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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Série A Casa Real dos Karedes

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
1- FONTE DO DESEJO





Uma família real dividida por orgulho e sede de poder, reconciliada pela inocência e pela paixão.

A jovem designer de jóias Maria Santos fora a Aristo para receber uma encomenda real.
O frio e calculista príncipe Alexandros Karedes a seduziu, mas se convenceu de que Maria só estava interessada em salvar seu negócio.
Ela jamais seria uma esposa ideal, apesar de ser a amante perfeita.
O que seria necessário para que ele percebesse que estava apaixonado por ela?

"Há muitos anos havia duas ilhas governadas como um único reino: Adamas.
Mas amargas rixas e rivalidades familiares fizeram com que o reino fosse partido em dois.
As ilhas foram governadas separadamente como Aristo e Calista, e o famigerado diamante da coroação, o Stefani, foi dividido como símbolo da discórdia e posto em duas novas coroas.
No entanto, quando o rei repartiu as ilhas entre seu filho e sua filha, ele os deixou com estas palavras:
Vocês governarão cada ilha pelo bem do povo e despertarão o melhor de seus reinos. Mas meu desejo é que em algum momento estas duas jóias, assim como as ilhas, sejam reunidas.
Aristo e Calista são mais bem-sucedidas, mais belas e mais poderosas como uma única nação: Adamas.
Agora, o rei Aegeus Karedes de Aristo está morto, e o diamante da coroação, desaparecido!
Os aristanos farão o que for preciso para recuperá-lo, mas o impiedoso sheik de Calista está em seu encalço.
Seja por meio de sedução, chantagem ou casamento, a jóia deve ser encontrada. Conforme as histórias se desdobram, segredos e pecados do passado são revelados, e o desejo, o amor e a paixão contrariam os deveres da realeza.
Mas quem descobrirá a tempo que a inocência e um coração puro são os principais atributos para reunificar as ilhas de Adamas?"

Capítulo Um

O Príncipe Alexandros Karedes, segundo na linha de sucessão ao trono do Reino de Aristo, detestava esperar.
Na verdade, isso nunca acontecia.
Quem seria tão tolo de deixar um homem como ele esperando?
Seu próprio pai, pensou o príncipe com um suspiro de resignação ao passar pela lareira de mármore, do lado de fora da sala do trono.
O relógio ormulu francês sobre a mesma marcava 18 horas.
Fora informado que o rei o receberia às 17h30, mas Aegeus não era conhecido pela pontualidade, mesmo em se tratando dos filhos.
Alex conhecia muito bem o pai.
Tinha certeza de que aquele atraso era outro modo sutil de lembrar a todos, inclusive à família, que, embora estivesse envelhecendo, ainda era o rei.
E, sem dúvida, a mesma razão que o levara a pedir ao filho que o encontrasse ali, naquele ambiente formal, em vez de na privacidade da residência real.
As coisas eram como eram. Não havia como questionar.
Aegeus governava muito bem o povo de Aristo, mas sempre fora distante quando se tratava da esposa, filhos e filhas.
Alex não tinha problemas quanto a isso.
Quando criança, uma demonstração de afeto, um pouco menos de formalidade poderiam ter significado muito.
Mas não agora. Aos 31 anos de idade, havia construído uma vida de sucesso, trazendo reconhecimento internacional crescente e recursos para o reino.
Não sentia nenhuma necessidade de receber sinais de afeto por parte do pai.
Olhou novamente o relógio.
Embora entendesse a razão para o atraso, ter que esperar era irritante.
E inconveniente.
A reunião com o pai não duraria muito tempo. Sabia por experiências passadas.
Alexandros voltara há pouco tempo de uma viagem de negócios ao Extremo Oriente. Aegeus ia simplesmente querer saber se as coisas tinham ido bem, se novos bancos e empresas se uniriam à impressionante lista já existente em Aristo, mas não desejaria ouvir os detalhes.
Resultados era o que importava. Como eram alcançados, não era pertinente.Isso também não o afetava.
Assim como não precisava de sinais de afeto, também não precisava de tapinhas nas costas.
O problema era que se o rei o mantivesse esperando por mais tempo, chegaria atrasado ao encontro que marcara na cidade.
Não que isso importasse. Sua Ferrari nova conquistaria as estradas estreitas, margeadas por longos precipícios que se debruçavam sobre o mar Mediterrâneo.
E, mesmo se chegasse ao Grand Hotel, em Ellos, após a hora combinada, ela não reclamaria.
Um breve sorriso curvou-lhe os cantos dos lábios.
Para que ser modesto? Saía-se bem em todas as coisas que mais desfrutava.
Mulheres bonitas, carros velozes, bacará, o vasto império empresarial que havia criado em Nova York...

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Série A Casa Real dos Karedes
1- Fonte do Desejo
2- Coração Soberano
3- Esposa Cativa
4- Virgem Proibida
5– Princesa Inocente
6– Futuro do Amor

7– Sedução Cruel - em revisão
8– Servos do Desejo - idem
9 – Alma de Rainha (Um irmão perdido)
10- O Rei Bárbaro
11- O desejo do Sheik