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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Segunda Chance

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Olha quem chegou, papai!

Edward Nix soube muito bem tudo sobre a alegria da paternidade... e a dor da perda. 
Então, jurou que nunca mais iria se pemitir sentir nada outra vez. 
Até que olhou através da janela de um berçário na maternidade e viu seu próprio nome listado como pai dao recém-nascida de Rochelle Davenport! 
O que ele iria fazer agora?
Rochelle sabia o risco que estava correndo quando se apaixonou loucamente por um homem que se recusava a abrir o coração. 
Mas sua linda menininha recém-nascida era a prova de que Edward tinha deixado à guarda cair uma vez. Talvez fosse o momento para uma segunda chance...

Capítulo Um

Edward Nix fitou os recém-nascidos no hospital local. Não estaria ali se sua irmã, Beth, não tivesse acabado de dar à luz. Costumava evitar contato com bebês desde que seu filho, Edward Júnior, assim como sua esposa, Merilee, faleceram, três anos atrás. Mas tinha de admitir que seu sobrinho era um menino muito lindo. 
A enfermeira entrou no berçário carregando um em­brulho cor-de-rosa. Uma menina. Edward já estava quase se afastando da janela do berçário quando a jovem colocou a garotinha no berço, ao lado do bebê de Beth. Então, pendurou a etiqueta no lugar. Quando a moça saiu, Ed­ward olhou para a identificação, não a lendo de verdade até que algo muito familiar lhe saltou aos olhos. 
Seu próprio nome. Descrito como sendo o pai! 
Sentiu uma pontada no estômago e procurou na eti­queta pelo nome da mãe. Rochelle Davenport. 
Encostando as mãos no vidro para se apoiar, tornou a ler mais dezenas de vezes, certificando-se de que não se enganara. O que fora escrito ali era um absurdo. Aque­le tinha de ser outro Edward Nix. 
Outro Edward Nix que vivera um romance com outra Rochelle Davenport, que terminara havia sete meses. 
Sim, claro. 
Mas que coisa! Tinha lhe dito, com todas as letras, que nunca teria outro filho e que nunca se casaria de novo. Será que ela não o escutara? Na verdade, ele fora um tanto rude. Talvez Rochelle acreditasse que poderia substituir Merilee e dar-lhe um filho tão perfeito quanto Edward Júnior, substituindo, assim, sua família perdida. 
Depois que romperam nunca mais a vira. 
Sem pensar, Edward correu para o balcão de informações. 
— Em que quarto está Rochelle Davenport? 
— No 212, senhor. — A mocinha pareceu pronta para acrescentar algo, mas Edward não esperou. 
O quarto era do lado oposto do de Beth. 
As botas de caubói não eram nada silenciosas. Muito menos naquele momento, em que ele se apressava irado, pelo corredor. Sentia-se traído e estava indo informar aquilo à traidora. 
Entrou no quarto e falou, de maneira agressiva: 
— Rochelle Davenport! 
Uma face pálida, menor do que ele se recordava, estava repousada no travesseiro. 
— Como você ousa?! Eu lhe avisei que não queria um filho! Achou que eu estava mentindo? Pensou que me forçaria a casar, com essa armadilha?! — Edward franziu a testa, ao ver que ela nada dizia. 
— Rochelle! Você não me ouviu? — A porta se abriu. 
— Suponho que todos o ouviram, Sr. Nix — disse uma enfermeira que fora amiga da mãe dele. — Poderia sair do quarto, por favor? — Não! Eu quero algumas respostas!



domingo, 14 de julho de 2013

Quem É O Pai?

ROMANCE CONTEMPORÂNEO












Quando Caroline Adkins acordou num leito de hospital, com amnésia, recebeu uma notícia. 

Estava grávida. 
Não conseguia lembrar-se de uma só noite de amor... 
E três homens diziam ser o pai da criança. 
Qual deles seria na verdade, o homem que fizera parte do passado de Caroline? 

Capítulo Um

— Memorial Hospital, linha nº 1.
James Adkins, um dos homens ricos de Denver, inclinou a cabeça para trás, passou as mãos pelos cabelos grisalhos, jogou os óculos sobre a mesa e irritado, encarou a secretária dizendo:
— Eu falei que não queria ser interrompido.
— Eu sei senhor, mas trata-se de Caroline. Ela está no hospital.
— Essa minha filha está sempre me envolvendo em todo o tipo de problemas. Diga-lhe que conversaremos durante o jantar.
— Senhor — a secretária insistiu, com desespero na voz. — Ela está lá como paciente.
— O quê? Mas isso é ridículo. Eu a vi esta manhã mesmo.
— Houve um acidente.
James Adkins moveu-se mais depressa do que se esperaria de um homem pesado de corpo. Ele agarrou o fone e quase berrou:
— Quem está falando?
Os dois homens que conversavam com ele aproximaram-se do aparelho.
— Caroline o quê? Sim, sim, estarei aí num minuto! Sim, levarei a mãe dela. — Adkins bateu com o fone no gancho.
Em seguida dirigiu-se aos dois rapazes:
— Caroline sofreu um acidente. Está com amnésia.
— Ela está bem? — Um dos rapazes perguntou.
— Acabei de lhe dizer que está com amnésia! — James respondeu de mau modo.
— Mas o acidente! Ela está ferida?
— Não, apenas alguns arranhões. Prescott, diga ao motorista que traga o carro. Adrian, fale a Tucker que terá de aguardar pela minha decisão. Agora preciso me comunicar com Amélia e com Chelsea. — E dirigindo-se à secretária: — Procure minha mulher. Acho que ela foi a uma reunião de caridade. Vou tentar me comunicar com minha filha.
— Chelsea? Aqui é seu pai. Está ocupada?
— Não, papai, estava descansando. Sabe, quando se espera um bebe, é preciso descansar muito.
— Vou apanhar você daqui a um pouco. Sua irmã sofreu um acidente e perdeu a memória. O médico acha que rostos familiares podem ajudá-la a se lembrar de tudo.
— Mas papai, por que eu preciso ir? Mulheres grávidas devem evitar visitas a hospitais.
— Chelsea, você tem três minutos para se aprontar. Não me faça esperar — o pai preveniu-a com autoridade.
— Sua senhora está na linha nº 2 — a secretária falou da porta.
James despediu-se da filha e foi atender ao telefonema da esposa.
— Amélia? Caroline está bem, mas sofreu um acidente.
— Oh, Deus!
 

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Um Homem Inesquecível

ROMANCE CONTEMPORÂNEO










Dóris Grayson sabia que o passado não podia ser esquecido. 


Mas estava disposta a reconquistar o marido. 
As noites de paixão que tiveram ainda estavam vivas em sua lembrança. 
E ela não podia viver sem os beijos de Geoffrey, sem seus carinhos, sem sua sedução abrasadora. 
Difícil era entender porque ele preferia passar por desaparecido em um desastre aéreo, e não voltar para casa, para seus braços! 


Capítulo Um 


Então era ali que Geoffrey morava, pensou Dóris Grayson ao parar o jipe e olhar para a residência. 
Parecia muito aconchegante numa noite fria de dezembro como aquela. 
Suspirou. Se pelo menos pudesse contar com uma acolhida comparável de seu proprietário... 
A casa situava-se a uns cinco quilômetros da cidade mais próxima, Northridge, nos arredores de Deer Lake. 
Toda de pedra e cedro, encontrava-se decorada para o Natal. Luzes vermelhas e verdes, presas às janelas e à balaustrada da varanda, davam um ar festivo à imensa extensão que a circundava. Baixou as pálpebras por um instante e respirou fundo, controlando a vontade de ir embora. 
Não podia. Havia assuntos pendentes entre ela e Geoffrey que precisavam ser resolvidos, importantes demais para serem ignorados. 
Ele poderia ao menos ter telefonado. Por que não dera notícias? 
Por que passara-se por "presumivelmente morto" por mais de dois anos após o acidente? 
E por que escolhera viver naquele isolamento? 
Dóris fechou a jaqueta até o pescoço para proteger-se do frio e saiu do veículo. 
Ergueu o rosto para receber a fria carícia dos flocos de neve caindo do céu e se pôs a caminhar. Passou pelo portão e parou próximo aos degraus, enchendo-se de coragem para subir. 
Ao pisar no primeiro, o som inesperado de madeira rachada a seus pés soou tão alto quanto um tiro na fria quietude, acabando com sua frágil compostura. 
Bateu à porta, e esperou. Era um momento importante aquele, que poderia mudar para sempre sua vida e seu futuro, mas era assustador imaginar as conseqüências da própria atitude. 
Pensou em sair correndo e esconder-se. 
Porém, antes que pudesse fazer isso, a maçaneta girou. Não havia mais como recuar. Geoffrey surgiu à soleira, contra a luz morna e aconchegante da sala de estar. 
O coração de Dóris acelerou de forma alarmante, uma reação que nada tinha a ver com temor. 
— Surpreso em me ver? — conseguiu dizer. No instante de silêncio que se seguiu, Dóris sentiu o olhar dele percorrê-la. 
— Quem é você, moça? Que brincadeira é essa? 
— Quem me dera fosse brincadeira! Pode acreditar, não estou com o menor humor para isso. Dirigi o dia inteiro até aqui, nesse tempo horrível. Estou cansada e congelada. Vai me convidar para entrar ou prefere discutir nosso assunto aqui fora? 
Geoffrey, enfim, pareceu entender que a mulher diante de si falava sério. 
— Entre. A voz dele havia mudado, notou Dóris. 
Costumava ser aveludada e sensual, mas agora soava estranha distante. 
O que a teria modificado? Seria uma conseqüência do acidente? 
Assim que entraram, ela pôde ver melhor as feições másculas e sentiu um nó na garganta. 
Tinha esquecido quanto Geoffrey era atraente. 
Estava mais sexy do que nunca, com os cabelos mais compridos, embora alguns fios grisalhos já riscassem suas têmporas. 
Dóris sabia que também não escapara às mudanças, ocorridas enquanto Geoffrey se manteve longe. 
Observando-o melhor, notou uma linha de expressão vincando o espaço entre as sobrancelhas negras e espessas, juntando-as sobre as íris verdes, muito intensas. 
Uma pequena cicatriz esbranquiçada, quase imperceptível, cortava o sobrolho esquerdo e subia pela testa até desaparecer, junto à linha dos cabelos. 
Teve de controlar o desejo absurdo de atirar-se em seus braços. 
Sentia-se tomada por um misto de tristeza, de frustração e de... 


2 Histórias 
1- Um Homem Inesquecível 


2- Um cowboy no coração 
A calça jeans justa e o chapéu protegendo os negros olhos do sol despertaram em Bridget um desejo intenso. 
Ela nem o conhecia, mas sabia que bastaria um gesto de Peter para que se atirasse nos braços dele e ficasse ali para sempre. 
Bridget sabia que precisava resistir à sensualidade que ele emanava, mas quando Peter a beijou, soube que era tarde demais para dar qualquer tipo de ordem ao seu coração
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sexta-feira, 4 de março de 2011

A Glória do Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Dinastia Coltons


Quando a dinastia mais famosa da Califórnia é ameaçada, apenas o amor, o prestígio e o poder são capazes de protegê-los!

Algo muito importante faltava na vida de Liza Colton.
Sobrecarregada pela fama e por segredos de família catastróficos, ela procurou refúgio em Saratoga Springs para se tratar.
Então, o dr. Nick Hathaway apareceu ao lado da cama dela e naquele momento, Liza soube que havia encontrado a pessoa que completaria a sua vida.
Amargurado por eventos do passado, o médico não a via como ela realmente era.
Até que uma noite de paixão mudou tudo...

Capítulo Um

- Doutor, você não vai imaginar quem está aqui para vê-lo!
Liza levantou a cabeça.
Ao olhar à sua volta, viu que ainda estava sozinha na sala de exames, aguardando pela atenção do médico.
Focou o olhar na porta e percebeu que não estava completamente fechada.
- Missy, não tenho tempo para joguinhos de adivinha­ção.
Aquela voz grave deixou Liza fascinada.
Imaginou se a figura dele fazia jus à voz. Não que isso fosse importan­te, de verdade.
- Mas é a diva do momento! - disse a enfermeira invi­sível e muito animada.
Liza se enrijeceu.
- Diva?
- É como chamam a Streissand, a Celine Dion a Mariah Carey...
- Eu sei o que diva significa, Missy - afirmou a voz masculina. - Só estou surpreso. Que diva estaria aqui em Saratoga Springs? - Não havia uma pitada sequer de inte­resse em sua voz.
- Liza Colton! Eu a vi há duas noites. Ela é a diva do momento. Bem, ela será. Ainda não chegou lá. Mas é fa­bulosa! Foi aplaudida de pé no final. As pessoas não para­vam de aplaudi-la.
Liza sorriu. Foi um momento muito gratificante. E, ultimamente, momentos como aquele, eram raros.
- As vendas de cerveja devem ter sido muito boas - disse ele secamente.- Por que ela está aqui?- Uma tragédia!

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Dinastia Coltons
1-Adorado Lobo.
2-O Segredo
3-Apaixonada por um Sheik
4-A Glória do Amor
5-Doce Mistério
6-Nunca é Tarde Para Amar
7-Razões do Coração
8-Um Novo Começo
9-A Voz da Alma
10-Forte Atração
11-O Amor da Minha Vida
12-Lágrimas no Paraíso

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Profundos Segredos

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Circle K Sisters






Aquela paternidade secreta demonstraria realmente como eram os Crawford?

Ninguém nunca tivera motivos para falar mal dos Crawford.
Os enriquecidos rancheiros eram a pedra angular da cidade de Lawton.
Mas a chegada de uma desconhecida fez que se estendessem os rumores sobre uma aventura, um filho ilegítimo e um suborno, ocorridos fazia décadas…
Caleb Crawford estava pagando por sua indiscrição.
Sua mulher estava desconcertada, tal como seus filhos; todos eles receberam com surpresa à noiva do filho ilegítimo de Caleb… que além disso estava grávida.
O que significaria aquilo para uma família que sempre esteve tão unida, mas que ao mesmo tempo ocultava tantos segredos?

Capítulo Um

Carol Crawford cantarolava a canção que tocava na rádio enquanto terminava de confeitar o bolo de chocolate que queria que estivesse pronto quando seu marido e seu filho chegassem para comer.
Eram homens grandes e trabalhadores. As calorias da sobremesa não eram um problema, nem sequer para seu marido, Caleb, um homem de trinta e oito anos que estava trabalhando mais que nunca no rancho.
Alguém bateu na porta principal e ela se sobressaltou.
Não esperava ninguém, e qualquer membro de sua extensa família teria entrado pela porta de trás. Abriu a porta com um sorriso e se deteve de repente.
— Olá, é esta a casa dos Crawford? — perguntou uma moça, quase num sussurro.
Estava apoiada no batente da porta e era evidente que estava grávida.
— Sinto muito. Posso entrar? Preciso me sentar.
Carol a fez entrar e a guiou até a cozinha sem dúvidas.
Permitiu que se sentasse à mesa e lhe serviu um copo de leite frio.
— Beba - disse. Depois, cortou um pedaço de bolo e o colocou frente a ela.
— Isto lhe dará um pouco de energia.
A estranha obedeceu e comeu vários bocados do bolo antes de beber o leite.
Carol a observou enquanto comia.
A mulher estava grávida de uns seis meses, mas além do volumoso ventre, não tinha muita carne nos ossos.
E parecia cansada, como se não dormisse o suficiente.
— Necessita que chame um médico? — perguntou Carol.
— Não!






8- FALSA INOCÊNCIA




O casamento era a última coisa que Michael Crawford tinha na cabeça.

Mas embora desejasse casar-se, certamente não seria com aquela loira que acabava de aparecer na sua vida tentando demonstrar que era a neta da falecida proprietária do rancho onde ele vivia.

Embora Michael suspeitasse que Dani estava a enganar sua família, a inocência daqueles olhos azuis cativou todos os que a conheceram.
E sem dar conta, encontrou-se trabalhando e vivendo com ela... e fazendo-se passar por seu noivo...

Capítulo Um

—Logan, você tem certeza que eu não vou incomodar?
Michael Crawford dirigia-se a seu irmão mais velho.
Tinha vinte e oito anos e era tão alto como ele, mas sabia que Logan continuava a considera-lo seu irmãozinho.
—Não seja tolo, Mike. Como vai me incomodar num rancho do tamanho de Círculo K? Além disso, já sabe que a casa do capataz está vazia. Eu mesmo vou ajudá-lo a arrumá-la um pouco.
Michael olhou para a casa branca.
—A verdade é que agradeço isso. Se ficar no rancho não abandonarei à família.
—Claro. Além disso, os crianças já decidiram que você é seu tio mais especial — riu Logan.
Dirigiam-se para casa, para reunirem-se com a mulher de Logan, Abby, quando viram que se aproximava um carro.—Parece que você tem uma visita.
—Não espero ninguém — murmurou Logan.
O carro parou a seu lado e uma linda loira enfiou a cabeça para fora da janela.
—Perdoem, estou procurando Beulah Kennedy. Vive aqui?
Michael sabia que o sobrenome de solteira de Abby era Kennedy, mas deixou que Logan respondesse. Afinal, ele só era um convidado.
—Quem é você?
—Daniele Langston. Eu sou...





Série Circle K Sisters
1- Domador de corações
2– Um homem casado
3- Sentimento indomável
4- Uma noite...um amor
5– Beijo Forçado?
6– Como Conquistar um coração

7- Profundos Segredos
8- Falsa Inocência
Série Concluída

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Domador de Corações

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Circle K Sisters








Ele conhecia cavalos, mas entendia pouco de mulheres.

Jed era filho adotivo e tivera uma vida de solidão.
O que aquele experiente caubói jamais entenderia eram as famílias e... as mulheres. Isso era um sinal de que o que sentira pela linda e rica fazendeira Beth Kennedy não passara de uma
incontrolável atração. E nada mais!
Então Jed prometera treiná-la para ser a melhor amazona de salto com obstáculos do rodeio. Depois partiria. Mas Beth era obstinada, estava apaixonada e determinada a fazer de tudo para domar aquele coração solitário.

Capítulo Um

Onde você esteve? — Abby Kennedy per­guntou para sua irmã, Beth, encontran­do-a na porta. — Você disse que voltaria há mais de uma hora atrás. Beth franziu a testa e dirigiu-se à sala de estar.
— Pneu furado — disse ela, sucintamente. A Fazenda Círculo K, a casa delas, ficava no Texas, distante uma hora da cidade de Wichita Falis. E Tumbleweed, a trinta quilômetros de distância, era a cidade mais próxima, onde ela podia consertar seu pneu.
— Ninguém veio aqui me procurar?
Jedadiah Davis levantou-se na sala de visitas, depois de ter esperado por mais de uma hora, olhando para a linda jovem, que finalmente retornara.
Ele devia estar preparado para a beleza dela.
Abby e Melissa, suas irmãs, eram ambas bonitas.
Mas, alguma coisa em Elizabeth Kennedy mexia com ele mais do que suas duas irmãs. Mau sinal.Além disso, não tinha certeza se estava interessado em uma moça rica como cliente.
Concordara em encontrar-se com ela, mas não dera nenhuma garantia de que aceitaria o trabalho. Já sabia que aquelas moças eram ricas.
Ele não tinha prometido nada, e esperar por mais de uma hora, já o tinha irritado.
Sua voz interior o avisou de que teria problemas.
Ela era jovem, alegre, rica e linda.
O que ela queria com com­petição de rodeio? Certamente não precisaria colocar-se em evi­dência para ser notada.
— O Sr. Davis está aqui. Ele disse que marcou com você — falou Abby, apontando na direção do caubói.
Beth deu um passo para frente e viu-o.
Uma expressão inex­plicável de alívio marcou-lhe a face. Com um sorriso caminhou em direção a Davis.
Ele estivera pronto para partir durante a última meia hora, mas as irmãs o entretiveram com conversas, seus modos educados, tornando a partida dele impossível. Agora, sentia-se tentado a sair da sala sem desculpar-se por seu comportamento ruim.




2- UM HOMEM CASADO




Ele tinha de resistir!
Era o sorriso dela que causava, todo o problema.
Sim, Rob Hansen estava certo de que nunca teria concordado em ser o noivo falso de Melissa Kennedy se ela não lhe tivesse dado um de seus sorrisos mortais.
E agora que estava "noivo" dela, Rob estava determinado a manter a maior distância possível daquela mulher atraente e perturbadora.
Sim, porque ele tinha certeza de que não resistiria aos sorrisos maravilhosos... aos abraços apaixonados, a tornar-se um homem casado!

Capítulo Um

—Terri! --- O grito de uma frustrada voz de homem penetrou a cozinha de Melissa Kennedy, assustando suas entusiasmadas convidadas.
A jovem Terri engasgou e deu um pulo para trás.
—É meu pai! — Ela parecia preparada para sair correndo da casa.
—Eu o convidarei para entrar — disse Melissa, gesticulando para que Terri Hanson voltasse a se sentar.
Ela não gostou do olhar apreensivo no rosto das crianças.
Se aquele homem maltratasse a filha, ele teria que se ver com ela.
O sonho de Melissa, um que fora capaz de reconhecer quando sua tia Beulah tinha morrido e deixado para ela e suas irmãs uma fortuna, era o de proteger crianças.
Ela construíra sua nova casa ali, na fazenda da família, a poucos metros da casa principal, então teria espaço para abrigar crianças órfãs.
—Sr. Hanson? — Caminhando até a varanda, ela chamou o homem. — Terri está aqui comigo.
Ele a fitava da casa da sede, com mãos na cintura e chapéu enterrado na cabeça. Melissa pensou que o homem não fosse se mover.
Contudo, ele atravessou rapidamente o gramado que os separava.
Apesar de ser um homem bonito, ombros largos, quadris estreitos, ele não parecia feliz.
A compulsão de recuar um ou dois passos a golpeou, mas ela continuou ali, firme.
Ele parou antes dos degraus da varanda e tocou seu chapéu com os dedos.
—Madame, poderia pedir a Terri para vir aqui? — Sua expressão era severa, determinada e fria.
—Eu tenho uma ideia melhor. Por que não se junta a nós? Eu sou Melissa, irmã de Abby. Terri está comendo um lanche conosco. Acho que deve haver mais alguns biscoitos.
— Abby, sua irmã mais velha, contara-lhe que tinha contratado Rob Hanson para administrar a criação de gado da fazenda da família.
—Não, madame. Minha filha, por favor.
Ele a tratava como se ela estivesse prendendo Terri como refém!





3- SENTIMENTO INDOMAVEL


A vida começava a se tornar um pouco mais confusa para Logan... e muito mais excitante...

Logan Crawford era do tipo que achava as mulheres seres frágeis, que precisavam de proteção.
Por isso Abby Kennedy o surpreendeu...
Ela parecia não precisar dele para nada... Não precisava que ele estivesse a sua espera quando chegava em casa depois de um árduo dia de trabalho na fazenda, não precisava que ele o ouvisse relatar os acontecimentos do dia.
Ao contrário, era ele que precisava dela...
Era ele que não conseguia dormir, perseguido por sonhos sensuais...
Era ele que ansiava por tê-la em seus braços ...

Capítulo Um

- Não se mexa querida! — Uma gentil voz masculina murmurou atrás de Abigail Kennedy.
Com as mãos trêmulas, Abby abaixou o cano da arma que estava segurando, apontando-a para o solo. A
té mesmo porque não havia mais balas.
Seu olhar permaneceu fixo no que a estivera aterro­rizando nos últimos minutos.
Uma imensa cascavel.
Um estrondo alto soou bem atrás dela.
Quase simultaneamente, a cabeça da cobra separou-se do corpo e voou. Com um suspiro, Abby caiu de joelhos.
— Você está bem? — perguntou a mesma voz. Mãos quentes seguraram seus ombros trêmulos, ajudando-a a levantar-se.
— Eu... eu estou bem — murmurou ela, embaraçada. — Obri­gada por matá-la.
— Foi um prazer — disse ele, aproximando-se e tentando pegar a espingarda de Abby.
Ela saltou rapidamente, afastando-se do estranho, segurando com força a espingarda. Seu salva-vidas distanciou-se, uma das mãos no próprio rifle e a outra erguida.
— Eu estava apenas pegando a sua arma antes que você, acidentalmente, atirasse em si mesma.
Abby o fitou. Ele parecia um herói de verdade. Alto, ombros largos e traços perfeitos. Um galã de cinema. Perigoso de se confiar;..
— Ela não está carregada — murmurou, encarando-o. A boca sensual do homem curvou-se em um dos cantos.
— Não me espanta que você não tenha matado aquele monstro.
Abby tinha de ser sincera, mesmo que aquilo a envergonhasse.
— Estava carregada. Eu... eu usei todas as balas.
— Acho que ouvi alguns tiros. — Ele a circundou e observou o que sobrara do réptil. Não havia nenhum buraco de bala.
— Talvez você devesse pensar em praticar tiro ao alvo. Eu poderia lhe dar algumas dicas.
— Não, obrigada — disse ela com voz áspera. Sabia que possuía ótima pontaria. Fora a cobra que causara todo o problema. Abby tinha um pavor irracional daquele bicho.





4- UMA NOITE...UM AMOR!


Eles sonhavam com um amor de verdade...
Lindsay Crawford não planejara passar a noite com aquele caubói sexy e dominador. Mas quando a tempestade de neve a isolou com o arredio Gil Daniels, ela precisou ser prática.
E, apesar de os beijos dele a terem aquecido, nada aconteceu!
O grande problema era que o pai e os valentes irmãos de Lindsay não acreditaram nisso.
Viam nos olhos dela e de Gil que algo havia acontecido.
Felizmente respeitavam o rancheiro vizinho o bastante para não usar suas armas e esperar que ele tomasse a atitude correia.
Mas Lindsay não queria se casar porque "era certo".
Ansiava pelo verdadeiro amor, um amor tão poderoso que seria capaz de remover montanhas...

Capítulo Um

Lindsay ia para casa. Bem, na verdade era apenas para passar o Dia de Ação de Graças, mas estava ansiosa por apresentar a nova Lindsay à família.
Andou pelo apartamento, regando suas plantas pela última vez, pois sua vizinha iria cuidar disso enquanto estivesse fora.
Colocou as malas no chão e trancou a porta.
Atravessou o hall até o apartamento em frente, tocou a campainha e ficou esperando que Kathy atendesse.
Mas em vez dela foi um rapaz alto e bonito que abriu porta.
No entanto, a surpresa maior ficou por conta da aparência dele.
Em vez das roupas elegantes ou de um esporte chique e casual, como a maioria dos homens de Chicago usava, vestia um jeans já bastante batido, camisa de algodão e botas. Igualzinho aos irmãos dela, em casa.
— Kathy está?
— Está, sim... — Ele voltou-se para dentro e gritou o nome da vizinha de Lindsay por cima do ombro. — Entre.
Ela entrou no momento que Kathy aparecia na sala.
— Lindsay, você ainda não foi?
— Não. Vim trazer a chave, você disse que não se incomo­daria de regar as plantas para mim. Eu só...
— Quer dizer que seu avião vai sair, mesmo? — interrompeu Kathy.
— Por que não sairia? — estranhou Lindsay.
— Bem, o vôo do Gil foi cancelado — explicou a amiga. E, caindo em si: — Oh, eu não apresentei vocês. Este é meu irmão, Gil Daniels. Gil, esta é a minha vizinha, Lindsay Crawford.
Lindsay cumprimentou Gil com um aceno de cabeça.
— É melhor eu me informar do meu vôo, mas está previsto que o tempo só irá piorar do início da noite para a frente, então acho que não haverá problema.
A voz do rapaz soou cálida e profunda.
— Foi o que pensei, mas o avião em que cheguei aqui não recebeu ordem de prosseguir o vôo para Minneapolis.
— Bem, espero que meu avião saia antes da tempestade. — Lindsay voltou-se para Kathy: — Aqui está a chave. Acabei de molhar as plantas e acho que vai precisar regá-las só no sábado.
— Não vai telefonar para o aeroporto e checar seu vôo? — perguntou Kathy. — Quem sabe o avião de vocês é o mesmo.
Os dois responderam ao mesmo tempo:
— Tenho certeza que não. Depois olharam um para o outro.
— Por quê? — insistiu Kathy. — Você não vai para Oklahoma, Lindsay?
— Vou, mas... — ela interrompeu-se e olhou para o rapaz.
— Você também vai para lá?
— Ia, no vôo 330.— Oh, não! É o meu vôo!





5- UM BEIJO FORÇADO ?

Barrado por um...Tapa?

O beijo era ardente e apaixonado...
Mas deixou Kelly Hampton sem outra alternativa a não ser esbofetear o caubói sexy e imoral que a agarrara.
Não importava que Pete Crawford fosse irmão de sua melhor amiga, nem importava que ele a escolhera para evitar o assédio de uma caçadora de fortunas.
Pete era um caubói, e Kelly tinha o coração despedaçado e um filho sem pai que provavam que os caubóis não eram confiáveis.
Pete aos poucos afeiçoou-se ao menino, tornando-se o pai que a criança nunca tivera. E melhor, provou ser um cavalheiro mais justo e responsável do que qualquer um que Kelly conhecera.
No entanto, a verdade irrefutável era que nenhum deles pretendia se casar... Nunca!
Até Pete beijá-la novamente...

Capítulo Um

Kelly Hampton sorriu ao ouvir o sino da porta de entrada da Oklahoma Chie.
Tinha sido uma manhã de pouco movimento em sua loja e estava feliz por receber um cliente.
Mas a felicidade desapareceu quando viu de quem se tratava.
Era Pete Crawford, o irmão de Lindsay, o caubói mais másculo que já existira. Imoralmente bonito, com ombros largos, quadris estreitos e um sorriso vaidoso, que torturava as mulheres.
E, como a maioria dos caubóis, era resistente ao casamento.
— Bom dia, Pete — disse ela, mantendo a voz calma.
— Olá, Kelly. Onde está Lindsay?
— Hoje ela só chega à tarde.
Lindsay e o marido moravam em uma fazenda fora de Lawton, onde a loja delas estava localizada.
Mesmo sabendo que receberia uma recusa, Kelly resolveu ser gentil, não queria ser acusada de ser rude, apenas porque não gostava de caubóis.
— Posso ajudá-lo em alguma coisa?
Ele olhou por cima dos ombros, como se achasse que estava sendo seguido.
Então encarou-a novamente.
— Sim, pode — replicou ele, para a surpresa de Kelly.
Mas a surpresa transformou-se em pânico quando ele a pegou pelos ombros, puxou-a contra si e deu-lhe um beijo desesperado nos lábios.
Um beijo que, em segundos, passou do desespero à paixão, tornando-se quente.
Havia muitos anos que Kelly fora beijada, e que até mesmo estivera nos braços de um homem. Seu marido falecido a traíra.
Desde o fato, jurara jamais deixar um homem, principalmente um caubói, aproximar-se novamente. Com aquele pensamento, livrou-se dos braços de Pete e bateu no rosto dele... Com força!
— Uau!





6- COMO CONQUISTAR UM CORAÇÃO


O rancheiro Joe Crawford apareceu em meio à névoa para salvar Anna Pointer de uma situação desesperadora.
A bela viúva criava sozinha seus dois filhos, por isso não pôde recusar a ajuda de Joe, o que não estava disposta a aceitar era a incrível atração que sentia pelo rico solteiro.
Joe era um tipo de poucas palavras, mas de algum modo, Anna conseguia ver o que havia dentro dele... inclusive fez acreditar que a felicidade estava a seu alcance. Só tinha que atrever-se a ser o príncipe que ela acreditava que era.

Capítulo Um

Joe Crawford jogou seu chapéu para trás e secou o suor com um lenço. Levava mais de uma hora no trator, arando uma parte de terra no que tinha intenção de plantar alfafa.
Era uma parte pequena, mas não gostava de desperdiçar as coisas. Poderia produzir suficiente alfafa para que o gado comesse durante um mês.
Tudo o que fazia falta era um pouco de suor.
Talvez não atraísse às mulheres como seus irmãos, mas era um duro trabalhador e ganhava muito dinheiro com seus esforços.
Já no colegial se deu conta que as mulheres não se interessavam por ele, de maneira que se centrou em estudar e em ganhar uma bolsa de quatro anos para estudar agricultura na Universidade Estadual de Oklahoma.
Aos trinta e cinco anos, supunha que o amor já tinha passado há muito tempo por sua vida.
Fez rodar o trator para o outro extremo do campo, para a estrada que flanqueava suas terras.
Seu olhar se deteve no canto em que a estrada seguia para o sul.
Havia ali um velho posto de frutas construído anos atrás.
Se não estivesse nas terras de Derek Pointer, Joe o teria derrubado.
Era uma monstruosidade.
Mas aquele dia estava ocupado.
Alguém estava vendendo nele vegetais e frutas. Não podia imaginar quem pediria permissão a viúva Pointer para vender ali.
Ou talvez se tratasse de alguém que o tinha ocupado sem permissão.
Tinha boa vista, e quando captou um brilho de movimento voltou a olhar e descobriu que, quem quer que fosse, tinha conseguido um cliente potencial.
Dois homens com muito pouca pinta de querer comprar vegetais e frutas desceram de um carro.
Joe deu de ombros. Havia todo tipo de gente no mundo.
Tirou os homens de sua mente.
Quase tinha alcançado o extremo do campo quando um novo movimento chamou sua atenção. Naquela ocasião foi uma menina pequena que corria entre suas terras e o posto de fruta.
Sem saber por que, Joe soube imediatamente que algo ia mal.
A menina fazia gestos com seus bracinhos. Joe deteve o trator, desceu e caminhou para ela.
—O que aconteceu? —Perguntou.
—Esses homens estão fazendo mal a minha mamãe. Ajude-a, por favor.


Série Circle K Sisters
1- Domador de corações
2– Um homem casado
3- Sentimento indomável
4- Uma noite...um amor
5– Beijo Forçado?
6– Como Conquistar um coração

7- Profundos Segredos
8- Falsa Inocência

Série Concluída