Mostrando postagens com marcador Janice Carter. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Janice Carter. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Um Rosa, Uma Paixão

ROMANCE CONTEMPORÂNEO




Uma herança misteriosa… com condições!

Roslyn Baines não podia acreditar no que ouvia.
Uma tia-avó, alguém de quem nunca ouvira falar, deixara para ela uma imensa propriedade na área rural de Iowa sob a condição de que desistisse de sua carreira em Chicago e fosse morar na casa por um ano.
Caso contrário, outro beneficiário, um homem chamado Jack Jensen, herdaria o lugar. Bem, talvez fosse melhor assim.
Afinal, ele ajudara acuidar da casa durante anos, enquanto Roslyn nem tinha conhecimento da existência da proprietária.
Mas a curiosidade de Roslyn a atraía para o lugar, e o encontro com Jack a fez querer ficar!
Um encontro mais do que sensual e arrebatador!

Capítulo Um

— Essa é minha herança? Uma rosa? 
Randall Taylor, advogado e executor do espólio de Ida Mae Petersen, suspirou do outro lado da linha. 
— Srta. Baines, sua tia queria preservar o lar da família. 
— É tarde demais para pensar em família — Roslyn disparou. 
— Nunca vi nem ouvi falar nessa tia-avó Ida e sua facção da família. — Inclinou o corpo na cadeira e apoiou os cotovelos sobre a mesa. 
— É isso que não entendo. Por que o contato depois de tantos anos? E por que eu? Tem alguma explicação, Sr. Taylor? 
— Pode me chamar de Randall. Tenho a sensação de manteremos outras conversas depois de hoje. A rosa Iowa está na família há gerações. Ida não queria que ela perecesse por negligência, ou que fosse arrancada. 
Quanto a qualquer outra questão familiar, receio não poder tecer comentários. 
— Não espero que comente as peculiaridades de minha família, mas você conhece minha tia e os outros parentes em Iowa. 
Francamente, não entendo porque fui incluída no testamento, se meus pais nunca se relacionaram com essas pessoas de Iowa. E estou ainda mais confusa com a herança. 
Uma roseira? Por acaso ela era uma espécie de reclusa excêntrica… ou pior? 
Randall riu. 
— Alguns a consideravam excêntrica, mas sua tia gozava de todas as faculdades mentais. Era uma mulher perfeitamente equilibrada e lúcida. 
— E não encontrou ninguém em Plainsville para cuidar de uma planta? 
— Não é esse o ponto. Quando redigiu o testamento, sua tia deixou bem claro que a roseira deveria permanecer na família Petersen. 
Quando leu o obituário de sua mãe em um jornal de Chicago no ano passado, Ida decidiu alterar o testamento. Não havia nenhum outro parente vivo mais próximo. Além do mais, ela estava disposta a esclarecer alguns pontos. 
— Esclarecer alguns pontos? O que quer dizer? Randall suspirou novamente. 
— Francamente, não sei. Ida Mae era uma pessoa muito discreta e detestava qualquer atitude que pudesse ser interpretada como intromissão. 
— Bem, eu não sei nada sobre essas questões de família. Quando era criança, os únicos parentes que conheci foram meus pais e avós em Chicago. Nem sabia que minha avó tinha uma irmã, muito menos gêmea. 
— Para ser franco, também não sabia de nada até Ida alterar o testamento. Meu antecessor no escritório de advocacia aqui em Des Moines foi advogado de sua tia por muitos anos. 
— Afinal, qual é o conteúdo do espólio? 
— Certo. Vamos rever todos os itens. Tem tempo?

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O Verão de Joana

ROMANCE CONTEMPORÂNEO



Quem era a verdadeira Joana Barnes?

Para Matt Sinclair, Joanna Barnes era a mulher com quem seu pai se casara seis meses após sua mãe ter falecido.
Dois anos depois seu pai estava prestes a se divorciar de Joanna quando sofreu uma parada cardíaca e veio a falecer.
A maioria de seus bens desapareceu assim como vários documentos importantes.
Para Kate Reilly, Joanna Barnes era aquela que a apoiara e se tornara sua amiga durante um certo verão, quando ela era uma infeliz e carente garota de doze anos.
Aquela que em todos os aniversários de Kate enviava um cartão-postal com um lembrete de que as duas deveriam se encontrar no aniversário de trinta anos de Kate.
Um encontro ao qual Joanna não pôde comparecer.
Então Kate leu sobre sua morte nos jornais.
A polícia dera sua morte como sendo suicídio.
Mas Kate insistia em Matt não estava tão certo.
Mas ele e Kate colocaram suas diferenças de lado ao descobrirem um mundo de intrigas, traição e suborno.
Aos poucos o verão de Joanna tornou-se o verão de Matt e de Kate.

Capitulo Um

O ataúde resplandecia sob as coroas de lilases brancos no apoio colocado diante do al­tar. Kate fechou os olhos, lutando contra o sofrimento que a sufocava.
Só precisava esperar mais um pouco.
Em pouco tempo tudo aquilo terminaria... Então, quando todas as questões tivessem sido respondidas, especialmente aquelas começan­do com por que, poderia chorar por Joanna.
O organista iniciou outro interlúdio enquanto os presen­tes acomodavam-se nos bancos da igreja.
Kate olhou para o centro da nave. A igreja aos poucos lotava.
Joanna iria gostar de saber disso, Kate supunha. Afinal, não podia afirmar nada a respeito de alguém que não via há dezenove anos.
Tornou a abaixar a cabeça e fechou os olhos, lembrando-se daquele dia mormacento de julho, em Limberlost.
O dia em que Kate conhecera Joanna Barnes.
O flutuante estava distante.
Kate sabia disso quando pu­lou da canoa. Mas ele era um refúgio onde podia se esconder daquele bando de crianças.
Se ficassem juntos, provavelmen­te acabariam brigando.
Uma encrenca a mais e seria colo­cada no ônibus de volta à cidade. O que não seria tão ruim, já que de qualquer modo estava detestando o lugar.
Em casa, ela estaria com sua mãe adotiva e as crianças, incluindo um novo bebê.
O flutuante seria a sua salvação, Kate decidiu, nadando com dificuldade para alcançá-lo. Mas a distância era enga­nosa dentro da água e Kate estava longe de ser uma nada­dora experiente.
A menos de vinte metros do flutuante, ela mal conseguia manter a cabeça acima da água. Suas pernas pareciam pesar uma tonelada, puxando-a para baixo, en­quanto batia os braços para se manter na superfície.
— Aqui! Pegue minha mão!