Mostrando postagens com marcador Joss Wood. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Joss Wood. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Uma Noite dois Amores

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Adoráveis consequências!

Remy Draycott foi uma criança prodígio e só agora conseguiu se livrar das enormes expectativas que os outros tinham sobre ela.
Por isso, está determinada a aproveitar a vida e a realizar todas as suas fantasias. E ter uma noite selvagem com o estonteante Bo Tessier é a primeira da lista! 
Render-se ao desejo que sente por Remy era como brincar com fogo… e ele queria se queimar. 
Mas depois dos momentos de completa rendição que tiveram, Bo não esperava vê-la novamente. Porém, seis semanas depois, ela retorna com uma notícia que deixará o mundo desse poderoso bilionário de cabeça para baixo!

Capítulo Um

Remy Draycott olhou para o folheto aberto diante de si, enquanto tomava um gole de sua taça de Chardonnay. Quer dizer que aquela era a cidade de Bellevue, pensou, olhando através da vidraça do bar para a rua principal da cidade. Cosmopolitana, sofisticada, discretamente abastada, tinha um ar de elegância europeia.
Ela gostou. E muito.
Pelo que vira até agora, na breve excursão pelas cidades de Napa Valley, Bellevue, bem ao norte do vale, parecia uma mistura do melhor do resto. Tinha vistas de tirar o fôlego das Palisade Mountains, um pouco do charme do velho mundo de Calistoga, um pouco da elegância informal de St. Helena e, se ela tivesse de julgar pelo soberbo hambúrguer gourmet que acabara de comer na lanchonete no final da rua, a mesma paixão por comida que Yountsville.
Era uma pena que estivesse apenas de passagem… A cidade estava implorando para que ficasse mais tempo, para que explorasse um pouco mais.
Não, não podia, pensou, rechaçando a tentação. Pela primeira vez em… bem, anos, realmente tinha prazo para estar em um lugar em um momento específico. E o lembrete do por que tinha de estar em Portland em três dias fez com que esvaziasse em um gole a taça de vinho e fizesse sinal para o barman completá-la novamente.
Em aproximadamente setenta e duas horas, a mãe daria à luz o seu meio-irmão, e Remy prometera estar presente. Não na sala de espera do hospital, e nem aguardando em casa, como uma pessoa normal, mas na própria sala do parto. Com a mãe, é óbvio, a avó, e o novo padrasto, que era apenas sete anos mais velho do que ela.
Remy ergueu a taça até os lábios. A situação toda a deixava surpresa, apavorada e confusa.
Surpresa que, após uma vida inteira de mãe solteira… Bem, isso não era inteiramente verdade… Para todos os efeitos, vovó Rosie fora tão mãe quanto ela… A intensa, brilhante e ferrenhamente feminista mãe decidira se assentar com um professor escolar de ginástica. Apavorada por ela, pois, em termos médicos, era considerada uma gestante idosa, o que essencialmente significava que muito mais poderia dar errado com o seu corpo de 44 anos de idade do que com um de 17 anos. E confusa porque… bem, haveria uma diferença de quase um quarto de século entre ela e o irmãozinho que estava para chegar.
Vinte e sete anos… Era mais do que confuso, era um tanto quanto bizarro.
Era tudo muito esquisito e perturbador. Remy sinceramente torcia para que Jan optasse por uma abordagem diferente para educar aquela criança do que a que usara com ela. Bom Deus, só podia rezar por isso. Apenas seja normal, disse para o irmão que ainda estava no forno. Normal seria tão bom.
Remy sentiu a atmosfera no bar mudar. Grata pela distração, ela virou a cabeça para ver o recém-chegado ao local elegante. O homem se detivera para conversar com o casal sentado perto da entrada. Com as suas costas viradas para ela, Remy admirou os ombros largos sob a camisa social branca e o traseiro espetacular sob a calça social preta feita sob medida.
Terminada a conversa, ele passou para a próxima mesa, apertando mãos e beijando faces, e Remy aguardou que ele virasse para ela, de modo a poder lhe ver o rosto. Descansou tranquilamente o queixo na palma da mão.
No canto, uma morena baixa dedilhava o violão e cantava ao microfone, enquanto um grupo de mulheres da sua idade se sentava ao redor de uma mesa, rindo estrondosamente, e brindando com tequila. Grupos de pessoas estavam reunidos ao redor do bar em forma de ferradura, e não pôde deixar de notar os interessados e predatórios olhares femininos acompanhando o avanço do Sexy e Bonitão em direção ao bar. Em um aposento lotado de homens atraentes e bem-sucedidos, ele tinha a capacidade de concentrar um bocado de atenção sobre si sem fazer muito esforço.
Com o tempo, ele chegou aos arredores de onde ela estava sentada, e Remy pôde, finalmente, ver de perto o seu rosto. Cabelo castanho-escuro ondulado, quase negro, nariz comprido, e olhos profundos e misteriosos. Queixo forte. Boca sexy.
Oh, sim. Muito bonito. Incrivelmente sexy.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Amigos com Benefício

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Os Magnatas da Austrália


Amizade colorida?

A proposta do famoso arquiteto Scott Knight era simples: Duas noites por semana durante um mês, com confidencialidade garantida. 

Ainda assim, a implacável advogada Kate Cleary achou melhor redigir um contrato. 
Tudo o que ele queria era pular a burocracia e partir para a ação. 
Kate não acreditava em “felizes para sempre”. 
Afinal, seu trabalho era dissolver casamentos arruinados. 
E apesar de Scott ser magnífico, ele também é um enigma. 
Decidida a desvendá-lo, Kate fará de tudo... Até mesmo quebrar as próprias regras!

Capítulo Um

Scott Knight lançou um olhar para a ruiva de pé junto à enorme poncheira, e engoliu em seco.
Alta, segura de si, linda... e muito cínica, a julgar pelo seu olhar. Ele gostava de tudo no conjunto.
Então... exatamente o que ela tinha a ver com festas de divórcio? Do ponto de vista dele, essas festas mais pareciam enterros.
Refletiu sobre isso enquanto lançava outro olhar para a ruiva.
Falando de modo literal, aquela era mais do que uma festa de divórcio: era a celebração do novo relacionamento de Willa com Rob. Normalmente, Scott não apoiaria pular de uma situação ruim para outra ainda pior... mesmo que o sujeito da segunda situação fosse Rob, que estava a vários anos-luz na frente do ex de Willa, Wayne-o-Chato... mas agora aprovava caso a festa ficasse mais animada...
A ruiva se voltou para se servir de mais ponche; Scott notou que tinha um corpo maravilhoso. E parou de se preocupar com qualquer outra coisa além de pôr as mãos naquele corpo.
Caminhou de modo decidido para a poncheira, pegando uma cerveja no caminho... porque ponche, na sua opinião, era bebida de garotas.
— Como é mesmo aquela citação sobre divórcio...? — perguntou inclinando a cabeça para ela. Mas era uma indagação retórica.
Ela se voltou antes que Scott terminasse a frase, o deixando com água na boca. Era ainda mais linda de perto, uma mistura de traços sensuais com olhos cinzentos e puxados, sobrancelhas arqueadas de modo malicioso, malares altos... e uma boca polpuda pintada de vermelho.
Ela não se deu ao trabalho de responder. Obviamente, sabia que não precisava. Scott percebeu pelo modo como aguardou que ele continuasse, toda cheia de segurança e com um leve sorriso nos lábios sensuais.
— Foi Jean Kerr — continuou Scott. — Declarou que “um advogado nunca se sente inteiramente à vontade com um divórcio amigável, do mesmo modo que o agente funerário não quer terminar seu trabalho para ver o morto se sentar de repente”.
Os lábios sensuais se entreabriram surpresos, e os cantos se ergueram. Um pouquinho. A ruiva parecia fascinada. Scott interpretou como sendo um sinal... um bom sinal... e que a ideia de puxar conversa surtira efeito. Ela estava colaborando. Sim!
Devagar, ela tomou um gole do ponche e analisou Scott. De cima a baixo.
— Você está no mercado? — questionou a ruiva com a voz rouca que fez a libido dele aumentar.
Mmm-hmm. Ela não apenas o encantara, mas estava prestes a fazê-lo cair de quatro aos seus pés. E Scott não estava reclamando.
Então, ele lançou seu sorriso do tipo estou disponível para fazer sexo agora mesmo, e que denominava de sorriso Número Um, porque costumava ser o que mais dava certo.
— Uau, sim, estou no mercado.
A ruiva riu. O riso também era rouco.
— Estava me referindo ao mercado de divórcios.
— Não sou casado, se é isso que quer saber. Também não sou noivo. — Aproximou-se um pouco mais. — Ou comprometido de qualquer outra forma.
Ela fez beicinho com a boca polpuda.
— Que pena, teria sido divertido.
Em geral Scott não era pego de surpresa, porém, a Ruiva Fria conseguira isso com poucas palavras. Por que a solteirice dele parecia vergonhosa? Ela só queria homens casados?
— Embora pudesse ser — completou Scott, tentando ganhar tempo. — Quero dizer, divertido.
— Sem dinheiro envolvido? — interrogou ela com um suspiro triste. — Não creio.
Que diabos era aquilo? Ela não apenas preferia homens casados, mas ainda queria que pagassem? Essa não parecia ser o tipo de amiga de Willa. E também não era o cenário ideal para ele, apesar de se achar uma pessoa experiente que já vira de tudo na vida... Entretanto, sexo pago, talvez S&M... sadismo e masoquismo... essa história de causar e sentir dor... muito obrigado, mas não fazia seu gênero!


Série Os Magnatas da Austrália
1- Sorte Inesperada
2- Amigos Com Benefício
3- a revisar
4- idem