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domingo, 14 de novembro de 2010

Faminto Como o Lobo

SOBRENATURAL
Violet Summers



Claire sabia que era seu dever participar do torneio do acasalamento do Bando dos lobos mutantes no Encontro Anual das Bruxas, e estava resignada a esse fato quando o impensável aconteceu: ela se apaixonou.


Nigel sabia que era seu dever proteger Claire e mantê-la segura de lobos ansiosos até o Torneio, mas ao longo das longas semanas protegendo-a o impensável aconteceu: ele começou a querê-la para si próprio.
Travando uma batalha entre o desejo e o dever com a família, eles devem decidir se lutam pelo seu amor ou obedecem às leis do Bando.

Capítulo Um

Nigel Rhodes se sentou em sua mesa habitual na Cafeteria da Claire com um suspiro resignado. O lugar tinha sido sua casa no último mês e meio.
Uma das garçonetes se insinuou para ele e lhe deu um sorriso atrevido. Ele acenou de volta e abriu sua Revista Time.
A garota colocou uma xícara de café na frente dele que agradeceu sem olhar e continuou a ler.
Ele odiava estar aqui, mas como um integrante do Bando dos Lobos não teve nenhuma escolha. Especialmente considerando-se que seu pai era o Alfa.
Nigel estava à mercê dos caprichos dele.
— Oi, Nigel. Bem na hora, eu vejo. — A voz ligeiramente rouca de Claire Andrews interrompeu seus pensamentos.
— Oi, Claire. — Novamente ele nem se incomodou em olhar para cima. Ele sabia que ela estava lá. Seu cheiro estava por toda parte na pequena loja.
Canela e maçãs, como seu muffin favorito.
Ele gemeu interiormente quando ouviu a cadeira se arrastar no chão indicando que ela iria se sentar.
— Você não está ficando cansado de ser minha babá?
—Você não tem idéia—, ele resmungou. Como ela permaneceu em silêncio, ele continuou. — Thomas quer você protegida.
Meu Alfa manda e eu obedeço—. Ele estava cansado dela fazer aquela mesma pergunta todo dia, e todo dia ele lhe dava a mesma resposta.
— Eu já sou uma garota grande, Nigel. Eu acho que consigo me manter fora de problemas.
Ele ignorou seu tom sarcástico.
— Eu estou certo que você pode, querida, mas você concordou em participar do Torneio do Acasalamento. Todos os possíveis futuros parceiros estão sendo protegidos. — Aqui vamos nós, ele pensou dia diferente, mas o mesmo argumento.
— Eu sou uma bruxa, Nigel.
Nigel fechou a revista, olhando-a finalmente. Ela enrugou seu pequeno e atrevido nariz para ele.
— Sim, mas você é uma bruxa humana. O papai não quer qualquer um dos rapazes bisbilhotando ao seu redor até o solstício, pois se alguém se atrevesse a se aproximar, você não teria força física para afastá-lo—. Ele escondeu seu sorriso quando ela cruzou seus braços embaixo de seus seios fartos e bufou de raiva.