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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Mãe Secreta

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Procura-se Babá



Carolina tinha se prometido que um dia voltaria pela pequena Caitlin. 

Quatro anos depois, ia dar o primeiro passo para cumprir sua promessa… ia a uma entrevista de trabalho como babá… de Caitlin. 
Até aí tudo ia bem. Matthew a entrevistou e não a reconheceu, ou isso ela acreditara.Mas entre eles havia um inconfundível magnetismo. 
Possivelmente todos seus sonhos se fizessem realidade; mas não se imaginava que Matthew tinha outros planos…

Capítulo Um

Da janela de sua salinha, junto ao quarto das crianças, Caroline via a neve cair sobre Morningside Heights. Flocos suaves e ligeiros revoavam no céu escuro, depositando-se contra o vidro e cobrindo as árvores com um manto branco.
De repente, sentiu um calafrio. A neve sempre a fazia recordar. Trazia o passado de volta, com toda sua crueldade. O passar dos anos, não aliviaria a dor, não cicatrizariam as feridas emocionais como o tinham feito as físicas?
No espelho estas já não se notavam e nem sequer podia as perceber com as pontas dos dedos. Certo que ainda estava um pouco demarcada, parecia mais velha para sua idade, mas, ironicamente, agora era quase uma beleza enquanto que antes só tinha sido meramente atraente.
Um golpe na porta interrompeu seus pensamentos.
— Espero não te incomodar — disse Lois Amesbury, sua chefe, sempre educada, além de agradável e amistosa. — Queria te dizer que já está decidido. Meu marido tem que se incorporar a seu posto no hospital de Burbeck antes de Ano Novo, assim partiremos para Califórnia durante as férias de Natal...
A possibilidade de mudar-se à costa oeste havia sido mencionada e comentada com antecedência mas Caroline tinha procurado não pensar nisso.
Fazia mais de dois anos que os Amesbury, depois de ouvir parte de sua história, arriscaram-se a contratá-la, uma mulher calada e de olhos tristes, como babá de suas gêmeas, que agora tinham três anos. Com eles se sentia segura e, embora não era feliz, estava relativamente a gosto. A mudança supunha uma grande mudança, uma separação que Caroline não desejava.
— Sentirei falta de Nova Iorque — continuou Lois, sentando-se frente a ela-, mas estou desejando exercer a advocacia em Oakland e seremos quase vizinhos de minha família. Minha mãe morre de vontade de ocupar-se das meninas...
Meninas que tinham servido para encher os braços vazios e o coração destroçado de Caroline.
— Embora suspeite que as vá mimar muito... — Lois percebeu a desolação que a jovem tratava de ocultar e calou bruscamente. Depois de uns segundos continuou com tom prático. — Na realidade vim para te dizer que Sally Dowers me chamou para me perguntar se necessita de outro emprego. Conhece um rico homem de negócios que necessita uma babá de confiança e está disposto a pagar muito bom salário. Tem uma menina, aproximadamente da mesma idade que as minhas. É divorciado ou viúvo, não estou bem certa. Embora isso não importe... a avó se ocupava da menina, mas morreu subitamente faz uns meses. Acredito que a babá que contrataram não gostava da pobre neném, que preferia estar com a governanta. Quando o pai descobriu o que ocorria ele despediu a babá; necessita de alguém de confiança que possa começar imediatamente. Amanhã estará em casa, se por acaso quer ir vê-lo.
— Mas eu não posso começar imediatamente. 

Série Procura-se Babá
1-  Mãe Secreta 
2- Adorável Mentirosa
3- *NannyA Nanny Named Nick
4- Uma Babá na familia
5- Procura-se uma Babá
6- A Última tentação
7- Uma Jóia Para a Noiva
8-* InherInherited: One Nanny
9- Uma babá adorável
10- Precisa-se de uma Babá
11- *DaughA Daughter for Christmas
12- A babá disse sim!
Série Concluída
* Não publicado no Brasil

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Marido Ideal

ROMANCE CONTEMPORÂNEO






Um anjo... Foi o que Adam pensou ao ver Angie pela primeira vez.

O testamento dizia que aquela que se casasse primeiro herdaria a casa e a fazenda. Angie amava o lugar, e Paula, sua irmã, o odiava, embora quisesse o dinheiro que conseguiria se vendesse as terras. Foi então que o atraente Adam entrou na vida de Angie, parecendo capaz de responder a todas as suas preces.
Agora, ela poderia ter a fazenda e... Adam. Porém, ele a amaria de verdade, ou estaria apenas cumprindo sua parte no acordo?

Capítulo Um

O relógio da igreja de Hallfield tocava as badaladas da meia-noite quando Angie atravessou o pequeno vilarejo, a caminho de casa, passando pelos pubs vazios e pelas fileiras de residências antigas, com suas paredes de pedras.
Era uma noite escura, com as nuvens espessas bloqueando a visão da lua e das estrelas e, guiando com cuidado, ela deixou para trás a cidadezinha, seguindo pela estreita e tortuosa estrada de Derbyshire.
Os faróis de seu velho Ford formavam um túnel fantasmagórico, iluminando as flores de maio que brotavam das árvores, flanqueando toda a estrada.
Um muro de pedras à esquerda sinalizava a bifurcação da estrada, sendo que uma levava aos diversos chalés vizinhos, enquanto a outra dava para Wingwood Hall.
No passado, a antiga casa de dois andares do Sr. Dawson servira como um ponto de referência para o local, estando sempre iluminada. Entretanto, nos últimos três meses, desde que ele se aposentara de seu trabalho como caseiro da propriedade Wingwood e fora reunir-se ao filho no Canadá, esta se tornara escura e vazia. Até aquela noite.
Um feixe de luz no cômodo da frente fez com que Angie pisasse no freio. E já abria a porta do carro, quase disparando para fora, até que a prudência lhe sugeriu que fosse um pouco mais devagar.
Angie prometera ao Sr. Dawson que tomaria conta da casa, e possuía uma cópia da chave, porém isto não significava que deveria arriscar-se a entrar. Se por acaso fosse um ladrão que estivesse ali, ela só conseguiria ajuda em Hallfield. A não ser que pegasse Tosca, pensou.
Porém, embora a cadela da raça bull-terrier tivesse uma aparência feroz, na verdade era mansa e doce como um cordeirinho, e certamente não adiantaria muito.
Assim, restava-lhe apenas uma coisa a fazer: dirigir de volta à estrada e ligar para a polícia, na primeira cabine telefônica que encontrasse.
Angie estava prestes a ligar o motor do carro quando, novamente, a prudência enviou-lhe um aviso. E se o flash de luz que avistara não passasse de uma ilusão de ótica, provocada pelos faróis do veículo refletindo nas vidraças?
O mínimo que poderia fazer seria verificar, primeiro, se haviam sinais de arrombamento. Ajeitando os óculos no nariz, procurou a pequena lanterna e, depois de desligar os faróis, saiu do carro. Sequer importou-se com o fato de estar descalça, pois tirara os sapatos de salto alto que lhe dificultavam os movimentos ao dirigir.
Esperou alguns segundos, até que os olhos se acostumassem à escuridão e, caminhando cuidadosamente no chão coberto de pedras, passou pelo grande abrigo de madeira, que servira como garagem na época em que o Sr. Dawson ocupava a casa. Tateando, encontrou a fechadura do portão de ferro que levava ao jardim e subiu em silêncio através do caminho pavimentado. Ligou a lanterna, então, examinando a porta da frente, pintada de verde. A não ser pela camada de poeira acumulada, esta parecia estar em perfeito estado.
Abaixando-se ao passar pela janela da sala de estar, apenas por precaução, ela fez a volta na casa. Nem a janela da cozinha nem a porta davam mostras de ter sido arrombada.
Virou-se, então, e seu suspiro de alívio foi bruscamente substituído por um gritinho de susto, ao ser agarrada por um par de braços fortes e musculosos, ao mesmo tempo em que derrubava a lanterna e os óculos.
O homem era grande e muito mais forte do que ela. Porém, em vez de manter-se calma e empregar os golpes de autodefesa que aprendera; uma onda de terror incontrolável a fez lutar como uma tigresa.
— Ei, fique quieta, que diabos! — o homem exclamou.
Angie desferiu-lhe um soco, atingindo-lhe a face, mas o homem conseguiu imobilizá-la.
— Muito bem, assim está melhor — ele murmurou. Arrastou-a de volta para frente da casa e, depois de abrir a porta, empurrou-a para dentro.
Angie entrou, aos tropeços, e quando ouviu a porta fechar-se com um estrondo, virou-se para encarar a poderosa luz da lanterna.
— Ora, que surpresa! — o homem tornou a exclamar. — Sou a favor da igualdade entre os sexos, mas esta é a primeira vez que vejo uma ladra!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Em Veneza, O Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
A magia de um encontro mudando os caminhos da paixão 

Luce fora até Veneza para organizar a exposição das peças do famoso escultor Peter Sebastian. 
Porém, para sua surpresa, ele não aparecia. Quem estava sempre a seu lado era Mário Lorenzo, o estranho que a seguira desde que chegara ali e não parava de lhe fazer perguntas. Enigmático, queria saber tudo sobre Luce. 
Mas quem era esse homem misterioso que com apenas um olhar fazia seu coração bater descompassado?


Capítulo Um

Com certa ansiedade, Luce desceu os poucos degraus do jato que a levara até Veneza. O calor excessivo esquentava a sola fina de seus sapatos, enquanto, na fila com os outros passageiros, seguia pelo asfalto áspero até o edifício do Terminal. Embora sendo fim de tarde, o ar estava uma fornalha e ela dava graças a Deus por ter penteado os cabelos no alto da cabeça. 
— Está um inferno de quente — Dolly Cook comentou com Luce. 
— Eu disse a meu marido que ele não aguentaria tanto calor, mas Walt nunca me dá ouvidos. 
Ambos de meia-idade, molhados de suor, o casal de americanos que viajava pela Europa sentara-se ao lado de Luce no voo de Londres a Veneza. Apreciando a gentileza deles, Luce sorrira e ouvira durante o trajeto toda a conversa interminável dos dois. 
Findas as formalidades alfandegárias, ela apanhou a bagagem e saiu do aeroporto para uma rua quente como fornalha. A porta havia um grupo de rapazes. Um deles assobiou e os outros a fitaram em ousado silêncio. 
Sua mãe sempre dissera que os italianos eram inveterados namoradores. Mas, dotada de pernas longas e bem feitas, com um corpo de modelo, conforme dizia seu noivo Paul, Luce estava acostumada a esses olhares de admiração; e caminhava imperturbável, com graça e total indiferença. Fora, não havia sinal de táxi. 
Ela então comprou uma passagem e entrou no ônibus já quase lotado para percorrer os treze quilômetros até o centro da cidade. Teve de se sentar no último banco, espremida entre um rapaz de jeans, de ombros largos, e um senhor barrigudo, de rosto congestionado. 
Cada vez que o veículo freava ou acelerava violentamente, era sacudida para os lados, esfolando as canelas nas várias malas jogadas pelo chão. A viagem pela costa num ônibus quente e barulhento foi pouco interessante. Por isso Luce deu um suspiro de alívio ao chegarem à comprida ponte que unia Veneza à terra firme. Era o primeiro contato dela com a cidade de seus sonhos. 
Extasiou-se com as torres dos edifícios que pairavam com serenidade no ar, tal qual miragem. Mas a Piazzale Roma não tinha nada de atraente. Terminal rodoviário, os veículos eram deixados em enormes estacionamentos públicos ou em garagens particulares. 
A praça estava apinhada de gente e a fumaça provocada pelo diesel deixava o ar irrespirável. Ao longo da calçada havia barracas onde se vendiam frutas, refrigerantes e finas fatias de coco fresco.  
 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Fuga da Tempestade

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Dueto Desejo e Êxtase 




Brincando com fogo...

Zander Devereux desejou Caris desde o momento em que a arrumadinha advogada júnior o enfrentou no escritório!
Arrogante, poderoso e desacostumado a ouvir a palavra "não", Zander se diverte com a brilhante rebeldia dela.
Afinal, ele adora um desafio e sabe que a recompensa será bem doce...
Mas quando começam um romance, no meio do fogo da paixão, ela simplesmente foge!
A pecaminosa sedução de Zander é uma tentação doce e amarga ao mesmo tempo.
E Caris sabe que o calor da atração de Zander irá arrefecer quando ele descobrir seu segredo mais bem guardado...

Capítulo Um

A Igreja do século XII, coberta de líquen, estava preenchida com a fragrância de rosas e lírios, e com as notas da tradicional marcha nupcial.
A luz do sol se infiltrava pelos vitrais coloridos, e, conforme as árvores do pátio da igreja se moviam na brisa, formavam padrões caleidoscópicos sobre os encostos dos bancos polidos e o piso de pedras. 
Nada parecia real enquanto Caris andava ao longo do corredor, de braço dado com seu tio David. Seu pai, ainda zangado com ela, recusara-se a entregá-la ao noivo. 
Um homem, presumivelmente o padrinho, esperava perto dos degraus do altar. Ele estava de costas, e ela não podia ver-lhe o rosto. Não havia sinal do seu noivo.
De ambos os lados do corredor, pessoas viravam as cabeças para lhe sorrir, enquanto Caris passava num vestido branco de tule que, mesmo então, sabia que não combinava com ela. 
Ela tentou sorrir, mas, sentindo o rosto rígido, como se fosse feito de cera, não conseguiu. Ao chegar aos degraus do altar, teve ciência do noivo aparecendo e parando ao seu lado. Ela não o olhou. 
O padre idoso deu um passo à frente, chamou a atenção da congregação com um olhar e começou as palavras tradicionais: “Queridos fiéis, estamos aqui reunidos...” 
Enquanto a cerimônia de casamento progredia, Caris olhou à frente e perguntou-se o que estava fazendo lá.
Quando chegou o ponto em que os noivos precisavam fazer seus juramentos, e ela ainda se recusava a olhá-lo, ele lhe segurou os braços e virou-a para si. Os olhos verdes dele eram frios, autoritários; a cabeça loira se inclinava daquela maneira arrogante que ela conhecia tão bem. 
— Fale Caris. 
Mas ela não podia. Aquilo era tão errado! Não podia, não ia se casar com Zander! Derrubando o buquê de rosas que carregava, Caris virou-se, e, erguendo a saia do vestido, correu pelo corredor, entre as fileiras de convidados boquiabertos, lágrimas escorrendo por seu rosto. Podia ouvi-lo chamando por ela. 
— Não vá, Caris... Não vá... Mas ela precisava ir. 
Por mais que o amasse, não se casaria com um homem que não a amava, que poderia muito bem suspeitar que tinha sido pego na armadilha daquele casamento. 
Lutando contra os soluços presos em sua garganta, ela abriu a porta pesada da igreja. Do lado de fora, foi recebida pelo sol brilhante e pela brisa que soprou o véu de seda sobre seu rosto. Tentava rasgar o véu sufocante quando acordou, e, sentando-se ereta, descobriu que estava na própria cama, a luz de uma manhã chuvosa do fim da primavera se infiltrando pela janela. 
Mesmo assim, levou alguns segundos antes que o pânico diminuísse e a visão familiar de seu quarto, com suas paredes em tom pastel e cortinas floridas, tranqüilizasse Caris.

Dueto Desejo e Êxtase
1 - Fuga Da Tempestade 
2 - Vida Em Pecado



segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Em Nome Do Desejo

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
1- Mais Que Tudo Na Vida









Sadie Carteret e Nikos Konstantos estavam apaixonados, e planejavam o casamento do ano, esperando que a intensidade de seus sentimentos fosse capaz de transformar a união de famílias rivais em uma poderosa dinastia. 


Porém, as intrigas e traições do mundo dos negócios arruinaram sua felicidade. 
Os Konstantos foram financeiramente destruídos pelos Carteret, acabando com seu relacionamento e seus planos de firmarem compromisso. 
Agora que Nikos conseguiu dar a volta por cima, chegou sua vez de humilhar seus inimigos... e ter Sadie a seus pés. 


Capítulo Um 


Apesar da chuva que açoitava seu rosto, espetava seus olhos e quase a cegava, 
Sadie não teve dificuldade de encontrar o caminho dos escritórios em que teria uma reunião logo cedo. 
Assim que saiu da estação do metrô e virou à direita, foi como se seus pés a levassem automaticamente pelo caminho, sem que precisasse olhar para onde ia. 
Mas é claro que fizera o mesmo caminho muitas vezes antes. 
Há algum tempo atrás, o número suficiente para que soubesse chegar sem pensar. Naquela época encaminhava-se para lá em circunstâncias muito diferentes. 
Naqueles dias teria chegado em um táxi, ou talvez em um carro com um motorista uniformizado que deslizaria a limusine até o meio-fio e abriria a porta para ela. 
Os escritórios pertenciam a seu pai, diretor da Carteret Incorporated. 
Agora eles eram a sede inglesa pertencente ao homem que levou sua família à ruína, por vingança pelo modo como fora tratado. 
E que teve muito mais êxito do que jamais sonhara. Lágrimas se misturavam às gotas de chuva quando Sadie pisou diante das imensas portas de vidro da entrada do elegante prédio, que a ofuscaram tanto que quase tropeçou no degrau. 
Sentiu uma acidez no estômago quando as portas se abriram e viu as palavras Konstantos Corporation gravadas em grandes letras douradas, onde antes via-se o sobrenome de seu pai, de sua família. 
Algum dia seria capaz de voltar ali e não pensar em seu pai, falecido há mais de seis meses, enquanto o homem que o odiou a ponto de tirar tudo o que possuía agora tinha o domínio da empresa que seu bisavô construíra a partir do nada e transformara na corporação multimilionária que era hoje? 
— Não! — Recorrendo à toda a sua coragem, Sadie balançou a cabeça, sacudindo os cabelos lisos e escuros. 
Seus olhos verdes mostravam determinação ao entrar no amplo saguão pavimentado com mármore. 
Os saltos de seus sapatos pretos faziam um som decidido ao caminhar rumo ao balcão de recepção de madeira clara. 
— Não! 
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 2- Fúria Da Paixão





O impiedoso empresário Ross Dalgowan se enfurece ao descobrir que a mulher com quem passou uma noite cheia de paixão é casada! 


Porém, tudo fora um mal-entendido. 
Cathy Richardson, na verdade, estava tentando ajudar seu irmão ao se passar por sua esposa. 
E tudo fica muito mais difícil quando ela descobre que o homem com o qual compartilhou momentos maravilhosos é seu novo chefe! 
Agora, Ross quer fazê-la pagar pelo que fez... com mais noites inesquecíveis... 


Capítulo Um 


Cathy havia colocado a bagagem no carro, despediu-se de seus vizinhos, devolveu as chaves do apartamento e deixara Londres naquela manhã. 
Como era uma distância longa para percorrer dirigindo e Carl estava preocupado com ela, Cathy concordara em fazer uma pausa na viagem e dormir em Ilithgow House, um pequeno hotel familiar que, de acordo com o anúncio, era confortável e barato. 
Carl havia aconselhado Cathy: 
— Comece a viagem o mais cedo possível, maninha. É um caminho danado de comprido só até Ilithgow, e você ainda vai ter que enfrentar todo o trânsito antes do Natal. 
Mas, apesar do alerta dele, a viagem levara muito mais tempo do que ela imaginara, e já escurecera há várias horas. 
Ela havia acabado de cruzar a fronteira entre a Inglaterra e a Escócia quando começou a nevar. 
Os primeiros flocos, grandes e leves, dançavam no ar, capturados pelo facho dourado da luz dos faróis do carro, e acabavam no pára-brisas, onde os limpadores eficientes os atiravam, sem cuidado, para os lados. Desde quando era muito pequena, 
Cathy adorava a neve, e ela pensou no quanto tudo estava bonito e como seria adorável ter um Natal branco. Ou melhor, como teria sido adorável, se ela não estivesse, pelo bem de Carl, planejando viver uma mentira. Espiando pelo vidro, ela ficou grata por já estar chegando. 
Os flocos estavam ficando menores e mais compactos, e a neve estava agora caindo com força. 
Avisada de que já estava nevando pesadamente no norte da Escócia e nas montanhas, ela esperava encontrar uma situação parecida mais cedo ou mais tarde, mas não tão ao sul, e Cathy sentiu-se aliviada por estar no carro de Carl, com tração nas quatro rodas. 
Quando finalmente avistou o luminoso com o nome do hotel, o vento ficara mais forte, indicando que uma nevasca se aproximava, o que a obrigava a dirigir através de uma cortina branca e ofuscante. 
Virando à esquerda e passando entre os portões iluminados, ela diminuiu a velocidade quase completamente, animando-se ao pensar que não deveria haver mais do que algumas centenas de metros à sua frente. Ilithgow House, de acordo com o que ela lera quando fizera a reserva, ficava a menos de meio quilômetro de distância da estrada principal.
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domingo, 14 de agosto de 2011

Atração Perigosa

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Vingança?

Elizabeth mal havia respondido sim, quando descobriu que seu noivo não havia se casado por amor. Seus sonhos de felicidade ruíram.

Incapaz de permanecer ao lado de um homem que não a amava, ela desapareceu da vida de Quinn Durville, pediu a anulação do casamento e mudou de identidade.

Mas Quinn conseguiu finalmente localizá-la e afirmou que Elizabeth continuava a ser sua esposa! Sua proposta era fazerem um teste.
Ao saber que seria o alvo desse teste, Elizabeth hesitou.
O que Quinn realmente queria? Tentar uma reconciliação ou vingar-se?

Capítulo Um

A ocasião exigia glamour, mas sem condições de se apresentar com um vestido novo em cada uma delas, Elizabeth optou por um de seus modelos favoritos, simples e elegante, na cor azul-noite e sapatos de salto em camurça no mesmo tom.
Os cabelos castanho-escuros, quase pretos, prendeu em um pequeno chignon.
Como adorno, colocou seus brincos de prata e madrepérola delicadamente moldados em forma de sereia, sua única jóia, e o relógio no pulso esquerdo do qual nunca se separava.
a campainha soou, estava pronta para atender.
Abriu a porta de seu bangalô e sorriu para o homem alto, loiro e atraente ao mesmo tempo que vestia seu casaco de pele cinza.
Richard Beaumont inclinou-se e beijou-a no rosto.
— Está linda — ele a elogiou com suas maneiras sempre finas e aristocráticas.
A noite estava fria e escura. A neblina invadia pouco a pouco as ruas.
— A que horas começa o leilão? — Elizabeth perguntou enquanto Richard a conduzia à limusine.
— As nove e trinta, após o coquetel. Não creio que se estenda por muito tempo. Como se trata de uma coleção pequena e particular de pedras preciosas, os interessados deverão arrematá-las em uma hora, talvez menos.
Rico e apreciador do que era belo, Richard colecionava pedras preciosas como outros colecionavam selos.
— Você tem em vista alguma pedra em especial? — Elizabeth perguntou enquanto o motorista os levava a Hyde Park.
Os olhos azuis de Richard refletiram um grande entusiasmo.
— A mais especial de todas. O diamante Van Hamel.
— Acha que haverá disputa?
— Embora os convites tenham sido entregues apenas a um grupo selecionado, eu ficaria surpreso se fosse o único a desejá-lo — Richard respondeu com franqueza.
— Nesse caso, pretende consegui-lo a qualquer preço?
— Oh, sim. Eu o quero para mim. Embora o diamante não seja grande, a lapidação é magnífica. Não posso pensar em nada mais perfeito para um anel de noivado.
A última frase foi dita com tanta naturalidade que Elizabeth pestanejou.
— Sabe a que me refiro, não?
Elizabeth engoliu em seco...

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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Cega Obsessão

ROMANCE CONTEMPORÂNEO





Ela não podia esquecer este homem... Ele não conseguia se livrar do passado!

Um nome falso!
Era isto que Autumn Milski faria para poder rever Saul, o grande amor de sua vida.
Havia o perigo de ele reconhecer a garota que um dia fora, a garota a quem considerava culpada pelo acidente que sofrerá e que o marcara pelo resto da vida.
Mas já havia se passado tanto tempo...
Mesmo assim, valeria a pena correr o risco.
Precisava ter certeza de que o que sentia por ele era apenas uma cega obsessão... e não amor!

Capítulo Um

Autumn sabia que cometera um terrível engano.
Estava correndo um enorme risco, mas não conseguia lembrar uma época em que não sentira amor por Saul.
Era como se ele sempre houvesse feito parte de sua vida, e a necessidade de vê-lo mais uma vez superara o bom senso.
Estava sentada na poltrona de couro, tensa e rígida, como se qualquer movimento pudesse trair seu nervoso e atrair o olhar curioso da mulher sentada atrás da mesa.
Passara os últimos vinte e cinco minutos lamentando o ato de loucura, e já estava pensando na desculpa que daria para partir quando o som do interfone assustou-a.
— O Sr. Cresswell vai recebê-la agora — anunciou a secretária de Gerald Baber.
Combatendo a onda de pânico, Autumn levantou-se, ajeitou os cabelos avermelhados e bateu na porta que a separava do grande momento.
— Entre — ordenou uma voz fria.
Ela obedeceu e deu alguns passos pelo interior do luxuoso escritório, os olhos verdes fixos nas costas do homem parado ao lado da janela.
Conhecia bem a altura imponente, a largura dos ombros e a inclinação arrogante da cabeça.
Também sabia que o poder físico associava-se ao intelecto aguçado, à mente rápida que o tornava duplamente formidável e fazia com que muitos homens tidos por inteligentes parecessem lentos e pouco observadores.
Ele virou-se com uma rapidez que a assustou, acelerando as batidas de seu coração e o ritmo de sua respiração.
Aquele rosto forte, de sobrancelhas negras e boca ampla, também era dolorosamente familiar.
Apenas os óculos escuros eram estranhos e desconhecidos.
Acostumara-se a vê-lo vestido casualmente, com roupas velhas e normalmente manchadas de tinta, mas agora ele usava terno e gravata.
O traje civilizado não ocultava a masculinidade primitiva.
Pelo contrário, era como se a acentuasse.
Enquanto o observava em silêncio, tinha a impressão de que o coração saltaria do peito, as lágrimas quentes brotando de seus olhos e descendo pelo rosto pálido.
Este era o homem que havia enriquecido sua vida, encorajando seus talentos e alargando sua mente.
O que homem que, com sua presença, bordara o tecido simples de sua existência, transformando-o numa tapeçaria de rara beleza.
E também era o homem que a fizera compreender o significado da palavra desespero.
Não, não era verdade. Ela havia destruído tudo com sua estupidez.

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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Amante Por Acaso

ROMANCE CONTEMPORÂNEO



Difícil seria conseguir escapar de seus truques de sedução!

Blaze Rawdon está convencido de que Francesca tem um segredo.
E quando sua noiva desaparece na véspera da festa de noivado, ele força Francesca a fazer o papel de noiva substituta!


Sem escolha, ela é obrigada a representar esse papel, dividindo a casa com Blaze... e também a cama dele!
Apenas decide não permitir que ele toque seu coração!
O breve caso que tiveram três anos antes terminara em lágrimas, e Francesca ainda se lembra das sensações causadas pelo toque das mãos de Blaze.
E não quer que isso se repita... porque ela sabe que não irá resistir!

Capítulo Um

Francesca Holt, abrindo caminho numa sexta-feira à tarde entre as pessoas e carrinhos empilhados de bagagem, parou para olhar os monitores de vôos do aeroporto. O avião de Amsterdam acabara de aterrissar. Ela respirou aliviada.
— Francamente, é um azar eu ter de viajar justamente agora — Kirk lhe dissera.
— Mas esta viagem é muito importante. — Ele beijara-a e apanhara a mala e a pasta.
— Estarei de volta amanhã sem falta. Encontre-se comigo no balcão de recepção.
Há vinte minutos mais ou menos entre os nossos aviões, portanto você não terá de esperar muito. — Com um sorriso tenso, ele acrescentou: — Segure bem sua mala de mão até se encontrar comigo.
Agora, ficando numa posição bem à vista no balcão, ela esperava.
Francesca era uma mulher esbelta, graciosa, de estatura acima da média.
Tinha cabelos castanhos sedosos e ondulados, penteados no alto da cabeça.
Trajava-se bem. Usava um vestido bege e uma jaqueta sem gola.
Uma echarpe de seda florida em volta do pescoço dava um toque colorido à toalete. Ela carregava uma mala de mão e a bolsa.
Um homem a observava atentamente, o que não era nada fora do comum, pois sempre se destacava na multidão.
Ignorando estar sendo notada, Fran ergueu a mão esquerda e olhou para o pequeno diamante solitário. Kirk colocara-o em seu dedo havia dois dias apenas, quando a levara para jantar.
— Este anel é apenas temporário — ele dissera. — Poderá escolher algo maior e melhor depois deste fim de semana.
Porém ela não precisava de nada maior nem melhor. Comprometida com aquele homem de olhos azuis e cabelos louros, o sonho de muitas mulheres, tinha tudo o que queria.
A par do físico maravilhoso, Kirk era inteligente e charmoso, um charme todo seu que o fazia irresistível.
Quando Francesca se mudara para Manchester, a fim de ocupar a posição de designer da firma Christopher Varley, uma antiga e bem conceituada firma de joalheiros estabelecida em Manchester, Kirk Varley, filho do falecido proprietário, tratara-a da mesma maneira fria como tratava as outras funcionárias.
Mesmo após quase um ano, e obtendo sucesso por suas montagens de jóias que atraíam a atenção de muitos clientes, ele não dera sinal de interesse.
Fora o trabalho de redesenhar um colar antigo que operara o milagre.
Edward Balantyne, um empresário multimilionário e proprietário da mansão Balantyne, procurara Kirk pois desejava que sua noiva usasse o colar no dia do casamento.
Montado com dezoito rubis grandes, perfeitamente iguais, falava-se que fora dado a Elizabeth Balantyne, uma beldade famosa, por um marajá indiano.
Desde então crescera na família Balantyne um costume tradicional.
Em cada geração o colar passava à esposa do filho mais velho.
Porém a atual noiva, americana, não se preocupando com a tradição e não gostando da aparência pesada e antiquada da jóia, e tendo admirado os trabalhos de Francesca, quis que as preciosas gemas fossem montadas de maneira mais leve, mais moderna.
Precisando ir aos Estados Unidos por algumas semanas, antes do casamento, o multimilionário concordara, ainda que com certa relutância, que sua noiva escolhesse o novo design.
Antes de partir e depois de ter entrado em contato com Kirk por telefone, Edward Balantyne providenciara para que o colar fosse levado, com segurança especial, de seu banco em Londres aos joalheiros.
O colar deveria chegar exatamente com vinte e quatro horas de antecedência, para que William Bailey, o artesão da firma, fizesse o novo engaste dos rubis.
E a Joalheria Varley ficaria responsável pela entrega do colar de volta, usando a mesma firma de segurança.
Existia uma condição.
Tendo havido muita agitação na mídia, em ambos os lados do Atlântico, Edward Balantyne insistira que tudo, incluindo seu casamento, que teria lugar em Londres logo após sua chegada dos Estados Unidos, fosse mantido em absoluto segredo.

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Cerimônia Secreta

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Wedlocked!



Perdita Boyd precisa salvar a empresa de sua família e proteger o pai, que se encontrava enfermo e debilitado.

Assim, o que fazer quando o único investidor disposto a ajudá-la é Jared Dangerfield?
Jovem e apaixonada, ela se casara secretamente com ele contra a vontade de seu pai.

No entanto, Jared a traíra na noite de núpcias!
Agora, ele está de volta para assumir os negócios, vingar-se pela cilada do passado e reconquistar Perdita... e ele tem um inesperado trunfo na manga...

Capítulo Um

Era um lindo dia no início de junho.
Depois de uma pri­mavera fria, o céu azul sem nuvens prenunciava o início do verão no hemisfério Norte.
O calor opressivo e a poei­ra ainda não haviam se formado.
Em seu lugar, uma brisa agradável soprava, balançando bandeiras e toldos, dando a Londres um ar de festa.
Apesar dos problemas financeiros enfrentados pela JB Eletronics, o sol radiante alegrou a alma de Perdita Boyd, caminhando animada por Picadilly, naturalmente elegante.
Mesmo de terninho e cabelo preso, atraía os olhares dos homens.
Considerava-se uma mulher comum, mas ficava surpresa com o efeito que causavam seus olhos turquesa claros e os cabelos dourados.
Pela manhã visitara o gerente do banco, um senhor rabugento, que lhe negara um emprés­timo para a empresa, mas sorrira simpático lamentando a perda da juventude.
Tentando se reerguer e recuperar parte do otimismo, já na saída do banco resolveu visitar o pai, no hospital, onde ele se recuperava de uma recente cirurgia cardíaca. John Boyd estava sentado diante dos janelões que davam para um pátio.
Era alto e atraente, tinha nos cabelos um tom louro-acizentado e recentemente completara 55 anos. Os dentes da frente ligeiramente separados lhe garantiam um ar jovial.
Ao atravessar a sala para beijá-lo, ele adivinhou:
— Não tivemos sorte, não é mesmo? Sentando-se a sua frente, ela balançou a cabeça.
— Receio que não. Embora simpático, o gerente foi in­flexível e negou tanto o empréstimo como a renegociação da dívida.
John suspirou.
— Bem, considerando a situação difícil em que o Vale do Silício se encontra, só nos resta negociar com a Salingers.
Não será fácil, eles são durões. Sabem que nos têm nas mãos. Ainda assim, não podemos deixá-los assumir o controle. Não podem ficar com mais de 45 por cento das ações.
— Farei o possível.
— Chegue a cinquenta por cento, se for preciso. Quando irá encontrá-los?
— Tenho uma reunião no escritório deles na Baker Street.
— Ótimo! Não temos tempo a perder.

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Altar da Paixão

ROMANCE CONTEMPORÂNEO



Ele parecia a única coisa boa no pior dia da vida de Valentina Dunbar: Richard Anders, um homem irresistível que aparece para ajudá-la em uma noite chuvosa.

Ele é um bilionário de família tradicional, e tem seu próprio castelo!
O tempo que passa com Richard é uma romântica e deslumbrante aventura, mas será ela capaz de aceitá-lo ao descobrir suas intenções ocultas?

Capítulo Um

Sentada à mesa de seu escritório, no primeiro andar, Valentina Dunbar olhava distraidamente pela janela salpicada de gotas de chuva.
A vista mostrava o longo e estreito es­tacionamento da Cartel Wines e seguia, além do muro alto, para o rio Tâmisa.
O sol já havia começado a se pôr, desaparecendo sorra­teiramente na paisagem, enquanto as luzes da cidade iam se acendendo aos poucos, refletindo-se na superfície da água escura do rio, e lançando um brilho alaranjado no céu cheio de nuvens, tingido de púrpura.
Era sexta-feira, e a maior parte dos funcionários diurnos havia saído mais cedo, formando agora um fluxo constante de veículos que saíam do estacionamento em direção ao rush londrino.
Como responsável pela organização dos eventos e da publicação dos informativos das campanhas da Cartel Wines, Tina preferiu ficar para dar os retoques finais nas peças para o Natal.
Pela primeira vez em sua vida, porém, não estava conseguindo se concentrar no trabalho.
Era sexta-feira-13, um dia que, ao menos para ela, havia feito jus à sua reputação de ser um dia de azar.
Logo pela manhã, ela machucara seu tornozelo ao sair e escorregar do chuveiro. Batendo os dentes, tivera de se equilibrar num pé só, enquanto se secava, se vestia e pren­dia os cabelos grossos e sedosos, naturalmente louro, com algumas mechas mais escuras, num coque firme.
Quando terminou, a dor já havia cedido um pouco, e Tina conseguiu mancar até a sala de estar para comer a sua torrada e tomar um gole de café.
Ruth, a amiga com quem Tina estava morando tempora­riamente, já tomava café, ainda de roupão, quando ergueu os olhos e perguntou:
— Por que está mancando?
Assim que Tina terminou de lhe contar o que havia acon­tecido, o telefone tocou.
— Espero que seja Jules — exclamou Ruth, apressando-se para atender.
Era. Seu noivo havia sido transferido para Paris pelo período de seis meses e ela estava sentindo muita saudade dele.
— Jules está vindo passar o fim de semana em Londres — disse Ruth, pouco depois, com um sorriso travesso pleno de entusiasmo. — Vai chegar esta tarde e voltará para Paris na segunda-feira pela manhã. — Depois, como que se des­culpando, acrescentou:— A propósito, ele pretende passar esses dias aqui, no apartamento, comigo...