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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Para Aquecer O Coração...

ROMANCE CONTEMPORÂNEO






Julie e Matt, um casal de professores perdidamente apaixonados, de repente se vêem alvo de uma aposta entre um grupo de alunos traquinas. 


Uma aposta que os levará a uma série de peripécias, resultando no conto de amor mais romântico, doce e quente da temporada... 


Capítulo Um 


Para os padrões do inverno árduo de Minnesota, aquele até que era um dia mais quente do que o habitual. 
Ainda assim, a temperatura estava baixa, e não tinha vento para limpar a grossa camada de neve do chão. 
O céu estava escuro, anunciando que outra tempestade estava por vir, mas Julie Jansen não tinha tempo para pensar naquilo. 
Apressada, seguiu andando em direção ao edifício mais velho e imponente do campus. 
Se não fosse a sola de borracha das botas, teria escorregado na área de gelo que cercava o mastro da bandeira. 
Chegou sem fôlego à porta principal do prédio, e fez uma parada no vestiário para checar a aparência. 
Em seguida, retomou a corrida pelo hall, violando uma das principais regras da escola. 
Os cabelos castanho-claros, presos em um rabo de cavalo, balançavam de um lado para o outro, mais do que os de uma líder de torcida em plena coreografia. 
Não tivera tempo de arrumá-los em um estilo que a fizesse parecer mais velha. 
Perdera a hora, mal tivera tempo para se vestir. 
Era o último dia de funcionamento da Escola Lakes, e estava atrasada para a reunião final de professores antes das férias de inverno. 
Com a echarpe esvoaçante, terminou por derrapar na curva, antes de finalmente chegar ao salão. Rezou para que a reunião não tivesse começado ainda. 
Desejava que o dr. Caulder tivera de atender a um compromisso inesperado e estivesse atrasado apenas o suficiente para que ela pudesse se sentar. 
Contudo, suas esperanças se esvaíram logo. A porta do salão estava aberta, e podia-se ouvir a voz forte do diretor da escola. 
Ele estava de costas para a porta, e Julie fez o que pôde para entrar sem ser vista; mas quando já estava a poucos passos de seu destino, o diretor virou-se e a encarou. 
Ruborizada, ela afundou na cadeira. Seria possível que aquele homem tivesse olhos na nuca, como afirmavam os alunos? 
— Que bom que resolveu se juntar a nós, srta. Jansen — Logo após a saudação do dr. Caulder, trinta olhares desaprovadores se voltaram para ela. Apenas um dos presentes a viu com maior compreensão e simpatia diante da situação embaraçosa. Julie desejou que o brilho naqueles olhos significasse algo mais... 
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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Uma Difícil Escolha

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

O dilema de uma mulher!

Sentada em sua confeitaria quase vazia, Hannah espera que a popularidade de sua nova concorrente, do outro lado da rua,seja apenas temporária, pois isso está afetando seus nervos...E suas finanças. Porém, as coisas vão de mal a pior.

E quando Shawne, a proprietária da confeitaria concorrente, é encontrada morta em seu próprio estabelecimento, Hannah passa a ser a principal suspeita do crime.

Agora, além de provar sua inocência, ela precisa também se decidir entre dois pretendentes que tocam seu coração: Mike e Norman.
O primeiro é detetive, envolvido nas investigações do assassinato; o segundo, um eterno apaixonado por Hannah...
Atordoada com tantos acontecimentos, ela já não sabe quem é amigo e quem é inimigo, e em quem ela pode, ou não, entregar seu coração...

Capítulo Um

Olha, Dick Laughlin acabou de entrar lá! — Lisa Herman espreitava por entre as cortinas da Cookie Jar, a confeitaria do outro lado da rua quase toda coberta de neve. —E como se não bastasse, Barbara Donnelly olhou para cá antes de entrar atrás dele. — Acho que dá para sobreviver ao prejuízo — Hannah Swensen mudou o assunto, na tentativa de mostrar à sócia que não gostava muito de vê-la observando a confeitaria Magnolia Blossom.
Ainda mais porque Lisa estava usando o banco que supos­tamente deveria estar atrás do balcão e não diante da janela.
Se bem que o caixa pouco fora aberto desde que a concorrente abrira suas portas...
— Sei que é deprimente, mas estou montando um posto de observação bem aqui. Precisamos ficar de olho em tudo que está acontecendo por lá — Lisa insistiu.
— Ai, ai, ai...
— O que foi agora? — Hannah perguntou a contrariada.
— Charlotte Roscoe acaba de sair, carregando uma enor­me caixa de bolo. Estamos na semana das reuniões com os professores da escola e as encomendas eram nossas.
— Não se preocupe, assim que a novidade passar, todos voltarão para cá — Hannah repetiu em voz alta o que vinha sendo seu mantra, dito no mínimo milhões de vezes nas duas últimas semanas, desde que Shawne Lee Quinn e sua irmã, Vanessa, abriram a confeitaria em frente.
— Acho que você repete essa frase milhões de vezes para poder acreditar em seu significado — Lisa comentou, rindo. — E se os doces delas forem melhores do que os nossos?
Hannah encarou-a surpresa, pois ninguém jamais ques­tionara a qualidade do que vendiam.
— Desculpe. Tenho certeza de que os nossos são imbatíveis. Aliás, elas têm que ser melhores, mesmo porque somos pro­fissionais e as duas estão no ramo há pouco tempo. Shawne Lee sempre desejou ter um negócio próprio e conseguiu, agora que a irmã ficou rica e financiou. Acho que ali ninguém sabe fazer uma massa de pão. Se bem que eu gostaria de provar alguma coisa da Magnolia Blossom só para ter certeza do que estou dizendo.
Hannah teve impulso de repreendê-la, porém pensou com bom senso.
Ah, como gostaria de que os biscoitos de Shawne fossem duros como pedras e os doces sem sabor algum!

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