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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Um Presente de Aniversário

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
A Dra. Lynda Fischer observa, extasiada, o desconhecido fazer strip-tease ao ritmo de uma música sensual, em seu consultório. 

Com o corpo de uma beleza escultural, Kent é o seu “presente” de aniversário... Lynda não tem forças para interromper o show e, quando ele vai retirar a última peça da roupa, ela ordena, atordoada: “Saia daqui!”
Em resposta, Kent aproxima-se e a beija apaixonadamente!


Capítulo Um

A Dra. Lynda Fisher encolheu-se dentro do avental branco quando outra peça da indumentária masculina voou em sua direção, as maçãs do rosto latejando com o calor que se espalhava por sua pele de marfim.
Apesar de todo o embaraço, não conseguia despregar os olhos do homem quase nu que se balançava, com ritmo, no meio da sala de espera do consultório dos drs. Kelsey e Fisher. Como se atraída por um poderoso imã, observava uma única gota de suor que escorria devagar no meio do peito dele, desaparecendo recatadamente na faixa elástica visível através da braguilha aberta. Forçou a ponta da língua por entre os lábios cerrados antes de sacudir a cabeça para livrar-se do manto hipnótico que se abatera sobre ela. O ruído do velcro se abrindo a assustou. Fechou os olhos com força, como que para se defender... mas só por uma fração de segundo. A forte curiosidade feminina fez com que os abrisse de novo. Engoliu com força, a boca seca.
As calças dele haviam desaparecido. Abruptamente separadas pelas costuras do velcro, a parte da frente fora parar ao lado do aquário, no canto da sala, e a parte de trás amontoava-se num bolo de couro preto sob seus pés descalços. A respiração de Lynda ficou presa à garganta. As coxas do homem eram só nervos e músculos sob a leve penugem escura e encaracolada. Até seus pés, dançando sobre o carpete, eram sexy. Aquele show, ou que nome tivesse, precisava ser interrompido. Porém os instintos primitivos de Lynda subiram à tona. Estava disposta a cortar a língua da primeira pessoa que sugerisse parar o show.
Aquilo era totalmente antiprofissional e antiético, sua consciência civilizada argumentava. E se perdesse a licença de optometria? Felizmente o dr. Kelsey se encontrava em casa, recuperando-se de um ataque cardíaco. Uma performance como aquela, bem no meio da sala de espera, com certeza retardaria sua recuperação, caso não provocasse outro ataque. Ela deu graças porque John, o técnico do laboratório, e a garota que trabalhava como arquivista também não se achavam no consultório no momento. John se sentiria tão embaraçado que bem poderia desistir de trabalhar com ela e Sherrie tinha apenas dezesseis anos, jovem demais para assistir a coisa semelhante.
Lynda deveria ter interrompido aquele... aquele show antes que começasse. Iria interrompê-lo agora. Mas ele dançava tão bem! Oh, que seja apenas um sonho! Aquele homem povoava as fantasias de todas as mulheres. E era o “presente” dela.
Uma música sensual espalhava-se pelo consultório pelo intercomunicador. Um homem incrível estava tirando a roupa a um metro de distância. Alguns pacientes e a maioria das recepcionistas do prédio amontoavam-se na sala de espera. Como teriam sabido a respeito... dele? Ela descobriria mais tarde. Não importava o quanto o homem demorasse para concluir o show, Lynda iria suportá-lo até o fim. E depois, teria uma conversinha com a irmã. O...





domingo, 12 de junho de 2011

Amantes Em Conflito

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


O sol escaldante do verão em Montana torna ainda mais convidativa a água cristalina do rio.

Amanda mergulha e nada ao encontro de G. T. Maddox.
Ambos estão nus, e a atração que vinham insistindo em negar explode em toda sua intensidade, envolvendo-os num turbilhão de prazer.
Para Amanda é o despertar da ventura de amar esse homem provocante, irresistível.
Mas teme que Maddox queira conquistá-la apenas para impedir que seu projeto de mineração prejudique os planos dele.

Capítulo Um

— Droga! Por que não é um deserto seco e feio?
Amanda Lukenas olhava com uma expressão severa para o terreno de ondulação suave.
Não queria se apaixonar por aquelas terras, tornando sua decisão mais difícil.
Aquele trecho de Montana era parte da vasta área chamada
"O Grande Deserto Americano".
Por que então não se parecia com um?
Onde estavam os gafanhotos, a poeira e os ventos inclementes?
Em vez das condições catastróficas que haviam levado, antigos agricultores à ruína, Amanda via um exuberante gramado verde balançando ao sabor da brisa, entremeado com flores silvestres coloridas.
A vida era ao mesmo tempo tranqüila e majestosa e, para Amanda, estranhamente reanimadora.
Sentia-se atraída por aquela planície como acontecera com seus ancestrais da Noruega.
— Puxa! Veja o que eu achei, mãe. Uma cabeça de flecha, de índio mesmo.

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