O medo de Allie era que Dal partisse sem dizer adeus…
Seu nome era Dal. Apenas Dal.
O caubói taciturno e enigmático chegou em busca de trabalho e, para Allie Pearson, a proprietária do rancho, foi uma verdadeira dádiva dos céus.
Dal não pretendia fixar-se em lugar algum.
Apenas ajudaria Allie por um tempo antes que descobrissem seu passado.
E antes que a atração que sentia por aquela mulher adorável o envolvesse por completo.
Não desejaria enfrentar o olhar de Allie quando soubesse do segredo que guardava…
Seu nome era Dal. Apenas Dal.
O caubói taciturno e enigmático chegou em busca de trabalho e, para Allie Pearson, a proprietária do rancho, foi uma verdadeira dádiva dos céus.
Dal não pretendia fixar-se em lugar algum.
Apenas ajudaria Allie por um tempo antes que descobrissem seu passado.
E antes que a atração que sentia por aquela mulher adorável o envolvesse por completo.
Não desejaria enfrentar o olhar de Allie quando soubesse do segredo que guardava…
Capítulo Um
O caubói vinha do Oeste.
Os últimos raios de sol queimavam suas costas, forçando Allie Pearson a proteger os olhos com a mão para vê-lo.
O homem moreno, de cabelos escuros, montado num cavalo majestoso, parecia não ter pressa para chegar até o portão de entrada do pequeno Texas Panhandle Ranch.
Allie esperava com paciência. Não o conhecia, nunca o vira antes.
Poderia ser um vendedor, um viajante perdido buscando informações ou até mesmo um ladrão de gado. Não.
Era um peão. Allie reconhecia pela postura. E vinha em busca de emprego.
A intuição feminina lhe assegurava que o homem montado na sela, com tanta elegância, representava a solução para todos os seus problemas.
Mesmo à distância, Allie já notava os ombros largos, as mãos grandes segurando as rédeas e as pernas musculosas do desconhecido.
Não importava que se tratava de um homem bonito, com o rosto bronzeado, anguloso e olhos verdes. O que realmente contava era que tinha diante de si um homem alto e forte, portanto, capaz de lidar não só com o trabalho do rancho como também do gado.
Observando-o com atenção, notou o chapéu Stetson, surrado pelos inúmeros invernos e verões que, provavelmente, já enfrentara e os jeans desbotados.
— Senhora. — O homem parou junto ao portão tocando a aba do chapéu com a mão.
— Procura trabalho?
— Sim. — Olhou ao redor e Allie sentiu-se humilhada ao perceber que o desconhecido examinava o estado precário do rancho.
— Não posso pagar muito — antecipou.
— Porém, ofereço as refeições e o alojamento. Preciso de alguém disposto a trabalhar, pois há muito serviço aqui.
Avaliou-a por inteiro, de um modo que a perturbou. Sabia que sua aparência não era das melhores.
Velhas calças jeans, camiseta, os longos cabelos louros trançados.
Encarou-o com ar autoritário. Outrora, levara uma vida despreocupada e, embora continuasse uma mulher alegre e sempre bem-humorada, não podia mais se dar ao luxo de fugir das responsabilidades.
— Coloque seu cavalo na cocheira. Há água, feno e capim. Depois, venha até a cozinha, que o jantar está quase pronto. — Sem despedir-se, entrou em casa.
— Senhora?
— Sim? — Voltou-se, tocando a fivela de prata do cinto, o único objeto de real valor que lhe restara.
— Meu nome é Dal.
— Dal…?
— Somente Dal. E o seu?
— Allie Pearson. Vou preparar o jantar. — Apressada, entrou e o som dos saltos das botas ecoaram no assoalho da casa.
Os últimos raios de sol queimavam suas costas, forçando Allie Pearson a proteger os olhos com a mão para vê-lo.
O homem moreno, de cabelos escuros, montado num cavalo majestoso, parecia não ter pressa para chegar até o portão de entrada do pequeno Texas Panhandle Ranch.
Allie esperava com paciência. Não o conhecia, nunca o vira antes.
Poderia ser um vendedor, um viajante perdido buscando informações ou até mesmo um ladrão de gado. Não.
Era um peão. Allie reconhecia pela postura. E vinha em busca de emprego.
A intuição feminina lhe assegurava que o homem montado na sela, com tanta elegância, representava a solução para todos os seus problemas.
Mesmo à distância, Allie já notava os ombros largos, as mãos grandes segurando as rédeas e as pernas musculosas do desconhecido.
Não importava que se tratava de um homem bonito, com o rosto bronzeado, anguloso e olhos verdes. O que realmente contava era que tinha diante de si um homem alto e forte, portanto, capaz de lidar não só com o trabalho do rancho como também do gado.
Observando-o com atenção, notou o chapéu Stetson, surrado pelos inúmeros invernos e verões que, provavelmente, já enfrentara e os jeans desbotados.
— Senhora. — O homem parou junto ao portão tocando a aba do chapéu com a mão.
— Procura trabalho?
— Sim. — Olhou ao redor e Allie sentiu-se humilhada ao perceber que o desconhecido examinava o estado precário do rancho.
— Não posso pagar muito — antecipou.
— Porém, ofereço as refeições e o alojamento. Preciso de alguém disposto a trabalhar, pois há muito serviço aqui.
Avaliou-a por inteiro, de um modo que a perturbou. Sabia que sua aparência não era das melhores.
Velhas calças jeans, camiseta, os longos cabelos louros trançados.
Encarou-o com ar autoritário. Outrora, levara uma vida despreocupada e, embora continuasse uma mulher alegre e sempre bem-humorada, não podia mais se dar ao luxo de fugir das responsabilidades.
— Coloque seu cavalo na cocheira. Há água, feno e capim. Depois, venha até a cozinha, que o jantar está quase pronto. — Sem despedir-se, entrou em casa.
— Senhora?
— Sim? — Voltou-se, tocando a fivela de prata do cinto, o único objeto de real valor que lhe restara.
— Meu nome é Dal.
— Dal…?
— Somente Dal. E o seu?
— Allie Pearson. Vou preparar o jantar. — Apressada, entrou e o som dos saltos das botas ecoaram no assoalho da casa.
