Os Irmãos de Buckhorn

Sawyer, Morgan, Gabe e Jordan são os homens mais desejados de Buckhorn, Kentucky.
Mas quando entra em cena Casey, o filho de Sawyer, só se pode dizer uma coisa: tal pai, tal filho...
Emma Clark está de volta a Buckhorn. Durante a adolescência, fora a garota do cabelo descolorido, supermaquiada e de péssima reputação.
Emma tentara de tudo para seduzir Casey Hudson, o menino mais bonito da cidade e a única pessoa que parecia realmente se importar com ela.
Fora muito difícil para Casey resistir a Emma.
Mas agora, oito anos depois, era impossível não ceder à tentação.
Porém, Emma se tornara uma mulher madura, encantadora e de sutil sensualidade. rpreendentemente, dessa vez, ela se empenhava em mantê-lo a distância.
Só restava a Casey convencê-la de que sua atração não era apenas um resquício do desejo adolescente, e sim um amor verdadeiro por uma mulher real...
Capítulo Um
Enfurecido e sem saber o que planejava fazer, Casey avançou para a frente. Antes de chegar até Dell, Sawyer o segurou pelo braço e o puxou.
— Vá com calma, Case.
Emma cobriu a boca com a mão trêmula, chorando, embora tentasse se controlar.
Presa pelo aperto firme do pai, lutou para se afastar alguns centímetros. Não olhava para nenhum deles.
Tinha os ombros estreitos curvados pelo embaraço e, talvez, pela dor. Casey sentiu o coração partido e se inflamou.
Os lindos olhos castanhos da jovem, sempre tão calorosos e sensuais, aparentavam abatimento, delineados por uma maquiagem arruinada e inchados pelas lágrimas. Havia um hematoma em sua bochecha, apenas visível sob o brilho da luz da varanda.
Sentiu-se estirado o suficiente para romper com uma espécie de ultraje animalesco, que lutava para se libertar, como jamais experimentara antes. Todas as noites, pensava em ver Emma novamente e, todas as noites, dizia a si mesmo para esquecê-la. Nem uma vez lhe passara pela cabeça vê-la daquele jeito.
A raiva quase embaçou sua visão ao ouvi-la soluçar e enxugar os olhos com a mão trêmula.
Com violência desnecessária, o pai a empurrou para a frente. Ela tropeçou na ampla varanda, endireitando-se e virando-se de costas para Casey. Sem uma palavra, segurou no parapeito, olhando para fora, para o pátio iluminado pela lua. Sua respiração devastada era audível além dos sons da noite, do vento, dos grilos e do farfalhar da vegetação.
— Sabe o que o seu maldito filho fez? — exigiu Dell. Casey sentiu Sawyer fitá-lo, mas ignorou a pergunta não formulada e, em vez disso, caminhou até Emma, segurou-a pelo braço e a puxou para si.
Não importava por que ela estava ali, queria abraçá-la e dizer-lhe que tudo ficaria bem. Dando-lhe as costas, Emma se afastou, murmurando um pedido de desculpas, repetidas vezes.
Casey percebeu que a noite estava fria e, enquanto Dell usava um casaco, a filha vestia apenas camiseta e calça jeans, como se tivesse sido arrancada de casa, sem ter tempo de pegar um agasalho.
E já que ele estava sem camisa, não podia lhe oferecer nada.
Tentou parar de pensar para descobrir o que fazer, mas não conseguia fazer o cérebro parar de trabalhar. Sentia-se enraizado ao chão, incapaz de desviar o olhar dela.
Emma precisava de ajuda. Honey chegou à mesma conclusão.
— Por que não entramos e conversamos?
Parecendo horrorizada com aquela proposição, Emma recuou.
— Não. Não é...
— Fique quieta, menina!
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Os Irmãos de Buckhorn
1. Sawyer
2. Morgan
3. Gabe
4. Jordan
5. Casey 5. Enticing: Casey / Caught in the Act