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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Série Os Instrumentos Mortais

1- Cidade dos Ossos
ROMANCE SOBRENATURAL 




























Capítulo Um

Pandemonium
Declínio à escuridão “Você deve que estar brincando comigo,” disse o porteiro, dobrando seus braços em torno de seu enorme peito.
Ele olhou para o garoto numa jaqueta vermelha de zíper e esfregou sua cabeça raspada.
“Você não pode trazer isso para cá.”
Os cinquenta ou mais adolescentes na fila do lado de fora do Clube Pandemonium se inclinaram em direção para escutar.
Era uma longa espera para entrar no clube de todas as idades, especialmente em um domingo, e não muito geralmente acontecia em fila.
Os porteiros eram ferozes e iam para cima instantaneamente em qualquer um que parecia que iam começar uma encrenca.
Clary Fray de quinze anos em pé na fila com o seu melhor amigo, Simon, inclinado em direção junto como todo mundo, esperando por alguma coisa excitante.
“Ah, vamos lá.” O garoto elevou a coisa acima de sua cabeça.
Era parecido com uma trave de madeira, apontada no fim. “Isso é parte da minha fantasia” O porteiro levantou uma sobrancelha:
“Qual é?” O garoto sorriu. Ele parecia suficientemente normal.
Clary pensou, para o Pandemonium.
Ele tinha cabelo pintado num azul elétrico preso ao redor de sua cabeça como os tentáculos saindo de um polvo, sem nenhuma elaborada tatuagem facial ou grandes barras de metal atravessando suas orelhas ou lábios.
“Eu sou um caçador de vampiros”
Ele empurrou para baixo sua coisa de madeira. Aquilo flexionou tão facilmente quanto uma lâmina de grama curvando nos lados.
“É falso. Espuma de borracha. Tá vendo?”
Os enormes olhos do menino estavam muito brilhantes com o verde.
Clary notou: uma cor anticongelante, grama de primavera. Lentes de contato coloridas, provavelmente.
O porteiro encolheu os ombros, abruptamente entediado.“Tanto faz, entre.”
O menino deslizou passando por ele, rápido quanto uma enguia.
Clary gostou do ritmo dos seus ombros, o jeito como ele arremessou seus cabelos enquanto ele entrava.
Havia uma palavra para ele que sua mãe teria usado - negligente.
“Você pensou que ele era uma graça,” Simon disse, soando resignado.“Não pensou?” Clary empurrou seu cotovelo nas costelas dele, mas não respondeu.
Lá dentro, o clube estava cheio de fumaça de gelo seco.
Luzes coloridas tocavam a pista de dança, tornando ela um multicolorido reino das fadas com azuis e verdes ácidos, quentes rosas e dourados.

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2- Cidade das Cinzas



Eu conheço suas ruas, doce cidade.

Eu conheço os demônios e anjos que se agrupam e empoleiram-se em seus ramos como pássaros.
Eu conheço você, rio, como se você florescesse através do meu coração.
Eu sou sua filha guerreira.
Há letras feitas de seu corpo como uma fonte é feita de água .
Há as linguagens de coisas que você é o projeto e enquanto nós falamos deles a cidade levanta.

Capítulo Um

Uma temporada no inferno
Eu acredito que estou no inferno, portanto estou nele.
Arthur Rimbaud
“Você ainda está bravo?”
Alec, se encostando contra a parede do elevador, olhou através do pequeno espaço
para Jace. “Eu não estou com raiva.”
“Ah, sim, você está.” Jace gesticulou acusadoramente para seu meio-irmão, então
gemeu enquanto a dor acertava acima de seu braço.
Cada parte dele doía desde a queda
que ele teve naquela tarde quando ele tinha se deixado cair de três andares através da madeira apodrecida e sobre uma pilha de metais. Até seus dedos estavam machucados.
Alec, que tinha recentemente colocado de lado as muletas que ele tinha utilizado depois de sua luta com o Abbadon, não parecia muito melhor do que Jace sentia.
Suas roupas estavam cobertas com lama e seu cabelo pendurado escorrido, em suadas tiras. Havia um longo corte do lado de sua bochecha.
“Eu não estou,” Alec disse, através de seus dentes.“Só porque você disse que dragões demônios estavam extintos...”
“Eu disse a maioria extinta.”
Alec mostrou um dedo em direção a ele.“Maioria extinta,” ele disse, sua voz tremendo com raiva, “é não o suficiente extinta”.
“Tô vendo,”Jace disse.“Eu terei que mudar a definição no livro de textos de demonologia o ‘quase extinto’ para ‘não extinto o suficiente para Alec.
Ele prefere seus monstros realmente, realmente extintos.
Isso vai te fazer feliz?”
“Meninos, meninos,” Isabelle disse, que estava examinando o seu rosto na parede es-
pelhada do elevador. “Não briguem.”
Ela se virou se afastando do vidro com um sorriso luminoso.
“Tudo bem, isso foi só um pouco mais de ação do que nós esperávamos, mas eu acho que foi divertido.”
Alec olhou para ela e balançou a cabeça. "Como é que você consegue nunca ter lama em você?" Isabelle encolheu os ombros filosoficamente.
"Eu sou pura de coração. Isso repele a sujeira.

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3- Cidade do Vidro
























Capítulo Um

O portal A onda de frio da semana anterior tinha acabado; o sol estava raiando brilhantemente
enquanto Clary se apressava através do empoeirado quintal da frente de Luke, o capuz de sua jaqueta para cima mantinha seu cabelo de soprar através de seu rosto.
O tempo poderia estar quente, mas o vento do East River ainda podia ser brutal.
Ele se carregava com um
fraco cheiro químico, misturado com o cheiro de asfalto do Brooklyn, gasolina, e açúcar queimado vindo da fábrica abandonada abaixo na rua.
Simon estava esperando por ela na varanda da frente, esparramado na poltrona quebrada.
Ele tinha seu DS balançando em seus joelhos em jeans azul e estava apertando aquilo
habilidosamente com a caneta. “Ponto,” ele disse enquanto ela vinha pelos degraus.” Estou chutando a bunda do Mario Kart.”
Clary empurrou seu capuz para trás, balançando o cabelo fora de seus olhos, e tateando seu bolso por suas chaves.” Onde você estava? Eu estive te ligando a manhã toda.”
Simon ficou em seus pés, impulsionando o retângulo piscante dentro de sua mochila.
”Eu estava no Eric. Ensaio da banda.”
Clary parou de sacudir a chave na fechadura – ela sempre prendia – tempo suficiente para
fazer uma careta para ele. “Ensaio da banda? Você quer dizer que você ainda está....”
“Na banda? Por que eu não estaria?” Ele se aproximou em torno dela.”Aqui, deixe eu fazer isso.”
Clary ficou em pé enquanto Simon habilmente torcia a chave apenas a quantia certa de
pressão, fazendo a teimosa fechadura velha saltar aberta.
As mãos dele roçaram as dela; sua pele era fria, a temperatura do ar lá fora. Ela estremeceu um pouco.
Eles tinha terminado sua tentativa de um relacionamento romântico na semana passada, e ela ainda se sentia confusa toda vez que ela o via.
“Obrigada,” Ela tomou a chave de volta sem olhar para ele.

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4- Cidade dos Anjos Caídos














Existem enfermidades que andam nas trevas, e há anjos exterminadores que voam envoltos em cortinas de imaterialidade e numa natureza incomunicável; a quem nós não podemos ver, mas nós sentimos sua força e prostramos sob suas espadas. 


Capítulo Um 

“Só Café, por favor”
A garçonete levantou suas sobrancelhas desenhadas a lápis. 
“Você não quer nada para comer?”, ela perguntou.
 Seu sotaque era forte, sua atitude desapontada. 
Simon Lewis não podia culpá-la, ela tinha estado, provavelmente, esperando por uma gorjeta melhor, do que a de uma que ela ia receber por uma única xícara de café. 
Mas não era sua culpa que vampiros não comessem. 
Às vezes, em restaurantes, ele pedia comida, só para manter a aparência de normalidade, mas em uma noite de Terça, quando Veselka estava quase vazio de outros clientes, não parecia valer a pena o incômodo. 
“Só café.” Com um encolher de ombros a garçonete tomou o menu plastificado e foi ordenar seu pedido. Simon sentou-se contra a cadeira dura de plástico e olhou ao redor. 
Veselka, um restaurante na esquina da Ninth Street e Second Avenue, era um de seus lugares favoritos na Lower East Side — uma antiga vizinhança coberta por murais preto e branco, onde eles deixavam você se sentar o dia todo desde que você pedisse café em intervalos de meia hora. 
Eles também serviam o que tinha sido uma vez seus pierogi vegetariano e borscht favoritos, mas aqueles dias ficaram para trás. 
Era o meio de Outubro, e eles tinham acabado de montar suas decorações de Halloween — um aviso oscilante que dizia Travessuras-ou-Borscht! — e um falso vampiro de papelão chamado Conde Blintzula. Há muito tempo atrás Simon e Clary tinham achado as decorações bregas do feriado engraçadas, mas o Conde, com suas presas falsas e capa preta, não mais divertiam Simon. Simon olhou em direção a janela. Era uma noite fria, e o vento estava soprando folhas através da Second Avenue como punhados de confetes jogados.
 Havia uma garota caminhando na rua, uma garota em um casaco justo, com longos cabelos pretos que esvoaçavam ao vento. As pessoas se viravam para observá-la enquanto ela caminhava. 
Simon tinha olhado para garotas como aquela antes no passado, imaginando onde elas estavam indo, quem elas estavam se encontrando. 
Não caras como ele, ele sabia disso muito bem. Exceto que esta estava. 
A sineta da porta da frente do restaurante tocou, enquanto a porta se abria, e Isabelle Lightwood entrava. Ela sorriu quando ela viu Simon, e veio em direção a ele, retirando seu casaco e o dobrando nas costas da cadeira, antes que ela se sentasse. 
Sob o casaco ela vestia o que Clary chamava de “típico trajes Isabelle” 








Série Os Instrumentos Mortais
1- Cidade dos Ossos
2- Cidade das Cinzas
3- Cidade de Vidro
4- Cidades dos Anjos Caídos

5- 6- não traduzido por fãs
Série Concluída