Série Rebeldes Domados
Quando o policial Mitchell King aparece na porta de Tash Buckley afirmando que precisa protegê-la, ela acha que o coração vai parar de bater!
Não por temer estar encrencada, mas porque Mitch é seu ex-namorado… e o único homem que amou na vida. Ele afirma que ela corre perigo, porém, Tash está mais preocupada com o efeito inebriante que ainda exerce sobre ela.
Confinados em uma cabana à beira-mar, a cada minuto que passa se torna impossível para Tash resistir ao desejo por seu sensual guardião.
Capítulo Um
— Sim! — Tash abriu a tampa da máquina de lavar, dobrou uma camiseta e jogou-a na secadora. Em seguida, lançou um short, depois outra camiseta e uma calça. — Ah, sim! — Ela exibiu um largo sorriso. Assim que ligasse a máquina, suas férias iriam começar oficialmente.
Uma semana gloriosa.
Apenas para si mesma.
Ela dançou um pouco. Uma semana! Uma semana inteira.
Uma batida na porta principal a pegou de surpresa no meio da dança e a próxima camiseta passou direto da secadora para o cesto de roupas sujas. Tash se virou para fulminar o cesto.
Não, não, não fique nervosa. Férias. Lembra-se?
Ela deixou escapar um suspiro. Assim que estivesse fora de Sydney poderia continuar com a excitação que quisesse, mas até lá ela não tinha intenção de arruinar sua imagem.
Queixo erguido?
Certo.
Expressão facial entediada?
Certo.
Aos 17 anos ela levava semanas... meses!... Para aperfeiçoar essa atitude particular. Agora poderia fazer isso à vontade.
Tash desceu o corredor, determinada a se livrar de quem quer que estivesse do outro lado da porta o mais rápido possível. Abrindo a porta, ela lançou um olhar para a figura esboçada do outro lado da tela e tudo pareceu parar... Seus pés, sua mente, seu humor de férias. Um grito começou a ecoar em sua mente. O ar pressionava seus pulmões... quente, seco e sufocante.
Ela engoliu a saliva para emudecer o grito e cruzou os braços para esconder a forma com que suas mãos começaram a tremer devido à adrenalina que havia invadido seu corpo. Cada músculo do seu estômago se apertou até doer.
Mitch King.
Oficial Mitchell King a fitou de volta como se fosse algum guerreiro sagrado. Do topo do cabelo louro até a ponta das botas. Mesmo sem o uniforme era como se estivesse vestindo um. Tudo sobre ele gritava herói... A forte mandíbula, os dentes alvos e o azul dos olhos. Um homem em uma missão. Um homem que sabia o certo e o errado.
Tash não estendeu o braço para abrir a tela. Ela não quebrou o silêncio.
— Posso entrar? — finalmente indagou.
Erguendo uma sobrancelha, ela recostou um dos ombros contra a parede.
— Está aqui para me prender?
Os olhos dele se estreitaram. O estômago dela continuava se contraindo.
— Claro que não.
— Não achei que pudesse.
Ela começou a fechar a porta. Ele manteve a voz calma.
— Não foi bem uma pergunta, Tash. Se fechar a porta no meu rosto, vou abrir à força.
Ela não duvidava disso nem por um único momento. Até onde ela conhecia o oficial Mitchell King, os fins sempre justificavam os meios. Ninguém chegava perto da frieza dele.
Sem uma palavra, ela abriu a porta de tela e depois se virou e caminhou até a cozinha. Ela acrescentou um leve oscilar de quadris porque era mais digno do que baixar a cabeça. E porque sem o seu usual uniforme jeans e as botas ela se sentia vulnerável. Um oscilar de quadris distraía a maioria dos homens.
Não que Mitch King fosse a maioria dos homens.
Capítulo Um
— Sim! — Tash abriu a tampa da máquina de lavar, dobrou uma camiseta e jogou-a na secadora. Em seguida, lançou um short, depois outra camiseta e uma calça. — Ah, sim! — Ela exibiu um largo sorriso. Assim que ligasse a máquina, suas férias iriam começar oficialmente.
Uma semana gloriosa.
Apenas para si mesma.
Ela dançou um pouco. Uma semana! Uma semana inteira.
Uma batida na porta principal a pegou de surpresa no meio da dança e a próxima camiseta passou direto da secadora para o cesto de roupas sujas. Tash se virou para fulminar o cesto.
Não, não, não fique nervosa. Férias. Lembra-se?
Ela deixou escapar um suspiro. Assim que estivesse fora de Sydney poderia continuar com a excitação que quisesse, mas até lá ela não tinha intenção de arruinar sua imagem.
Queixo erguido?
Certo.
Expressão facial entediada?
Certo.
Aos 17 anos ela levava semanas... meses!... Para aperfeiçoar essa atitude particular. Agora poderia fazer isso à vontade.
Tash desceu o corredor, determinada a se livrar de quem quer que estivesse do outro lado da porta o mais rápido possível. Abrindo a porta, ela lançou um olhar para a figura esboçada do outro lado da tela e tudo pareceu parar... Seus pés, sua mente, seu humor de férias. Um grito começou a ecoar em sua mente. O ar pressionava seus pulmões... quente, seco e sufocante.
Ela engoliu a saliva para emudecer o grito e cruzou os braços para esconder a forma com que suas mãos começaram a tremer devido à adrenalina que havia invadido seu corpo. Cada músculo do seu estômago se apertou até doer.
Mitch King.
Oficial Mitchell King a fitou de volta como se fosse algum guerreiro sagrado. Do topo do cabelo louro até a ponta das botas. Mesmo sem o uniforme era como se estivesse vestindo um. Tudo sobre ele gritava herói... A forte mandíbula, os dentes alvos e o azul dos olhos. Um homem em uma missão. Um homem que sabia o certo e o errado.
Tash não estendeu o braço para abrir a tela. Ela não quebrou o silêncio.
— Posso entrar? — finalmente indagou.
Erguendo uma sobrancelha, ela recostou um dos ombros contra a parede.
— Está aqui para me prender?
Os olhos dele se estreitaram. O estômago dela continuava se contraindo.
— Claro que não.
— Não achei que pudesse.
Ela começou a fechar a porta. Ele manteve a voz calma.
— Não foi bem uma pergunta, Tash. Se fechar a porta no meu rosto, vou abrir à força.
Ela não duvidava disso nem por um único momento. Até onde ela conhecia o oficial Mitchell King, os fins sempre justificavam os meios. Ninguém chegava perto da frieza dele.
Sem uma palavra, ela abriu a porta de tela e depois se virou e caminhou até a cozinha. Ela acrescentou um leve oscilar de quadris porque era mais digno do que baixar a cabeça. E porque sem o seu usual uniforme jeans e as botas ela se sentia vulnerável. Um oscilar de quadris distraía a maioria dos homens.
Não que Mitch King fosse a maioria dos homens.

Série Rebeldes Domados
1- Cultivando o Amor
2- Despertando a Paixão

