Ela era muito sensual!
Grey Nichols queria uma amante, não uma esposa.
Mas depois que conheceu a bela Mariah Stevens, ele não conseguiu mais tirá-la da cabeça... e, para sua felicidade, nem de sua cama!
Ele estava tão atraído por ela, que até pediu para que morassem juntos...
Ele era muito sedutor!
Mariah Stevens procurava um marido, não um amante.
Não importava se suas noites com Grey eram tórridas de paixão, ela queria algo mais sério.
Então. Mariah lhe deu um ultimato: sem casamento, ela partiria. Mas o jogo do amor não aceita parceiros intransigentes...
Capítulo Um
Mariah Stevens caminhava na ponta dos pés pelo quarto pouco iluminado para não despertar o homem que dormia, tranquilo, na imensa cama que se destacava na decoração do aposento claramente masculino.
Ele tinha as pernas longas e musculosas ocultas pelo lençol verde-escuro que deixava todo o resto do belo físico à mostra. O corpo era realmente belo.
Mariah tentou concentrar sua atenção na procura de suas roupas, espalhadas por todos os lados. Nos oito meses de namoro com Grey Nichols vira-o tantas vezes que deveria ter se acostumado, em vez de sentir a mesma poderosa sensação de vertigem a cada encontro.
Bastava um toque, um leve contato do corpo dele para que seu corpo se incendiasse. Consciente do fato, Grey usava e abusava desse poder para seu deleite.
O luar invadia a intimidade através de uma janela entreaberta, iluminando Mariah enquanto despia a camisa do pijama masculino e apanhava sua combinação para vestir.
Grey espreguiçou vagarosamente, como fazem os felinos, e Mariah não pôde evitar um olhar de admiração. Além de belo, ele era elegante como um tigre e, como tal, majestoso até no despertar. Seu primeiro movimento, ainda semi-adormecido, foi em busca do calor do corpo que deveria estar ao seu lado.
Sua reação ao travesseiro vazio foi o imediato despertar. Os olhos negros muito abertos logo divisaram o vulto de Mariah com indisfarçável prazer.
Ele tinha nos olhos um de seus maiores, senão o maior, atrativo.
Sempre que pensava em Grey, eram os olhos que primeiro lhe vinham à memória. Escuros como puro chocolate, com um ponto de ouro no centro. Traziam magia e sedução capazes de despir uma mulher em um relance, e, naquele exato instante, aqueles olhos pediam para ela voltar para a cama.
Sentiu a pequena peça de seda que a envolvia queimar em sua pele quando disse:
— Bom dia.
— Como assim, bom dia? O que está fazendo?
— Tentando reunir minhas roupas...
Ao terminar a frase, Mariah localizou sua calcinha do outro lado do quarto, e riu sozinha tentando imaginar como fora parar lá.
Com um jeito de menino, Grey rolou na cama e, com o queixo apoiado nas mãos, ponderou em tom de pilhéria:
— Querida, não acha que está muito cedo para procurar sua roupa? Estamos no meio da noite, e você só vai precisar dela amanhã.
— Errou, Grey. Preciso ir embora para casa.
Em um relance, ele olhou para o relógio digital e de novo para ela. Aturdido, argumentou:
— Já passa da meia-noite, por que não dorme aqui?
Mariah respondeu a pergunta de Grey enquanto escovava os cabelos, apressada.
— Não posso, tenho que atender um novo cliente pela manhã.
— Sim, e qual o problema?
— Grey, preciso estar apresentável e não tenho roupas aqui. E, antes que pergunte, não, Jade não pode atendê-lo por mim. Trata-se de um homem de negócios bastante conservador que quer redecorar o escritório.
Mariah e Jade eram irmãs e sócias em um escritório de decoração de interiores. Dividiam o mesmo apartamento e, embora muito unidas, eram completamente diferentes em muitos aspectos. Grey não conseguiu deixar de tecer um comentário a respeito da cunhada.
— Não consigo entender como você pode tê-la como sócia. Jade é muito excêntrica.
— Que maldade, Grey!
O luar invadia a intimidade através de uma janela entreaberta, iluminando Mariah enquanto despia a camisa do pijama masculino e apanhava sua combinação para vestir.
Grey espreguiçou vagarosamente, como fazem os felinos, e Mariah não pôde evitar um olhar de admiração. Além de belo, ele era elegante como um tigre e, como tal, majestoso até no despertar. Seu primeiro movimento, ainda semi-adormecido, foi em busca do calor do corpo que deveria estar ao seu lado.
Sua reação ao travesseiro vazio foi o imediato despertar. Os olhos negros muito abertos logo divisaram o vulto de Mariah com indisfarçável prazer.
Ele tinha nos olhos um de seus maiores, senão o maior, atrativo.
Sempre que pensava em Grey, eram os olhos que primeiro lhe vinham à memória. Escuros como puro chocolate, com um ponto de ouro no centro. Traziam magia e sedução capazes de despir uma mulher em um relance, e, naquele exato instante, aqueles olhos pediam para ela voltar para a cama.
Sentiu a pequena peça de seda que a envolvia queimar em sua pele quando disse:
— Bom dia.
— Como assim, bom dia? O que está fazendo?
— Tentando reunir minhas roupas...
Ao terminar a frase, Mariah localizou sua calcinha do outro lado do quarto, e riu sozinha tentando imaginar como fora parar lá.
Com um jeito de menino, Grey rolou na cama e, com o queixo apoiado nas mãos, ponderou em tom de pilhéria:
— Querida, não acha que está muito cedo para procurar sua roupa? Estamos no meio da noite, e você só vai precisar dela amanhã.
— Errou, Grey. Preciso ir embora para casa.
Em um relance, ele olhou para o relógio digital e de novo para ela. Aturdido, argumentou:
— Já passa da meia-noite, por que não dorme aqui?
Mariah respondeu a pergunta de Grey enquanto escovava os cabelos, apressada.
— Não posso, tenho que atender um novo cliente pela manhã.
— Sim, e qual o problema?
— Grey, preciso estar apresentável e não tenho roupas aqui. E, antes que pergunte, não, Jade não pode atendê-lo por mim. Trata-se de um homem de negócios bastante conservador que quer redecorar o escritório.
Mariah e Jade eram irmãs e sócias em um escritório de decoração de interiores. Dividiam o mesmo apartamento e, embora muito unidas, eram completamente diferentes em muitos aspectos. Grey não conseguiu deixar de tecer um comentário a respeito da cunhada.
— Não consigo entender como você pode tê-la como sócia. Jade é muito excêntrica.
— Que maldade, Grey!









