Mostrando postagens com marcador Liberdade para Amar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Liberdade para Amar. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Liberdade para Amar

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Playboys da Sicilia


Buscando o seu lugar no mundo e encontrando o amor!

Memórias de uma paixão…
O bilionário Matteo Santini decidiu passar a noite com Bella Gatti para protegê-la do perigoso jogo com o qual havia se envolvido. 

Contudo, ele não esperava ficar tão abalado pelo intenso desejo que sentiu, nem pelo desaparecimento de Bella no dia seguinte. Mesmo após cinco anos, ela não conseguiu esquecer os momentos de paixão que passara ao lado de Matteo. 
Ao se reencontrarem, fica claro que a atração entre eles apenas se intensificara. E quando Matteo a convida para conhecer o seu quarto, Bella sabe que seria impossível recusar.

Capítulo Um

Bella Gatti.
Matteo não queria ouvir o nome dela, mas naquela noite ele surgiu na conversa.Tampouco queria se lembrar de um amor que o fizera de tolo.Assim, ficou quieto durante a reuniãozinha entre seus amigos mais próximos e parceiros de negócios na luxuosa cobertura de Luka em Roma, evitando a todo custo qualquer referência ao seu passado extremamente duvidoso.
Matteo e sua namorada de três meses, o que era uma espécie de recorde para ele, haviam vindo de Londres para a ocasião. Ciente de que o noivado de Luka e Sophie era uma farsa extravagante, Matteo só queria que a noite terminasse logo.
Sophie Durante havia aparecido no escritório de Luka em Londres alguns dias atrás exigindo que, depois que o pai dela fosse libertado da prisão, eles reatassem o noivado abandonado há muito tempo pelo pouco tempo que ele ainda teria de vida.
Se Luka tivesse pedido algum conselho a Matteo, eles não estariam sentados ali naquele instante.
Paulo, o pai de Sophie, não parava de falar da Sicília e do povo bonito que morava no oeste. Matteo, esforçando-se ao máximo para não deixar que sua mente voltasse para lá, ficava tentando guiar a conversa de volta para sua verdadeira paixão.
O trabalho.
Não, sua paixão não era Shandy, a mulher ao lado dele, embora ela desejasse que fosse.
O trabalho honesto era a paixão dele.
A reputação de Matteo no mundo dos negócios era sua posse mais preciosa. Ele havia se reerguido do nada. Dera um jeito na vida depois de um passado violento e criminoso, e nada nem ninguém o levaria de volta.
— Então, quando você vai para Dubai? — perguntou Luka.
— Domingo — respondeu Matteo. — A menos que você precise do avião.
Luka entendeu o que Matteo queria dizer. Estava convencido de que Sophie queria mais do que um anel de noivado no dedo. Ele não acreditara nem por um segundo na história lacrimosa dela.
Matteo não acreditava em ninguém.
— Domingo? — certificou-se Shandy. — Achei que havia dito que ainda não tinha uma data certa.
— Eu acabei de ficar sabendo. — Matteo cerrou os dentes. Shandy colocara na cabeça que iria acompanhá-lo na viagem de negócios. Se quisessem dividir um quarto uma aliança talvez fosse ser necessária, e ele podia sentir a expectativa dela. Com certeza Shandy achava que essa viagem repentina a Roma tinha algum significado mais profundo.
— Onde vocês vão ficar? — perguntou Paulo.
— Fiscella — respondeu Matteo, referindo-se ao luxuoso hotel.— Que romântico — disse Shandy, mas Matteo logo a cortou.
— Luka e eu estamos pensando em comprá-lo — explicou ele a Paulo. — É um ótimo hotel antigo, mas que precisa de muitas reformas. Quero verificar algumas coisas por conta própria.
— Bella não trabalha lá? — perguntou Paulo a Sophie, e Matteo tomou um grande gole de sua bebida.
Bella.
O nome dela fazia com que sua garganta se fechasse, a ponto de ele precisar dizer a si mesmo para relaxar, para poder engolir de uma vez seu limoncello. Odiava o gosto da bebida; fazia-o lembrar-se de casa, um lugar que passara os últimos cinco anos tentando esquecer.
Ele já sabia disso.
Alguns meses depois de partir, seu meio-irmão Dino havia lhe dito que Bella era uma figura presente no bar do hotel. Ele também tinha lhe contado coisas que fizeram seu estômago revirar e arder, mas Matteo conseguiu manter a calma com Dino. Se o meio-irmão dele tivesse alguma suspeita de que ele se importava com Bella, Malvolio iria puni-la pela fuga de Matteo, só por prazer.
— Trabalha — respondeu Sophie, e apesar de não querer aprofundar-se no assunto, Matteo descobriu-se fazendo uma pergunta a Sophie.
— Fazendo o quê?
— Ela é uma camareira — respondeu Paulo pela filha. — Não é mesmo, Sophie?


Série Playboys da Sicilia
1- Jura de Desejo
2- Liberdade para Amar
Série Concluída

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Liberdade para Amar

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Uma paixão tem que ser livre para ser bela e forte!

Na década de sessenta, época de paixões contidas e anseios de liberdade, não havia limites para os sonhos.
O mundo assistia o espetáculo do triunfo e da tragédia alternando-se nas telas dos televisores narrados por homens que se tornaram os porta-vozes dos maiores eventos da história.
Na IBS, um comentarista atraia tanta atenção quanto as notícias que transmitia com emocionada competência: Matthew Callahan, o impetuoso repórter de cabelos e profundos olhos azuis que Teresa amava desde a infância.
Só que agora ela o desejava como homem, e não apenas com o seu deus particular, o herói dos tempos de menina.
E queria dar a ele o seu corpo de mulher, sua paixão e seu amor!

Capítulo Um

A mansão, brilhantemente iluminada, refletia-se gentilmente nas águas ver­des da baía quando Teresa entrou pelo grande portão lateral.
Dentro, a sala era uma profusão de flores.
Atravessou-a, em direção ao terraço que dominava o jardim, e parou no alto das escadas de mármore.
Permaneceu um instante imóvel, ouvindo o eco da música e dos risos que chegavam até ela e aspirando com prazer o ar fresco, recendente a relva e a folhagens farfalhantes.
Era um bálsamo, depois da cansativa viagem de trem num dos va­gões abafados da Long Island Railtroad.
Aos poucos, seu olhar foi pousando na penumbra aveludada.
As longas mesas armadas no gramado, com as alvas toalhas de linho ondulando à brisa cálida de agosto, estavam postas com o que havia de melhor: copos de cristal, talheres de prata, cas­tiçais com longas velas.
Camareiros uniformizados passavam com ban­dejas de champanha e de hords-do'euvres por en­tre os convidados.
Alguns casais dançavam ao som do quarteto de cordas, à luz oscilante das lanter­nas chinesas espalhadas pelo jardim especialmente para a festa.
Outros, aos pares ou em grupos, caminhavam vagarosamente pelas aléias, com os copos na mão, à espera de que o anfitrião desse o sinal para o jantar.
Teresa começou a descer os degraus lentamente, com a impressão de que era a última a chegar.
Seus avós já estavam sentados frente a frente, à pequena mesa da piscina.
Fitou-os demoradamente e seus olhos se encheram de ternura.
Vovô e vovó Lawrence... vovô e vovó Gargano... Eram tão queridos!