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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Nos Braços de um Sedutor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


“Não me deixe, Beth! Sem o seu amor, estarei perdido para sempre!”

Beth jamais imaginara entregar seu coração, seu corpo, a um criminoso!
Beth sente o calor do corpo nu e másculo de Michael Hamilton e estremece de desejo e paixão.
Não! 
Ela só podia estar delirando! Afinal, Michael não passava de um impostor que entrara em sua vida só para se aproveitar de sua vulnerabilidade e seduzi-la!
Oh! Como pudera se render às carícias sedutoras de um criminoso, um homem terrivelmente cruel e perigoso?

Capítulo Um

O sol estava nascendo quando os três caçadores avistaram a densa floresta que se estendia além do milharal. Tim Mosher, magro e alto, foi o primeiro a quebrar o silêncio.
— Acho que nunca viemos aqui antes. Espero que saiba para onde está nos levando, Hamilton; não quero me perder como no ano passado.
— Podem confiar em mim. Desta vez, me lembrei de trazer uma bússola!
Constrangido, Michael Hamilton recordou o lamentável incidente do ano anterior. Os três haviam passado horas andando em círculos na floresta, até encontrarem um fazendeiro da região que os ajudara a se localizar, jogando por terra sua reputação de conhecedor da região.
— Quer dizer que o velho desbravador vai usar algo mais eficiente do que seus instintos para sair da floresta? Nessa eu não acredito…
Com o rabo de olho, Michael observou Jerry Qrimes, o mais velho dos três e também o mais experiente. Sua jaqueta de lã, em tons de vermelho e preto, contrastava com os cabelos grisalhos, e o risinho malicioso que lhe iluminava as feições anunciava que sua intenção ao fazer o comentário fora apenas a de embaraçá-lo.
— Vou fingir que não o escutei, Jerry.
Um pouco adiante, Michael levantou uma cerca de arame farpado para que seus companheiros passassem e esperou alguns minutos antes de segui-los até o limite do bosque.
— Agora, acho melhor calarem a boca. Senão, vai acontecer como há dois anos, quando perdemos nossa melhor chance por causa da risada do Tim.
— Tim, por acaso, você trouxe seu perfume para atrair corças novamente? — Jerry perguntou, mal contendo o riso.
— Não! Uma vez bastou para que eu aprendesse a lição. Naquela ocasião, minha mulher me obrigou a deixar o casaco pendurado na garagem durante três meses por causa do mau cheiro… Ela vive se perguntando o que fazemos por aqui, já que nunca conseguimos caçar nada!
— Anime-se — atalhou Michael, sorridente. — Este ano vamos nos sair melhor, contanto que não continuemos nesse passo de velhos decrépitos. Parece até que esta é uma excursão de asilo!
Os três encontravam-se apenas uma vez por ano para caçarem juntos. Mal se conheciam e cada um vinha de uma região de Columbus para se divertir nas florestas centrais do Estado de Ohio. Alojavam-se num hotel da região e passavam as noites exagerando em suas aventuras anteriores, rolando de rir das proporções das mentiras. Na realidade, não tinham nada em comum além do amor pela caça.
Levantavam-se antes do raiar do dia e deixavam o hotel depois de um café da manhã reforçado, que lhes dava energia para enfrentar qualquer aventura. No fundo, porém, o que mais os atraía era a tranquilidade dos bosques, a paz que os envolvia, a falta de obrigações…
Ao atingirem a entrada de uma clareira, Michael se adiantou, tentando escutar, algum ruído. Como não ouvisse nada, estudou a direção dos ventos e contornou a região lamacenta, a fim de se colocar no mesmo sentido dos ventos. Este ano seria diferente: ele usaria técnica e astúcia!

domingo, 29 de julho de 2012

Aventura Em Miami

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
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Bram Gallagher chega a Miami disposto a viver uma grande aventura de amor com Storm. Indolente e sedutor, ele sabe como nenhum outro como torturá-la de desejo. 

Seus beijos são carícias inesquecíveis, seus abraços, terrivelmente possessivos e tentadores. 
Por quanto tempo ainda ela poderá resistir a este convite louco, irrecusável 
de amor? 

Capítulo Um 

— Você não está de serviço hoje, ten. Travis! — o operador de vôo sorriu ao ver Storm aproximar-se. 
Storm Travis meteu as mãos nos bolsos do uniforme, sem responder. 
O enorme hangar dos helicópteros e jatos Falcon estava quase deserto naquela tarde de domingo, o calor sufocando a todos na Base Aérea da Guarda Costeira de Miami. 
Mesmo assim, ouviam-se os ruídos de alguns mecânicos de serviço no fim de semana trabalhando em suas aeronaves. 
Storm parou, começando a se acalmar entre os sons e os cheiros familiares. 
Sorriu ao encontrar o olhar azul de Merlin: — Acho que fiquei com saudades, Merlin. 
— É... eu entendo. Venha ver o que estou fazendo — ele a convidou, olhando ao redor para ver se alguém os observava. 
Havia cinco helicópteros H-52 da equipe de busca e salvamento, pousados como gafanhotos bem-comportados, no centro do hangar e mais ninguém por perto. 
Pelo menos, nenhum outro operador ou mecânico. Merlin levantou o capô da turbina e Storm aproximou-se para espiar: 
— Tem certeza de que eu devo ver isso aí? — perguntou, séria. 
Sabia que todos os pilotos disputavam os serviços de Merlin, o melhor operador de vôo e mecânico de toda a Base, conhecido por sua incrível habilidade em regular um motor. 
Na época que trabalhava com Dave como co-piloto e podia contar com os “milagres” de Merlin... formavam um trio perfeito. 
Fechou os olhos de repente, tentando esquecer as imagens do terrível pesadelo: 
“Dave... Meu Deus!”   
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MORADA DO DESEJO 
Lindsey sente o olhar apaixonado de Marcus fixo em seu corpo e estremece de desejo. 
As propostas dele são tentadoras: prazer, amor, momentos repletos de emoção... 
Sem dúvida, ele é um homem muito envolvente, charmoso e sensual. 
Mas como entregar-se a alguém tão audacioso, que apenas desejava seu corpo durante as férias de verão?


Capítulo Um 


Lindsey abriu as cortinas cor-de-rosa da janela do quarto de suas filhas e olhou para fora. 
Lá estava Maggie Hollins, levando as duas meninas para brincar na praça. 
As gêmeas de quatro anos, Kelly e Carrie, iam na frente, aos pulos, e a pobre Maggie, de cabelos grisalhos e pernas já não muito firmes, corria para não perdê-las de vista. 
Lindsey debruçou-se na janela e gritou algo que sempre dava certo: 
— Tomem conta de Maggie, meninas! Ela não sabe atravessar a rua. Quero uma de cada lado dela, de mãos dadas. Na ida e na volta! 
Maggie voltou-se e riu. As gêmeas já estavam perfiladas ao seu lado, esperando o sinal abrir. Lindsey atirou-lhes um beijo... e suspirou de alívio. 
Por algum tempo, haveria um pouco de sossego em casa! 
O ar fresco e perfumado invadiu-lhe os pulmões. 
O jardim da casa estava completamente florido de margaridas, e a cerca de sempre-vivas parecia um buquê enorme e colorido. 
Nos galhos do velho carvalho da calçada, os passarinhos, cheios de entusiasmo, saudavam o sol de verão. Lindsey pensou em colher algumas flores para enfeitar o quarto de Elizabeth... assim que tivesse um momento de folga. 
Talvez, com as flores, o sorriso e a alegria de viver surgissem novamente no rosto dela. 
Preocupada, fez as contas:
— Elizabeth está morando conosco há três semanas, e ainda não adquiriu coragem para sair do quarto! 
Isso era fácil de entender. Mas Lindsey não perdia as esperanças de que a nova vida, com ela e as crianças, pudesse ajudá-la a espantar a aura de tristeza que a envolvia desde a morte do marido. 
Elizabeth Milford ficara viúva no verão anterior, depois de ter vivido quarenta anos com o marido. 
Claro que a situação dela era diferente da sua, pensou. Afinal, estava viúva há apenas três anos, e era muito mais jovem... 
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