Mostrando postagens com marcador Jackie Merritt. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jackie Merritt. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de março de 2016

Uma Noiva Em Apuro

ROMANCE CONTEMPORÂNEO





Um casamento no outono, com um cowboy!

Foi esta a previsão que uma cigana fez para o futuro de Blair. Mas obviamente a mulher era uma farsa: Blair já estava noiva, seu casamento já estava marcado para o verão e seu noivo não era um estranho de cabelos escuros. 
O futuro de Blair já estava programado e deveria permanecer assim até...Até Brad Barclay despencar em sua vida. 
Os olhares ousados e sexyes daquele cowboy fizeram a noiva estremecer e esquecer seus planos. De um momento para o outro, Blair se deu conta de que estava sonhando de olhos abertos com o dia em que entraria na igreja... mas não com seu atual noivo...

Capítulo Um

Blair dirigia seu carro na rua principal de Houghton. Naquele dia, a rua sempre calma dera lugar a um movimento nunca antes visto. Estava se realizando uma convenção política, e este era o motivo pelo qual a população parecia ter dobrado de tamanho. As ruas enchiam-se de pessoas e carros, tornando o acesso a qualquer lugar muito difícil. Blair só interessava fazer compras, uma vez que não votaria no candidato para o qual se promovia a convenção.
Como funcionária do setor de empréstimos do maior banco da cidade, tinha um cargo de responsabilidade que, além de ser agradável, era bem remunerado.
O Houghton Security Bank tinha um volume respeitável de transações, principalmente porque havia muitas grandes fazendas nos arredores e nas cidades vizinhas.
A rua principal possuía três semáforos. No primeiro, que estava vermelho, Blair freou, abaixando a cabeça para olhar pela janela do passageiro. A melhor butique da cidade, a Redfern's, exibia em sua vitrine um vestido branco e preto que merecia um exame cuidadoso.
Uma buzina soou, e Blair se deu conta de que o sinal abrira. Com um aceno, ela se desculpou ao motorista que estava atrás.
Assim que passou o segundo farol, ela começou a procurar com os olhos um lugar para estacionar. Por essa razão, não viu que o terceiro semáforo mudara para vermelha no último instante.
Houve tempo para uma freada brusca, mas em seguida o barulho da batida e um forte solavanco assustou-a. Um pouco atordoada, mas ilesa graças ao cinto de segurança, Blair permaneceu sentada.
Alguém abriu a porta de seu carro.
— Você está bem?
— Eu... acho que sim. Quem bateu no meu carro?
— Eu bati. Tem certeza de que está bem?
— Já disse que sim! Por que bateu no meu carro?
O homem empertigou-se e falou, cheio de sarcasmo:
— Ora, eu estava passando por aqui e pensei com meus botões: o que posso fazer para tornar este dia perfeito? Já sei; vou bater no carro do primeiro que me aparecer.
— Não zombe de mim! — Livrando-se cinto de segurança, Blair saiu furiosa do automóvel. — Foi você mesmo que bateu no meu carro! Vai levar uma multa, moço, e ainda terá de pagar pelos estragos! 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Mulher Irresistível

ROMANCE CONTEMPORÂNEO





Deborah podia se queimar com o fofo de sua própria paixão.

Embora sua família houvesse se mudado da fazenda Black Creek há muitos anos, Deborah ainda amava aquelas terras. E homem algum — por mais alto, bonito e sexy que fosse — poria as mãos na sua propriedade! 
Por isso, seu objetivo era descobrir o ponto fraco de Nick Orion, o superatraente dono da incorporadora que, contratada pelos irmãos dela, pretendia lotear a fazenda.
Quando o helicóptero onde estava sofreu uma pane, Nick se viu sozinho, numa floresta do Wyoming, com Deborah, a garota mais irresistível que jamais conhecera. 
Mas ele tinha sido castigado demais pelo destino e não estava disposto a sofrer de novo por causa do amor por uma mulher...

Capítulo Um

O helicóptero de quatro lugares já se encontrava em pleno voo, quando Nick Orion inclinou-se para a frente e olhou, pela primeira vez, para o piloto. Era uma mulher! Recostou-se novamente e, então, lembrou-se: George Hollister, seu braço direito na companhia, mencionara algo sobre uma mudança de pilotos naquele dia. Mas, a menos que sua memória o estivesse traindo, George não fizera qualquer referência a uma mulher.
Bem, não se lembrava de toda a conversa. A única coisa que poderia afirmar com certeza, era que vinha delegando mais e mais responsabilidades a George. E, se não mantivesse a mente tão ocupada com números e decisões importantes, teria se dado conta da novidade logo após o embarque.
Esfregou a mão no rosto, pensativo. 
Não tinha nada contra mulheres em geral, nem contra pilotos em particular. Era o fato de não haver lançado sequer um olhar para o piloto do seu próprio helicóptero que o perturbava. Vinha sobrecarre­gando a si mesmo e a George, além de mais meia dúzia de funcionários, nos últimos tempos. 
A Incorporadora Orion havia se tornado uma amante exigente. Nick e os membros mais dedicados de sua equipe haviam se deixado seduzir, sem ao menos uma palavra de protesto.
Tempo era dinheiro. E era por isso que Nick usava um helicóptero, em vez de um carro, para visitar os diversos can­teiros de obras. No momento, o programa de vendas incluía quatro projetos, todos num raio de trezentos quilômetros da cidade de Laramie, no Estado do Wyoming. Havia mais dois em andamento, e Nick tinha certa predileção por um deles. Tratava-se de uma fazenda pitoresca, cortada pelo belo riacho que lhe emprestara o nome: Black Creek. Na verdade...
Surpreso ao perceber em que direção viajava, Nick incli­nou-se para a frente e deu um tapinha no ombro da piloto.
— A fazenda Black Creek não está na minha agenda de hoje — falou alto o bastante para superar o barulho do heli­cóptero. — Por que estamos nos dirigindo para sudoeste?
Deborah lançou um olhar rápido para o homem sentado no banco de trás.
— Acho que está na hora de me apresentar, sr. Orion. Sou Deborah LeBeau.
Nick teve um breve vislumbre dos lábios bem feitos e sen­suais. A maior parte do rosto da moça encontrava-se coberto pelos óculos escuros espelhados. Os cabelos cor de mel eram cortados curtos, num estilo prático que o agradou. Resumindo, era possível notar a feminilidade pulsante no piloto.
Mas seu nome o surpreendeu. Nick havia se encontrado várias vezes com os irmãos LeBeau, Judd e Simon, a fim de negociar a compra da fazenda Black Creek, de propriedade da família. Os dois haviam comentado que a irmã se mostrara relutante em concordar com a venda. E, também, haviam lhe contado que Deborah pilotava helicópteros para o Serviço Flo­restal. Só restava saber como ela viera parar no comando do helicóptero da Incorporadora Orion.
— Acho que não estou entendendo — confessou Nick, per­plexo.
Deborah sentira-se intrigada pelo silêncio de Orion e deci­dira esperar que ele falasse primeiro. Não queria interromper a evidente concentração do empresário.
— A maioria dos pilotos da região são amigos, sr. Orion. Quando o seu piloto regular, Will Torgeson, telefonou para minha casa pela manhã e pediu que eu o substituísse, achei que seria uma boa oportunidade para nós dois nos conhecer­mos.
— Por que Will não podia voar hoje?
— Mencionou uma pequena emergência. Tenho certeza de que comunicou a alteração a alguém na sua empresa.
— Hollister — Nick murmurou para si mesmo, lembrando-se da conversa rápida com o outro. — Como?

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Loucuras Ao Luar

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Deslumbrante em sua camisola de cetim azul, 

Tracy sai para a varanda da casa da fazenda. De repente, percebe a presença máscula e intrigante de seu sócio, Slade Dawson. 
Ele se aproxima e, com os lábios, roça-lhe o seio arfante de desejo... 
O marido dela terá o que merece!
pensa Slade, ao senti-la estremecer. 
Enfeitiçada e vulnerável, Tracy não imagina que ele só quer usá-la para uma torpe vingança!


Capítulo Um

O brilhante helicóptero preto e alaranjado preparava-se para pousar, enquanto o piloto, Brock McFee, proprietário do McFee Táxi Aéreo, informava à passageira: 
— Chegamos. Neste momento estamos sobrevoando a fazenda Double J. Tracy Moorland assentiu, avistando animais e construções que, daquela altura, mais pareciam graciosas miniaturas. 
Mas quando o helicóptero começou a descer, em espantosa velocidade, transformou o cenário em realidade. Ela admitiu para si mesma que a breve viagem havia sido excitante. De fato, fizera uma escolha acertada ao contratar os serviços do táxi aéreo para percorrer os quase duzentos quilômetros que separavam o aeroporto de Helena da fazenda. Estava exausta, após um mês de viagens ininterruptas, e a idéia de alugar um carro para chegar até aquele local parecera-lhe inconcebível. 
Double J era a última parada de sua longa jornada, portanto Tracy desejava que fosse a mais breve e agradável possível. Já havia, inclusive, combinado em telefonar para McFee dentro de um ou dois dias, para solicitar a viagem de retorno. Ela avistou alguns homens ao redor do espaço aberto em que o helicóptero iria pousar. Em seguida, admirou a beleza da região. O vale era emoldurado por montanhas distantes e mescladas por nuances de verde e azul. Por toda a sua extensão avistavam-se campos verdejantes, sendo que alguns encontravam-se delineados por cercas pintadas de branco. 
Neles pastavam cavalos de pêlo amarronzado e por trás dos cercados existiam milhares de cabeças de gado, que pareciam se prolongar até muito além do raio de visão. Entre uma seqüência de árvores frondosas, Tracy identificou uma construção que julgou ser a casa principal. Instantes depois, McFee pousava o helicóptero com extrema habilidade. Terminada a manobra e desligados os controles, o intenso ruído cessou de forma abrupta, permanecendo apenas o som das pás dos rotores, que gradativamente diminuíam a velocidade de rotação. 
— O que achou do vôo? — perguntou McFee, com um sorriso. 
— Esplêndido! — foi a resposta entusiasmada. Olhando para fora, Tracy notou que um grupo de homens se aproximava. 
— Parece que eu vou ser recebida por um comitê de boas-vindas. 
— Não é sempre que uma libélula gigantesca pousa por estes lados — brincou o piloto, tirando o cinto de segurança. 
— Ainda assim, esses homens parecem espantados demais. Alguém sabia que você estava chegando? 
— Não — murmurou ela, enquanto se perguntava se sua chegada não havia sido um tanto dramática. 
Ninguém sabia de sua visita e, considerando as circunstâncias, Tracy agira assim de propósito, da mesma forma como fizera nos locais anteriores. No entanto, talvez tivesse sido melhor aparecer de carro e se apresentar com mais discrição, ao invés de descer dos céus. À medida que o grupo se aproximava mais para ver quem estava no helicóptero, seu desconforto aumentava. Antes que pudesse tirar o cinto de segurança, Brock McFee já se adiantara para soltá-lo. 
Tracy notou o olhar galante com que o piloto a contemplou. Estava familiarizada com olhares masculinos repletos de admiração e sabia como lidar com a situação.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Pronta Para O Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO




Nos braços daquele homem, a promessa de uma nova paixão! 


A sorte parecia, querer ajudar Alicia Epstein. 
O primeiro cliente a procurá-la em seu escritório de advocacia recém-aberto era a tentação em pessoa: Travis Holden, o solteiro mais atraente, rico e cobiçado da cidade! 
Só que Alicia voltara à sua terra natal justamente para tentar esquecer uma grande decepção amorosa... 
E ela tinha certeza de que um homem como Travis não era o melhor remédio para seu sofrimento. 
Mas como resistir aos beijos e carícias que pareciam levá-la à loucura? 


Capítulo Um 


Sim, era isso mesmo que eu queria, Alicia Epstein chegou à conclusão ao examinar pela décima vez o conjunto de duas salas que estava para alugar no segundo andar do Edifício Ridgeport. 
Ela havia visitado todos os prédios comerciais de Rocky Ford, sua cidade natal situada no estado de Montana, examinado um a um várias vezes, considerando fatores como localização, espaço interno e estacionamento, e, finalmente, aproximava-se de uma decisão. 
O Edifício Ridgeport era quase novo e encontrava-se em excelentes condições. 
O estacionamento era bem grande e ainda havia um lindo jardim a sua volta. 
As duas salas em questão possuíam grandes janelas, por onde o sol da manhã entrava em cheio. Seus olhos se voltaram para as paredes vazias e, imediatamente, ela começou a pensar na enorme lista de coisas que precisaria comprar antes de abrir seu escritório de advocacia. 
Mobília, computadores novos, estantes, quadros, tapetes e livros não eram exatamente o que se poderia chamar de itens baratos e sua carteira não andava muito recheada nos últimos tempos. Mas isso não tinha importância. 
Poderia ir comprando tudo aos poucos, conforme a boa vontade do gerente do seu banco. 
No momento, o que a deixava realmente preocupada era o resultado do exame que prestara na Ordem dos Advogados de Montana. 
O instinto lhe dizia que não fizera feio. Na verdade, estava confiante em sua aprovação. 
Deveria estar recebendo uma notificação a qualquer momento, mas não se surpreenderia se a mesma só chegasse dentro de algumas semanas. 
Então, enquanto esperava, vasculhara todos os prédios comerciais da cidade, à procura de uma ou mais saias para montar seu escritório de advocacia. 
E, se quisesse mesmo fechar o negócio, teria de tomar uma decisão imediatamente. 
A corretora de imóveis havia lhe dito que ela era a primeira da lista, mas que também havia outros clientes interessados no aluguel daquele espaço. 
Por isso, não parava de pressioná-la por uma resposta. Não havia dúvida de que se tratava de um prédio de alto nível. 
Os melhores médicos e dentistas de Rocky Ford tinham seus consultórios no Ridgeport. 
Aliás, quase todos eles tinham reservado seus conjuntos antes mesmo do término das obras. Se quisesse mesmo aquelas duas salas, teria de decidir logo... e segurá-las à custa de um substancial depósito. 
Tudo bem, ela pensou, num instante de coragem. E isso mesmo que eu quero. 
Aquilo era o melhor que a pequena cidade de Rocky Ford tinha a oferecer e ela não queria inaugurar seu escritório num prédio escondido e fora de mão, que ninguém conhecesse. Trancando a porta com a chave que a corretora Myra Farthing havia lhe emprestado a fim de que desse mais uma olhada no conjunto, Alicia Epstein desceu até o primeiro andar, onde funcionava a pequena imobiliária. 
Entrou diretamente na sala da moça e anunciou, cheia de orgulho: — As salas são minhas, Myra. — Meus parabéns, Alicia. Sente-se, por favor, e va¬mos cuidar da papelada. Mais ou menos meia hora depois. Alicia deixava o prédio e dirigia-se ao estacionamento onde deixara seu carro. Sua conta bancária fora aliviada em mil dólares, deixando seu saldo disponível muito próximo ao ver¬melho, mas não importava. Tinha seu escritório. Agora, tudo o que precisava era da licença para poder advogar no estado de Montana. 
DOWNLOAD
   







Série Made in Montana
1- Montana
2- Pronta para o amor
3- Montana Lovers
4- Montana Christmas