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segunda-feira, 7 de março de 2016

Três Homens, Um Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Tudo o que Janet queria era viver ao lado de Patrick para sempre!

Cinco anos antes, Janet havia amado e perdido Patrick. 
Agora ele estava de volta em sua vida, e ela o queria mais do que nunca. 
Bastaria convencê-lo de que o dia de seu casamento seria o mais feliz de suas vidas...
Mas Janet logo descobriria que sua tarefa seria mais difícil do que imaginava. 
Patrick poderia estar preparado para tornar-se seu marido, mas não estava preparado para dizer que a amava.

Capítulo Um

Os olhos de um violeta intenso pestanejaram por uma fração de segundo. O rosto se voltou para o lado num gesto que poderia ser interpretado como uma negação. Mas eram os lábios curvados num sorriso tentador que mais deixavam transparecer o que se passava com Janet.
As cortinas esvoaçavam à brisa que entrava pela janela. Uma luz dourada iluminava o quarto e atingia os cabelos escuros e sedosos que se espalhavam sobre o travesseiro. Contudo, apesar de anunciar um lindo dia, a brisa não foi bem-vinda por Janet, pois ela escondeu o rosto sob o lençol, recusando-se a despertar daquele sonho que sempre a perseguia e pelo qual ansiava todas as noites.
O problema era que ele surgia apenas ao amanhecer, provavelmente porque esse havia sido o horário especial deles. O momento em que ambos estavam descansados e que maior prazer sentiam em dar e receber amor.
O corpo de Patrick estava ali, ao seu lado. Ela olhou para o rosto tranquilo, envolvido pelo sono, e estendeu os braços. Queria que ele acordasse abraçado a ela. Mal podia esperar pelo instante em que os olhares e lábios se encontrariam em mais uma perfeita comunhão.
Mas a realidade substituiu abruptamente o sonho, e o sonho se transformou em um suspiro amargo e profundo.
Janet precisou se forçar a abrir os olhos, não para Patrick, mas para a luz daquele novo dia.
Droga. Droga. Droga.
Escondeu os olhos com as mãos e respirou várias vezes a fim de recuperar o controle. Permaneceu deitada por mais alguns instantes com a expressão vazia e o corpo imóvel. Fora uma tola. Justamente quando estava perto de conseguir o que mais queria da vida, pusera tudo a perder.
Irritada consigo mesma, levantou-se bruscamente da cama, dirigiu-se à janela e ajeitou a cortina.
Havia aprendido uma dura lição ao longo dos anos: a de que a autopiedade era um desgaste inútil. Se ela se permitisse parar no meio do caminho, jamais se libertaria e acabaria relutante com relação aos homens em caráter permanente.
Não permitiria tampouco que a decepção interferisse em sua aparência física. Precisava se preparar não apenas para mais um dia de trabalho, mas também para uma noite de festa: a recepção anual dos membros do Parlamento Europeu que estavam lotados em Strasbourg.
Era estranho. Estava contando os dias para o evento se realizar. Agora, não tinha certeza se queria ir, Sua única certeza era de que precisava tomar um banho, talvez frio. Ou fazer qualquer outra coisa que a ajudasse a recuperar os sentidos.
Beleza, opulência e luxo inacreditáveis: essas foram as primeiras e contínuas impressões que ela teve ao subir a escada em caracol, com a mão apoiada no braço de seu chefe, Kyle.
 

domingo, 14 de julho de 2013

De Repente A Felicidade

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 







Hannah Greene mal pode acreditar no que lhe aconteceu. 

Do dia para a noite, perdeu seu grande amor e teve de abandonar as mordomias de dama da alta sociedade de Connecticut para ir trabalhar como dona de um pequeno restaurante no Arizona. 
Ela não tem certeza de mais nada, exceto de que sua vida mudou para pior e jamais voltará a ser a mesma. 
Então conhece Trace Murphy, homem tão atraente e sensual que é quase impossível resistir ao seu poder de sedução. 
Ele a enlouquece com beijos e carícias ardentes, íntimas, e a tortura com doces e tentadoras promessas de futuro. 
Hannah, porém, teme entregar-se à paixão abrasadora que Trace lhe desperta; é incapaz de deixar a esperança renascer em seu coração... 
Afinal, o destino pode pregar-lhe outra peça e mais uma vez impedi-la de ser feliz! 

Capítulo Um

O lance foi de um mil, quinhentos e sessenta dólares. Alguém dá mil, quinhentos e setenta? Setenta e cinco? Quem dá oitenta?
Hannah Greene estava parada em silêncio no fundo da sala, com os olhos secos, vendo os últimos catorze anos de sua vida serem vendidos. A pesada nuvem de perfume Etemity que pairava no ar fazia a cabeça dela doer.
Quando Hannah era apenas uma adolescente e vivia em Lowa, os pais a haviam encorajado a acreditar em contos de fadas. Aos dezenove anos e com um diploma da Escola de Administração Cedar Rapids debaixo do braço, ela comprara uma passagem de ônibus para Nova York, onde conseguira um emprego numa pequena agência de publicidade. 

O dono da agência era um homem maravilhoso chamado David Greene.
Logo no primeiro encontro ela e David decidiram que queriam ter filhos juntos. 
No segundo encontro ele a pediu em casamento, e Hannah se mudou para o castelo de três cômodos de seu Príncipe Encantado. 
Com o passar dos anos, os negócios de David prosperaram a olhos vistos, permitindo que se mudassem para uma casa maior em Connecticut, onde Scott, herdeiro da Agência de Publicidade Greene, nasceu.
O único problema dos contos de fadas, Hannah descobriu mais tarde, era que eles não preparavam ninguém para ver o Príncipe Encantado morrer de uma úlcera perfurada, nem para ver o castelo sendo vendido com tudo o que havia dentro para pagar uma série de dívidas.
 Cinderela estava de volta ao ponto de partida.
— Senhoras e senhores — o leiloeiro insistia —, devo lembrá-los de que essa mesa está em perfeito estado. Mesmo sem as cadeiras, deve ser considerada uma barganha pelo preço de dois mil dólares.
Lembrando-se dos inúmeros jantares de comemoração que havia tido com o marido em tomo daquela mesa, Hannah perguntou-se como alguém podia colocar um preço no amor. 
Ela mesma havia bordado os assentos das cadeiras durante o inverno no qual estivera grávida de Scott. David, encantado com a perspectiva de ser pai e preocupado com a saúde da esposa, insistira para que Hannah deixasse de trabalhar. 
Entediada, ela aprendera a bordar para ter o que fazer enquanto esperava o marido voltar para casa depois de um dia de trabalho na agência.
— Mil quinhentos e setenta e cinco — o leiloeiro retomou o lance anterior e foi incapaz de arrancar mais um lance da audiência. — Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três! Vendido para a senhora de chapéu vermelho!

 

domingo, 15 de abril de 2012

O Guarda-Costas

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Familia Montacroix Royal

Os riscos de uma princesa ao lado de um homem sensual… 

Chantal Giraudeau de Montcroix — um nome imponente para uma princesa de estonteante beleza. 
Orgulhosa, espera um tratamento à altura de sua importância durante uma viagem aos Estados Unidos. Não admite e não vai tolerar que o agente especial Alexander Smithe, designado pelo governo americano para protegê-la, perturbe sua liberdade pessoal. Alexander sabe que alguém está tentando matar Chantal e não pretende sair um minuto sequer do lado de sua linda protegida, embora ela lhe infernize os dias com sua arrogância e mania de desobedecer às medidas de segurança. 
Chantal se revolta contra a constante presença do agente, até acontecer o primeiro atentado a sua vida! Aí a princesa ordena a Alexander que fique bem juntinho dela, de dia e, especialmente, de noite...

Capítulo Um 

Seu nome era Chantal, a forma afrancesada do latim cantus, que quer dizer "canto". 
O simples som da palavra faz lembrar cenas da vida noturna parisiense; os cafés esfumaçados, os bistrôs cheios de boêmios, os alegres musicais de Montmartre. 
Qualquer mulher abençoada com um nome desses deveria ser bonita, inteligente, charmosa, rica e sofisticada. 
E a princesa Chantal Giraudeau de Montcroix não desapontava em nenhum desses itens. 
Filha da famosa estrela do cinema americano Patrícia Eden e de Eduard Giraudeau, príncipe-regente do pequeno principado europeu de Montcroix, Chantal encantou o mundo assim que abriu os olhos para ele, há trinta anos. 
Os jornais e as revistas dos quatro cantos do planeta trouxeram seu rostinho de anjo estampado em suas primeiras páginas... e nunca mais deixaram de fazê-lo. 
Ela era, em todos os sentidos, uma princesa de conto de fadas. 
Através dos anos, seja lá onde estivesse, havia sempre um repórter e um fotógrafo em seu encalço, prontos para registrar lhe os passos. 
Em seu décimo-oitavo aniversário, após ter namorado os melhores partidos da Europa, ficou noiva de um famoso diretor do cinema francês. 
Suas brigas alimentaram as colunas de fofocas dos jornais do mundo todo até o rompimento, seis meses depois. 
Enquanto tentava curar as feridas de seu coração esquiando em Chamonix, Chantal apaixonou-se perdidamente por um norueguês bonitão, que passava as férias nos Alpes franceses. 
Quando o romance acabou dois meses depois, ela embarcou num cruzeiro pelas ilhas gregas, onde teve um tórrido romance com um rico armador que, de acordo com os fofoqueiros de plantão, foi logo substituído por um conde italiano mais rico ainda.
Seus romances continuaram a escandalizar o mundo todo, até que, aos vinte e cinco anos de idade, assombrou a todos ao anunciar seu casamento com um campeão de Fórmula 1, que vencera o Grande Prêmio de Montcroix, e seus planos de se transformar numa excelente esposa e mãe, totalmente dedicada ao marido e à família. 
Não tão assombrosa foi a notícia de seu divórcio, dois anos e meio depois. Alexander Smythe franziu a testa ao olhar para o monte de fotografias que lhe foram entregues, assim que chegou ao escritório. 
Não devia haver uma só pessoa em todo o mundo civilizado que não reconhecesse aquele rosto imediatamente. 
— Não estou entendendo... — disse finalmente. — Que diabo uma princesa do jet-set internacional tem a ver comigo? 
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Houve Uma Vez Um Verão

ROMANCE CONTEMPORÂNEO








Currículo dos Romances de Amanda 

Primeiro Amor: Dez anos antes, Amanda se apaixonou perdidamente por Dane, o homem mais lindo que já vira. Beijaram-se até o amanhecer e trocaram doces promessas para o futuro. Mas, de repente, acabou... 
Amor Atual: Na pior semana de sua vida, adivinhe quem Amanda encontrou? Dane. 

Ele estava ainda mais bonito... Futuro Amor: Amanda tem apenas sete dias e sete noites para se decidir sobre uma segunda chance! 

Capítulo Um 

Portland, Oregon 
— Não é possível! Isso não pode estar acontecendo! Não comigo! —Amanda exclamou, incrédula, diante da televisão que mostrava as labaredas engolfando todo o prédio do Mariner Seaside Golf Resort. 
— A época não poderia ter sido pior — concordou Susan Chin, a assistente administrativa de Amanda, após avisar a chefe sobre o desastre. 
Amanda abriu a gaveta de sua mesa e apanhou um comprimido para dor de estômago. 
Era horrível. 

Estava vendo sua carreira se dissipar juntamente com a fumaça provocada pelas chamas. A televisão estava mostrando, naquele instante, os bombeiros dirigindo as mangueiras para o telhado do maravilhoso centro de convenções do melhor hotel da cidade. 
Suas expressões eram tensas. Amanda pressentiu que eles sabiam que estavam lutando por uma causa perdida. Por falar em causas perdidas... — Agora teremos de procurar um novo local para nossa convenção — estava dizendo, quando o que restara do telhado desabou com um estrondo. — Com certeza — Susan respondeu. — Ou as reuniões precisarão ser feitas na praia, o que, pensando bem, talvez não fosse uma má ideia. O objetivo da convenção, afinal, é apresentar desafios à equipe de criação de forma a incentivá-las a trabalharem em conjunto. 
— Eu acho que já basta o desafio de obrigar equipes de duas empresas concorrentes, até alguns dias atrás, a conviverem. — Amanda apoiou ambos os cotovelos sobre a mesa e começou a massagear as têmporas. 
— Colocá-los em barracas sem conforto e convidá-los a usarem banheiros comunitários seria querer demais. 
A propaganda foi e sempre será um dos negócios mais competitivos do mundo, Amanda pensou. Aparentemente, o sócio majoritário da Janzen, Lawton & Young, a empresa que acabara de comprar a agência de propaganda onde Amanda trabalhava, acreditava que uma competição saudável era a única maneira de levar a empresa ao sucesso. 
Em teoria, o conceito de arte, copy e marketing reunidos num trabalho conjunto com os melhores profissionais do ramo marchando para a mesma linha de chegada parecia extremamente lógico.
 O problema é que havia pouca lógica no mundo da propaganda. 
A agência que a contratara logo após formar-se na Universidade de Los Angeles, a Connally Creative Concepts, ou C.C.C. como era conhecida, fora vendida. 
Uma pena. Apesar de ficar distante da Madison Avenue, o centro da publicidade, e estar localizada em Portland, Oregon, a C.C.C. contava com alguns dos melhores copy-writers e diretores de arte do país. Seu dono, Patrick Connally era um pai para todos. 
Trabalhar em sua empresa era uma honra e um prazer. 
Mas Patrick havia falecido dois anos antes de um ataque cardíaco aos setenta e cinco anos de idade, e sua viúva vendera a agência. Foi feito um corte que deixou todos amedrontados. 
Porém, passado o enxugamento inicial, os que ficaram e os que foram trazidos pelo novo dono voltaram a trabalhar em harmonia. 
Oito meses depois, mal os funcionários haviam se adaptado às mudanças, eis que começaram a surgir boatos de que a empresa passaria a outras mãos. 
A aquisição da agência pela Janzen, Lawton & Young, famosa por criar os comerciais mais agressivos e pouco artísticos, mas os mais rentáveis, provocou um alvoroço. 
O resultado não se fez esperar. Cabeças e cabeças foram cortadas. Um clima de insegurança e de ansiedade se apossou de todos. 
Cada dia que passava, os funcionários chegavam e examinavam as mesas para verificar quem havia sido o último da lista. 
A equipe que permaneceu recebeu um desafio. 
Unir-se à equipe que pertencia originalmente à Janzen, Lawton & Young e desenvolver um novo conceito para uma marca já popular de sorvete. 
Desde o primeiro momento, a imagem que se tinha era de que os membros das duas equipes iriam saltar sobre as gargantas um do outro. 
— Não posso acreditar que você espere seriamente que eu faça parte desse projeto

  

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Para Sempre A Teu Lado

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Guarda-costas... Herói... Amante!

Lucas Kincaid: Solitário, independente, um homem irresistível.
Desistiu de trabalhar como guarda-costas, mas aceitou uma última missão.

Grace Fairfield: Seu pseudônimo é Roberta Grace, autora de romances best-sellers.
As cenas de amor descritas em seus livros nem se comparam às faíscas que explodem entre ela e Lucas!

Missão: Grace está sendo ameaçada de morte, o que significa que Lucas terá de acompanhá-la dia e noite.
Ele não tarda a descobrir que arriscaria qualquer coisa pela segurança de Grace... arriscaria até mesmo um futuro a seu lado...

Capítulo Um

Mais tarde, quando tudo estivesse acabado, Lucas Kincaid concluiria se a aventura fora prova de que os deuses, de fato, riam das peripécias dos mortais.
A priori, entretanto, acreditava ser capaz de controlar o próprio destino.
Era o dia D. Dia da Despedida.
A essa hora no dia seguinte, estaria cortando os mares azuis do Pacífico, rumo ao Alasca.
Não tinha mais motivos para permanecer em San Francisco.
Encerrara seu último caso na noite anterior, com sucesso, ao colocar num avião para Londres a estrela de cinema inglesa.
Os dez dias esquivando-se das tentativas de sedução da mulher arrogante e movida a sexo durante a turnê de publicidade do filme só reforçaram sua convicção de que não tinha vocação para ser guarda-costas.
Simplesmente, não tinha a habilidade com pessoas que aquele trabalho exigia.
Em parte, porque, apesar da origem sulista, herdara da avó Fancy a tendência à franqueza. Cadete na academia da Marinha, essa franqueza lhe rendera punição por insubordinação inúmeras vezes.
Outro problema seu era a impaciência com tipos egocêntricos.
Durante aquele último trabalho, quase esbofeteara a ruiva, cuja vida pessoal era ainda mais ultrajante do que seus filmes eróticos.
— Provavelmente, teria gostado

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Hero for Hire
2- Para sempre a teu lado