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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Amor Sem Compromisso?

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Ela era muito sensual!

Grey Nichols queria uma amante, não uma esposa. 

Mas depois que conheceu a bela Mariah Stevens, ele não conseguiu mais tirá-la da cabeça... e, para sua felicidade, nem de sua cama! 
Ele estava tão atraído por ela, que até pediu para que morassem juntos...
Ele era muito sedutor!
Mariah Stevens procurava um marido, não um amante. 

Não importava se suas noites com Grey eram tórridas de paixão, ela queria algo mais sério. 
Então. Mariah lhe deu um ultimato: sem casamento, ela partiria. Mas o jogo do amor não aceita parceiros intransigentes...

Capítulo Um

Mariah Stevens caminhava na ponta dos pés pelo quarto pouco iluminado para não despertar o homem que dormia, tranquilo, na imensa cama que se destacava na decoração do aposento claramente masculino.
Ele tinha as pernas longas e musculosas ocultas pelo lençol verde-escuro que deixava todo o resto do belo físico à mostra. O corpo era realmente belo.
Mariah tentou concentrar sua atenção na procura de suas roupas, espalhadas por todos os lados. Nos oito meses de namoro com Grey Nichols vira-o tantas vezes que deveria ter se acostumado, em vez de sentir a mesma poderosa sensação de vertigem a cada encontro. 

Bastava um toque, um leve contato do corpo dele para que seu corpo se incendiasse. Consciente do fato, Grey usava e abusava desse poder para seu deleite.
O luar invadia a intimidade através de uma janela entreaberta, iluminando Mariah enquanto despia a camisa do pijama masculino e apanhava sua combinação para vestir.
Grey espreguiçou vagarosamente, como fazem os felinos, e Mariah não pôde evitar um olhar de admiração. Além de belo, ele era elegante como um tigre e, como tal, majestoso até no despertar. Seu primeiro movimento, ainda semi-adormecido, foi em busca do calor do corpo que deveria estar ao seu lado.
Sua reação ao travesseiro vazio foi o imediato despertar. Os olhos negros muito abertos logo divisaram o vulto de Mariah com indisfarçável prazer.
Ele tinha nos olhos um de seus maiores, senão o maior, atrativo.
Sempre que pensava em Grey, eram os olhos que primeiro lhe vinham à memória. Escuros como puro chocolate, com um ponto de ouro no centro. Traziam magia e sedução capazes de despir uma mulher em um relance, e, naquele exato instante, aqueles olhos pediam para ela voltar para a cama.
Sentiu a pequena peça de seda que a envolvia queimar em sua pele quando disse:
— Bom dia.
— Como assim, bom dia? O que está fazendo?
— Tentando reunir minhas roupas...
Ao terminar a frase, Mariah localizou sua calcinha do outro lado do quarto, e riu sozinha tentando imaginar como fora parar lá.
Com um jeito de menino, Grey rolou na cama e, com o queixo apoiado nas mãos, ponderou em tom de pilhéria:
— Querida, não acha que está muito cedo para procurar sua roupa? Estamos no meio da noite, e você só vai precisar dela amanhã.
— Errou, Grey. Preciso ir embora para casa.
Em um relance, ele olhou para o relógio digital e de novo para ela. Aturdido, argumentou:
— Já passa da meia-noite, por que não dorme aqui?
Mariah respondeu a pergunta de Grey enquanto escovava os cabelos, apressada.
— Não posso, tenho que atender um novo cliente pela manhã.
— Sim, e qual o problema?
— Grey, preciso estar apresentável e não tenho roupas aqui. E, antes que pergunte, não, Jade não pode atendê-lo por mim. Trata-se de um homem de negócios bastante conservador que quer redecorar o escritório.
Mariah e Jade eram irmãs e sócias em um escritório de decoração de interiores. Dividiam o mesmo apartamento e, embora muito unidas, eram completamente diferentes em muitos aspectos. Grey não conseguiu deixar de tecer um comentário a respeito da cunhada.
— Não consigo entender como você pode tê-la como sócia. Jade é muito excêntrica.
— Que maldade, Grey!

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Fantasias Secretas

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Desejo... Fantasia... Sedução!

Jill prometeu a si mesma jamais misturar trabalho e prazer, mas isso fora antes de passar longas horas por dia trabalhando num projeto em parceria com Eric Wilde, um homem que lhe desperta fantasias sensuais que ela não consegue reprimir. 
Entretanto, uma dolorosa desilusão do passado, somada à reputação de Eric de homem mulherengo e conquistador, são suficientes para que Jill se entregue às suas fantasias secretas somente à noite, sozinha em seu quarto.
Eric não consegue disfarçar o desejo que sente por Jill Richardson. 
Quando ela deixa claro que não quer se envolver, Eric fica ainda mais determinado a seduzi-la. 
Seu olhar transmite a Jill uma promessa tentadora: no escritório eles podem continuar mantendo um relacionamento profissional... mas o que os impede de, fora do horário de expediente, entregar-se às mais íntimas fantasias, explorar prazeres e desejos proibidos?

Capítulo Um

Jill Richardson tinha as curvas mais deliciosas e provocantes que Eric Wilde já tivera o prazer de admirar. Os quadris modu­lados e levemente arredondados coroavam pernas delgadas, bem torneadas e, acima de tudo, sedutoras. 
Principalmente quando Jill usava meia-calça transparente e sapatos clássicos de salto alto. A parte do corpo feminino que primeiro atraía a atenção de Eric eram os quadris, e os de Jill, além de perfeitos, produziam um movimento delicado e sensual conforme ela andava, provocando infalivelmente uma ardente onda de excitação em Eric.
Fazia muito tempo que ele não se deparava com uma mulher tão atraente. Tão perturbadora. Ou tão desafiadora.
Ele observou quando Jill desapareceu dentro da sala de xerox, adjacente à sua sala particular no Massey & Associados, e deu um profundo suspiro. Recostando a cabeça no espaldar da cadeira, fechou os olhos e apertou uma bolinha de borracha, fantástica invenção dos chineses, para aliviar o estresse. Infelizmente, o exercício pouco colaborou para acalmar a tensão sexual que to­mava conta de seu corpo inteiro.
Não, nada adiantaria. Nem bolinhas chinesas, nem uma ducha gelada, e muito menos tentar desviar a mente de tais desejos. Ha­via apenas uma cura para aquela indisposição particular: ter a fogosa Jill ofegante sob seu corpo, enlouquecendo-o de prazer e implorando por mais.
Oh, sim, pensou Eric com um sorriso maroto, enquanto se de­liciava com aquela fantasia especial que povoava sua cabeça. Uma fantasia na qual ele tirava o conjunto conservador, que ela usava para manter uma fachada pragmática, e desvendava a mulher sen­sual que ele vislumbrava sob a compostura exterior.
— Eric, você está dormindo no trabalho?
Atônito com o som da voz de Jill ali tão perto, ele entreabriu os olhos e a viu de pé, do outro lado da mesa. Nem mesmo a escutara adentrar sua sala.
Os olhos verdes dela brilharam num sorriso de deleite tão ten­tador que ele ansiou experimentar aqueles lábios femininos e sen­suais, ali mesmo, naquele exato instante. Jill usava os lindos ca­belos castanhos meticulosamente presos num coque retorcido aci­ma da nuca, e Eric já perdera a conta de quantas vezes se pegara imaginando aquelas madeixas soltas... os fios macios entre seus dedos ávidos! 
Mas era como se Jill tivesse se revestido de uma armadura, incorporado o papel de uma profissional auto-suficien­te. Não só na aparência exterior como também nas atitudes, sérias e reservadas.
Devolvendo-lhe o sorriso, ele endireitou o corpo na cadeira, amassou a bolinha antiestresse pela última vez e então girou a cadeira de frente para o computador.
— Estou apenas descansando um pouco. Foi um longo dia.
Doze horas, para ser exato, repletas de reuniões sobre orça­mentos, uma apresentação de três horas a um cliente e meia dúzia de contratos que ele tivera de examinar detalhadamente e depois aprovar.
— Para mim, foi um dia muito produtivo.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Noite De Sedução

ROMANCE CONTEMPORÂNEO




Kristin quer uma noite tórrida com Michael, para saciar suas fantasias secretas.

Quando a noite acabar, Michael pode convencê-la a existir algo mais entre eles?








Capítulo Um

Kristin Taylor subiu o elevador até o 36º andar do edifício comercial de Chicago, onde, até as cinco horas daquela sexta-feira, costumava trabalhar.
Embora hoje tivesse sido seu último dia no emprego para o Grupo de Arquitetura Corgan, ainda havia negócios pendentes para resolver.
Se Michael Karr aceitasse o provocativo jogo de sedução que ela tinha em mente, esta noite eles iriam entrar num terreno proibido.
Mordiscando o lábio inferior, deslizou, distraidamente, uma echarpe de seda preta pelos ombros delgados, a textura fria, macia e altamente sedutora para seus sentidos. Especialmente quando pensou no que planejava fazer com aquele pedaço de tecido. Michael também acharia estimulante seu pedido erótico e concordaria em ser seu por apenas uma noite?
Ou se recusaria e a mandaria embora, deixando insatisfeito o desejo profundo e consumidor que ela tinha desenvolvido por ele?
Não havia como negar a química e atração existente entre os dois, a qual vinha se tornando cada vez mais forte nos últimos meses.
Eles tinham se deliciado com um flerte sexy, porém inofensivo, no escritório, mas fora Kristin quem recusara dois convites de Michael para jantar, para evitar que o relacionamento se transformasse em alguma coisa mais séria.
Sua carreira vinha em primeiro lugar. Sempre viera e sempre viria.
Motivo pelo qual tinha aceitado uma oferta muito generosa para dirigir o setor de restauração de uma outra empresa de arquitetura.
A nova firma proporcionava posição melhor, salário mais alto e muitas oportunidades para crescer com a empresa.
Aos 28 anos de idade, segurança e independência absoluta estavam a seu alcance.
Mas antes de mergulhar no novo trabalho, queria uma noite inesquecível com o homem que a atraía como nenhum outro.
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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Amor Que Enlouquece !

ROMANCE CONTEMPORÂNEO



Quando resolveu bancar a atrevida, ela dicou melhor!

Melodie Turner era apaixonada por seu chefe Cole Sommers havia anos.
Só que ele não sabia!
Agora, decidiu agir: começou a enviar cartas altamente eróticas para ele,despertando sua imaginação e seu desejo!

Cole Sommers sabe que está prestes a perder a cabeça!
Tem mais casos do que os que consegue resolver, mas mesmo assim tudo em que pensa é levar sua secretária para a cama.
Acada momento, Melodie está ali, torturando-o, provocando-o, enlouquecendo-o de desejo.
Até quando ele conseguirá resistir?

Capítulo Um

— Eu preciso de uma mulher.
— Não há dúvida quanto a isso. Se dormisse com alguém de vez em quando, provavelmente você não ficaria tão irritado no escritório.
Cole Sommers dirigiu um olhar tolerante ao irmão mais novo por sobre a superfície polida de sua mesa de carvalho.
— Oh, muito engraçado, Noah. Você é cômico.
Noah soltou um riso, apesar do tom desprovido de humor do irmão.
— Ei, é verdade! O sexo faz maravilhas pela atitude de um homem. Basta me tomar como exemplo. Estou sempre de ótimo humor. — Ele abriu seu famoso sorriso malicioso, fazendo com que os olhos azuis brilhassem com ar satisfeito e resoluto. — E, a julgar por seu comportamento ultimamente, eu diria que já faz algum tempo que você não... leva ninguém para a cama, entre outras coisas.
Cole apenas grunhiu em resposta.
Reclinando-se em sua cadeira, admitiu a si mesmo que, de fato, andava tenso e inquieto havia algum tempo.
Apenas não sabia ao certo se era em resultado de não ter dormido com ninguém, ou pelo desapontamento de algum encontro sexual não tão estimulante.
O último relacionamento breve que tivera, quase seis meses antes, não fora tão empolgante e o deixara sentindo-se como se algo crucial estivesse faltando... como um elo emocional...

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Heat
1-A Shameless Seduction-Amor que enlouquece
2-Pure Indulgence!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Seduzida?

ROMANCE CONTEMPORÂNEO





Jogo de sedução...

Ryan Matthews desejou a sexy Jéssica Newman assim que a viu.
E ela parecia desejá-lo também, mas algo a retinha.
Então ele decidiu atacar.
Teria Jéssica em sua cama... e para isso não hesitaria em usar as fantasias proibidas dela própria.
Rendição Incondicional!
Jéssica não estava se fazendo de difícil. 

Na verdade tinha certeza de que um relacionamento com Ryan não daria certo... embora, diante do plano dele de seduzi-la, não conseguisse compreender exatamente por quê.
Cautelosa, imaginava que esquema sensual, que prazer erótico Ryan lhe reservava.

Na verdade Jéssica estava se divertindo com a caçada... mas iria permitir que Ryan finalmente a conquistasse?

Capítulo Um

Sr. Matthews, Jéssica Newman deseja lhe falar. A voz da recepcionista da Haywood e Irwin pelo interfone fez Ryan Matthews parar de redigir o parecer para um caso de divórcio.
Antes que ele se recuperasse do anúncio inesperado, Glenna prosseguiu, em seu tom profissional;
— A srta. Newman não marcou hora, mas gostaria de con­versar com o senhor a respeito de um assunto pessoal, se tiver tampo.
Ryan sentiu-se curioso, bem como entusiasmado. Arranjaria tempo para Jéssica Newman... sempre, em qualquer lugar.
O fato de ela o procurar já bastava para despertar seu interesse, considerando que ela deixara claro, no último encontro, que nunca haveria nada entre eles.
Embora ele sentisse que a atração era mútua naquela ocasião, Jéssica minimizara o fato, con­tando várias piadas de advogado, divertidas demais para que se ofendesse.
— Tenho a tarde livre, Glenna. — Ryan não tinha compro­missos marcados, apenas uma pilha de correspondência para abrir. Sem dúvida, conversar com Jéssica seria muito mais unimador. — Faça-a entrar, por favor.
Ryan colocou de lado os documentos que revia e arrumou as pastas e papéis sobre a mesa, imaginando o que suscitara aquela visita inesperada.
Conhecera Jéssica havia um ano, quando ele e os amigos Marc e Shane foram esquiar nas montanhas Rochosas no Co­lorado.
Mas, em vez do final de semana do "clube do bolinha" planejado, viram-se partilhando uma cabana com Jéssica, sua irmã Brooke e outra amiga, Stacey.
Uma tempestade de neve isolara Brooke e Marc por dois dias num chalé afastado, mar­cando o início de um relacionamento duradouro entre eles.
Shane também era íntimo de Stacey agora.
Mas Ryan não conseguira nada com Jéssica, e não por falta de tentativa.
No último ano, vira-a algumas vezes, a última no casamento de Marc e Brooke, havia três semanas, em que foram os pa­drinhos.
Além de Stacey e Shane, somente os familiares mais próximos participaram da pequena recepção que se seguiu à cerimônia.
Mais uma vez, Jéssica resistira a suas investidas, usando seu arsenal de piadas sobre advogados para manter sob controle a atração que sentia por ele, e recusara seu convite para jantar.
Ele já estava preparado para a recusa. Durante aquele ano, Jéssica o rejeitara mais do que o ego de um homem podia suportar.
Mais do que a maioria dos homens teria suportado.
Diferente da maioria dos homens, porém, Ryan era paciente e acreditava que algumas coisas valiam a pena.
Jéssica o es­timulava com sua língua ferina e discussões acaloradas, enlouquecendo-o com aquela resistência em admitir que havia algo especial entre os dois.
Jéssica tornara-se um desafio, um que o animava e frus­trava.