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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Uma Noite De Loucura

ROMANCE CONTEMPORÂNEO




Lençóis amarfanhados... uma grande confusão Começara como um desafio. 


Maggie Beaumont afinal, ia fazer uma loucura com o noivo. 
E nada mais, nada menos do que durante um baile de máscaras. 
Com fantasias e mascarados quem iria saber? 


Após terem feito amor apaixonadamente, Maggie pressentiu que estava com o homem errado! 
Spencer Daniels mal podia acreditar na própria sorte.
Voltara à cidade natal para convencer Maggie a não se casar com outro. 
Sua recepção tão sensual fora uma surpresa maravilhosa. Mas Spencer sabia que não era nele que Maggie estava pensando quando agira daquela maneira! 
Agora, tudo que precisava era revelar-lhe a verdade... e convencê-la a ficar com ele! 


Capítulo Um 


Maggie Beaumont bebia a sua segunda taça de champanhe enquanto observava como Julio César tentava seduzir a Fada Sininho. 
Pela maneira como esta sorria, estava claro que César teria êxito. 
Desejou-lhes tudo de bom. Pelo menos alguém iria ter sorte nessa noite. 
Com um suspiro, olhou em redor do grande vestíbulo da casa de sua mãe, transformado para se parecer com a decoração do Fantasma da Ópera. 
Haviam realizado um trabalho extraordinário. Cada detalhe tinha sido cuidado ao máximo. 
Além disso, tratava-se de sua festa, e sua mãe havia insistido que tudo combinasse com seu vestido. 
E como Maggie era um “inverno”, as cores escolhidas não demonstravam nem um vislumbre sequer de “verão” ou “primavera”. 
O que a confundia, era que mesmo que cada coisa tivesse saído exatamente como tinham planejado, não se sentia feliz. 
De fato, sentia-se irritada, incomodada, como se algo grandioso se projetasse no horizonte e ainda não pudesse vê-lo. 
Por outro lado, talvez essa inquietude tivesse a ver diretamente com o peso dos cachos amontoados em cima de sua cabeça. 
Os apliques tiveram que combinar com o seu cabelo ruivo, e faziam com que tivesse uma semelhança com Christinne, pelo menos a que havia visto na Broadway. 
Mas estava tão pesado, que dava a impressão de estar fazendo malabares com uma jarra de água na cabeça. 
— Sabe o que eu adoro em você, Maggie? Voltou-se e viu Fiona Drake, vestida de mulher fatal. Tinha um aspecto fabuloso. 
O vestido verde esmeralda cingia seu corpo como uma segunda pele, e a fenda que subia por sua coxa era tão pronunciada que cada vez que se movia todos os homens que estavam por perto seguravam a respiração
— O que é que adora em mim, Fiona? — A pessoa tranqüila que você é. Se fosse a minha festa de noivado, estaria como uma louca comprovando que as bebidas não faltassem, assim como outras coisas
— Não tem nada a ver com a tranquilidade — indicou Maggie — Estou quieta. É diferente. 
Fiona selecionou um canapé de caviar e ficou a seu lado. 
— Viu esse rapaz com a fantasia de Robin Hood? Alguém deveria ter-lhe advertido sobre as malhas. Quer dizer, não precisamos saber a religião que pratica. 
— Creio que há algo de perigoso em celebrar uma festa à fantasia — Maggie riu 
— Imagino que um psiquiatra se sentiria como um peixe dentro da água ao analisar as fantasias que as pessoas escolhem. 
Fiona voltou-se e ao observá-la, teve que mover a cabeça para poder vê-la através da máscara. — Não há dúvida de que você escolheu a roupa apropriada. A virginal Christine? Perfeito. 
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