Uma mulher sedutora.
Um homem atraente.
Uma paixão proibida... Elizabeth Fairchild precisava de um marido!
Isto, na opinião de sua filha Anne.
Para a garota, qualquer homem em seu perfeito juízo não pensaria duas vezes para se casar com uma mulher tão linda, jovem e divorciada. Steve Riker vivera sozinho tempo demais.
Era o que achava sua filha Melody.
Para ela, uma mulher sensata e de bom gosto não deixaria escapar um homem divorciado tão atraente.
Por que, então, Anne e Melody lutavam com todas as suas armas para impedir que seus pais se apaixonassem um pelo outro?
Capítulo Um
Elizabeth Fairchild olhou irritada para sua filha e tentou se acalmar.
— Está quente demais para isso — ela disse. Era dia primeiro de outubro, e Filadélfia sofria com o calor incomum.
Elizabeth enrolou seus cabelos negros num coque e os prendeu com um lápis. Alguns cachos úmidos se soltaram e roçaram sua nuca.
O trânsito da cidade fazia barulho do lado de fora, e sua filha, Anne, fazia barulho do lado de dentro.
Esse era o problema em se trabalhar em casa: não havia a proteção de secretárias para defendê-la das intromissões da vida cotidiana.
Voltou a ler seus papéis, na tentativa de desviar a atenção de Anne.
— Preciso trabalhar filha, vá embora.
— Você sempre tem um motivo para não falar sobre o assunto. Por que não admite? Está precisando de um homem.
— Não é verdade... E não vou discutir sobre isso. Você não tem dever de casa para fazer?
— Você nem namora — disse Anne, sentando na beirada da mesa de Elizabeth. — Isso não é normal.
— Vá embora.
—Você precisa de sexo, mãe. Todo o mundo precisa.
"Meu Deus" pensou Elizabeth, assustada. "O que ela sabe sobre isso?"
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