Uma herança misteriosa… com condições!
Roslyn Baines não podia acreditar no que ouvia.
Uma tia-avó, alguém de quem nunca ouvira falar, deixara para ela uma imensa propriedade na área rural de Iowa sob a condição de que desistisse de sua carreira em Chicago e fosse morar na casa por um ano.
Caso contrário, outro beneficiário, um homem chamado Jack Jensen, herdaria o lugar. Bem, talvez fosse melhor assim.
Afinal, ele ajudara acuidar da casa durante anos, enquanto Roslyn nem tinha conhecimento da existência da proprietária.
Mas a curiosidade de Roslyn a atraía para o lugar, e o encontro com Jack a fez querer ficar!
Um encontro mais do que sensual e arrebatador!
Capítulo Um
— Essa é minha herança? Uma rosa?
Randall Taylor, advogado e executor do espólio de Ida Mae Petersen, suspirou do outro lado da linha.
— Srta. Baines, sua tia queria preservar o lar da família.
— É tarde demais para pensar em família — Roslyn disparou.
— Nunca vi nem ouvi falar nessa tia-avó Ida e sua facção da família. — Inclinou o corpo na cadeira e apoiou os cotovelos sobre a mesa.
— É isso que não entendo. Por que o contato depois de tantos anos? E por que eu? Tem alguma explicação, Sr. Taylor?
— Pode me chamar de Randall. Tenho a sensação de manteremos outras conversas depois de hoje. A rosa Iowa está na família há gerações. Ida não queria que ela perecesse por negligência, ou que fosse arrancada.
Quanto a qualquer outra questão familiar, receio não poder tecer comentários.
— Não espero que comente as peculiaridades de minha família, mas você conhece minha tia e os outros parentes em Iowa.
Francamente, não entendo porque fui incluída no testamento, se meus pais nunca se relacionaram com essas pessoas de Iowa. E estou ainda mais confusa com a herança.
Uma roseira? Por acaso ela era uma espécie de reclusa excêntrica… ou pior?
Randall riu.
— Alguns a consideravam excêntrica, mas sua tia gozava de todas as faculdades mentais. Era uma mulher perfeitamente equilibrada e lúcida.
— E não encontrou ninguém em Plainsville para cuidar de uma planta?
— Não é esse o ponto. Quando redigiu o testamento, sua tia deixou bem claro que a roseira deveria permanecer na família Petersen.
Quando leu o obituário de sua mãe em um jornal de Chicago no ano passado, Ida decidiu alterar o testamento. Não havia nenhum outro parente vivo mais próximo. Além do mais, ela estava disposta a esclarecer alguns pontos.
— Esclarecer alguns pontos? O que quer dizer? Randall suspirou novamente.
— Francamente, não sei. Ida Mae era uma pessoa muito discreta e detestava qualquer atitude que pudesse ser interpretada como intromissão.
— Bem, eu não sei nada sobre essas questões de família. Quando era criança, os únicos parentes que conheci foram meus pais e avós em Chicago. Nem sabia que minha avó tinha uma irmã, muito menos gêmea.
— Para ser franco, também não sabia de nada até Ida alterar o testamento. Meu antecessor no escritório de advocacia aqui em Des Moines foi advogado de sua tia por muitos anos.
— Afinal, qual é o conteúdo do espólio?
— Certo. Vamos rever todos os itens. Tem tempo?
Randall Taylor, advogado e executor do espólio de Ida Mae Petersen, suspirou do outro lado da linha.
— Srta. Baines, sua tia queria preservar o lar da família.
— É tarde demais para pensar em família — Roslyn disparou.
— Nunca vi nem ouvi falar nessa tia-avó Ida e sua facção da família. — Inclinou o corpo na cadeira e apoiou os cotovelos sobre a mesa.
— É isso que não entendo. Por que o contato depois de tantos anos? E por que eu? Tem alguma explicação, Sr. Taylor?
— Pode me chamar de Randall. Tenho a sensação de manteremos outras conversas depois de hoje. A rosa Iowa está na família há gerações. Ida não queria que ela perecesse por negligência, ou que fosse arrancada.
Quanto a qualquer outra questão familiar, receio não poder tecer comentários.
— Não espero que comente as peculiaridades de minha família, mas você conhece minha tia e os outros parentes em Iowa.
Francamente, não entendo porque fui incluída no testamento, se meus pais nunca se relacionaram com essas pessoas de Iowa. E estou ainda mais confusa com a herança.
Uma roseira? Por acaso ela era uma espécie de reclusa excêntrica… ou pior?
Randall riu.
— Alguns a consideravam excêntrica, mas sua tia gozava de todas as faculdades mentais. Era uma mulher perfeitamente equilibrada e lúcida.
— E não encontrou ninguém em Plainsville para cuidar de uma planta?
— Não é esse o ponto. Quando redigiu o testamento, sua tia deixou bem claro que a roseira deveria permanecer na família Petersen.
Quando leu o obituário de sua mãe em um jornal de Chicago no ano passado, Ida decidiu alterar o testamento. Não havia nenhum outro parente vivo mais próximo. Além do mais, ela estava disposta a esclarecer alguns pontos.
— Esclarecer alguns pontos? O que quer dizer? Randall suspirou novamente.
— Francamente, não sei. Ida Mae era uma pessoa muito discreta e detestava qualquer atitude que pudesse ser interpretada como intromissão.
— Bem, eu não sei nada sobre essas questões de família. Quando era criança, os únicos parentes que conheci foram meus pais e avós em Chicago. Nem sabia que minha avó tinha uma irmã, muito menos gêmea.
— Para ser franco, também não sabia de nada até Ida alterar o testamento. Meu antecessor no escritório de advocacia aqui em Des Moines foi advogado de sua tia por muitos anos.
— Afinal, qual é o conteúdo do espólio?
— Certo. Vamos rever todos os itens. Tem tempo?



