Mostrando postagens com marcador Contrato de casamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Contrato de casamento. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Contrato de Casamento

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

A Carlee Miller não importava que seu bebê fosse herdar uma fortuna, só queria um filho a quem amar. 

Mas depois do erro cometido pelo banco de esperma, encontrou-se com advogados que reclamavam a custódia do herdeiro.E então apareceu o pai em questão.
O fato de que Hall Ward fosse sexy, também multimilionário, não implicava que Carlee devesse casar-se com ele. Mas os homens ricos podiam ser muito convincentes. E uma vez que Carlee se converteu em sua esposa, descobriu que ficava muito difícil negar qualquer coisa ao seu encantador marido...

Capítulo Um

20 de Junho de 1997.
Senhor Harlan de Vouvray Ward IV Mansão de Vouvray.
Cantabria, Califórnia.

Estimado senhor de Vouvray Ward:
Sentimos enormemente comunicar-lhe que, devido a circunstâncias imprevistas, o esperma que entregou em depósito no Cyberfuturo em 01 de Maio deste ano, foi utilizado por erro num procedimento de inseminação nesse mesmo dia, procedimento que aconteceu sem a sua autorização.
A receptora é uma cliente cujo marido falecido tinha deixado seu esperma em depósito conosco. Por uma desafortunada confusão, seu esperma foi utilizado na inseminação em lugar do de seu esposo falecido.
Apressamo-nos a assegurar-lhe que sua intimidade não foi violada. Tomaremos todas as medidas necessárias para que você fique livre de toda responsabilidade legal, caso a inseminação dê lugar a uma gravidez. Todos os dados sobre sua pessoa seguirão sendo confidenciais, salvo os que afetem à saúde das pessoas. Temos a suspeita de que o RH pode ter relevância neste caso.
Sentimos profundamente esta situação e esperamos que não lhe perturbe em excesso. Tenha por certo que Cyberfuturo continuará oferecendo-lhe o serviço mais eficiente e profissional.
Agradecendo-lhe de novo seu entendimento neste assunto, despede-se atenciosamente,
G. Edgard Bloomer, Diretor dos Laboratórios Cyberfuturo.
PS: Peço-lhe que apareça quando lhe convenha ao laboratório para fazer um novo depósito.
Hal Ward começou a rir. O sol estava pleno e a luz brilhando sobre seus cachos loiros e sobre as pestanas mais escuras lhe dava o aspecto de um anjo pintado por um maestro renascentista.
Uma impressão, recordou George McCord, absolutamente errônea. Um demônio o definiria muito melhor.
— Não tem nenhuma graça — disse severamente. Quase nunca via em pessoa o neto de seu cliente, mas tinha esperado que a carta de Cyberfuturo acalmaria o espírito caprichoso do último herdeiro da casa Vouvray Ward.
— E daí?

 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Contrato De Casamento

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Mulheres Ousadas 







Ela teria coragem de questionar os termos do contrato?

Ariston Spiridakou tinha apenas uma razão para se casar com Chloe: ele precisava de uma esposa dócil e que lhe desse um herdeiro.
Três anos já haviam se passado, e além de Chloe estar longe de ser a perfeita esposa grega, ela expulsou Ariston de sua vida com sua rebeldia...
Mas, para seu desespero, Chloe se vê subjugada aos caprichos dele.
Para ajudá-la ele cobra um preço alto: Ariston somente irá considerar o pedido de Chloe depois que ela voltar para a cama dele...
E engravidar de seu herdeiro!


Capítulo Um

Mesmo com o tailleur de grife, Chloe Spiridakous sentiu-se um peixe fora d’água na sala de espera do sofisticado escritório do ex-marido. Assim como seu casamento, a saia e o blazer clássicos de tweed rosa já tinham dois anos e não lhe serviam mais como antes. 
O estresse e a dor haviam cobrado seu preço e lhe roubado quilos que ela não podia ter perdido.
Nunca tivera uma relação muito saudável com a comida, mas, após deixar a Grécia, fora quase impossível para ela se obrigar a comer. Em alguns dias, simplesmente não pusera na¬da na boca.
Mas Rhea acabara por intervir, salvando sua vida.
E ela não iria abandonar a irmã naquele momento. Não importava o quanto aquele encontro fosse difícil. Não importava o quanto se sentisse mal preparada para lidar com o ex-marido outra vez.
Mas, sem dúvida, não ajudava em nada sentir-se desconfortável e pouco atraente. 
Não bastasse estar magra ao extremo, também quase não dormira desde que aquela reunião fora marcada. 
As sombras escuras que levava sob os olhos eram a prova disso.
Não que Ariston fosse notar seu estado. O simples fato de ele ter concordado em recebê-la já era difícil de compreender.
Chloe teve a nítida sensação de que, de alguma forma, sua irmã se equivocara. 
Ariston não fizera um só movimento para contatá-la desde o dia em que ela havia desistido de seu casamento. 
Ele nem sequer perguntara por que ela fizera aquilo.
Mas isso era de se esperar de uma relação que se alternava entre uma paixão tórrida e uma enorme distância emocional. 
Seu marido costumava ser atencioso à sua maneira, um pouco instável às vezes, e um amante incrível... Porém, mantinha seus sentimentos guardados a sete chaves. Ponto.
Chloe suspirou. Estava com a horrível impressão de que a secretária dele, Jean, havia marcado aquele encontro para Ariston e, de algum modo, se esquecido de mencionar que era com ela. 
E não parecia nem um pouco ansiosa por ser expulsa daquele escritório quando ele se percebesse isso.
Controlando o impulso de sair correndo, esfregou as palmas das mãos úmidas no tweed rosa da saia. Depois de tudo, estivera certa de que nunca mais iria vê-lo novamente, não importando o quanto ainda desejasse isso.
E, no entanto, ali estava ela. Esperando na saleta de Ariston e sentindo-se prestes a vomitar ou correr.
— Sra. Spiridakous?
— Sim? — Chloe se pôs de pé ao primeiro som da voz de Jean, engolindo em seco.
— O Sr. Spiridakous vai vê-la agora. — Jean sorriu calorosa, ostentando uma expressão que devia reservar para pessoas que importavam para Ariston.
Longe de se sentir uma delas, Chloe se obrigou a devolver o sorriso.
— Obrigada.
Eram apenas alguns metros até as portas duplas que levavam ao santuário de Ariston. 
O tempo que ela levou para atravessar o carpete, entretanto, pareceu curto e ao mesmo tempo longo demais, em consonância com as batidas desencontradas de seu coração e o turbilhão de pensamentos que a assolava.
A velha senhora abriu a porta do lado esquerdo e a incitou a entrar com outro sorriso encorajador.
Chloe quis agradecer outra vez pelo sorriso e pela simpatia nos olhos da mulher, mas não conseguiu fazer a garganta funcionar. 
Então acenou com a cabeça antes de se voltar para os domínios de seu ex-marido. 
Seria mais fácil manter a compostura caso se concentrasse no ambiente, e não em seu ocupante.
O escritório de Ariston em Nova York continuava exatamente como ela se lembrava.
DOWNLOAD








Série Mulheres Ousadas
Contrato de Casamento
O Domínio no Sheik

sábado, 3 de dezembro de 2011

Contrato De Casamento

ROMANCE CONTEMPORÂNEO





Janis acabou de se despir devagar e quando se virou, estremeceu.

— Perry! - Há quanto tempo ele estaria ali parado?
Será que...?
A garganta de Janis ficou seca e seu coração disparou.

No estranho contrato de casamento celebrado entre os dois, uma das regras principais era não haver aproximação física entre eles.
Agora, a presença de Perry ali, observando-a friamente, a enlouquecia.
Ela já amava aquele homem duro e frio, mas não queria uma primeira noite de amor forçada e violenta.
Deu alguns passos para trás, empalidecendo, à medida que ele avançava com uma expressão selvagem no olhar que ela jamais vira antes...

Capítulo Um

Janis não chegou a ver o carro, pois cruzava a rua com a cabeça baixa, absorta em pensamentos.
Mas sentiu a dor lancinante e, segundos depois, os braços fortes do motorista irado que a colocava dentro do carro, ao mesmo tempo que lançava um olhar irritado à multidão que se formou rapidamente.
Era hora do rush em Chester, e o trânsito fluía lento.
Assustada, Janis perguntou para onde iam.
— Para o hospital - foi a resposta seca e breve.
Tentou examinar o rosto dele com maior precisão, mas o que via era um perfil austero e um maxilar duro e proeminente, que lhe dava um aspecto quase cruel.
Janis queria se desculpar, mas faltava-lhe coragem de enfrentar o visível mau humor do motorista.
Toda vez que brecava, xingava baixinho, dando a impressão de que algo estava errado com o carro.
Entretanto, logo chegaram ao hospital e Janis foi colocada sob os cuidados de uma enfermeira.
Uma hora mais tarde, com os ferimentos tratados, o médico lhe disse que podia ir para casa.
— Para casa? - Esse pensamento a assustou.
— Queria saber se… - mas o médico já tinha saído do quarto e, instantes depois, ouviu sua voz no corredor.
— Ela vai ficar boa. O ferimento da perna não é sério, mas é claro que vai ter que repousar por algum tempo. Queria vê-la na segunda-feira. Providencie que ela fique de cama até lá.
— Eu acho que o senhor não está entendendo bem. - a voz pausada era decidida e autoritária e tinha um quê de arrogância, que fez Janis franzir a testa de leve.
— O senhor quer dizer que eu devo levá-la embora do hospital?
— Exatamente.

DOWNLOAD