Procura-se marido!
O anúncio fora publicado.
Ela entrevistara os candidatos.
Jennifer Sancroft estava quase escolhendo o marido que a ajudaria a garantir uma promoção de vital importância.
Entretanto, quando conheceu Cole Barringer, todos os candidatos em potencial perderam o brilho em comparação àquele solteiro irresistivelmente sexy.
A solução era óbvia... Cole não aprovava de jeito nenhum o plano maluco de Jennifer!
Casar-se por conveniência em vez de por amor? Inadmissível!
Mas então... como explicar a presença de Cole no altar, esperando pela noiva?!
Capítulo Um
O que chamou a atenção de Jennifer Sancroft... e lhe roubou o fôlego... não foi a espetacular vista do golfo do México, no litoral texano.
Foi a vigorosa ondulação nos músculos nas costas e ombros do estranho, mesmo a vários metros de distância.
Ela notou-o de imediato. Alto, bronzeado e sem camisa, ele pintava de branco uma cerca baixa que separava um gramado bem-cuidado de uma praia esplêndida.
Obrigando-se a desviar o olhar do atraente homem, Jen desligou o motor do carro de aluguel. Somente, então, a mente permitindo-lhe avaliar com clareza a complicação representada por ele. — Como poderei fazer entrevistas discretas para marido com um pintor sexy zanzado ao redor? Ruthie Tuttle, assistente de Jen, abriu a porta do carro e já estava saindo, mas quando lhe ouviu o comentário abafado, tornou a entrar e virou-se para fitá-la.
— Disse alguma coisa, chefe?
Jen sacudiu a cabeça. — Não, eu só estava pensando em voz alta. — Indicou o homem sem camisa mais ao longe.
— Espero que ele só tenha sido contratado para o fim de semana. Não preciso de ninguém afugentando meus candidatos.
Ruthie olhou na direção que a chefe apontara, a expressão séria dando lugar a uma de curiosidade e, então, de fascínio. Seus lábios se entreabriram num silencioso "oh" que disse tudo. — Ora, ora... — disse ela, enfim, com um amplo sorriso. — Ruthie! Você tem um marido perfeitamente bom. Pare de babar!
Ruthie limpou a garganta, os olhos azuis virando-se para a chefe.
— Só porque estou amarrada à cerca, não significa que não posso latir! — Tornou a observar o pintor, seu olhar demorado.
— Bem, ele deve ser um encarregado da manutenção, ou algo assim.
Uma onda de exasperação tomava conta de Jen.
Não contara com a possibilidade de haver mais alguém ali quando alugara a casa de veraneio.
E tudo o que sabia agora era que o homem seria um empecilho para seus, planos.
Por que as coisas nunca podiam transcorrer tranquilamente?, pensou com um suspiro.
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