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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Joy, Aprendiz de Bruxa

ROMANCE SOBRENATURAL




Ela tinha enfeitiçado ao mais sério, esnobe, e bonito Duque da Inglaterra.

Joyous MacQuarrie a beleza de olhos verdes tinha aparecido de nenhuma parte e caído em seus braços descaradamente.
E todos os seus amigos sabiam da misteriosa dama era escocesa e que sua avó tinha sido uma Locksley.
Nem sequer sua boa descendência era suficiente para fazer Joy ser uma Duquesa, mas a um nobre orgulhoso como Alec, Duque do Belmore, fazia o que queria e ele queria casar-se com a formosa moça que despertou seu desejo.
Mas logo Alec descobriria que ele não podia fazer o que quisesse com Joy Fiona MacQuarrie.
Borbulhante risada, com espírito, voltou ao majestoso Belmore Park com alegria e as mais estranhas ocorrências.
Ela até pôde ter seduzido Alec se não fosse pela verdade que escondeu.
Embora ele se acendesse quando provou seus lábios suaves como pétala, voltou a esfriar quando descobriu que esta atrativa dama era, de fato, uma bruxa.
Uma bruxa cujos poderes de magia branca não estavam sempre estavam sob controle; Muito tarde, Joy soube que ela estava desesperadamente apaixonada e que nada poderia deter o curso de seu destino, o escândalo que ameaça destruí-la e a paixão que os manteve a ambos enfeitiçados era proibida, uma irresistível loucura de dois corações encantados.

Capítulo Um

Embora muito poucos se davam conta, o ar estava impregnado de magia.
Aos olhos mortais se tratava só de um imprevisto e violento temporal que soprava como o fôlego do diabo sobre as águas borrascosas do Sound of Mull.
O trovão retumbava e os raios rasgavam o céu noturno.
A chuva caía muito e o mar golpeava contra a costa de granito, levantando a espuma de costas ao recife sobre o qual se erigia o castelo do Duart.
Durante quinhentos anos, o castelo tinha sido a fortaleza do clã MacLean e tinha hospedado aos primos do clã MacQuarrie.
Mas a batalha do Culloden Moor tinha trocado tudo.
Sessenta e sete anos antes, naquele lugar escuro e úmido, a teimosia escocesa tinha feito muitos clãs perderem suas posses.
A fortaleza dos MacLean tinha sido conquistada pelos ingleses, e de nada lhes importava sua preciosa supremacia. Agora o castelo estava vazio, escuro e abandonado.
Ou pelo menos assim parecia.
O céu retumbava, o mar rugia. Para os simples mortais se tratava de mas um temporal, mais para os que sabiam, para aqueles da antiga fé, havia no ambiente algo mais.
As bruxas estavam acordadas.
Entendam, haviam bruxas e bruxas. Além disso estavam as MacQuarrie.
Era uma história triste, esta das MacQuarrie, uma história que começou uma centena de anos antes.
Os MacQuarrie tinham sido convocados para a festa do equinócio da primavera na zona que hoje é o sul da Inglaterra.
Lá, em uma grande planície, levantava-se um maciço templo de pedra onde se reuniam magos e bruxas para fazer demonstrações de seus poderes mágicos.
Naquela particular primavera, decidiu-se que o mago MacQuarrie teria tido a cobiçada honra de fazer florescer o primeiro botão mais formoso da primavera: a rosa.
Outros magos e bruxas já tinham feito uso de suas artes mágicas para fazer renascer para uma vida nova na terra, morta durante o inverno.

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