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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Trapaça no Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Para o resto da vida?

O sheik Hassan Rashid não tinha intenções de se casar com uma mulher ocidental. 
Só que o seu irresponsável irmão gêmeo Omar deu uma escapadela até Nova York, e logo Hassan viu-se comprometido com Kathy Whitman — que ficara noiva, na verdade, de Omar! 
Hassan, então, resolveu manter o noivado até conseguir fazer com que Kathy pusesse um fim àquele relacionamento...
A última coisa que passava pela cabeça de Kathy era romper o noivado. 
Mesmo sabendo que Hassan não era o homem com quem havia se comprometido. 
Sim, ela sabia que Hassan não era o gêmeo com quem planejara se casar... pois os beijos dele lhe provocavam uma paixão que nunca havia experimentado. Kathy sabia que cedo ou tarde o segredo do sheik acabaria revelado. E, antes que isso acontecesse, ela tratou de elaborar um plano para transformar aquela farsa em um compromisso para o resto da vida...

Capítulo Um

Hassan Rashid cruzou com muita relutância o hall de entrada do edifício onde Kathy Whitman morava, conferiu por duas vezes o número do apartamento que Omar havia lhe dado e, desanimado, apertou o botão do interfone.
Seria possível que, pela primeira vez na vida, o desmiolado do seu irmão gêmeo estivesse certo? Tomara que sim, e que a tal Kathy realmente não se importasse nem um pouco quando ele lhe dissesse que Omar estava rompendo o noivado com ela.
— Pois não?
A suave voz feminina que emergiu do interfone pareceu penetrar na alma de Hassan, elevando-lhe a temperatura do corpo ao criar novas dúvidas a respeito de tão insólita situação. Aquela voz em nada soava como a da mulher fria e calculista que havia concordado em trocar um romance de verdade por um casamento de conveniência.
Bem, as aparências enganavam. Ele, por exemplo, era fisicamente idêntico a Omar; em ideias e opiniões, porém, um era o oposto do outro. Omar era extravagante, extrovertido, o centro das atenções em todo e qualquer evento social, enquanto ele próprio tinha um comportamento discreto e retraído na maioria das ocasiões.
— Ha alguém aí?
A voz de Kathy, agora um pouco mais áspera, interrompeu o fluxo de pensamentos de Hassan. Droga, ele não tencionava aborrecê-la ainda mais. Já bastava o quanto ela ficaria desgostosa quando soubesse da deslealdade perpetrada por Omar.
Aprumando-se, ele aproximou os lábios ao interfone e disse:
— Desculpe, eu...— Omar! Graças a Deus, você está de volta! Venha, suba depressa. Precisamos conversar.
É... Pelo visto Ornar tinha se enganado. Outra vez.
O entusiasmo de Kathy fora autêntico, era evidente que ela estava feliz da vida por ouvir a voz do noivo. Parecia até que vinha contando os dias até o retorno de Omar a Nova York.
Mas isso não fazia sentido. De acordo com Omar, o noivado de ambos não passava de aparência, um caso forjado baseado no respeito mútuo que os dois tinham pelo trabalho um do outro junto a crianças emocionalmente problemáticas. Não havia amor, nem mesmo afeição ou romance, a permear aquele relacionamento. Eles sequer haviam saído juntos.
Omar lhe dissera achar que estava na hora de se casar e formar uma família, e que a maneira mais bem-sucedida de colocar sua decisão em prática seria unir-se a uma mulher que compartilhava de seus interesses e objetivos. E que, quando fizera uma lista com o nome das garotas que conhecia, Kathy Whitman era a única que preenchia todos os requisitos para ser uma esposa ideal. 
Então escrevera uma carta a Kathy, explicando-lhe a situação e propondo-lhe casamento. Segundo Omar, ela ficara de pensar por uma semana, e finalmente resolvera aceitar a proposta na véspera de ele embarcar para uma conferência na Austrália.
Hassan franziu as sobrancelhas. Ao que tudo indicava, Kathy não havia dito a verdade ao aceitar o pedido de casamento de Omar nos termos combinados. No fundo, estava mesmo era realmente apaixonada pelo seu irmão gêmeo. Que situação!

domingo, 3 de agosto de 2014

Um Príncipe em Nova Iorque

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 

“Você me faz perder o juízo...”,

sussurra Murad ao arrancar o vestido de Eleonora com mãos ansiosas. 
Extasiado diante da nudez que lhe desperta as mais loucas fantasias, ele beija os seios de pele acetinada. 
À mercê das carícias de Murad, Eleonora geme e se entrega ao momento de alucinado prazer... De repente, ela acorda para a realidade: esse homem só quer se aproveitar do seu corpo! 
Que outro motivo levaria um príncipe árabe a seduzir uma modesta professora? 



Capítulo Um 

— Não é o fim do mundo, não é o fim do mundo... — cantarolava Eleonora Fulton, enquanto atravessava o hall de entrada do prédio de apartamentos em que morava.
Apertou o botão do elevador para subir e esperou. A voz impaciente de Liz perturbou seus caóticos pensamentos.
— Eleonora! Estou tentando chamar sua atenção desde que entrou. Está doente? 
— Até o mais profundo de minha alma — respondeu ela, os olhos castanho-escuros brilhando com relutante humor. 
— Citar Shakespeare às dez horas da manhã não é o melhor modo de conservar ou fazer amigos, querida Por falar em horas, por que não está dando aula, hoje? Será que é feriado e eu esqueci? 
— Não. Hoje é um dia negro! Fui despedida — Eleonora fez uma careta e deu de ombros. — Sou mais um número na estatística dos desempregados. 
As portas do elevador abriram-se e ela entrou. 
— A escola não pode ter mandado você embora! — revoltou-se Liz, entrando atrás dela. 
— Não lhe deram a medalha de melhor professora de excepcionais, no ano passado? 
— Pois é, será que a medalha vale algo no penhor? 
— Eleonora, fale sério — ralhou Liz. 
— Se falar sério, vou chorar... Ela prendeu uma mecha dos cabelos negros, que se soltara, no coque junto da nuca. 
— Não podiam fazer isso, Eleonora. Você tem estabilidade no emprego. — Bem... Não me despediram, exatamente; afastaram-me por falta de dinheiro. 
— Mas o orçamento para educação na cidade de Nova York é enorme! 
— E o número de estudantes é maior ainda — explicou Eleonora à amiga. 
— Infelizmente, a maior parte do dinheiro dedicado ao ensino de excepcionais vem do fundo estadual e federal, sendo distribuído às escolas de acordo com o número de alunos excepcionais. E nós tínhamos poucos alunos.
O elevador parou no décimo-primeiro andar, Eleonora saiu e Liz a acompanhou, dizendo: 
— Vou lhe fazer companhia. Não é bom que fique só, Eleonora. 
— Você não deve acreditar em tudo que lê nos livros de psicologia — rebateu Eleonora, firme. 
— Não pretendo entrar em depressão e não vou ficar só. Esqueceu-se de Kelly? 



domingo, 9 de fevereiro de 2014

Feitiço Grego

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Naquelas ardentes noites de amor, eles descobriram a única verdade! 

A missão: Ginny Alton havia concordado em ajudar sua prima, fazendo-se passar por ela e viajando até a Grécia com um recém-nascido para que a criança conhecesse seu avô paterno. 
A complicação: Todos acreditaram que Ginny era a mãe da criança. 
O homem: Philip Lysander desconfiou de que ela estava mentindo. Mas, para proteger sua própria família, disse ser o pai da criança. 
De repente, Ginny se viu perdidamente apaixonada pelo único homem que poderia desmentir sua história e desmascará-la! 
E ele estava para descobrir toda a verdade...


Capítulo Um

Ginny olhou à sua volta no saguão do aeroporto procurando o lugar onde a carta de Jason Papas dissera que Beth seria apanhada. 
Não havia ninguém. Suspirou. E claro que nem se importara em aparecer. 
A viagem fora um desastre do início ao fim. Se existisse algo pior do que ficar horas dentro de um avião com um bebê de quatro meses, não queria descobrir. 
Tomando o extremo cuidado de não acordar Damon, colocou o bebê-conforto no chão. Para seu alívio, ele nem se mexeu. Fatigada, Ginny sentou-se e verificou as horas. Dez e quinze. 
Só trinta e cinco minutos mais tarde do que o horário planejado de chegada. Não era muito para um vôo que vinha de Nova York. Onde estava Jason Papas? 
A irritação começava a superar o cansaço. Damon precisava ser trocado, alimentado e colocado em uma cama adequada. E ela queria tomar um banho. 
Seu tailleur de seda estava cheio de pequenas manchas causadas pelo bebê durante a longa viagem. 
Teria sido uma tática de Jason Papas deixá-la esperando para que se acalmasse um pouco? 
Para dar a impressão de que nenhum dos dois era importante o suficiente para ser encontrado na hora marcada? 
Era bem provável, ainda mais se Papas era um pouco parecido com seu detestável filho. Enquanto esse tipo de tática seria capaz de trazer uma série de incertezas à mente da frágil Beth, só deixava Ginny mais furiosa. 
E cada vez mais determinada a enfrentar o tirano. Tirou do rosto uma mecha de cabelo que escapara de seu coque. Aguardaria mais quinze minutos, considerando a possibilidade de Papas ter se atrasado por causa do trânsito. 
Então, deixaria uma mensagem no balcão da companhia aérea e iria para um hotel. Sentindo-se bem melhor por ter decidido um plano de ação, Ginny encostou a cabeça no assento e fechou os olhos. E adormeceu segundos depois. 
Philip Lysander puxou a manga de seu paletó cinza para cima e olhou as horas no fino relógio de ouro em seu pulso. Já fazia quarenta minutos que a Srta. Alton e o bebê que tentaram convencer um velho doente a reconhecer como neto esperava, o suficiente para deixar bem claro que a família a considerava insignificante. 
Bebendo o último gole de uísque, Philip recolocou o copo vazio na mesa e saiu do bar do aeroporto. 
Demorou cinco minutos para localizar a poltrona onde, segundo informação de Jason Papas, a Srta. Alton o esperaria. 
Não tinha a menor dúvida de que a encontraria. 
Alguém descarado a ponto de sustentar uma fraude como aquela não desistiria no último instante.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Trapaça No Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO



Para o resto da vida?

O sheik Hassan Rashid não tinha intenções de se casar com uma mulher ocidental.

Só que o seu irresponsável irmão gêmeo Omar deu uma escapadela até Nova York, e logo Hassan viu-se comprometido com Kathy Whitman.

Que ficara noiva, na verdade, de Omar!
Hassan, então, resolveu manter o noivado até conseguir fazer com que Kathy pusesse um fim àquele relacionamento...
A última coisa que passava pela cabeça de Kathy era romper o noivado.
Mesmo sabendo que Hassan não era o homem com quem havia se comprometido.
Sim, ela sabia que Hassan não era o gêmeo com quem planejara se casar... pois os beijos dele lhe provocavam uma paixão que nunca havia experimentado.
Kathy sabia que cedo ou tarde o segredo do sheik acabaria revelado.
E, antes que isso acontecesse, ela tratou de elaborar um plano para transformar aquela farsa em um compromisso para o resto da vida...

Capítulo Um

Hassan Rashid cruzou com muita relutância o hall de entrada do edifício onde Kathy Whitman morava, conferiu por duas vezes o número do apartamento que Omar havia lhe dado e, desanimado, apertou o botão do interfone.
Seria possível que, pela primeira vez na vida, o desmiolado do seu irmão gêmeo estivesse certo?
Tomara que sim, e que a tal Kathy realmente não se importasse nem um pouco quando ele lhe dissesse que Omar estava rompendo o noivado com ela.
— Pois não?
A suave voz feminina que emergiu do interfone pareceu penetrar na alma de Hassan, elevando-lhe a temperatura do corpo ao criar novas dúvidas a respeito de tão insólita situação.
Aquela voz em nada soava como a da mulher fria e calculista que havia concordado em trocar um romance de verdade por um casamento de conveniência.
Bem, as aparências enganavam.
Ele, por exemplo, era fisi­camente idêntico a Omar; em idéias e opiniões, porém, um era o oposto do outro.
Omar era extravagante, extrovertido, o centro das atenções em todo e qualquer evento social, enquanto ele próprio tinha um comportamento discreto e retraído na maioria das ocasiões.
— Ha alguém aí?
A voz de Kathy, agora um pouco mais áspera, interrompeu o fluxo de pensamentos de Hassan. Droga, ele não tencionava aborrecê-la ainda mais.
Já bastava o quanto ela ficaria desgostosa quando soubesse da deslealdade perpetrada por Omar. Aprumando-se, ele aproximou os lábios ao interfone e disse:
— Desculpe, eu...
— Omar! Graças a Deus, você está de volta! Venha, suba depressa. Precisamos conversar.
É... Pelo visto Ornar tinha se enganado. Outra vez.

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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Meu Prisioneiro

ROMANCE CONTEMPORÂNEO










Para ter os beijos desse homem, ela iria até o fim do mundo!

Quem era aquele homem misterioso e extremamente sexy de nome Kynan?

A Dra. Jenna Farron não acreditava que pudesse existir um ser tão atraente, antes de encontrá-lo em uma expedição científica.
Kynan dizia pertencer a uma civilização perdida e esperava que Jenna o ajudasse a encontrar o caminho de volta para o seu lar.
Contudo, ele logo percebeu que não seria nada fácil abandonar este novo mundo... e os braços dessa fascinante mulher que o aprisionou com sua sensualidade!

Capítulo Um

Jenna Farron parou de imediato ao ouvir o som sinistro do chocalho cortar o ar calmo, silencioso. Sentiu um calafrio percorrer-lhe a pele quente.
Perscrutou o solo rochoso e árido, mais abaixo, e imaginou o que uma cascavel estaria fazendo ali, em solo aberto.
Normalmente, elas não sujeitavam seus corpos delicados ao calor escaldante das tardes de julho.
Percebeu o ligeiro movimento a poucos metros, na inclinação do terreno, e sentiu um nó no estômago.
Sabia que as cascavéis de dorso brilhante não cresciam muito, mas havia uma grande diferença entre o conhecimento acadêmico e a realidade de ter um réptil daqueles a apenas alguns metros de distância.
Conforme a cobra erguia a pequena cabeça e a olhava direto nos olhos, Jenna viu-se presa de um pavor cego, que jamais sentira.
Tentou acalmar-se com a idéia de que havia na caminhonete um kit contra picadas de cobra; além disso, se não pudesse alcançar o carro, sempre poderia gritar pedindo socorro.
Tocou o telefone celular preso a seu cinto.
Estava sozinha, mas não desamparada.
Procurou ficar imóvel, vendo a cobra afastar-se com graça e desaparecer por trás de uma grande pedra.
Soltou o ar que prendera, com alívio.
Havia certas coisas que não eram ensinadas quando se estava estudando arqueologia, ponderou, tirando o chapéu e passando a mão pela testa úmida e depois pelos cabelos pretos.Voltando-se para a esquerda, pisou em falso e perdeu o equilíbrio, começando a escorregar pela encosta do morro, em meio a uma nuvem de pedriscos e pó.
Procurou desesperada, agarrar algo, qualquer coisa que pudesse atenuar sua queda.
A quase meio caminho da queda, conseguiu segurar-se a um arbusto, parando bruscamente.
Ao olhar para baixo, estreitou os olhos, percebendo alguma coisa azul nas rochas ao pé do morro.
Um veio de turquesa, talvez? Ela imediatamente deixou-se escorregar pelo resto da encosta, até a fina linha azul. Enganara-se. A cor era diferente, e a pedra era suave demais para tratar-se de turquesa. Na verdade... Jenna sentiu uma excitação instantânea.
A pedra parecia trabalhada!
Tirando depressa o pequeno martelo de rochas de seu cinturão, achegou-se à pedra e martelou-a com cuidado, procurando separá-la das demais à sua volta.
Trabalhava com presteza, varrendo os pedriscos retirados, até que descobriu um pedaço grande de uma substância azulada, quase do seu tamanho.
Passou a mão com cuidado sobre a superfície lisa, parando ao notar uma série de depressões.
Flexionou de leve os dedos e passou-os pelas reentrâncias.
Foi então que observou, incrédula, a superfície deslizar, com um ruído áspero, para a esquerda.

Numa mistura insólita de excitação e medo, Jenna aguardou, em silêncio.
Ao ver que nada mais acontecia, desprendeu a lanterna de seu cinto de equipamentos e direcionou o facho de luz ao negrume que aparecia na abertura.
O espaço interior parecia ser enorme.
Seria uma caverna?