A casa ficava no topo da colina próxima ao lago. 
Quatro anos haviam se passado, mas ela não tinha esquecido a bela vista que as janelas da casa proporcionavam. 
Segurou com firmeza o volante. Também se lembrava do modo como quisera seguir Sholto, quando ele recebera um telefonema, porém Freddy a impedira. 
— Vá com calma, querida — Freddy havia dito. — Não dá para prender um pássaro selvagem na gaiola. Sholto não é um animal domesticado. 
Tudo isso é novo para ele. Vá devagar. Mas Molly não ouvira o conselho. 
Quanto mais Sholto se afastava, mais ela queria ficar perto dele, jamais suspeitando que nunca poderia ter seu coração. 
Mas agora Molly usava o anel de noivado que ganhara de outro homem, porém as lembranças de seu relacionamento com Sholto ainda a perturbavam. 
Pisou fundo no acelerador e soltou um grito de pavor quando o carro escorregou na pista e rodou, parando no acostamento. 
Trêmula, tentou voltar a pista, mas as rodas giravam sem sair do lugar. 
Soltou o cinto de segurança, desceu do veículo e caminhou até a borda do penhasco, tremendo de frio. 
"Quase me matei", pensou ao ver que, se o carro não tivesse parado, cairia na parte mais profunda do lago. 
Pegou a bolsa, jogou-a sobre o ombro, prendeu os cabelos que insistiam em bater em suas faces por causa do vento forte, vestiu um casaco e trancou o carro. 
Já passava das oito horas da noite. 
A governanta de Freddy não esperava visitas, mas Molly teria de pedir um quarto para passar a noite ali. 
Estupidez, que estupidez, Molly ralhou consigo mesma enquanto caminhava apressadamente pelo acostamento da estrada. 
Por que evitara ir ao funeral e dirigira até Lake District só para pegar um velho vaso que Freddy lhe deixara e para, sem ninguém por perto, colocar flores sobre o túmulo dele? 
Nigel, seu irmão, ficara estupefato quando descobrira que ela não iria ao funeral. 
— É a oportunidade perfeita e você não vai aproveitá-la? — Nigel tinha questionado, incrédulo. — Sholto estará lá! 
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