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terça-feira, 20 de setembro de 2016

Uma Segunda Chance

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Frente a frente com o destino!

Abandonado no altar pela única mulher que realmente desejara na vida, Mike Holt era um homem amargo. E por nada no mundo permitiria que ela o magoasse outra vez, mesmo que ainda quisesse muito abrir-lhe as portas de seu coração.
Aurora Sheridan deixara-se separar do homem amado e tivera cinco longos anos para se arrepender. 

Agora, com a vida em ruínas, não tinha mais ninguém a quem recorrer, exceto Mike. 
Nada lhe restava, a não ser uma segunda chance no amor...

Capítulo Um

Mike Holt lembrou-se de seu juramento de jamais pôr os pés num hospital novamente, quando chegou à porta de vidro, virou-se e voltou a cruzar a sala de espera. Se não amasse tanto a irmã...
— Mike, por que não se senta?
— Vou sair — anunciou de súbito, dirigindo-se ao estacionamento.
Se, mais uma vez, sua mãe lhe dissesse para sentar-se, ele perderia a paciência de vez. Sabia que mais tarde se arrependeria por ter passado tanto tempo andando de um lado para o outro, mas precisava movimentar-se.
No momento em que sentiu a brisa marítima contra o rosto, concluiu que devia ter saído muito antes. Embora o ar puro não diminuísse sua preocupação com Stevie, abrandava a sensação de estar fechado na sala de espera há uma eternidade. Definitivamente, detestava hospitais. Passara muito tempo em um deles, há tantos anos.
Sem saber exatamente por que, continuava a pensar no pai de Aurora Sheridan. O velho morrera naquele mesmo hospital, três semanas antes, de um súbito ataque cardíaco. Quando lera a notícia no jornal local, Mike havia especulado se Rory voltaria. Então, concluíra que não faria a menor diferença. E, também, não se importava com o fato do velho estar morto. Já quase acreditava nisso. Quase.
Pensou em procurar por Pete, na clínica ao lado do hospital, mas logo desistiu. Já não conseguia caminhar sem mancar e, além disso, a dor nas costas e na perna indicavam que o inchaço voltara, no ponto onde se encaixava a prótese. Pete perceberia no mesmo instante e Mike receberia mais um de seus intermináveis sermões.
Virou-se e caminhou em direção à entrada do hospital, perce­bendo a placa que indicava o setor de emergência. Felizmente, não havia nenhuma ambulância por ali. Havia apenas um carrinho de golfe, utilizado por funcionários, além de um automóvel sedan europeu, estacionado diante da entrada.
Talvez, pensou, fosse uma boa idéia visitar Pete. Quem sabe um bom sermão sobre os cuidados com a prótese afastasse seus pensamentos de Stevie e do que ela estava passando. Sabia que a irmã queria muito aquele bebê, mas...
Quando se aproximava do sedan, Mike ouviu as portas do setor de emergência se abrirem. Mal se dera conta de que uma mulher acabara de sair, quando perdeu o fôlego ao deparar com seu rosto. O olho esquerdo apresentava-se roxo, parecido ao que ele conseguia com freqüência, quando jogava futebol americano na escola. Não, aquele era muito diferente. Aquela mulher se parecia com...
Rory.
Era Rory. Embora não a visse há cinco anos, não havia dúvidas. E todo o esforço que fizera para bani-la da memória fora em vão.
E, tudo o que Mike pôde fazer foi ficar ali parado, olhando para ela, mergulhado em lembranças de uma tarde que se iniciara tão cheia de esperanças, para terminar tão sombria. A primeira coisa que lhe veio à cabeça, foi a sobrinha Katie. O grito dela sinalizara o início do desastre.
— Mas, eu quero ser dama de honra! — Katie choramingou em tom estridente, no saguão da igreja lotada, atraindo a atenção de todos os convidados.
Mike soube no mesmo instante que algo estava errado. Mas só se deu conta da gravidade da situação, quando se viu na varanda da casa de Rory, segurando o bilhete em que ela dizia não poder levar adiante aquele casamento. Foi quando a porta se abriu e ele olhou para o pai de Rory, que soube... stre.
— Mas, eu quero ser dama de honra!

domingo, 22 de junho de 2014

A Sós Com A Tentação

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 





Nenhum dos dois estava seguro com o outro ...

Cash percebeu que Julie Austin, a guarda-costas bonita, intuitiva, perigosa, não era o tipo de mulher que ia com facilidade para a cama com um homem.
Ela só estava interessada em protegê-lo de terroristas internacionais. O problema era que Cash não queria proteção, mas privacidade.
E o que ele desejava, cada vez mais, era ter Julie em seus braços! 
Cash Riordan, famoso e carismático ator, era o homem dos sonhos de todas as mulheres... Exceto de Julie.
Ela não estava interessada em conquistar Cash; sua única preocupação era mantê-lo vivo e em segurança. Aos poucos, porém, Julie começou a sentir o excitante efeito da sensualidade que Cash lhe despertava...

Capítulo Um

— Ninguém vai me matar. Você está desperdiçando o seu tempo e o meu. Walt a acompanhará até a saída. “Bem, não posso dizer que ninguém me preveniu”, refletiu Julie Austin.
— Sr. Riordan... — começou ela, pela quinta vez desde que chegara ali. 
— Adeus, Srta. Austin. A voz grave soou impaciente. 
Julie discutia com o homem há mais de meia hora, e conseguira fazê-lo passar de embaraçado a aborrecido, de aborrecido a agressivo. E teimoso. Ainda assim, resolveu insistir: 
— Sr. Riordan, não seja tolo. Eu... 
— Não estou sendo tolo, Srta. Austin. Mas serei rude se for necessário. Agora vá embora! 
Julie respirou fundo e permaneceu parada onde estava. Não era a primeira vez que um homem semidespido a expulsava de casa usando esse mesmo tom de voz. Quando encontrara seu marido na cama com a vizinha, ele também a mandara embora. Tinha de admitir, porém, que nem mesmo Jack jamais parecera tão atraente vestindo apenas uma calça jeans desabotoada na cintura. 
— Sr. Riordan... 
— Ouça, sinto muito se perdeu a viagem, mas eu não preciso da senhorita e nem quero a senhorita por perto. 
“Engraçado, foi mais ou menos isso que Jack me disse”, pensou Julie, procurando manter-se calma ao argumentar: 
— Tenho certeza de que o senhor não me quer por perto. No entanto, o senhor precisa de mim. 
— Preciso coisa nenhuma! 
A altura de Julie, um metro e setenta e sete, costumava ser uma vantagem em confrontos desse tipo. Mas Cash Riordan, que media um metro e oitenta e cinco de acordo com a informações contidas no relatório a seu respeito, não parecia nem um pouco intimidado. 
— Sr. Riordan, ameaças de morte não devem ser encaradas como uma brincadeira — afirmou Julie, séria. 
— Ameaças de morte, pois sim! Isso não passa de um monte de...




segunda-feira, 14 de maio de 2012

Corrida Contra O Destino

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Longas noites de paixão e perigo... 


Catherine Cameron sabe que esse homem é perigoso. 
Mas vê algo mais além de perigo nos olhos do fugitivo que, noite após noite, vem para o solitário chalé na montanha.

Ela enxerga qualidades ocultas nesse misterioso desconhecido que a presenteia com flores silvestres para agradecê-la pela ajuda e a faz sonhar com o amor... 
Race Barkley, tentando escapar de um assassino impiedoso e das sombras de seu próprio passado, não pode acreditar no amor, ou mesmo no amanhã. 
No entanto, essa maravilhosa mulher o faz pressentir que talvez, apenas talvez, possa existir um futuro para ele. Mas só se conseguir sobreviver ao presente! 


Capítulo Um 


― Deveriam atirar nele quando o apanhassem. ― Não, isso seria muito pouco. Deveriam enforcá-lo, isso sim! Catherine Cameron relanceou o velho casal com ar de dúvida. 
Não sabia se ria ou se os levava a sério. 
Os Porter, proprietários do mercado Lakeview, eram conhecidos por sua complacência. 
No entanto, agora falavam com uma determinação desarmante. 
— Mas condená-lo à morte não seria um pouco exagerado? — Catherine arriscou. — Afinal, tudo o que ele fez foi roubar algumas latas de comida... 
— Claro — interveio Hank Brodie, que estava experimentando um par de botas na seção de calçados. 
— Só que ele invadiu metade dos chalés da região oeste. Nem tanto, Catherine pensou. 
A interferência de Hank não a surpreendia nem um pouco. 
O mercado Lakeview era um ponto de encontro dos moradores das redondezas, e todas as conversas que se desenrolavam ali eram de domínio público. 
De resto, não era sempre que havia novidades naquela pequena localidade montanhosa da Califórnia. 
— Ora, o sujeito nunca roubou nada além de comida ela objetou. — Poderia ter levado todo o equipamento de vídeo dos Simpsons, por exemplo, mas contentou-se com meia dúzia de latas de feijões. 
— Você tem coração muito mole — Jack Porter replicou com secura. — Como seu pai — completou a esposa dele. A mulher calou-se de súbito e cobriu a boca com uma das mãos. 
— Oh, sinto muito, Cathy. Não devia ter tocado no assunto. Me desculpe, não falei por mal. 
— Tudo bem, Olívia. Ah, antes que eu me esqueça, vou querer também um pote de mel. 
— Claro, claro 
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sábado, 9 de julho de 2011

Juntos Para Sempre

ROMANCE CONTEMPORÂNEO



A tragédia os uniu, a paixão os resgatou...

Dennis Shelton faria qualquer coisa para reaver seu filho Jason, vítima de um sequestro.
Até mesmo trabalhar com a imprevisível investigadora Marilyn Garrett.
Habituado a não depender de ninguém, jamais imaginou o quanto essa mulher bonita e sensual se tornaria importante para ele.
Marilyn sabia o significado do terrível desgaste emocional de perder um filho, e jurou a si mesma fazer de tudo para poupar Dennis de semelhante tragédia.
No entanto, logo soube que seu maior desafio era amar novamente, pois Dennis foi capaz de abalá-la, trazendo à tona desejos há muito esquecidos.

Capítulo Um

— Acho que deveríamos ligar para a delegacia.
Dennis Shelton observou uma repentina tensão apoderar-se do homem sentado à escrivaninha, Victor Curtis, ao ouvir a sugestão do assistente, Sam Singer.
— Podemos muito bem dar conta disto — reagiu Curtis, secamente.
— Eu não disse que não poderíamos, capitão — prosseguiu o subordinado, no mesmo tom calmo e respeitoso.
O olhar de Dennis voltou-se para ele. — É que não há ninguém melhor do que Garrett.
Ao ver o rosto de Curtis tomar-se ainda mais vermelho, Dennis resolveu intervir, cansado com a desnecessária perda de tempo.
— É mesmo o melhor?
As palavras ressoaram pela sala, proferidas naquela voz sonora e autoritária de um homem habituado a ser ouvido.
De imediato, os outros dois silenciaram, num tipo de reação que Shelton já esperava, ainda que não parasse para analisá-la.
Sua simples presença atraía todas as atenções, antes mesmo de se pronunciar, não apenas por seu porte atlético, embora os ombros largos e os quase um metro e noventa de altura fossem imponentes o suficiente; era sua aura, uma combinação de poder, confiança e força de vontade, tão marcante, que se tornava quase tangível, e fazia dele um indivíduo diferenciado onde quer que se encontrasse.
— Quem é Garret? — quis saber, impacientando-se.
— Trabalha no setor de investigações da delegacia — explicou Sam, quando ficou claro que seu chefe se recusaria a falar.
— É especialista em casos como este. Age por intuição, ou algo parecido, sei lá...
— Hum! — grunhiu Curtis. — Intuição, uma ova!

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