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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Promessas de Ilusão

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

O príncipe Demyan Zaretsky fará o que for necessário para proteger seu país. 

Então, seduzir Chanel Tanner será fácil. E quanto ao fato de que talvez tenha que se casar com ela? Bem, nada mais é do que um infeliz detalhe do dever.
Ainda que Chanel não saiba, a estabilidade financeira de Volyarus está nas mãos dela, por isso Demyan fará de tudo para assegurá-la.
Escondendo sua identidade e suas intenções, ele põe em ação um implacável jogo de conquista que os conduzirá ao êxtase. 

Mas ao descobrir que Chanel é virgem, ele percebe algo novo em si mesmo: uma consciência.
Agora, os planos mudaram drasticamente, pegando de surpresa seu coração endurecido.



Capítulo Um

Demyan colocou os óculos sem grau e de aro preto antes de abrir a porta do laboratório. O acessório havia sido ideia do tio, assim como o cardigã cinza que Demyan usava por cima da camisa sem gravata e por fora da calça. O jeans completava o traje de “nerd de escritório”, que era surpreendentemente confortável. Ele nunca usou calça jeans. 
Desde muito cedo, teve a necessidade de dar o exemplo certo para seu primo mais novo, o príncipe herdeiro de Volyarus. Fizera seu melhor, mas eram homens muito diferentes. Maksim era um tubarão corporativo, mas também era adepto à política. Demyan deixava a política para os diplomatas. 
Por enquanto, porém, suavizaria sua feroz personalidade com roupas e um comportamento que não afugentaria a presa. Bateu superficialmente à porta antes de entrar no laboratório onde Chanel Tanner trabalhava. A sala estava vazia, exceto pela única mulher trabalhando no horário de almoço, como de costume, de acordo com relatório do investigador. Sentada em um computador no canto, Chanel digitava rapidamente enquanto lia um dos muitos livros abertos, espalhados sobre sua desordenada mesa de trabalho. 
— Olá. — Ele suavizou a voz baixa, para não assustá-la. Não precisava se preocupar com isso. Ela simplesmente acenou com a mão na direção dele, sem se virar. 
— Deixe-o no banco ao lado da porta. 
— Deixar o que precisamente? 
— O pacote. Você precisa saber o que está nele? Ninguém mais pergunta isso —murmurou ela enquanto rabiscava alguma coisa. 
— Não tenho um pacote. Tenho uma hora marcada.
Chanel levantou a cabeça, o cabelo vermelho encaracolado agitou-se quando girou na cadeira para encará-lo. 
— O quê? Quem? Você é o Sr. Zaretsky? Ele assentiu, impressionado com a pronúncia perfeita de seu nome. 
— Você só deveria chegar daqui a meia hora. — Chanel ficou de pé, o bolso de seu jaleco prendeu na borda de um livro, derrubando-o no chão. 
— E você deveria se atrasar. Empresários interessados em financiar nossa pesquisa sempre se atrasam. 
— E, ainda assim, estou adiantado. — Ele atravessou a sala e pegou o livro, devolvendo-o para ela. Ao pegá-lo, ela franziu a testa, seu nariz enrugou-se de forma encantadora. 
— Percebi. 
— Demorou, mas percebeu. Suas bochechas ficaram rosadas, quase apagando suas sardas.

domingo, 28 de setembro de 2014

Herdeiro Casual

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 





Amargas lições de vida ensinaram o príncipe herdeiro Maksim Yurkovich que o dever precede o desejo. 

No momento em que seu país precisa de um herdeiro, ele descobre que sua amante não pode ter filhos, obrigando-o a romper seu laço afetivo mais forte. Mas Maks não consegue resistir a tentação de passar uma última noite na cama de Gillian. 
Agora ele enfrenta uma crise diplomática de proporções inéditas. 
Contrariando todas as probabilidades, Gillian Harris engravida. 
A régia postura conservadora de Maks esconde o coração de um feroz guerreiro cossaco... E ele usará a paixão mútua para convencer a mulher que ama que ela precisa se tornar sua rainha!

 Capítulo Um

Com a fúria o dominando como um garanhão raivoso, o príncipe herdeiro Maksim de Volyarus executava uma combinação de soco-cruzado-gancho-kickboxing contra o primo e parceiro de luta.
Demyan fazia bloqueio, e o som da mão batendo na almofada misturou-se com um grunhido de surpresa.
— Algo o perturba, Vossa Alteza?
Maks odiava quando o primo, quatro anos mais velho e criado como um irmão no palácio da família, chamava-o pelo título.
Demyan estava ciente, mas gostava de provocá-lo, especialmente durante as sessões de treino. Dizia que tornava a disputa mais intensa.
Naquele dia, havia sido suficientemente intensa e sem irritação. Não que Maks tivesse repreendido Demyan. O primo mereceu o que recebeu.
— Nada que apagar o olhar complacente do seu rosto não resolva. — Maks dançou para trás antes de lançar outra combinação de golpes em ritmo acelerado.
De mesma estatura e força, ambos mantinham os corpos de 1,90m em perfeita condição física.
— Pensei que esta fosse a grande noite com Gillian — disse Demyan, lutando de uma maneira que raramente fazia durante os treinos. — Não me diga que você está com medo e de ser rejeitado?
— Se eu a pedisse em casamento, ela diria sim — E, um dia atrás, essa certeza daria muito prazer a Maks.
Agora, não estava se sentindo seguro para se casar com ela.
— Então, qual é o problema? — questionou Demyan partindo para a ofensiva, forçando Maks a se defender contra uma saraivada de socos e pontapés.
— Os exames médicos dela ficaram prontos.
— Ela não está doente, está? — perguntou Demyan parecendo sinceramente preocupado.
A pergunta, vinda de um homem com uma reputação de frieza sem escrúpulos, teria chocado qualquer um.
Mas Maks sabia o quanto Demyan se preocupava com a família. E, durante os últimos oito meses, a bela e doce Gillian estava cada vez mais perto de se juntar a esse grupo.
— Ela está perfeitamente bem — Sem considerar os ovários que não funcionavam direito. — Agora...
— O que significa isso?
— Ela teve apendicite quando tinha 16 anos.
— Foi há dez anos, que influência isso tem na saúde dela agora?
— Tubas uterinas.
Demyan parou e olhou para Maks, confuso.
— O quê?
Sem vontade de pegar leve com o primo, Maks aproveitou a desatenção do outro homem e derrubou-o com um pontapé certeiro.
Demyan ficou de pé, mas não retornou, como Maks esperava.
— Pare com isso e explique o que diabos a apendicite na adolescência tem a ver com as tubas uterinas de uma mulher adulta.
Demyan não era idiota. Sabia que o interesse de Maks no sistema reprodutivo de Gillian era de fundamental importância para a Casa de Yurkovich, a família real de Volyarus.
— Ela tem um sistema reprodutivo que não funciona direito. — Maks ajustou as finas luvas de treino. — Existe uma chance de menos de 30 por cento de gravidez.
Menos ainda de acordo com algumas estimativas, um pouco mais de acordo com outras, segundo os especialistas que Maks havia consultado.
Demyan afastou da testa o cabelo, da mesma cor escura do de Maks.
— Mesmo com tratamento de fertilidade?
— Não pretendo ser o próximo pai de sêxtuplos.
— Não seja cretino.
— Não sou. Você sabe que não posso me casar com uma mulher que não vai ser capaz de gerar o próximo herdeiro.
Demyan não respondeu de imediato. Ambos estavam pessoalmente cientes das implicações relacionadas com esses assuntos.
— Você não é o seu pai. Não precisa se casar com uma mulher que não ama, só para proporcionar um herdeiro.

 

Casamento Por Chantagem

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 




Sua própria família a obrigava a se casar... 

Lia deu as costas para sua aristocrática família, mas agora precisa da ajuda deles para salvar a própria filha. 
E o que eles fizeram? 
Venderam-na pelo melhor preço. 
Damian Marquez valoriza enormemente o sangue azul que corre pelas veias de Lia, porque arrebataram-lhe o título ao nascer. 
Por isso, Lia é a mulher perfeita para se casar com ele, porque pode lhe dar um herdeiro. 
 Mas Lia sabia que nunca poderia ser dele na cama… 

Capítulo Um

— Você é Rosália Chaves-Torres?
Lia se virou ao ouvir a profunda voz masculina e se viu frente a frente com um homem vestido de smoking. Estava muito perto. 

Ela podia sentir o cheiro da exclusiva colônia e notar a energia que ele irradiava. Deu um passo para trás e tropeçou em uma mesinha. 
Levantou o olhar para olhar para o rosto dele e ficou sem fôlego. Aquele homem não se encaixava em uma sala cheia de homens de negócios. Embora vestisse um smoking feito sob medida. 
O olhar dele tinha uma intensidade que ninguém mais tinha. Até seu avô empalidecia a seu lado.
Também estava certa de que não tinha uma fortuna ancestral nem pertencia à nobreza espanhola, como quase todos os amigos do avô. 
Tinha certeza de que há seis anos conhecera todos os possíveis pretendentes desse círculo... 
Antes de dar as costas a um mundo ao qual não queria pertencer. 
Não sabia quem ele era, mas ele passou a noite toda olhando pra ela, e isso a perturbou; uma alteração que tinha decidido há muito tempo não mais sentir.
— Sou Lia Kennedy, e você? — ela estendeu a mão.
— Damian Marquez. É a neta de Benedicto, estou certo? — estreitou-lhe a mão.
— Sim.
As mãos dele não eram as de um homem que não tinha trabalhado. Eram mais curtidas, como as de Toby. Entretanto, seu marido tinha sido o clássico homem tranquilo. Damian desprendia uma energia e uma firmeza que a fizeram estremecer.
— Está com frio?
— É o ar condicionado... — respondeu ela para dizer algo.
Sentia frio por dentro desde que o médico lhe falou da insuficiência cardíaca da filha. Além disso, voltar para a Espanha com um avô que censurava tudo o que ela tinha decidido fazer na vida tampouco lhe dava muita calidez.
— Podemos sair para o terraço. Ainda faz bastante calor lá fora.
Ela deu de ombros. Seu avô não ia escutar suas súplicas sobre Kaylee rodeado de tanta gente, e a ideia de sair dali era muito tentadora. Ela não tinha voltado para aquela vila na costa leste da Espanha desde o natal e tampouco a esperavam até as férias do ano seguinte.
Percebeu a curiosidade dos outros convidados desde que entrara no salão há uma hora e meia. Sentia-se fraca, e aquela curiosidade era quase insuportável. Outros convidados não lhe faziam perguntas sutis para saber o motivo da inesperada visita, mas a olhavam e murmuravam sobre a neta que deu tantos desgostos ao ancião.
Damian deu por certo que ela aceitara, segurou-a pelo braço e a conduziu para fora pelas portas deslizantes. Ele tinha razão, o ar da noite estava mais quente.
— Aqui está muito melhor, obrigada.
— A maioria dos americanos prefere o ar condicionado, mas você se criou aqui...

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Guerreiros da Lua

ROMANCE SOBRENATURAL 
Série Os Filhos da Lua





O homem lobo Chrechte Caelis, deu as costas a sua amante humana Shona para se manter leal a sua alcateia. Seis anos mais tarde, acha que ela está morta. Mas estava errado...

Ao ser rejeitada por Caelis, Shona foi obrigada a se casar com um barão inglês. 
Agora está fugindo do herdeiro do falecido barão. Determinada a proteger seus filhos, se dirige para o norte, à ilha Balmoral, para a única família que lhe restava. 
E em sua fuga encontra o único homem que gostaria de nunca voltar a ver... e também o único que seria capaz de salvá-la.
Tão poderoso e carismático como sempre, Caelis recebeu a responsabilidade de salvar sua alcateia do corrupto lorde que os governava. 
No entanto, nesta ocasião, negou-se a abandonar sua companheira sagrada. Perdeu Shona uma vez e jura que nunca mais voltará a separar-se dela. 
A paixão e o amor impulsionam Shona a unir-se a ele. Mas ela se pergunta se realmente está antes de sua alcateia ou se nada mudou entre eles...

- O Início
Milênios atrás Deus criou uma raça de pessoas tão ferozes que até suas mulheres eram temidas em batalha. Essas pessoas eram guerreiros em todos os sentidos, recusando-se a se submeter às regras de qualquer um que não fosse um dos seus... sem importar o tamanho das tropas enviadas para subjugá-los. 
Seus inimigos diziam que lutavam como animais. Seus inimigos vencidos nada diziam, pois estavam mortos.
Eram considerados primitivos e selvagens porque marcavam sua pele com tatuagens de tinta azul.

Capitulo Um

1150 D.C Propriedade Sinclair, Highlands Escocesa,
Reinado de Dabíd MacMaíl Choluim, Rei da Escócia.
— Mamãe, eles são gigantes!
Não foi o grito excitado de seu filho o que enviou uma dor aguda através da cabeça de Shona, mas a visão dos guerreiros vestidos com as cores dos Sinclair se aproximando a toda velocidade em cavalos tão grandes quanto seus donos.
E nenhum deles sorria em sinal de boas vindas.
A dor de cabeça chegou junto com o grande lobo marrom, que trotou junto com sua comitiva durante grande parte da manhã. Mas, o martelar em sua cabeça não se foi quando a fera o fez.
Com medo de que o animal atacasse, cavalgou tensa em sua cela de montar com um punhal pronto. Ele manteve distância, finalmente distanciando-se justo antes do sol do meio-dia lançar sua sombra.
A mente e os sentidos de Shona que já estavam tensos ao ponto da exaustão com o ocorrido antes desta viagem, e graças ao aparecimento do lobo estavam muito mais perto do colapso.
Mas ela não desistiria. As vidas de seus filhos e de dois amigos leais dependiam de que mantivesse a sanidade e a compostura.
Então, pegou sua filha, quem estava montando em turnos com os companheiros de Shona, Audrey e seu irmão gêmeo, Thomas e levou a pequena Marjory para seu próprio cavalo. E logo ela continuou como se o lobo não lhe tivesse causado o maior susto de sua vida.
Shona esperava que sua sorte continuasse, como milagrosamente aconteceu por quase duas semanas em sua louca fuga para o norte, mas isto já não seria assim.
Muito avançado na noite anterior alcançaram as terras dos Sinclair, de alguma maneira conseguiu escapar de quem quer que seu enteado pudesse ter enviado atrás deles, assim como evitou os habitantes dos territórios pelos quais ela e seu pequeno grupo haviam passado.
Até agora.
Não tinha problema em compreender como seu filho de cinco anos confundiu os guerreiros que se aproximavam com gigantes. 
Como alguns homens de seu antigo clã, estes guerreiros facilmente eram uma cabeça mais alta e meio corpo mais largo que qualquer cavaleiro que houvesse jurado lealdade a seu falecido esposo.
Considerando o horror do qual fugia, Shona desejava que estes homens imponentes fossem do clã pelo qual foi ao norte buscar refúgio. Seriam mais que capazes de proteger seu pequeno grupo, mas não tinha nenhum amigo ou família entre os Sinclair.
E não receberiam bem o que perceberiam como transgressão por parte de uma inglesa invadir suas terras sem permissão. Apenas esperava que o laird lhes permitisse atravessar a salvo suas terras, ainda que apenas fosse para se desfazer dela e seus companheiros.
Ela tinha que chegar à ilha Balmoral.
Era a única chance que tinham de segurança, sua única esperança de preservar a vida de seu filho e sua própria virtude. Ou o que sobrou dela.
Ali, pelo menos, tinha família. Apesar da relação ser um pouco distante e não tinha nenhuma dúvida de que sua chegada seria um choque. Unicamente poderia orar para que fosse bem recebida.
— Eles não são gigantes, meu coração, são simplesmente guerreiros do clã aos quais estas terras pertencem. — Shona tentou infundir confiança em seu tom, enquanto sua própria mente corria com advertências e preocupações.
— De verdade? — Eadan perguntou os olhos do mesmo azul violeta de seu pai cheios de assombro.
— Estes são guerreiros Highlanders? — Audrey perguntou antes de Shona ter a chance de confirmar para seu filho. — Eles são enormes.
— É o modo das Highlands, eu suponho. 


Série Os filhos da lua
00- Corra com a lua
01- Lua que desperta

02- Desejo da lua
03-Lua ardente
3,5 - Êxtase Sob A Lua
04-A Lua Do Dragão
5- Guerreiros da Lua








segunda-feira, 21 de julho de 2014

Processo de Sedução

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 


Sempre leia as letras miúdas! 

O magnata Vincenzo Tomasi precisa de uma babá para seus sobrinhos até o Natal. A proposta de 1 milhão de dólares de salário é o presente que todos pedem a Papai Noel! 
Audrey Miller já trabalha para Enzu e adora crianças. Fazer parte dos Tomasi ajudará muito a família dela. 
O que Audrey não sabe é que Enzu pretende se casar com a candidata aprovada… E o primeiro item da lista de exigências dele é compatibilidade sexual. 
Apesar de apaixonada por seu enigmático chefe há anos, Audrey arriscará sua inocência durante a entrevista de emprego mais inusitada de todos os tempos? 

Capítulo Um

— Quer que eu arranje uma esposa para você? Deve estar brincando! 
Vincenzo Angilu Tomasi esperou que sua assistente pessoal administrativa calasse a boca e parasse de emitir sons como um peixe fora d’água. Nunca a ouvira falar de maneira exclamativa e nem sequer sabia que ela era sequer capaz de elevar a voz. 
Quinze anos mais velha do que ele, e geralmente dona de uma confiança inabalável, Gloria trabalhava para Vincezo desde que assumira a sede do Banco Comercial Tomasi em Nova York, mais de uma década atrás. Enzu nunca vira esse lado dela. Não sabia que existia e ficaria contente em deixá-lo para trás dali em diante. Quando pareceu que ela não se sentia inclinada a acrescentar mais nada à sua resposta chocada, ele corrigiu: 
— Eu darei uma mamma àquelas crianças. 
Embora ele pertencesse a uma terceira geração de sicilianos nos Estados Unidos, ainda dizia aquela palavra com o sotaque carregado do Velho Mundo. Sua sobrinha, Franca, tinha apenas 4 anos e o sobrinho, Angilu, meros 8 meses. Precisavam de pais, não de cuidadores desinteressados. Precisavam de uma mãe. Uma mãe que os criasse num ambiente estável, algo que ele mesmo não tivera quando criança, nem tivera condições de oferecer ao seu irmão mais novo. O que, sim, significaria que a mulher teria de se tornar sua esposa também, mas isso era de menor importância. 
— Você não pode esperar que eu encontre uma mãe para elas. É impossível. — O ultraje dominava uma Gloria que se mostrava plácida em quase quaisquer circunstâncias. 
— Sei que meu emprego abrange incumbências mais flexíveis do que a maioria, mas isto está além até das minhas qualificações. 
— Eu asseguro que nunca falei tão sério e me recuso a acreditar que alguma coisa esteja além da sua capacidade. 
— Que tal uma babá? — indagou Gloria, não se deixando impressionar com o elogio. 
— Não seria uma solução melhor para esta triste situação? 
— Não considero ter a custódia da minha sobrinha e do meu sobrinho uma triste situação — declarou Enzu com frieza. 
— Não. Não. É claro que não. Peço desculpas pela escolha das palavras. 
— Mas Gloria, ainda chocada, não parecia ter uma descrição alternativa para dar. 
— Demiti quatro babás desde que assumi a custódia de Franca e Angilu, seis meses atrás. 
— E a atual babá dava sinais de que não duraria muito no emprego. 
— Eles precisam de uma mamma. Alguém que coloque o bem-estar deles acima de qualquer coisa. Alguém que os ame. 
Ele não tinha nenhuma experiência pessoal sobre como ser um pai de verdade, mas passara tempo o bastante na Sicília com sua família. Sabia como as coisas deveriam ser. 
— Não se pode comprar o amor! Não mesmo. 
— Acho que vai descobrir, Gloria, que, na verdade, eu posso. — Presidente do banco, ele foi a força propulsora por trás de sua expansão, fazendo-o passar de uma instituição financeira regional para uma rede internacional. Também fundador de suas próprias Empresas Tomasi, Enzu era um dos homens mais ricos do mundo. 
— Sr. Tomasi... 
— Ela terá de ser instruída — declarou Enzu, interrompendo a assistente. 
— Deverá ter um diploma de faculdade, pelo menos, mas não um doutorado. 



quinta-feira, 26 de junho de 2014

Êxtase Sob A Lua

ROMANCE SOBRENATURAL
Série Os filhos da lua









Eles têm o poder de mantê-lo enfeitiçado, cativar seus sentidos e mantê-lo para sempre em seu controle. Para sempre encantado...

Lucy Monroe desencadeia as paixões selvagens de um lobisomem sobre o corpo, mente e alma de sua presa, sua amante, sua companheira.

Capítulo Um


Florestas dos Éan, Highlands da Escócia.
1144 DC, Reinado de Dabíd Mac Maíl Choluim, Rei da Escócia, e Reinado do Príncipe Eirik Taran Gra Gealach, Regente dos Éan.

Una estava em choque, terror passando por ela como fogo em suas veias, mandando a razão para longe, destruindo a fachada de paz que ela trabalhou tão duro para manter nos últimos cinco anos.
Sua águia gritava para ser liberada. Ela quis chegar aos céus e voar até onde suas asas pudessem levá-la, até que o sol afundasse sobre as águas e a lua aparecesse e se fixasse novamente no céu.
A alta sacerdotisa, Anya Gra, sorriu para os Éan ali reunidos como se não houvesse acabado de fazer um pronunciamento que poderia significar sua ruína.
Os Faol estavam vindo aqui? Para a floresta do Éan? Para sua pátria mantida em segredo por gerações. Por uma razão muito boa.
Razão que Una aprendeu a respeitar até a medula dos ossos cinco anos antes.
— Não. Ela sussurrou no ar carregado com a fumaça do banquete. —Isto não pode ser.
Outros barulhos de discordância soaram ao redor ela, mas sua mente não conseguia absorvê-los. Estava muito ocupada revendo as imagens que tentou enterrar por anos de comportamento adequado e obediente. Anos de não se arriscar e manter-se longe dos clãs humanos que uma vez a intrigaram tanto.
Ela até evitou Lais, um dos poucos metamorfos águia entre os seus. Porque ele veio de fora. Do clã Donegal, o clã que desovou diabos que se autointitulavam homens.
Ela não falou com ele nenhuma vez nos três anos que ele viveu entre seu povo.
Os murmúrios ao redor de Una aumentaram tanto, que nem seus pensamentos atormentados poderiam mantê-la a parte.
Pela primeira vez que em sua memória, os Éan de sua tribo olharam para sua alta sacerdotisa com desagrado. Muitos encararam abertamente a mulher cujo rosto até poderia estar marcado pela idade, mas mantinha uma beleza translúcida que proclamava sua herança real como princesa e como líder espiritual.
Outros gritavam seu desgosto para o príncipe de seu povo, mas o monarca não deixou nenhuma emoção se mostrar em suas características bonitas apesar de jovens. Ele meramente assistiu, sua expressão estoica, os pensamentos escondidos atrás de seu olhar âmbar.
A divergência ficou mais aquecida. Isto era desconhecido. Em qualquer outra circunstância, Una teria se sentido intimidada pelo comportamento de seus companheiros Chrechtes, mas não este dia.
Ela esperava, mesmo sem esperança, que a raiva e discordância balançariam seus líderes em direção à razão.
—Chega! — o grito súbito do príncipe foi alto e dominante, apesar do fato que ele era apenas alguns verões mais velho que Una.
O silêncio caiu como uma bigorna.
A emoção se mostrou agora, seus olhos âmbar ardendo como a pedra sagrada durante uma cerimônia.
—Nós tivemos os Faol entre nós em muitas ocasiões nestes últimos três anos.
Aqueles lobos só vieram para visitar. Una, e muitos como ela, justificavelmente assustada pela raça que fez tanto para erradicar seu povo, afastou-se dos visitantes. Ela evitou todo contato e nem mesmo deu uma olhada em algum deles.
Diferente de quando ela era mais jovem e deixava sua curiosidade decidir sobre seu bom senso.
Mas Anya Gra disse que estes, emissários dos clãs Sinclair, Balmoral e Donegal, viveriam entre os Éan pelo futuro próximo.
Viver. Entre. Eles. Sem previsão de irem embora.
A respiração de Una ficou curta quando o pânico a arranhou por dentro, afiado como as garras de sua águia.
—É hora dos irmãos Chrechtes se reunirem. O tom do príncipe Eirik não admitia nenhum argumento. —Foi predito que esta é a única chance de nosso povo sobreviver como uma raça. Vocês agora duvidam das visões de sua alta sacerdotisa?
Muitos agitaram a cabeça, mas não Una. Porque pela primeira vez em sua vida, ela duvidou da sabedoria da mulher que guiou seu povo espiritualmente desde antes de Una nascer.
—Os emissários estão vindo para viver entre nós, aprender nossos costumes e nos ensinar os dos Faol. Desta vez foi outra pessoa da família real quem falou, o curandeiro chefe. —Todos nós nos beneficiaremos.
—Nós conhecemos os costumes dos Faol. Uma alma valente gritou. —Eles matam, mutilam e destroem os Éan. Este é o modo deles.
—Não estes lobos. Os lairds Balmoral, Sinclair e Donegal estão comprometidos em manter nosso povo seguro como eu estou. O tom do príncipe era de sinceridade.
O homem acreditava em suas próprias palavras. Isso era claro.
Mas Una não conseguia fazer isso. Nenhum lobo jamais gostaria dos Éan como um verdadeiro irmão. Não estava em suas naturezas violentas, frequentemente sádicas e enganosas.
—Apenas alguns entre os Faol de hoje prejudicariam nosso povo. Muitos mais veriam nossa união com os clãs para nossa segurança e vantagem.
Juntarem-se aos clãs? Quem concebeu ideia horrorosa? Primeiro eles estavam falando sobre trazer lobos para viverem entre eles, e agora seus líderes estavam mencionando deixar a floresta para os Éan juntarem-se aos clãs?
A águia da Una lutava por controle, a necessidade desesperada de fugir crescia com cada batida rápida de seu coração.
—No futuro, nós não teremos nenhuma escolha — disse Anya Gra, como se lesse a mente de Una. —Mas por agora, nós apenas devemos fazer estes poucos lobos confiáveis, bem-vindos entre nós.

domingo, 4 de agosto de 2013

Em Nome Da Honra

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Série Royal Brides 



Uma noite de núpcias... Sem casamento... 

Angele desejava que seu noivado com o sheik Zahir terminasse em casamento. 
E, ingenuamente, pensou que seu futuro marido estivesse também se guardando para ela. 
Mas fotos comprometedoras chegaram ao seu conhecimento e estilhaçaram seus sonhos pueris. 
Agora, ela não poderia se tornar a esposa de Zahir e suportar uma união sem amor. 
Angele teria de deixá-lo partir... Mas sob uma condição. 
Mesmo sem desposar Angele, Zahir concordaria em ter com ela a noite de núpcias com a qual ela tanto sonhara?

Capítulo Um

Com o coração pesado de culpa pela inveja que sentia, Zahir ouvia o irmão mais jovem recitar seus votos de casamento.
A voz de Amir quase falhou enquanto ele prometia, não apenas fidelidade, mas também amor à sua noiva. 
Os olhos de Grace cintilavam, mas seu sorriso ficava cada vez mais largo, enquanto ela encarava o noivo com fascinação e enlevo. 
A voz dela também tremeu, enquanto ela também fazia sua promessa de amor.
Amor.
Os dois irmãos de Zahir haviam encontrado o amor com mulheres que não eram de todo adequadas. 
Mas como nenhum deles era herdeiro do trono, suas escolhas não tinham tanta importância. 
Mas isso não valia para ele.
A escolha da noiva de Zahir fora feita em um acordo entre Zohra e Jawhar, uma década antes.
O olhar dele passeou pelos convidados da festa de núpcias, passando pelo pai, sorridente, o rei do pequeno país deles no Oriente Médio, e por sua mãe de olhos marejados, até encontrarem a mulher com quem se casaria um dia.
Embora não tivessem nenhuma ligação de sangue, Angele Bin Cemal era tratada como uma sobrinha favorita por seu tio, o rei de Jawhar.
Os olhos deles se encontraram, mas ela rapidamente rompeu o contato, concentrando-se no casal que dizia seus votos.
Zahir sentiu o desprezo, mas não se surpreendeu. Não depois dos últimos meses de preparativos para o casamento real.
Para espanto de todos, a mulher que as duas famílias reais reconheciam como aquela que um dia seria a noiva dele se recusara a participar do casamento de qualquer maneira significativa. 
Angele dera como desculpa a ausência de intimidade tanto com o noivo quanto com a noiva e se mantivera firme contra qualquer tentativa da mãe dele, e até mesmo de Grace, de incluí-la.
Zahir encarara a intransigência incomum como uma exigência para que ele formalizasse o noivado entre os dois. Claramente, Angele se cansara de esperar pacientemente pelas próprias núpcias. 
E, depois dos eventos do mês anterior, Zahir percebera que havia chegado a hora de cumprir seu dever.
Além do mais, o pai dela mantivera sua parte no acordo, há muito tempo moderara seu comportamento de modo a não atrair mais a atenção dos tablóides.
Depois que a mãe de Zahir lhe contara o quanto Angele ficara devastada pela série de infidelidades do pai e que ela não falava com o pai há mais de um ano, Zahir decidira que chegara a hora de fazer alguma coisa a respeito. 
Ele não era próximo de sua futura noiva, mas Cemal um dia seria membro da família dele e Zahir não pretendia ficar parado enquanto o outro homem embaraçava a eles com sua falta de discrição. 
Por isso, ele invocara a lei para lidar com Cemal. 
Dissera ao homem mais velho que não se casaria com uma mulher cuja fama do pai nos tablóides rivalizava com a de estrelas do rock europeu.
Cemal acreditara nele. O pai de Angele ajeitara as coisas com a esposa e não se envolvera em outro escândalo pelos últimos cinco anos, o que provava que ele levava o futuro da filha mais a sério do que seus próprios votos matrimoniais. 
A expressão no rosto de Zahir era do mais puro desagrado.
Ele jamais seria um homem assim, mesmo se estivesse em um casamento sem amor.
 





Série Royal Brides
1- Coração Em Fúria 
2- Bodas De Vingança 
3- Sonhos De Princesa
4- Desejos De Princesa 
5- Vida De Princesa
6- O Príncipe Do Desejo 
7- Paixão Proibida 
8- A Sedução Do Sheik 
9- Em Nome da Honra 
10- Guerreiro do Deserto 
11- Scorsolini Baby Scandal - Não foi publicado no Brasil
12- One Night Heir - idem
13 - Prince of Secrets - idem

domingo, 14 de julho de 2013

Guerreiro Do Deserto

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Série Royal Brides 




Um novo desafio para o sheik... 

Ao desembarcar de seu jato trajando um terno de corte impecável, o sheik Asad está oficialmente de volta ao seu reino no deserto e pronto para preservar seu legado. 
Mas por baixo da camisa de grife bate o coração de um guerreiro! 
Iris Carpenter mal reconhece o homem a sua frente. 
Asad está mais deslumbrante do que seis anos atrás, e continua perigoso! 
Especialmente quando a temperatura de seu olhar se torna mais causticante do que o calor do Sol de Kadar.
Iris é incapaz de resistir aos seus desejos, porém Asad sabe que é apenas uma questão de tempo até que aquela ruiva tentadora retorne para o lugar ao qual sempre pertenceu: sua cama! 

Capítulo Um

— Parece que você está a ponto de enfrentar um pelotão de fuzilamento.
As palavras de seu assistente fizeram Iris parar no topo da grande escada do palácio.
Ela suprimiu a careta que a avaliação certeira causou, virou-se para o estagiário e forçou um sorriso.
— Você parece faminto.
— Sério, isso é apenas um jantar, certo?
— É claro.
Só um jantar.
Onde encontrariam seu intermediário em Kadar; Asad, primo de segundo grau do sheik Hakim e sheik de uma tribo de beduínos, a Sha’b Al’najid. 

Asad era um nome árabe bastante comum, significava leão. Um nome apropriado para um homem destinado a ser sheik. Certo? Não havia nenhuma razão para pensar que o homem era o seu Asad.
Nenhuma razão a não ser essa sensação ridícula que não tinha ido embora desde que o sheik Hakim mencionou o nome do intermediário. Desde que concordou com este trabalho no Oriente Médio, vinha tentando ignorar o sentimento de mau presságio.
Mas estava cada vez mais difícil.
— Não estou sentindo muita segurança por aqui — disse Russell andando em direção à escada, seu tom de voz meio brincalhão. — “Jantar” não é um eufemismo para seqüestrar e vender como mão de obra escrava, é?
A frase absurda fez com que Iris sorrisse.
— Você é um idiota.
Ainda assim, suas pernas se recusavam a se mover.
— Um idiota charmoso, admita. E quem não gostaria de seqüestrar isto aqui? — perguntou com uma piscadela.
Com seu cabelo ruivo desgrenhado e sua pele pálida, ele poderia ser seu irmão caçula. Quem dera. 
Sua infância teria sido muito menos solitária com um irmão. Seus pais não tinham sido cruéis, apenas extremamente indiferentes. Suas vidas se completavam. 
Eles trabalhavam juntos, divertiam-se juntos, viajavam juntos, e nada disso a incluía.
Iris nunca entendeu por que eles tiveram uma filha, e há muito tempo tinha decidido que sua vinda ao mundo fora um desses “acidentes de percurso”, embora nunca tivesse sido dito.
Ela não podia imaginar o que eles teriam feito com um filho como Russell.



Série Royal Brides
1- Coração Em Fúria 
2- Bodas De Vingança 
3- Sonhos De Princesa
4- Desejos De Princesa 
5- Vida De Princesa
6- O Príncipe Do Desejo 
7- Paixão Proibida 
8- A Sedução Do Sheik 
9- Em Nome da Honra
10- Guerreiro do Deserto
11- Scorsolini Baby Scandal - Não foi publicado no Brasil
12- One Night Heir - idem
13 - Prince of Secrets - idem

A Sedução Do Sheik

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Série Royal Brides




O sheik Amir Bin Faruq ai Zorha vive em Nova York, mas seu coração pertence ao deserto.

Agora é o momento certo para se casar, e sua melhor alter­nativa não nasceu exatamente para ser rainha: Grace Brown, sua discreta, porém indispensável secre­tária.
Não importa quão tentado ele se sinta a arrebatar sua inocência...
Possuí-la está fora de questão...
Contudo, ao retornar a sua terra natal, o executivo frio e pragmático dá lugar a um rei bárbaro...
Determinado a reivindicá-la para si!


Capítulo Um

— O que você disse? — Grace sentiu que Amir lhe dava um soco no estômago, mas tudo o que ele fizera foi pedir-lhe algo.
— Quero que você encontre uma esposa para mim.
Grace fechou os olhos e os abriu novamente, mas Amir ainda estava lá, seu chefe lindo, sensual e o "ho­mem perfeito para ela".
Pela expressão de ansiedade no rosto lindo de Amir estava claro que ele realmente fizera o pedido que Grace esperava desesperadamente que fos­se um produto de sua imaginação.
Já tinha sido horrível quando, há seis semanas, Amir lhe anunciara que seu pai ordenara que ele se casasse com uma princesa qualquer de um reino vizi­nho.
Seu coração encolheu e quase sucumbiu quando Grace viu como seu chefe, geralmente um homem in­dependente e teimoso, submeteu-se tão facilmente à ordem do pai.
Então Grace se sentiu aliviada quando a princesa Lina acabou por fugir de casa com um antigo namorado, anu­lando o contrato assinado entre os dois sheiks.
Aquilo acontecera há quase duas semanas. Grace estava quase superando a dor criada pela ordem real e pela aceitação de Amir.
E agora Amir queria que ela lhe encontrasse uma es­posa? Era mais fácil matá-la, porque a vida, para Grace, não podia piorar.
Tudo bem, talvez pudesse, mas até mesmo simples secretárias tinham o direito de exagerar de vez em quando.
— O quê? Por quê?
Amir estava feliz com seus casos. Ou pelo menos sempre parecera estar.
Ele definitivamente jamais se apaixonara por nenhu­ma das mulheres. Até onde Grace sabia — e ela o conhe­cia melhor do que qualquer outra pessoa, incluindo os familiares de Amir —, ele se apaixonara pela última vez aos 18 anos. Não que Amir admitisse agora que estivera apaixonado naquela ocasião.
Mas Grace reconhecia os sinais do amor verdadeiro e avassalador. Até porque ela os exibia todos os dias.






Série Royal Brides
1- Coração Em Fúria
2- Bodas De Vingança
3- Sonhos De Princesa
4- Desejos De Princesa
5- Vida De Princesa
6- O Príncipe Do Desejo
7- Paixão Proibida
8-  A Sedução Do Sheik
9- Em Nome da Honra 
10- Guerreiro do Deserto 
11- Scorsolini Baby Scandal - Não foi publicado no Brasil
12- One Night Heir - idem
13 - Prince of Secrets - idem

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Contrato De Casamento

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Mulheres Ousadas 







Ela teria coragem de questionar os termos do contrato?

Ariston Spiridakou tinha apenas uma razão para se casar com Chloe: ele precisava de uma esposa dócil e que lhe desse um herdeiro.
Três anos já haviam se passado, e além de Chloe estar longe de ser a perfeita esposa grega, ela expulsou Ariston de sua vida com sua rebeldia...
Mas, para seu desespero, Chloe se vê subjugada aos caprichos dele.
Para ajudá-la ele cobra um preço alto: Ariston somente irá considerar o pedido de Chloe depois que ela voltar para a cama dele...
E engravidar de seu herdeiro!


Capítulo Um

Mesmo com o tailleur de grife, Chloe Spiridakous sentiu-se um peixe fora d’água na sala de espera do sofisticado escritório do ex-marido. Assim como seu casamento, a saia e o blazer clássicos de tweed rosa já tinham dois anos e não lhe serviam mais como antes. 
O estresse e a dor haviam cobrado seu preço e lhe roubado quilos que ela não podia ter perdido.
Nunca tivera uma relação muito saudável com a comida, mas, após deixar a Grécia, fora quase impossível para ela se obrigar a comer. Em alguns dias, simplesmente não pusera na¬da na boca.
Mas Rhea acabara por intervir, salvando sua vida.
E ela não iria abandonar a irmã naquele momento. Não importava o quanto aquele encontro fosse difícil. Não importava o quanto se sentisse mal preparada para lidar com o ex-marido outra vez.
Mas, sem dúvida, não ajudava em nada sentir-se desconfortável e pouco atraente. 
Não bastasse estar magra ao extremo, também quase não dormira desde que aquela reunião fora marcada. 
As sombras escuras que levava sob os olhos eram a prova disso.
Não que Ariston fosse notar seu estado. O simples fato de ele ter concordado em recebê-la já era difícil de compreender.
Chloe teve a nítida sensação de que, de alguma forma, sua irmã se equivocara. 
Ariston não fizera um só movimento para contatá-la desde o dia em que ela havia desistido de seu casamento. 
Ele nem sequer perguntara por que ela fizera aquilo.
Mas isso era de se esperar de uma relação que se alternava entre uma paixão tórrida e uma enorme distância emocional. 
Seu marido costumava ser atencioso à sua maneira, um pouco instável às vezes, e um amante incrível... Porém, mantinha seus sentimentos guardados a sete chaves. Ponto.
Chloe suspirou. Estava com a horrível impressão de que a secretária dele, Jean, havia marcado aquele encontro para Ariston e, de algum modo, se esquecido de mencionar que era com ela. 
E não parecia nem um pouco ansiosa por ser expulsa daquele escritório quando ele se percebesse isso.
Controlando o impulso de sair correndo, esfregou as palmas das mãos úmidas no tweed rosa da saia. Depois de tudo, estivera certa de que nunca mais iria vê-lo novamente, não importando o quanto ainda desejasse isso.
E, no entanto, ali estava ela. Esperando na saleta de Ariston e sentindo-se prestes a vomitar ou correr.
— Sra. Spiridakous?
— Sim? — Chloe se pôs de pé ao primeiro som da voz de Jean, engolindo em seco.
— O Sr. Spiridakous vai vê-la agora. — Jean sorriu calorosa, ostentando uma expressão que devia reservar para pessoas que importavam para Ariston.
Longe de se sentir uma delas, Chloe se obrigou a devolver o sorriso.
— Obrigada.
Eram apenas alguns metros até as portas duplas que levavam ao santuário de Ariston. 
O tempo que ela levou para atravessar o carpete, entretanto, pareceu curto e ao mesmo tempo longo demais, em consonância com as batidas desencontradas de seu coração e o turbilhão de pensamentos que a assolava.
A velha senhora abriu a porta do lado esquerdo e a incitou a entrar com outro sorriso encorajador.
Chloe quis agradecer outra vez pelo sorriso e pela simpatia nos olhos da mulher, mas não conseguiu fazer a garganta funcionar. 
Então acenou com a cabeça antes de se voltar para os domínios de seu ex-marido. 
Seria mais fácil manter a compostura caso se concentrasse no ambiente, e não em seu ocupante.
O escritório de Ariston em Nova York continuava exatamente como ela se lembrava.
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A Lua Do Dragão

ROMANCE SOBRENATURAL 
Série Os Filhos da Lua



Quando Eirik, o único homem dragão vivo, e príncipe dos Ean, matou seu irmão, Ciara foi deixada sozinha para enfrentar seus sonhos proféticos. 

Agora, a fim de encontrar a pedra sagrada dos lobos e salvar todos os Chrechte da destruição, ela precisa da ajuda do seu rival. 
Eirik estava somente protegendo as crianças do seu povo, mas aquele dia na floresta também deixou uma marca nele. 

Controlar o fogo do seu dragão é a coisa mais difícil que ele já fez 
— até que ele e Ciara são forçados a não somente enfrentar seu compartilhado tumultuoso passado, mas um laço sagrado mais forte do que eles percebem. 
Como adversários declarados e companheiros predestinados, suas indagações os conduzem para um mundo de grande perigo, e uma paixão mais quente que o fogo do dragão. 

Capítulo Um 

 Terra dos Éan, Highlands da Escócia, 1149 DC
 —Tem certeza de que este é o caminho certo que você tomou? Com a voz de sua avó, Príncipe Eirik Taran Gealach Gra girou de sua contemplação da floresta abaixo. 
Um dia em breve, esta visão seria nada além de uma memória para ele. 
Ele se recusava a lamentar as consequências de uma escolha que ele fez pelo bem dos Éan, contudo. 
Ele era seu príncipe. Era seu dever. 
Curvando sua cabeça, ele saudou a mulher corvo cujo cabelo ainda estava mais preto do que prata, apesar de seus muitos anos.  —Anya-Gra. Avó ela poderia ser, mas ainda era a líder espiritual dos Éan e o membro mais velho do Triunvirato. 
—Não posso evitar, exceto pensar que você desiste de muito por causa de nosso povo. — Os olhos marrons incomodados em um rosto marcado com preocupação, encontraram o seu. 
Agora não era hora de questionar a decisão que ele fez e que os três membros do Triunvirato (inclusive sua avó) aprovaram. 
Eles sabiam que este dia estava vindo desde que ele recusou a formalidade que o declararia rei de seu povo, soberano sobre suas terras. 
Aceitar o papel teria prevenido os Éan de se unir os clãs honradamente, antes da morte de Eirik. 
No momento, sua avó aconselhava contra arriscar o futuro de seu povo deste modo, embora ela insistisse que ele tomasse o nome de seu pai como era costume. 
A própria Anya-Gra declarou que o bem de seu povo exigia sacrifício. Eirik concordou e ele fez este sacrifício, tornando-se o primeiro Príncipe Eirik a não ser chamado de rei. 
Agora, ela empacou nele, fazendo outro confisco que eles dois sabiam ser necessário. 
—Você concordou que os Éan precisam se unir aos clãs para sobreviver; quando foi primeiro falado, foi sua ideia. 
—Aye, mas à custa de sua liderança de nosso povo? — Ela sacudiu sua cabeça. 
—Não cedo à liderança dos Éan; somente desisto de diariamente fugir de um clã. É o único jeito. Não matarei um chefe de clã só para que eu possa brincar de líder político. 
—Por que não? Você é um dragão. — O primo mais jovem de Eirik perguntou como ele se juntou a eles na plataforma de fora, que foi lar para a realeza dos Éan por mais de dois séculos. 
Uma casa entre as árvores, alcançável somente por voo; nenhum dos humanos que viviam entre eles nunca viu dentro de suas paredes.
 E em menos da passagem de duas luas cheias, ele não o veria, tampouco. 
—Fidaich, você teria me matado na batalha por sua posição? — Eirik exigiu de seu parente favorito. —Aqueles que lutaram ao lado de nosso povo estes últimos sete anos, protegendo-nos e nos ajudando a encontrar uma saída desta vida secreta na floresta? 
Os Sinclair? Buchanan? Os Donegal talvez? Eu teria que matar meu próprio irmão por casamento para tomar a liderança deste clã, para não mencionar um dos nossos. 
Assim como Circin, que estava sendo treinado como futuro laird por Barr. Eirik teria que lançar um desafio que o obrigaria a fazer algo inconcebível: matar ao laird interino, um homem que estava casado com a única irmã de Eirik, Sabrine. 
Maldição, Sabrine mataria Eirik antes que Circin tivesse a oportunidade de responder ao desafio. Este pensamento, pelo menos, veio quase a trazer um sorriso ao rosto de Eirik. Fidaich encolheu os ombros, mostrando um lado sanguinário não frequentemente visto entre os corvos. 
 —Existem outros clãs nas Highlands. 
—Nenhum que garantirá a segurança do nosso povo pela palavra de seu chefe e líder de clã.
— Ele tinha ambos com os Sinclair. E aqueles dos Éan se unindo aos clãs Balmoral e Donegal tinham o mesmo. —Com um dragão como nosso príncipe, nós não precisamos de nenhuma outra garantia do líder.  Fidaich se ergueu tentando parecer mais velho do que seus treze anos. 
Um dia, o menino seria um grande guerreiro, mas agora, ainda havia demais da criança que quase morreu nas mãos de um lobo sádico. 
Fidaich tinha mais razão do que a maioria para não confiar nos lobos, ou se importar que um pudesse ter que morrer para Eirik tomar lugar como um laird de clã. 
O que não significava que Eirik compartilhava as atitudes de seu jovem primo. 
Ele matou os lobos que ameaçaram Fidaich e Canaul num momento de horror que para sempre queimaria nas memórias de Eirik. 
—Eu não posso estar em todos os lugares e você bem sabe disto. Se nós não tivermos a lealdade de um clã, nós só negociamos um território de caça onde os corvos somos as presas para outros. 
—Nos velhos tempos... 
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Série Os filhos da lua
00- Corra com a lua
01- Lua que desperta

02- Desejo da lua
03-Lua ardente
04-A Lua Do Dragão