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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Entre a Atração e o Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Ricos e Rústicos
De secretária a esposa? 

O chefe de Jennifer Dunning faz uma oferta boa demais para ser recusada… Jen já conhecia a reputação de Marshall Grainger com as mulheres antes de aceitar o emprego. 
Mas nada podia prepará-la para a atração mútua, nem para a proposta de Marshall. Tudo o que ele espera de um casamento é gerar um herdeiro. 
Apesar da química de pele, como Jen pode dizer sim a uma união sem amor, especialmente quando ela está apaixonada?!



Capítulo Um

Jennifer Dunning sempre fora mimada e sabia disso. Não apenas pelos seus pais, mas por todos. Mesmo assim, nunca dera ataques ou ficara de mau humor quando não conseguia o que queria. Aceitava um “não” como resposta final e seguia em frente. 
Agora, contudo, ela estava sentada em sua cama, dentro de seu quarto, onde passara escondida a maior parte das últimas duas semanas, buscando desesperadamente sua nova vida em seu laptop. Era hora de sair da casa de seus pais, que ficava dentro de uma exclusiva comunidade nos arredores de Dallas. 
Aos 28 anos, Jennifer era deslumbrantemente linda. Alta e magra, com curvas bem delineadas, ela fora abençoada com um comprido cabelo loiro-escuro, olhos castanho-escuros e feições clássicas. Jennifer também era inquieta, frustrada e tensa. 
Demitira-se de seu cargo de assistente pessoal do diretor executivo de uma grande empresa, com um alto salário, duas semanas atrás. Estava simplesmente farta de ouvir os discursos diários de incentivo de seu chefe, filho do proprietário da empresa e quem Jennifer considerava inadequado para o cargo. Também se cansara dos olhares que ele lhe lançava. Na realidade, Jennifer não precisava trabalhar. Seus pais eram ricos, e ela era filha única. Também tinha um grande fundo fiduciário de sua falecida avó paterna, e um menor, de sua avó materna, ainda viva. Mas gostava de trabalhar. 
Era inteligente, tinha um diploma de bacharelado em Ciências e um MBA, e gostava de se manter ocupada, fazendo algo útil. Como assistente pessoal, ela vinha subindo na carreira. Além do mais, trabalhar era muito mais interessante do que a cena social de Dallas. Quando criança, ela se divertira com as aulas de dança nas quais sua mãe insistira e adorara cavalgar. Fora muito depois disso, quando ela já estava no fim da adolescência, que Jennifer se cansara da cena social. 
Almoço com as meninas toda quarta-feira, ouvir fofocas às quais ela não dava importância, tudo começara a parecer tão fútil, e Jennifer tinha grandes planos. Vinha se preparando para ir para o leste, para a University of Pennsylvania e a Wharton School of Business. Todas as suas amigas tinham planos de frequentar a mesma universidade, ali mesmo, no Texas. Em suma, elas se separariam. 
Mas Jennifer decidira que aguentaria os almoços e as conversas bobas até o fim do verão. Depois disso, cuidaria de si mesma. Em contraste, os pais de Jennifer tinham passado a sua vida inteira imersos numa espiral social, infelizmente. Não que eles não se importassem; Jennifer sabia que eles a amavam. O problema era que eles não eram tão presentes. Quando criança, ela passara a maior parte de seu tempo com Ida, a governanta, que lhe ensinara a limpar, ou com Tony, o cozinheiro, que praticamente a tornara uma chef profissional. Jennifer adorava pôr as próprias mãos na massa e trabalhar duro.
Depois de se formar na faculdade, ela retornara a Dallas e morara em seu próprio apartamento, que tinha uma entrada particular para a casa dos pais dela. Ela podia convidar qualquer pessoa, mas nenhum homem jamais dormira lá.  

Série Ricos e Rústicos
1 - Paixão ao Pôr do Sol
2 - Volta Ao Passado
3 - Entre a Atração e o Amor
4 - Casamento Contratado
5 - Os Segredos de Uma Menina Má

domingo, 19 de maio de 2013

Encontro Do Destino

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 




Um pedido... e seu desejo se realizaria!

Cynthia Swoyer não estava disposta a desistir de seus sonhos.
O que ela não imaginava é que eles se concretizariam de uma maneira tão rápida e simples! 
Pois o príncipe encantado que ela sempre pedira apareceu por acaso em sua lanchonete e lhe fez uma proposta que mulher nenhuma, em sã consciência, seria capaz de recusar! 
Rico, bonito e solteiro, Bennett Ganster nunca pensara em casamento... até sua mãe adoecer e começar a pressioná-lo para encontrar uma esposa. 
Um impulso, que Bennett atribuiu ao destino, o levou até o estabelecimento comercial de Cynthia, e ele a pediu em casamento como se isso fosse a coisa mais natural do mundo! O plano parecia perfeito... não fosse a atração que começava a sentir por ela... 
Agora Bennett teria de enfrentar um grande desafio para continuar solteiro: resistir aos encantos de Cynhtia! 

 Capítulo

Cynthia era uma sonhadora. Quando pequena, sua mãe sempre dizia que ela estava com o nariz em um livro ou com a cabeça nas nuvens, sonhando acordada. Aceitava o comentário da mãe de bom grado, pois sabia que era verdade.
Amava ler e devorava as palavras de seus autores preferidos, escolhidos ao acaso. Deixava-se levar por aquelas histórias de amor, longas ou curtas.
Acreditava nos finais felizes.
Não que ela, aos vinte e seis anos de idade, sonhasse que seu príncipe encantado apareceria de repente na vila, dirigindo um Jaguar branco, e despertasse sua sensualidade latente com um beijo arrebatador. Era realista demais para isso. Por ter vivido sempre a frieza cruel de cada dia, sabia separar muito bem a fantasia da realidade.
Mas tinha fé na existência de um amor verdadeiro e duradouro. Isso não significava que já tivesse encontrado muitos exemplos de tal sentimento, nem que ela mesma já tivesse se apaixonado algum dia, pois não tinha.
Entretanto, acreditava que seus pais tivessem vivido um amor genuíno. Assim, Cynthia achava que ela também, quando chegasse a hora, saberia reconhecer a presença de seu grande amor.
Mas não reconheceu... pelo menos não a princípio.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Janelas Do Passado

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Trilogia Someday Soon







As lembranças de um casamento infeliz destruíram as ilusões românticas de Alycia.

Com vinte e sete anos, ela concentrava toda sua energia no curso de História, sem acreditar que algum dia pudesse se apaixonar ou mesmo sentir atração por alguém... até que seu caminho cruzou com o de Sean Halloran!

Com olhos azuis e sorriso cativante, o professor convidado para ministrar um curso extra-curricular na universidade era um homem carismático, a cujo charme nem mesmo Alycia conseguiu resistir.
Era Sean que ocupava seus pensamentos enquanto ela dirigia para a cidade histórica de Williamsburg, alheia ao temporal que desabava, desatenta aos perigos da estrada...
E foi para Sean seu último pensamento antes de perder a consciência no acidente que a lançou num profundo mergulho no passado, o qual mudaria os rumos da vida de Alycia e de Sean...

Capítulo Um

Às sete da manhã, os flocos que começaram a cair durante a madrugada transformaram-se numa forte nevasca.
A neve pendia nos fios de alta-tensão, árvores, construções e cada superfície exposta.
Sentadas à uma mesa redonda, diante de uma seqüência de janelas com vista para a rua, três mulheres jovens tomavam café da manhã e contemplavam a inesperada tempestade.
— Quem precisava de neve em pleno mês de março? — Alycia Matlock levantou as sobrancelhas para as duas outras garotas com as quais dividia o apartamento havia quatro anos. — A porta da primavera, não é normal uma tempestade dessas. Oh, céus! — suspirou.
Aos vinte e sete anos, estudante de história, Alycia parecia às vezes viver mais no passado do que no presente.
— Seja um pouco mais otimista. — A observação veio de Karla Janowitz, a mais prática e realista do trio. Sentada próximo à janela, queixo arredondado pousado na mão, ela assistia ao tráfego de veículos aumentando na rua, dois andares abaixo do apartamento.
— Estou tentada a não ir à aula — disse Andréa Trask, a so¬nhadora morena do grupo, com um suspiro.
— Eu também adoraria ficar em casa hoje, mas não posso — murmurou Alycia, alcançando a jarra da cafeteira para encher mais uma vez sua xícara. — Hoje é o último dia de inscrição para a série de palestras de Sean Halloran.
— Por que você não se registrou até agora?—resmungou Karla impaciente, franzindo a testa para Alycia.
— Porque estive trabalhando duro na minha pesquisa sobre a batalha de Brandywine — replicou Alycia calmamente.
— É realmente bonito de se ver — comentou Andréa, absorta, referindo-se à neve que se acumulava rapidamente.
— Hum — murmurou Alycia, devaneando. — Contanto que você não tenha que sair à rua.
— Falemos de beleza — criticou Karla, inclinando-se para a janela. — Concentre o olhar naquela maravilha dentro do Cadillac azul-marinho.
Alycia e Andréa voltaram-se para dar uma olhada no homem atrás do volante do caríssimo automóvel.
A visão fugaz que tiveram enquanto o carro passava vagarosamente foi de um másculo perfil clássico.
Karla assobiou baixinho quando o Cadillac virou à esquina no movimentado cruzamento.
— Não se vê mais muitos desses — comentou Andréa com admiração.
— O que é uma completa sorte para toda a população feminina — retorquiu Alycia secamente, tentando negar o arrepio que percorreu-lhe o corpo só daquela rápida espreitada. — Aposto que o ego dele é maior que o carro.
— E assim diz a inimiga dos homens — entoou Karla, rindo.
— Eu não detesto os homens realmente

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Trilogia Someday Soon
1- Janelas do passado
2- Janelas do presente
3- Janelas do futuro

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Janelas Do Futuro

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

3- Trilogia Someday Soon


Amor e paixão... Só se for de verdade!

Depois de uma profunda desilusão amorosa, Andréa jurou a si mesma nunca mais permitir que alguém a fizesse sofrer, e decidiu que, no futuro, a única forma de romance que entraria em sua vida seria por meio de sonhos e devaneios.
Mas então... Como explicar aquele sentimento arrebatador que dia após dia crescia em seu íntimo, pelo professor Paul Hellka, um homem de sangue apaixonado que jamais concordaria com um amor platônico ou imaginário,, e que fazia questão de deixar isso muito claro?
Na verdade, Paul estava decidido a concretizar cada uma das fantasias românticas de Andréa...

Capítulo Um

Ele era a pessoa mais perfeitamente bela que ela já vira.
Andréa Trask nunca colocara os olhos naquele homem.
E ainda assim sentia que o conhecia! Abalada perante a visão, fitou fascinada, através da enorme janela, enquanto ele se aproximava da cafeteria.
Ele era excepcionalmente alto e esbelto.
Embora amplos, os ombros não tinham aquela aparência musculosa da maioria dos homens que Andréa vinha observando desde que chegara à Califórnia, poucos meses antes.
As mãos eram grandes; a cintura e quadris, estreitos.
As pernas eram longas e bem formadas, e ele se movimentava com um charme inacreditável.
Mas era seu rosto que chamava atenção. A
s feições clássicas chegavam à perfeição.
Os cabelos negros desalinhados pelo vento e o bronzeado da pele reluziam no sol brilhante de outono.
Sim, ela o conhecia.
Ele parou na calçada para falar com outro homem que tinha acabado de sair da cafeteria.
Observando os lábios esculpidos movendo-se, Andréa prendeu a respiração.
Reconhecia aquele sorriso de dentes brancos.
E sem um olhar mais atento, sabia que os olhos dele eram do mesmo tom de azul do lago ao pé da montanha e tão profundos quanto.
A familiaridade que sentia era mais que estranha... era completamente misteriosa.
Como poderia ser possível?
Era simplesmente inconcebível encontrar de repente, a imagem viva, em carne e osso, de um homem que vinha invadindo seus sonhos há mais de um ano... Não era?
Sem conseguir raciocinar, Andréa apenas fitou a cena em absoluto ceticismo.
— Nada mal, não?
Com óbvia relutância, Andréa transferiu o olhar para a loira sentada na cadeira à sua frente.
— Nada mal? — repetiu ela e voltou a fitar o homem. — Avaliá-lo como nada mal é equivalente a chamar o oceano Pacífico de laguinho.
— Sim — suspirou a loira. — A aparência dele é particularmente dominante. Não sei como vamos conseguir nos concentrar em suas palestras.

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2- JANELAS DO PRESENTE


Um homem mais que encantador!

O artista plástico Jared Cradowg tinha um único propósito: recuperar um de seus quadros da galeria de arte de Karla Janowitz.

Nem que para isso ele tivesse de seduzir a linda proprietária da galeria, esbanjando seu infalível charme!

Karla conhecia muito bem a reputação de conquistador de Jared, e de maneira alguma ela se deixaria enredar em joguinhos sensuais.
Afinal, a última coisa que precisava era ficar à mercê de um homem tão sedutor.
A vida a ensinara que não podia confiar nos homens, especialmente quando eram charmosos...
O problema, porém, era que seu coração parecia não saber disso...
Seria possível esquecer as mágoas do passado e viver uma história de amor no presente?

Capítulo Um

Ele estava em pé em meio ao murmurinho de diversos admiradores de arte como uma sequóia canadense entre pinheiros em desenvolvimento.
A comparação deteve Karla no instante em que o viu.
Mas o corpo alto e sólido do homem não foi a única coisa que alarmou os sentidos dela.
Cuidadosamente colocando a taça de vinho de lado, Karla murmurou uma desculpa qualquer e se afastou do casal de meia-idade com o qual estava discutindo a vitalidade da arte country norte-americana.
Embora o homem parecesse ser a materialização de cada conceito que ela tinha sobre a arte country, era mais do que sua altura ou a aparência de força rude que comandou a atenção indivisível de Karla.
O homem estava distante e sozinho no meio da galeria lotada.
Os raios declinantes do sol do oeste do Arizona infiltravam-se através das janelas, banhando a pele bronzeada dele com um tom dourado.
Seu olhar estava perdido numa tela sem moldura, esticada como única peça no centro de uma parede, na sala principal da galeria.
O imenso quadro pintado a óleo, a pinceladas extremamente fortes, descrevia um índio apache usando traje de caubói, montado num poderoso cavalo.
Exceto por suas roupas elegantes e bem cortadas, e o fato de estar sem um cavalo, o homem que fitava tão intensamente o quadro podia muito bem estar fitando um espelho.
O reconhecimento causou um calafrio que dançou pela espinha de Karla quando, sem nenhuma dúvida, ela soube a identidade do homem. Esquecendo-se do excitado rumor da conversa a seu redor, Karla cruzou a sala colocando-se ao lado dele.
— Sr. Cradowg? — O tom friamente profissional de Karla não revelava nem de longe o tremor causado pela antecipação.
— Onde você conseguiu isso?
Apesar do arrepio estranho perante o tom rouco e frio da voz dele, Karla se recusou a reconhecer que se sentiu intimidada pela abrupta pergunta. Cerrando os punhos em reflexo, ela ergueu o queixo com determinação e sorriu suavemente.
— Eu não percebi que era um auto-retrato

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Trilogia Someday Soon
1- Janelas do passado
2- janelas do futuro
2- janelas do presente

domingo, 31 de julho de 2011

Jogo Perigoso

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Lia Evans é uma jovem de talento no mundo do design de interiores.

De cabelos de fogo e turbulentos olhos verdes, ela se torna um ímã para qualquer homem.
Determinada a ter uma carreira de sucesso, Lia promete a si mesma nunca perder as grandes oportunidades.
E é assim que conhece Michael, um homem que impressiona por seu charme.
A proposta comercial que faz a Lia pode significar o sucesso glamoroso na sua carreira, embora o que ele realmente tenha em mente seja conquistá-la.
No momento em que os lábios de Lia e de Michael se tocam, suas vidas mudam para sempre.
Juntos eles irão descobrir que o amor é um jogo de surpresas... porque quando um coração se abre para o desejo, ele também se abre para o perigo!

Capítulo Um

Amanhã estava quase perfeita. Após o longo inverno, a primavera havia finalmente chegado a Pensilvânia.
Havia uma fragrância de flores no ar e o sol produzia reflexos dourados no prédio de vidro onde funcionava um dentre inúmeros outros escritórios importantes de Center City, Filadélfia.
Verde era a cor dominante nas árvores e nos jardins e verde foi a cor escolhida por Lia para vestir naquele dia em que acordara especialmente animada.
Em vez de prender os cabelos ruivos em um coque, como de costume, ela os deixou soltos sobre os ombros.
Ao parar o carro em frente à casa que alugara para montar seu escritório, Lia ergueu os olhos para o luminoso que mandara confeccionar algumas semanas antes e sorriu consigo mesma. I
nteriores, por Lia.
Seu negócio era pequeno em comparação com as lojas vizinhas, mas sua vitrine apresentava um toque de elegância que faltava nas outras.
O tema central da decoração era um lírio envolto em exuberante folhagem, como um símbolo de renovação.
Os transeuntes paravam para olhar.
— Bom dia, Sheila — ela cumprimentou a amiga e assistente. — O café já está pronto?
— Sim, mas tenho algo ainda melhor para você — Sheila declarou em tom de suspense.
— Nada pode ser melhor do que uma xícara de café às nove horas da manhã.
Os olhos azuis de Sheila brilhavam de excitação.
— Prepare-se para rever sua opinião

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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Ódio De Amar

ROMANCE CONTEMPORÂNEO













Em pé diante da cama, nu e excitado, Trace olha mais uma vez o corpo sensual de Kate, inteiramente despido sobre os lençóis, os cabelos espalhados no travesseiro e os lábios trêmulos de desejo.

Aquela mulher sedutora o enlouquece de paixão, levando-o a abandonar a promessa de nunca mais se entregar ao amor, rompendo a muralha que erguera para que nenhuma outra mulher se aproximasse.

Capítulo Um

Kate Warren suspirou profundamente. Caminhando por entre os compradores apressados, nas ruas cobertas de neve e nas lojas decoradas com árvores coloridas, concluiu que a época do Natal nunca tivera sentido em sua vida.
As festas de fim de ano só lhe traziam uma enorme melancolia, pois sempre a faziam lembrar-se da família: crescera em meio à indiferença dos pais, que para ela eram como dois estranhos.
De repente, seus pensamentos foram bruscamente interrompidos ao perceber que ia de encontro a uma garotinha de mais ou menos três anos que estava parada à sua frente, impedindo-lhe a passagem.
A criança, uma menininha realmente encantadora, de longos cabelos loiros e rostinho angelical, olhava maravilhada para a enorme árvore de Natal que se erguia majestosamente no centro da avenida.
Seus lindos olhinhos azuis faiscavam com o brilho de todas aquelas luzes coloridas.
Kate preparou-se para se desviar dela e seguir seu caminho, mas antes que pudesse dar um passo, a expressão da criança transformou-se de alegria em pânico.
— Papai! — Seu grito de desespero chamou a atenção de todos.
Kate olhou em volta, esperando encontrar um pai ansioso, correndo ao encontro da filha.
Entretanto, percebeu que ao seu redor só havia os olhares curiosos das pessoas que caminhavam.
— Eu quero meu pai!
As lágrimas já começavam a rolar no rostinho aterrorizado.
Kate, aflita, dirigiu-se à criança.
O que iria fazer, afinal? Já estava atrasada para o almoço com David, mas simplesmente não podia deixar aquela criança perdida, sozinha naquela avenida enorme repleta de estranhos.
— Está tudo bem, querida. Não chore!

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Emoções Fervilhantes

ROMANCE CONTEMPORÂNEO





No jogo, as regras podem ser quebradas.
Mas no amor...
Atlantic City! Cidade fervilhante, com bares sempre lotados, em que a vida noturna parece não terminar nunca!

Vitória, que está prestes a encerrar a carreira de cantora, tem de cumprir dois compromissos nessa cidade.
E é tudo que ela quer: fazer seus shows e voltar para casa!
Mas Michael Larkin, um homem atraente, simpático e disposto a conquistá-la, quer fazê-la mudar de idéia!
Vitória sabe que o risco de seguir o coração é muito grande...
No entanto, como dizer "não" a um homem extremamente sedutor mas que não lhe oferece nada, a não ser intensas emoções!

Capítulo Um

A estrada parecia interminável, e agora que Vitória Parks fi­nalmente chegara ao leste do Mississípi, sentia-se como uma prisioneira dentro de seu próprio carro.
Sorrindo, afrouxou as mãos no volante.
Estar confinada dentro de um Chevy não era o jeito ideal de passar a melhor parte de uma semana. Porém, não demoraria muito e estaria na Costa Leste, de onde pretendia nunca mais tornar a sair.
Ao longo do caminho, manteve o olhar no tráfego escasso de meio de semana, enquanto a memória descortinava os últimos acontecimentos.
Em que dia tomara aquela decisão? Terça? Quarta? Não podia recordar, mas também não importava. Decidira-se, e agarrava-se àquilo com firmeza.
Já passara por muitas viagens, quartos esfumaçados, todo tipo de trabalho noturno. Tudo parecera muito excitante muitos anos atrás, quando suas pupilas ainda continham o brilho da ambição e seus sonhos eram frescos e novos.
Contudo, os quilômetros e os anos começaram apesar sobre seus ombros, levando-a para baixo.
A visão embaçou, e Vitória pestanejou para dissipar as lágrimas que se acumularam nas pálpebras. Para que servia chorar?, repro­vou a si mesma.
Tinha vinte e nove anos, e aprendera fazia muito que o choro não ajudava nada. Levando a mão ao rosto, esfregou, impaciente, as faces úmidas.
Hora do café, disse para os olhos azuis marejados que por se­gundos viu refletidos no retrovisor.
Fitando a distância, respirou aliviada quando avistou o familiar telhado vermelho do Restaurante Howard Johnson.
Após parar no estacionamento quase vazio, checou a aparência no espelho e fez uma careta para sua imagem pálida, antes de descer do veículo e trancá-lo.
Aconchegando-se em sua jaqueta para neve, encarou o frio cortante do vento de novembro, e então correu para dentro do estabelecimento envidraçado.
O ambiente estava calmo.
Havia apenas dois bancos ocupados no balcão e um casal a uma mesa. Acomodando-se no final do balcão, pediu um café.
Era hora de voltar para casa, pensou, exausta. Muito tempo se passara.
Deveria levantar-se e encarar a realidade, independente de quão desagradável fosse. Não haveria fama ou fortuna para ela no mundo do entretenimento.
Assumir aquela verdade fora uma das coisas mais difíceis que já tivera de fazer.
Com um longo suspiro, Vitória levantou a xícara. Bebendo um gole do café quente, tentou visualizar a reação de seus pais a sua chegada de surpresa. Talvez devesse ter telefonado e contado que ia voltar, mas, certa de ser bem-vinda, resolveu encerrar todos os detalhes na Costa Leste.
Estivera determinada a não deixar nada pendente, uma vez que jamais retornaria.O pensamento deu-lhe uma noção amarga de fracasso.

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Rosas da Manhã

ROMANCE CONTEMPORÃNEO


Para Alek, a vida não passava de um jogo.

O mais ambicioso projeto de vida de Tânia - trabalhar para o famoso escritório de arquitetura de Alek - fora concretizado.
A construção de uma sofisticada fábrica seria o grande acontecimento do ano.
Para Tânia, tudo estava ocorrendo de uma maneira muito melhor do que sonhara.

Mas uma rosa vermelha, deixada em sua mesa toda manhã por um anônimo, estava tirando sua concentração e fazendo-a pensar em outras coisas que não réguas, esquadros e compassos.
Só faltava descobrir quem era o remetente. Seria um homem sexy, bonito e de andar excitante como Alek?

Capítulo Um

Os dedos de Tânia Schmitt voavam sobre o teclado do com­putador, os olhos acompanhando as palavras da carta que escrevia.
Sua concentração era tão intensa que não ouviu a porta do escritório abrir, e levou um susto quando a correspondência da manhã foi colocada no canto da mesa.
— O café está quase pronto, Tânia — disse Jeannie, a jovem assistente e mestre em fazer café. — Volto em um minuto e trago para você, está bem?
Com os dedos parados sobre as teclas, Tânia assentiu, sor­rindo para a bela e ansiosa adolescente.
— Sim, obrigada.
Jeannie se foi, e Tânia voltou a digitar. Terminou a tarefa, fez a impressão, e flexionou os dedos, arqueando-se para se alongar.
Consultando o relógio, constatou que eram nove e quarenta. Trabalhava sem parar desde às oito.
Quando chegou ao escri­tório em seu horário habitual, um pouco antes das oito, encon­trou um bilhete colado à tela do computador, no qual o chefe havia escrito:
Tânia,
Tenho uma reunião hoje cedo. Por favor processe estas cartas que estão sobre sua mesa, se conseguir decifrar minha letra.Devo chegar ao escritório lá pelas dez.
David.Ela sorriu.
Decifrar era a palavra certa. Apesar de os dese­nhos de arquitetura de David serem maravilhosos, vendo algo escrito por ele qualquer um acharia que era médico.
Tânia fora trabalhar com o jovem arquiteto ao sair da facul­dade, quatro anos antes, e a atmosfera ali sempre fora informal.
Desde o começo tinham sido Tânia e David, nada de srta. Schmitt e sr. Jennings.
O grupo de funcionários era pequeno quando David começou a ser reconhecido por seu talento, mas à medida que a reputação dele cresceu, o grupo ganhou impor­tância. Entretanto, o clima de informalidade não mudou.

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O Calor do Seu Beijo

ROMANCE CONTEMPORÂNEO





Depois de dez anos, ele está de volta...
E agora mais irresistível do que nunca!
Um golpe do destino traz de volta a Anne Moore o homem que foi sua paixão na adolescência.
Ela promete a si mesma que não se deixará afetar por sua presença.

Mas cada momento que passa ao lado de Jud Cammeron faz com que duvide de sua decisão.
Agora, para salvar a empresa da família, Anne recebe uma proposta de casamento!
E por mais que tente, ela não consegue dizer "não" a Jud e muito menos resistir ao calor dos beijos dele!

Capítulo Um

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
A bênção pairou no ar frio de março em solene ento­nação, ainda por longos segundos, mesmo que o pastor já tivesse fechado a bíblia.
Um soluço abafado quebrou o silêncio.
Como se esperasse por esse sinal, a multidão começou a se dispersar lentamente.
À distância, em uma pequena elevação, oculto pelas árvores, um homem testemunhava a movimentação dos amigos e familiares do morto.
Com as mãos nos bolsos, a gola do casaco de pele de carneiro levantada e os ombros curvados para a frente em uma tentativa inconsciente de se proteger da umidade e do intenso frio, tudo que dava para notar de sua aparência eram os cabelos loiros, a pele bronzeada do rosto e os olhos cor de mel voltados, naquele instante, para a coroa de flores e para a figura trêmula pelo choro:
uma mulher de estatura baixa, cabelos também loiros e olhos azuis, vestida inteiramente de preto, sustentada por dois homens altos, um de cada lado, tão loiros e tristes quanto ela.
Por um momento, surgiu um brilho de cinismo naqueles olhos antes de pousarem em uma mulher mais jovem, também vestida de preto, ao lado de um rapaz a quem se dirigia com expressão maternal, embora aparentassem quase a mesma idade.
Os lábios do estranho contraíram em um rito amargo conforme ele estudava aquele rosto pálido e adorável cujas linhas suaves e delicadas também eram capazes de demonstrar uma férrea deter­minação.
Em seguida, com renovada frieza, esses olhos voltaram a se fixar no túmulo tão cinzento quanto estava o céu aquela manhã.
— Eu te amei. Apesar de tudo, eu te amei!

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Candidata ao Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO



Que decisão tomar diante de um homem sexy?

Rica e bonita, Samantha Denning era uma mulher independente, determinada a permanecer assim.
Mas após a morte do pai descobriu que no testamento dele havia a chocante exigência de que ela se casasse antes de completar vinte e cinco anos, ou seja, dali a cinco meses!
Caso contrário, perderia o direito à herança.
Para ajudá-la a resolver esse impasse, a melhor amiga de Samantha lhe apresentou o sexy Morgan Wade.
No início, a intenção era de que a união fosse apenas um acordo comercial...
Mas quando Morgan decidiu encarar o casamento de um ponto de vista mais pessoal, Samantha descobriu emoções que jamais imaginara sentir e que estavam fazendo com que ela reavaliasse seus sentimentos...
Principalmente os relacionados ao coração!

Capítulo Um

Sam passou pela porta do enorme edifício que abrigava os es­critórios da Baker, Baker e Simmes, Advogados, e parou na calçada com ar impaciente.
Onde estava o motorista? Notava os olhares admirados dos homens que por ela passavam, mas já esta­va acostumada.
Só precisava pisar em uma via pública para re­ceber esses olhares e, em alguns casos, ouvir comentários que a desagradavam.
Não havia dúvida de que Samantha Denning era uma mulher de beleza impressionante. Com um metro e setenta centímetros de estatura e um corpo esguio, ela possuía pernas bem torneadas e curvas suaves nos lugares certos.
O rosto tinha um formato oval perfeito.
A pele era clara, com faces rosadas e lábios muito ver­melhos ocultando dentes brancos e alinhados.
Sobrancelhas escu­ras e encurvadas emolduravam os olhos verdes, mas o que se via primeiro eram os cabelos.
Espessos, longos e ondulados, eles ti­nham a cor do mogno polido.
Soltos, eles pareciam ter vontade própria.
Agora, presos como estavam em um coque elegante, com­binavam com perfeição com o tailleur verde e as botas pretas de saltos quadrados.
O ar sombrio era a única concessão que ela fazia ao luto.
Mechas rebeldes escapavam do coque e dançavam com alegria em torno de seu rosto, desafiando a impressão criada pelas roupas e acessórios.
O Cadillac parou junto ao meio-fio.
Antes que ela pudesse dar os passos necessários para chegar ao carro, o motorista saltou do banco da frente e foi abrir a porta de trás.
— Onde esteve? — Samantha perguntou irritada.
— Desculpe, Srta. Sam, mas o tráfego está horrível — explicou ele.
Estivera tão distraída com os próprios pensamentos enquanto esperava, que nem notara o intenso movimento de automóveis.
— Sim, eu sei, e lamento ter sido ríspida, Dave. Vamos para casa.
Dave sorriu e guiou o carro em meio ao trânsito pesado.
Era típico de Samantha se desculpar depois de perder a paciência.
Ela era determinada, altiva e imperiosa na maior parte do tempo com a família e os amigos, mas raramente usava um tom de voz menos que delicado com os empregados.

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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Amante Proibido

CONTEMPORÂNEO



Com lágrimas de desejo nos olhos azuis, Kit afasta-se do homem que recusou seu corpo e seus carinhos, torturado pela culpa e pelo remorso de tê-la possuído sem escrúpulos.
Contudo, nem mesmo a indiferença desse fazendeiro rude e sensual, que ela ama desde menina, consegue sufocar a força dessa paixão.
Será que algum dia Logan a verá como é: uma mulher adulta, ardente e apaixonada?

Kit Aimsley entrou na sala e fechou a porta calmamente, encostando-se nela. Seu rosto bonito não revelava nenhuma das emoções que lhe agitavam a mente ao fitar Logan McKittrick, sentado atrás da escrivaninha em frente a ela.
— Então, finalmente você resolveu voltar para casa, hein?!
A voz de Logan ressoou pela sala um tanto irônica, enquanto os olhos verdes a examinavam de alto a baixo, desafiadoramente.
— Esta não é minha casa, e sim meu escritório — ela respondeu confiante — e gostaria de saber o que você está fazendo aqui.
— Cuidando dos negócios, meu bem, alguém .tem de fazer isso enquanto você se diverte por aí.
Sem responder à provocação, Kit aproximou-se dele, observando o quanto estava elegante. O marrom do terno que vestia combinava perfeitamente com os cabelos castanho-avermelhados, um pouco desalinhados. E a brancura da camisa de seda sob o paletó contrastava com o bronzeado da pele, dando-lhe uma aparência máscula e sexy. Não havia nada do fazendeiro simples que ele era no seu modo de vestir. Parecia mais um diretor de empresa.
Kit pensou, desanimada, na intensidade de seu amor por ele. Desde os dezessete anos, quando Logan a havia beijado de forma devastadora, sempre estivera apaixonada por ele: entretanto, escondia aquele sentimento, pois ele nunca demonstrara a menor intenção de repetir o beijo; ao contrário, fazia absoluta questão de tratá-la como uma irmã mais nova.
— Tudo bem por aqui? — Kit quebrou finalmente o silêncio entediante da sala, enquanto sentava-se sobre um dos cantos da escrivaninha.
— Você esteve fora por duas semanas, e é tudo o que tem a dizer? — Logan inquiriu com a voz pausada, ignorando a pergunta.
— Não. — Kit sorriu zombeteira. — Posso dizer ainda que pretendo voltar para a costa em dois meses. — Por detrás da fachada tranquila, esperou pela reação dele, que veio rápida.
— Droga, Kathryn. — Levantando-se, Logan inclinou-se para ela, e com os olhos verdes brilhando de raiva, completou: — O que a faz ficar correndo de volta para a Califórnia sempre que pode? — A vontade de Kit era gritar "amar você", mas sabia que se o fizesse se arrependeria em seguida, pois certamente ouviria um sermão dele sobre o fato de terem crescido juntos. Contendo um suspiro de cansaço, ela se justificou.
— A Califórnia é meu lar, Logan, tente entender.
— Asneira! — Ele continuou impassível. — Nevada é seu lar tanto quanto a Califórnia.