Beth cumpriu pena por um crime que não cometeu.
Enquanto as portas da prisão se fecham atrás dela, Beth Lazenby jura que elas também estão se fechando em seu passado.
Até que ela encontra o advogado impiedoso que ajudou a prende-la injustamente após todos esses anos; Ainda convencido de sua culpa, Dante Cannavaro fica surpreso quando sua ira se transforma em paixão!
Não há nenhuma chance de que ele permita que Beth escape, especialmente agora que ela está carregando seu herdeiro!
Diante de uma proposta que é mais uma ordem do que um pedido, Beth será capaz de provar sua inocência? Ou ela estará para sempre em dívida com seu inimigo?
Enquanto as portas da prisão se fecham atrás dela, Beth Lazenby jura que elas também estão se fechando em seu passado.
Até que ela encontra o advogado impiedoso que ajudou a prende-la injustamente após todos esses anos; Ainda convencido de sua culpa, Dante Cannavaro fica surpreso quando sua ira se transforma em paixão!
Não há nenhuma chance de que ele permita que Beth escape, especialmente agora que ela está carregando seu herdeiro!
Diante de uma proposta que é mais uma ordem do que um pedido, Beth será capaz de provar sua inocência? Ou ela estará para sempre em dívida com seu inimigo?
Capítulo Um
— Boa noite Mary — disse Beth Lazenby à recepcionista ao deixar os escritórios de Stein & White, a firma de contabilidade no centro de Londres onde trabalhava.
Fez uma pausa na calçada e deu um profundo suspiro, satisfeita por estar ao ar fresco... ou não tão fresco, pensou pesarosamente. Ela gostava de seu trabalho, mas ultimamente, e especialmente quando passava um tempo no chalé, ela questionava se realmente queria passar o resto de sua vida na cidade.
Beth observou as pessoas passando apressadas por ela, seus trabalhos terminados. Era hora do rush e, quando viu o comprimento da fila no seu ponto de ônibus, decidiu caminhar até o próximo.
O exercício faria bem a ela e sem contar Binkie, ela não tinha outra razão de apressar-se para chegar a casa. Sua amiga Helen morrera há três anos de câncer... quatro meses depois de conseguir a liberdade condicional.
Descartando a lembrança triste, Beth pendurou a bolsa a tiracolo e seguiu em frente. Ela era uma mulher alta e impressionante, com cabelo ruivo que brilhava como fogo ao sol do entardecer, seu corpo delgadamente curvilíneo movia-se sinuosamente por baixo do vestido de linho cinza que usava.
Mas Beth estava alheia aos olhares apreciativos de todos os homens que passavam. Homens não tinham grande importância em sua vida. Ela era bem-sucedida e orgulhosa do que adquirira. Estava feliz. De repente, ela viu um homem, uma cabeça, mais alto do que a maioria da multidão, e quase tropeçou.
Seu coração começou a disparar e rapidamente desviou o olhar do homem de cabelo negro que ela odiava com ímpeto. Um homem cuja imagem satânica estava gravada na sua mente o tempo todo... o advogado Cannavaro, o próprio demônio em sua opinião e a poucos metros de distância. Ela ouviu a voz de Helen na sua cabeça. Seja cuidadosa, confiante e orgulhosa da mulher bem-sucedida que sei que você se tornará.
Beth inclinou seu queixo em um determinado ângulo e continuou caminhando. Pelo menos Helen vivera tempo suficiente para ver o sucesso dela, e ela não a decepcionaria agora. Cannavaro jamais a reconheceria.
A ingênua Jane Mason desaparecera para sempre e Beth Lazenby não era boba. Mas os pelos de sua nuca eriçaram-se quando passou por ele e de lado notou o olhar que ele lhe deu. Teria ele hesitado? Ela não sabia e não se importou. Simplesmente continuou caminhando, contudo, seu bem-estar esvaneceu-se quando lembranças do passado invadiram sua mente. Seus lábios cheios apertaram-se amargamente enquanto ela imaginou quantas mais vítimas inocentes o vil Cannavaro enviara para a prisão nos últimos anos.
Ela recordou a adolescente ingênua que fora, de pé no banco dos réus, aterrorizada. Cannavaro sorrira para ela, e o tom de voz profundo e compreensivo quando ele lhe pedira para não ficar nervosa ou com medo lhe dera esperança. Ele comunicara que ele e todos os demais presentes apenas queriam descobrir a verdade real do caso... Estupidamente, ela acreditara nele. Ele tinha sido o seu cavaleiro de armadura brilhante, o seu salvador.
Mas, quando Timothy Bewick e seu amigo James Hudson mentiram no tribunal e ela percebera seu erro, era tarde demais... ela fora julgada culpada. Sua última visão de Cannavaro, quando fora conduzida da corte, tinha sido dele e da advogada dela conversando e rindo juntos como se ela não existisse.
Fez uma pausa na calçada e deu um profundo suspiro, satisfeita por estar ao ar fresco... ou não tão fresco, pensou pesarosamente. Ela gostava de seu trabalho, mas ultimamente, e especialmente quando passava um tempo no chalé, ela questionava se realmente queria passar o resto de sua vida na cidade.
Beth observou as pessoas passando apressadas por ela, seus trabalhos terminados. Era hora do rush e, quando viu o comprimento da fila no seu ponto de ônibus, decidiu caminhar até o próximo.
O exercício faria bem a ela e sem contar Binkie, ela não tinha outra razão de apressar-se para chegar a casa. Sua amiga Helen morrera há três anos de câncer... quatro meses depois de conseguir a liberdade condicional.
Descartando a lembrança triste, Beth pendurou a bolsa a tiracolo e seguiu em frente. Ela era uma mulher alta e impressionante, com cabelo ruivo que brilhava como fogo ao sol do entardecer, seu corpo delgadamente curvilíneo movia-se sinuosamente por baixo do vestido de linho cinza que usava.
Mas Beth estava alheia aos olhares apreciativos de todos os homens que passavam. Homens não tinham grande importância em sua vida. Ela era bem-sucedida e orgulhosa do que adquirira. Estava feliz. De repente, ela viu um homem, uma cabeça, mais alto do que a maioria da multidão, e quase tropeçou.
Seu coração começou a disparar e rapidamente desviou o olhar do homem de cabelo negro que ela odiava com ímpeto. Um homem cuja imagem satânica estava gravada na sua mente o tempo todo... o advogado Cannavaro, o próprio demônio em sua opinião e a poucos metros de distância. Ela ouviu a voz de Helen na sua cabeça. Seja cuidadosa, confiante e orgulhosa da mulher bem-sucedida que sei que você se tornará.
Beth inclinou seu queixo em um determinado ângulo e continuou caminhando. Pelo menos Helen vivera tempo suficiente para ver o sucesso dela, e ela não a decepcionaria agora. Cannavaro jamais a reconheceria.
A ingênua Jane Mason desaparecera para sempre e Beth Lazenby não era boba. Mas os pelos de sua nuca eriçaram-se quando passou por ele e de lado notou o olhar que ele lhe deu. Teria ele hesitado? Ela não sabia e não se importou. Simplesmente continuou caminhando, contudo, seu bem-estar esvaneceu-se quando lembranças do passado invadiram sua mente. Seus lábios cheios apertaram-se amargamente enquanto ela imaginou quantas mais vítimas inocentes o vil Cannavaro enviara para a prisão nos últimos anos.
Ela recordou a adolescente ingênua que fora, de pé no banco dos réus, aterrorizada. Cannavaro sorrira para ela, e o tom de voz profundo e compreensivo quando ele lhe pedira para não ficar nervosa ou com medo lhe dera esperança. Ele comunicara que ele e todos os demais presentes apenas queriam descobrir a verdade real do caso... Estupidamente, ela acreditara nele. Ele tinha sido o seu cavaleiro de armadura brilhante, o seu salvador.
Mas, quando Timothy Bewick e seu amigo James Hudson mentiram no tribunal e ela percebera seu erro, era tarde demais... ela fora julgada culpada. Sua última visão de Cannavaro, quando fora conduzida da corte, tinha sido dele e da advogada dela conversando e rindo juntos como se ela não existisse.









