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sábado, 7 de abril de 2012

O Caçador

ROMANCE SOBRENATURAL 
Trilogia Death Row







Várias semanas se passaram desde que a Dra. Nellie Kan escapou de seu captor, o ex-prisioneiro do corredor da morte, Kerick Riley. 


Mesmo no exterior à procura de um soro para a doença que matou sua mãe, ela não consegue parar de pensar nele. Será que ele ainda se lembrava dela ou apenas saiu e tomou uma outra mulher? 
Kerick não conseguia parar de pensar em Nellie. 
Por quinze anos ele controlou o seu corpo enquanto estava no corredor da morte, mas agora ele não parava de desejá-la. 
Tudo em que ele podia pensar era na dor de não tê-la. Nenhuma outra mulher lhe interessa, porém depois de procurá-la durante semanas, ele finalmente a encontra e sacia seu desesperado desejo num encontro explosivo... Elias, Xavier e Kerick tramam o fim da Hierarquia e Kieran começa a suspeitar que haja mais mistérios sobre sua cativa do que havia imaginado.
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 Trilogia Death Row
1- O Fugitivo
2- O Caçador
3- O Vingador - em revisão

domingo, 1 de maio de 2011

O Fugitivo

ROMANCE SOBRENATURAL
Trilogia Death Row










Bem vindo ao século 23, onde as fêmeas são raras e os homens vivem para caçar novas fêmeas para seu clã e proclamá-las como suas.


Um vírus mortal aterroriza a população de um pequeno vilarejo, então a cientista Nellie Kan luta para por fim a essa ameaça.
Quando um prisioneiro condenado à morte escapa de uma colônia penal nas proximidades e captura a Dra. Kan, ela sabe que precisa fugir dele e continuar seu importante trabalho.
Mas há alguma coisa de muito especial em seu sequestrador, Kerick Riley...

Nota: Death Row é uma série formada por três partes e composta pelos seguintes títulos: O Fugitivo, O Caçador e O Vingador.
É necessário ler na ordem correta!!!


Comentário da Pandora’s box: Death Row é um suspense cru, cheio de ação e extremamente sensual. É quente o suficiente para queimar os dedos.
Este é um especial apelo a todas as fantasias femininas de serem dominadas sexualmente. Jaid Black está em seu melhor momento.

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Trilogia Death Row
1- O Fugitivo

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O Senhor Da Guerra

ROMANCE SOBRENATURAL




Embainhando sua espada, Donald elevou sua cabeça escura, seus olhos negros perfuraram as caras desejosas daqueles homens das Highlands que o rodeavam.
Nenhum se rebelaria.
Nenhum questionaria depois a sua decisão de executar o chefe de Hay.
Ninguém se atreveria.

Capítulo Um

Nairn, Escócia. Época atual.

Entrecerrando os olhos, os lábios da Janet Duval se apertaram enquanto estudava tristemente, no espelho da habitação da hospedaria, sua figura embainhada em um traje pouco favorecedor.
Nunca ninguém a tinha pontuado jamais de ser muito fraca mas, senhor!, com este traje estava realmente gordinha.
Girando-se para obter uma melhor vista de sua parte traseira, matizou um pouco esse pensamento.
Não parecia simplesmente gordinha, parecia categoricamente gorda.
Queria fazer dieta de verdade que sim....— mas ao mesmo tempo sabia que nunca o faria. Janet assimilou com amargura o fato de que seu corpo parecia ser muito mais feliz quando tinha vinte libras mais do que em seu lar, lá nos Estados Unidos, era considerado o peso ideal.
Ah bem. C'est la vie.
Abrindo a cremalheira daquela monstruosidade de traje que se supunha tinha que usar no dia seguinte em sua reunião de negócios, lançou-o em um montão na cadeira mais próxima e procurou nas suas malas um vestido de suspensórios. J
anet pensou consigo mesma, enquanto se embutia dentro do apertado algodão, que a ninguém na destilaria de uísque lhe ia importar absolutamente como se vestia para suas reuniões.
Enquanto que aparecesse à manhã seguinte com um abundante cheque e comprasse uma tonelada de uísque das Highlands para a sede da assinatura americana para a que trabalhava, todos estariam contentes.
Depois de colocar o vestido verde de suspensórios que lhe chegava até os joelhos, Janet se jogou um olhar especulativo no espelho e, como de costume, observou sua carência de atributos.
Não era preciosa, sabia, mas freqüentemente duvidava que fora sequer remotamente passável.
Mas além disso, Janet era o tipo de garota que necessitaria um milagre antes de dar-se conta de seu valor como pessoa e como mulher.
Enquanto que Janet teria chamado corriqueiro a seu comprido cabelo avermelhado, outros teriam destacado sua lustrosa beleza, por não mencionar os rebeldes cachos que lhe davam um ar sensual de recém levantada.
Enquanto que Janet haveria dito que seus lábios eram muito grandes e seu sorriso muito larga para sua cara, outros teriam pensado em sua boca sensualmente formada, seu sorriso capaz de alegrar inclusive o pior dos humores mais sombrios.
Enquanto que Janet acreditava que seu corpo era muito gordo para excitar a um homem, estes, pelo contrário, tendiam a pensar em suas curvas como carnudas e voluptuosas, a classe de corpo que um homem poderia abraçar em uma noite fria e amá-lo até a manhã.
Mas Janet nunca via essa possibilidade. Nem sequer a considerava, nenhuma só vez.

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Série Trek Mi Q´An

ROMANCE SOBRENATURAL
6- DIABÓLICA DOT

















Dorothy "Dot" Araiza é uma fabricante de “brinquedos” sexuais.

As pessoas poderiam pensar que ela tem uma vida social ativa, mas ao contrário, sua existência é pacata e sem emoção alguma.

Ela sonha em encontrar o seu “feliz para sempre”, ter seu mundo abalado por um Príncipe Encantado, para não mencionar transar depois de oito anos!
Uma tempestade de raios irá transformar em realidade todas as fantasias febris de Dot…
Mas o príncipe encantado não é bem o que ela estava esperando...

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Série Trek Mi Q´An
1- A Nova Roupa da Imperatriz
1.5 -Raptada

2- Sem Piedade
3- Escravizado

4- Sem Saída
4.5- Nancy Travessa

5- Sem medo
5.5 Dementia
6- Diabólica Dot
7- Nunca um Escravo

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Série Trek Mi Q´An

ROMANCE SOBRENATURAL
Ficção

1- A ROUPA NOVA DA IMPERATRIZ‏




Como se apaixonar por um guerreiro vindo de outra galáxia, quando Kyra pensava que seu mundo havia desabado.
Mas coisas incríveis e assustadoras aconteceram na saída de Kyra do retiro.
O que será que aconteceu?

Capítulo Um

Kyra Summers tomou um gole do chá de ervas e passou a taça a sua melhor amiga Geris Jackson.
Geris aceitou a taça em forma plácida, tomou um gole e com calma a passou a seguinte pessoa do círculo de meditação.
Quando a taça tinha dado uma volta inteira, a líder muito tranqüila de Los Rostos Sorridentes e o Retiro de Los Corações de Paz, a senhora Feliz - na verdade se dava a conhecer assim - sorriu ao grupo.
Ela fazia Kyra se lembrar de uma esposa Stepford (uma esposa tão perfeita que parece irreal).
-Sentem-se todos relaxados?- perguntou a senhora Feliz, em forma melodiosa.
-Nossos rostos estão sorridentes hoje? -Geris franziu o cenho.
Deu um olhar frio para Kyra e lhe disse com seu olhar:-Vai me pagar isso por isso.
Kyra se deu conta, em forma distraída, que o cenho franzido do Geris não mostrava tranqüilidade. Ela só esperava que a senhora Feliz não se desse conta da aparência de sua melhor amiga.
Do contrário, era possível que as faria fazer algum tipo de projeto extra como mudar-se por tempo indefinido ao Mister Rogers Neighborhood, O Bairro do Senhor Rogers - programa americano educativo onde os vizinhos não têm problemas e tudo é felicidade].
A senhora Feliz fechou seus olhos e inspirou pelo nariz e exalou pela boca.
Ela elevou uma mão ao ar serpenteando de um lado ao outro com movimentos suaves.
- respiremos. Encontremos a paz.
Os que pagaram para ir ao retiro fizeram como fazia a diretora e, não obstante, um pouco céticos, fecharam seus olhos, respiraram e tentaram a todo custo encontrar a paz.
O grupo da Kyra constava de Geris, ela e outros quatro.
Ao lado de Geris estava Fred, um gerente executivo extraordinário de cinqüenta anos cujo médico lhe recomendou
Os Rostos Sorridentes e o Retiro de Meditação de Los Corações de Paz depois de uma operação de triplo desvio de artérias.
A senhora Feliz lhe tinha negado o uso de seu fax portátil e telefone celular, mas Fred tinha sido surpreendido quebrando os regulamentos umas vezes com pretexto de assegurar-se que ainda funcionavam.
Até agora, Fred não tinha encontrado a paz.





1.5- RAPTADA - Trek Mi Q'an






Não há na Terra pessoa mais importante para Geris Jackson que sua melhor amiga Kyra Summers.
Quando ela é sequestrada Geris teme que ninguém vá acreditar na sua história sobre dois gigantes com brilhantes olhos azuis levando sua amiga para longe sem deixar rastro.


Sofrendo decepção após decepção ela começa a perder as esperanças de um dia encontrar Kyra, até que um dos gigantes começa a caçá-la afirmando que Geris pertence somente a ele.

Prólogo

As Montanhas Catskill
- Santo Deus do Céu, estou me tornando endemoniadamente louca.
Sem pestanejar, Geris Jackson dizia seus pensamentos em voz alta, em um murmúrio monótono, enquanto se afundava no assento do condutor forrado em couro de seu BMW. Logo que recuperada de uma descompostura pela que quase se deprime, decidiu que tinha alucinado os eventos que a levaram a esse estado.
Devia ser assim.
Porque de maneira nenhuma podia ter acontecido isso, pensou.
De maneira nenhuma poderiam dois homens gigantescos com brilhantes olhos azuis ter raptado a sua melhor amiga do estacionamento do Retiro para a Meditação Caras Sorridentes e Corações em Paz.
Isso era simplesmente muito ridículo para acreditar. Soava como uma cena de uma comédia de situações – e uma bastante vulgar, para o caso.
Mas se isso era verdade e ela tinha estado sonhando ou alucinando, então, onde diabo estava Kyra? Geris mordiscou o lábio inferior, seus olhos amendoados estavam bem abertos.
- Ela deve ter ido buscar ajuda - murmurou ela, enquanto levantava lentamente o olhar para ver-se no espelho retrovisor. -Você sabe, garota, quando você desmaiou - Ela forçou um sorriso nervoso em seus carnudos lábios de herança africana, como se esse pequeno gesto de algum jeito fizesse que suas palavras, que mal podia escutar, soassem mais acreditáveis a seus ouvidos.
Fechou os olhos fortemente e respirou profundo para acalmar-se, logo expirou.
Está alucinando, dizia-se a si mesma uma e outra vez.
Está alucinando.
E quando abrir os olhos, tudo voltará para a normalidade.
Inalando um pouco mais de ar, os olhos cor marrom claro de Geris voltaram a abrir-se, e exalou rapidamente.
Olhou-se fixamente no espelho retrovisor enquanto acomodava distraidamente uma trança atrás da orelha. - Saia do automóvel - murmurou a sua imagem. - Saia do automóvel e vá procurar Kyra.




2- SEM PIEDADE













A companheira do rei Rem Q'an Tal morre, porém ela não era seu Casal Sagrado.

Agora ele rapidamente vai se aproximando da descentralização, um estado onde o Trystonni masculino começa a se tornar mais fera que homem.
Para que isso não ocorra Rem necessita achar seu Casal Sagrado.
Giselle McKenzie se vê de repente como a companheira de Rem e tem que lidar não só com a cultura de outros planetas, mas também com um homem mais fera que humano.

Capítulo Um

O Palácio de Gelo na Lua do Sypar, Fortaleza do Planeta Tryston, Galáxia Trek Mi Q’an, Sétima dimensão 6040 A.Y. (Ano Yessat)

Rem Q’an Tal, Rei do Sypar, Grande Senhor dos Setores Gryok e amo de todos os seus domínios, repousou a cabeça sobre os exuberantes e nus seios de Yoli, sua serviçal cativa preferida, enquanto lhe massageava as tensões de seus enormes e grossos ombros.
Recostado sobre sua alta cama real, os olhos azuis de Rem piscando, passearam desapaixonadamente pelo lugar:
abrangeram tudo e não se prenderam em nada.
Inclusive enquanto Yoli lhe massageava os ombros e lhe cravava sedutoramente com os mamilos de seus abundantes seios nas costas, outra serva cativa nua encontrava-se sentada sobre os joelhos ao lado da figura reclinada de Rem e lhe esfregava as mãos sobre o musculoso torso enquanto colocava os seios ao alcance de sua língua para poder lhe oferecer um mamilo no caso de que ele o desejasse.
Uma terceira serva cativa, nua, e a mais exuberante que possuía Sua Majestade, rendia-lhe homenagem a sua masculinidade;
Uma quarta cativa massageava-lhe com os olhos fechados de prazer.A quinta e última cativa, encontrava-se aos pés de Rem e saturou ao rei com seu orvalho feminino.
Rem não disse palavra alguma enquanto as prostitutas que tinha adquirido na guerra lhe atendiam as necessidades.
Tomar o que pudesse delas era seu direito como amo; deleitar-se com a sensação de tantos lábios e línguas luxuriosas deslizando-se para cima e para baixo por toda sua longitude.
Embora nenhuma prostituda fosse sua escrava como suas duzentas Kefas fêmeas, todas estavam atadas a ele por diversos períodos de tempo; todas eram prisioneiras de guerra e aceitavam avidamente seu lugar na vida como simples propriedade sexual do rei.
Enquanto fechava os olhos e girava a cabeça em direção aos abundantes seios da cativa que lhe massageava o peito, Rem rodeou um dos mamilos que lhe oferecia com a língua, aceitou-o na calidez de sua boca e bebeu dele.
Ela se estremeceu, deslizou suas largas unhas pelas sedosas mechas douradas do rei, enquanto pressionava o peito de Rem para aproximá-lo de seu rosto.
Suas unhas encontraram as três tranças de cada têmpora e, logo, deslizaram-se por debaixo delas para lhe pentear a juba de cabelos dourados que caía por debaixo de seus ombros.





3- Escravizado
4- Sem Saída
4.5 Nancy Travessa

5- Sem Medo
5.5 Dementia
6- Diabólica Dot
7- Nunca um Escravo

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Série Lenda Vikings

ROMANCE SOBRENATURAL
1- PERSEGUIDA




LENDA VIKING

Há milhares de anos, por decreto dos deuses,
vários clãs Vikings fugiram para o sério e invernal Ártico
e construíram uma civilização nas profundas vísceras da terra.

Os profetas os advertiram para que cuidassem de si mesmos,
que permanecessem clandestinamente,
porque um dia os depravados intrusos — aqueles que moram
sobre a terra — corromperia as leis dos deuses e destruiriam a si mesmos no processo.
E então, de novo, os Vikings governariam o mundo inteiro.
A tundra da Alaska moderna é um terreno acidentado, em grande parte inexplorada.
Os três reinos do Underground, Nova a Suécia, Nova a Dinamarca e Nova a Noruega, seguem prosperando com seus costumes e cultura sem poluir pelo tempo.
Os Vikings nunca vão à superfície da terra, com uma única grande exceção.
Eles se aventuram no mundo dos Intrusos para caçar... Mulheres.

Nota da Revisora Rosilene: Esses Vikings só têm de ferozes os nomes. No fundo são uns fofos. Ai ai ai (suspiros).

Capítulo Um

População mais próxima: Barrow, Alaska 539 quilômetros ao norte do Círculo Polar Ártico perto da costa do Chukchi (Sibéria)

1 de dezembro, dia de hoje
Com os dentes tocando castanholas, Peggy Brannigan se aconchegou sob o calor das peles de urso polar que seu guia esquimó Inupiat, Benjamin, tinha lhe proporcionado. Tendo posto um casaco de lã grosso, três pares de roupa de baixo térmica, dois gorros, dois pares de luvas, e amassada embaixo de quatro peles de urso polar, ainda estava gelada até os ossos enquanto o trenó puxado por cães se deslocava através da dura paisagem da tundra.
—Mais rápido! — instruiu Ben aos cães em sua língua natal — Movam-se!
A testa de Peggy franziu enquanto o observava.
Ela tinha estado vivendo e trabalhando no Barrow durante pouco mais de seis semanas com o fim de estudar os costumes dos indígenas esquimós para sua tese antropológica sobre a cultura Inupiat para a Universidade Estatal de São Francisco.
Durante a maior parte do tempo tinha estado no norte da região ártica do Alaska, os anfitriões de Peggy foram à família de Benjamin.
Tinha chegado a conhecer o adolescente bastante bem naquele tempo e tinha percebido que era um silencioso e estóico cavalheiro pouco dado a demonstrações externas de emoção.
Que ele parecesse quase apavorado fazendo que os cães movessem o trenó mais rápido lhe resultava um tanto alarmante.
—O que acontece, B-Ben? — perguntou com seus dentes tocando castanholas pelo azedo vento que a golpeava diretamente na cara.
Ela manteve uma entonação neutra para não parecer alarmada — Divisou alguns lobos caçando ou algo assim?
Droga!Pensou enquanto mordia seu lábio inferior. Seria irônico de fato, se os cães fossem liquidados por lobos famintos a poucos metros do povoado.
Infelizmente, a única maneira de entrar e sair de Barrow era com o ocasional aeroplano contratado ou por trenó puxado por cães, o qual não lhes tinha dado nenhuma opção em vista de sua tarefa salvo confrontar os rudes elementos.
E os depredadores famintos.
Para o acúmulo de maus, estava a circunstância de que nevava copiosamente na tundra, o que fazia que a visibilidade fora escassa.
E posto que o sol não se elevava perto de Barrow desde novembro até janeiro, o fato de que fossem duas da tarde não lhe servia de nada absolutamente. Para que ajudava a luz do dia nessa época do ano, o mesmo poderia ter sido meia-noite.
Peggy olhou minuciosamente ao redor da paisagem nevada, tratando de averiguar se havia algum sinal de atividade da matilha caçando.
Seus olhos se entrecerraram duvidosos quando não alcançou a ver nem sequer um lobo solitário.
A tundra parecia tão tranqüila nesse preciso momento que não viu nenhum animal selvagem absolutamente, nem sequer ursos polares fecundados aninhados em suas guaridas de hibernação, as que as espectadoras fêmeas perfuravam em montões de neve para descansar nelas.
Envolveu as peles fortemente ao seu redor antes de fazer a pergunta ao adolescente de novo.
—O que é Ben? O que está passando?
Os amendoados olhos castanhos de Ben estavam entrecerrados em duas fatias, sua expressão era séria. Peggy estremeceu quando viu o chicote que est
ava esgrimindo e açoitando nos quartos traseiros do cão líder que dirigia o trenó. O cão soltou um dolorido uivo.
—Temos que sair daqui, Peggy — disse ele tão serenamente como pôde em inglês, embora ela pudesse ouvir o medo de sua voz — Estão caçando você — asseverou um tanto tremulo.



2- O DIREITO DO CAÇADOR




Verdadeiramente, chegará um tempo de grande sofrimento sobre o mundo inteiro, e suas mulheres diminuirão em número.


As enfermidades se estenderão com rapidez,
não nascerão mais bebês, e as linhas de sangue se extinguirão.
Mas, sim, os fortes vikings sobreviverão, já que o onipotente Odín viu adequado nos advertir. Somos sua gente escolhida.
Tomemos na terra, o asilo que deixou para nós; o ventre dos deuses.
Muito mais abaixo de sua sujeira e folhas, agora e para sempre, intocável para os forasteiros e seus caminhos.
Sim, deixemos a cada guerreiro semear sua semente em uma esposa, para que possa dar fruto e nossa raça prevaleça.
Se chegar um tempo em que houvesse menos fêmeas que guerreiros em nossa fortaleza, então as cacem no Exterior e possuam.
Por qualquer meio necessário, tomem.

Capítulo Um

Costa ártica. Na atualidade.
Estava se tornando um dia infernal e longo. 
O programa de vôo tinha começado ao amanhecer.
Ela tinha saído do Aeroporto Dulles em Washington, D.C., para Seattle no Estado de Washington, então continuou até Fairbanks no Alaska.
Em Fairbanks, um helicóptero militar a tinha recolhido.
A equipe estava agora de caminho ao seu destino: em nenhuma parte. Quase literalmente.
O complexo militar que funcionava ao norte do círculo Ártico era um segredo altamente protegido, e só podia ser alcançado de dois modos: por helicóptero, que estavam usando nestes momentos, ou por trenós puxados por cães.
O cabo Ronda Tipton do Exército americano piscou rapidamente para se impedir de dormir. Como podia adormecer em um helicóptero militar estava além da compreensão, mas tinha sido um dia exaustivo.
Quando o aparelho aterrissasse, sua viagem teria durado dezessete horas desde o começo até o final.
Olhando pela pequena janela de sua esquerda uma formosa paisagem se via lá embaixo, a mente de Ronda alternou entre fadiga e entusiasmo.
Esta era a primeira missão de ação que ela tinha tido em anos. Seus últimos anos no exército tinham estado no aborrecido mundo da papelada. Todo trabalho de computador e de escritório — nenhuma ação.
Aquela situação, entretanto, tinha sido inevitável depois de encaixar uma bala na rótula de seu joelho, da arma de um guerrilheiro no Haiti.
Ajudar dois soldados a ficar a salvo a tinha feito algo assim como um herói, mas também a tinha retirado do serviço ativo e tinha conseguido um trabalho de escritório.
Seu joelho se curou fazia muito, mas voltar para a ação ainda ficava descartado. Nunca passaria as rigorosas exigências físicas do exército para o combate ativo ou para nenhuma missão que requeresse o risco mínimo.
Agora, à idade de trinta e três anos, Ronda estava mais que pronta para reorganizar sua rotineira existência de nove-a-cinco, embora só fosse por pouco tempo.
Quando seu chefe tinha mostrado a oportunidade de fiscalizar um projeto militar secreto no círculo Ártico, ela tinha aceitado sem hesitar nem um momento.
Tinha se afiliado ao exército para ver o mundo e marcar uma diferença, não para se sentar atrás de um escritório a aceitar ou rejeitar orçamentos militares.
— O que é…? Os olhos marrons de Ronda aumentaram quando de repente e foi lançada daqui para lá em seu estreito assento. — O que aconteceu? Gritou sobre o forte zumbido do motor do helicóptero e sobre o som das hélices rodando uma sobre a outra. Seu coração parou. Algo estava muito errado. Ronda tinha sido passageiro em mais passeios de helicóptero dos que ela podia contar, e nunca tinha experimentado nada como isto. Os saltos discordantes e quedas em vazio foram além de uma simples turbulência.
Seu coração se acelerou. Com ambas as mãos, se agarrou às correias de segurança que estavam sobre sua cabeça e cruzavam seu peito até que seus nódulos ficaram brancos. — O que está acontecendo? Gritou outra vez, muito mais alto e mais exigente. — Tenente?
De repente, o som do rotor era horroroso como se estivessem triturando metal, e tudo se transformou em um inferno.
—Agarre-se! Estamos caindo!
—Oh, Jesus — Enviem ajuda! Esta ordem é do Fantasma III — Enviem ajuda!
— Oh, Meu Deus! Ronda se agarrou às seguranças mais forte ainda, se isto era possível.
O sangue palpitava em seus ouvidos.
O suor empapou sua testa e gotejou para baixo pelo lado de sua face.
Seus dentes tagarelavam com as frenéticas sacudidas do helicóptero.
O helicóptero estava fora de controle.



3- O JURAMENTO DO CAÇADOR












Preparem-se para o inevitável falecimento do malvado. 

Persigam e roubem tantas moças dos pervertidos Forasteiros,quantas forem necessárias para a continuidade de nossa linha.
Para prevalecer, devemos criar mulheres e produzir muitos filhos.
Não fui eu (Um humilde criado dos deuses) quem decretou isto, senão os próprios deuses: Homens saiam e cacem!

Capítulo Um

Alaska
Sofia Rowley, de trinta e dois anos, sentou no assento traseiro do táxi, olhando fixamente pela janela, mas sem ver nada. 
Deixar o Alaska hoje, não era possível, já que Fairbanks estava a menos de duas horas da base do exército. Teria que ficar em um hotel, perto do aeroporto e amanhã, pegar o primeiro vôo para casa.
Deu boas vindas à idéia do sol batendo em sua face, quando o avião aterrissasse em Tampa.
Alaska em fevereiro era muito frio, gelava os ossos.
Aqui é onde morreu Sam, pensou ela, olhando fixamente o traiçoeiro e gelado terreno a seu redor. Montanhas cobertas de neve se sobressaíam por toda parte, criando um panorama pitoresco, mas mortal.
Não sabia como o taxista árabe dirigia por tudo isto. Experiência, supunha ela ... E correntes fortes nos pneus.
Esgotada pela diferença de fuso horário, a tristeza e a falta do sono, Sofia passou as unhas vermelhas por seu longo cabelo loiro e suspirou.
Ansiava prender a selvagem juba de cachos em um rabo-de-cavalo, mas não tinha lembrado dos prendedores de cabelo, quando fez apressadamente a bagagem. As palavras sobre a morte de seu irmão tinham expulsado todo o resto de sua mente.
Não sei o que fazer, Sam. Não sei como continuar sem você.
Sua vida, tão enfocada e bem dirigida, ficou de repente sem um objetivo concreto. Viagens Rowley já não tinham nenhum encanto.
A morte de seu irmão de vinte e dois anos a tinha obrigado a reconhecer que o trabalho e Sam tinham sido suas únicas metas.
Era tempo de voltar a começar, viver em vez de simplesmente existir.
Sam não teria exigido menos. Efetivamente, seu irmão tinha insistido durante anos que saísse e que se divertisse mais freqüentemente.
Ela recordou uma conversa que tinham tido há só uns meses, enquanto ele estava aqui em uma atribuição secreta.
—Deveria sair e marcar mais encontros, irmãzinha — disse Sam — Sempre vi o modo com que os rapazes a olham. E embora me dá um pouco de asco — Quero dizer, é minha irmã, depois de tudo — sei por que o fazem. É o tipo de mulher que todo homem quer: preparada, amável, trabalhadora, magnífica, e embora odeie dizer isto em voz alta, tem um corpo para matar.
Sofia riu no telefone.
—Porque sempre tira a onda de não-tem-nenhuma-possibilidade-comigo. Os homens, basicamente, são patéticos e inseguros. Confie em mim, Sof.
Ela sacudiu a cabeça e sorriu abertamente.
—Sou tão mal nisto? Não quero ser.
A voz de Sam ficou séria.
—Me criou depois que Mamãe e Papai morreram, e nunca pude te agradecer o bastante.
—Sam, não precisa…



Série Lenda Vikings