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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Segredo de Família

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Nove meses de escândalo nupcial! 
Nico Eliades está de volta à idílica ilha grega de Xanos para desvendar um segredo de família há muito tempo enterrado. Ele não pode deixar de notar uma noiva sentada nas escadas de seu hotel com um desgrenhado vestido. 
O casamento de Constantine terminara antes mesmo de começar e, após tanta humilhação, ela só precisava sentir-se desejada. 
Nos braços de Nico, Constantine vive uma ardente paixão. Porém, basta uma noite para trazer mais do que desonra a ela e sua família... 
Constantine não tem outra escolha senão fazer uma grande revelação a Nico, ainda que temendo muito... 



Capítulo Um 

Talvez ele devesse ter ligado. Com o carro entrando na garagem de seus pais, Nico Eliades se perguntava o que fazia ali. Mas um negócio em Atenas havia sido fechado antes do esperado, o hotel que queria comprar era, agora, dele e, em um raro fim de semana livre, decidira, já que estava tão perto, viajar para Lathira e visitar seus pais. 
Não se sentia em casa. Apenas o dever o conduzia pelas escadas. Ou mesmo a culpa. Porque não gostava deles. 
Não gostava da forma como seus pais usavam sua riqueza ou de como precisavam de constantes massagens no ego. Seu pai saíra do continente quando Nico tinha apenas um ano e comprara dois barcos de luxo que, agora, cruzavam as ilhas gregas. 
Não tinha dúvidas de que, hoje, haveria outra discussão e outra exigência para que ele voltasse e investisse parte de sua considerável fortuna no negócio da família. 
Outro pedido choroso de sua mãe para que ele encontrasse uma noiva e lhes desse netos. 
Que ele deveria ser grato por tudo o que eles fizeram. Grato? 
Pelo quê? 
Nico suspirou, pois não queria entrar de maneira hostil. Não queria outra briga, mas eles sempre diziam as mesmas coisas, sempre diziam que ele deveria mostrar mais gratidão: pela educação, pelas roupas, pelas oportunidades... 
Por fazer o que quaisquer pais fariam por seus filhos, se pudessem pagar. 
— Eles não estão. — A empregada parecia preocupada, pois os pais ficariam irritados por perderem uma das raras visitas de Nico. 
— Estão no casamento. Só voltam amanhã. 
— Ah, o casamento! — Nico havia esquecido. Ele disse a seus pais que não iria e, pela primeira vez, eles não o contestaram. Era o casamento de Stavros, filho de Dimitri, o principal rival de seu pai nos negócios. 
Normalmente, em eventos como este, seu pai insistia para que Nico comparecesse, pois queria exibir seu filho mais bem-sucedido. Seu ego não precisava disto. Mas, surpreendentemente, seus pais não o pressionaram a ir desta vez. 
Agora, ali estava ele, relutando em partir sem antes tê-los visto, pelo menos. Fazia semanas, não, meses desde que ele voltara, e, se os visse agora, poderia passar vários outros sem precisar visitá-los outra vez. 
— Onde? — Nico perguntou à empregada. 
— Onde é o casamento? Charlotte, sua assistente pessoal, lhe contara sobre o convite, mas não deu detalhes. 
— Xanos — respondeu a empregada, torcendo o nariz, pois, embora Xanos houvesse se tornado um retiro exclusivo para os ricos e famosos, a população local era pobre, e os habitantes de Lathira se consideravam superiores. 
— É de onde veio a noiva, então é lá que eles devem se casar. 
— No sul? — perguntou Nico, pois isto significaria que Stavros conseguira um bom partido. 

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domingo, 6 de maio de 2012

Coração Do Deserto

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


















Domada pelo sheik! 
O sheik Ibrahim se recusava a seguir as leis que destruíram sua família, por isso reprimia as emoções e ignorava as responsabilidades como monarca. 
Georgie era o tipo mulher que jamais poderia passar dos portões de seu palácio, pois aprendera a sobreviver nas ruas. 
Era dona de seu nariz, não nascera para ser rainha. 
Mas era exatamente o desafio pelo qual Ibrahim ansiava. Prisioneira de um príncipe em meio ás dunas de areias esvoaçantes, bem no coração do deserto, Georgie finalmente se rendera aos desejos dele. 
 Entretanto, segundo as leis da dinastia real, Ibrahim jamais poderia tê-la para sempre... 


Capítulo Um 


— Vamos para outro lugar? Georgie sabia que não havia chance de entrar no exclusivo clube londrino. 
Não queria nem mesmo tentar. Para falar a verdade, Georgie preferia mais ficar em casa, na cama, mas era aniversário de Abby. 
Suas demais amigas já haviam ido embora, e Abby não queria que seu dia especial terminasse. 
Parecia muito satisfeita em esperar interminavelmente naquela fila impossível, observando os ricos e famosos que passavam por ali, enquanto o segurança fazia com que ficassem atrás de uma grossa corda vermelha. 
— Vamos ficar; por favor! É divertido só de observar — disse Abby enquanto uma limusine estacionava e uma; jovem socialite descia dela. 
— Nossa, olha só o vestido dela! Vou tirar uma foto. As câmeras dos paparazzi iluminaram a rua enquanto a moça esperava. 
Um ator de meia-idade juntou-se a ela, ambos posando para as câmeras. 
Georgie estremeceu em seu vestido de alcinhas e suas sandálias de salto alto, apesar de ter fingido conversar distraidamente com sua amiga, determinada a não ser uma desmancha-prazeres, uma vez que Abby estava tão ansiosa por aquela noite. 
O segurança passou debaixo da corda, como fazia ocasionalmente, e Georgie já esperava que ele viesse dizer a todos que simplesmente desistissem e fossem para casa. 
No entanto, dessa vez havia mais propósito em seus passos, e de repente Georgie percebeu que ele estava caminhando em sua direção. 
Ajeitou seus suaves cabelos loiros, um gesto de nervosismo, enquanto ele se aproximava preocupada que houvessem feito algo errado, que talvez não fosse permitido tirar fotos. 
— Venham por aqui, senhoras. — O homem soltou as amarras da corda que impedia a passagem e fez um gesto que indicava que elas podiam entrar. 
As duas amigas entreolharam-se, sem saber o que estava acontecendo. — Sinto muito, não sabia que as senhoras estavam na fila. 
Quando abriu a boca, apenas para perguntar quem ele pensava que eram Georgie sentiu a cutucada de Abby em suas costelas. 
— Nem sonhe em falar alguma coisa, vá andando! 
Todas as pessoas da fila haviam se virado e observavam as duas, tentando adivinhar quem era. 
 Uma câmera disparou seu flash, e logo a seguir outras fizeram o mesmo, pois os fotógrafos presumiram que deveriam ser celebridades, conforme a pesada porta de vidro se abria e elas entravam no clube exclusivo. 
— Esse é o melhor aniversário de todos! 
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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Refém Do Prazer

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
O bilionário Anton Santini precisa de segurança, porém algo que seja discreto e eficiente. 

Ele nem imagina que será protegido por uma bela e corajosa guarda-costas, de temperamento forte: a detetive Lydia Holmes! 
O disfarce dela é perfeito: fingirá ser amante de Anton! 
Com um novo visual, Lydia se surpreende quando percebe que deixou de ser uma mulher sem graça e se tornou uma beldade da noite para o dia. 
Agora, Anton pode estar protegido de todos os perigos, menos dos encantos avassaladores de Lydia! 

Capítulo Um 

— Sorte a sua! — gritou Maria, segurando o saco de pancadas enquanto Lydia o esmurrava, repetindo as palavras, como se fizessem parte de uma canção, ajudando-a a intensificar os socos a cada golpe. 
Alguns de seus cachos ruivos desprenderam-se do rabo-de-cavalo e se moviam à medida que saltitava lançando golpes. 
Os braços alvos e finos liberavam socos surpreendentemente fortes. 
O exercício ritma¬do e vigoroso era maravilhosamente catártico, libe¬rando raiva e frustração. 
— Sorte a sua! Vamos lá, Lydia, mais forte! 
— Chega! — Lydia parou, a respiração ofegante. Balançava a cabeça e tinha as mãos apoiadas nos joelhos. — E sorte, certamente, é algo que não tenho no momento, já que vou ter de ficar presa aqui por mais algumas noites. Não tenho folga há semanas! 
Apesar do local deserto, Lydia mantinha a voz baixa, temendo ser ouvida. 
Tirou as luvas e abriu todas as torneiras para que o barulho abafasse a conversa. 
Encheu a garrafa de água e molhou o rosto. 
— De que está reclamando? Trabalhar para Anton Santini é o que sempre sonhei! — Maria deu um sorriso largo, entregando sua garrafa para que Lydia a enchesse.
— Fazer-se de assistente pessoal dele seria o máximo! Por que eu não fui a escolhida para fazer a segurança de Anton Santini? 
Lydia arrumou os fios encaracolados que caíam no rosto e sorriu com malícia, enquanto Maria continuava. 
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sábado, 24 de março de 2012

Tempo De Inocência

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Um casamento deve ser para sempre e não apenas para conveniência.


Hunter Myles: um australiano que vale milhões, e pode comprar a mulher que quiser! 


Lily Harper: a mulher perfeita para um casamento de conveniência. 
Lily sabe que seu casamento durará apenas um ano, mas esse tempo não parece o bastante quando ela se descobre apaixonada... 


Capítulo Um 


 "Sorria." Lily retocava o batom no espelho retrovisor e ao mesmo tempo lembrava-se da voz afetada da sua antiga professora de balé quando exigia que ela sorrisse descontraída ao executar um exercício extremamente difícil e doloroso. 
E a sessão do grupo desta noite seria extremamente difícil, pois também devia parecer alegre e positiva, e não era assim que ela se sentia hoje. 
Não estava confiante, mesmo depois de passar uma hora diante do espelho penteando seus cabelos louros num coque banana, caprichando na maquiagem e vestindo seu elegante tailleur azul-marinho. 
Toda a produção do mundo não seria suficiente para salvá-la esta noite! 
Depois de um dia perdido em intermináveis e desgastantes discussões com gerentes de bancos, corretores de imóveis e agentes hipotecários, a única coisa que ela conseguira fora uma forte dor de cabeça e a triste constatação de que não poderia ajudar sua mãe desta vez. 
Agora teria que participar da reunião no centro comunitário, transmitir confiança para aquela gente e convencê-los que era possível mudar para alcançar seus objetivos, contanto que se empenhassem. 
Sentia-se a própria charlatã. 
Lily colocou um corretivo para esconder uma espinha no queixo e desejou que a vida fosse simples assim, que bastasse uma simples maquiagem para fazer desaparecer os problemas. 
Mas a realidade não era tão fácil e Lily constatou com tristeza que o corretivo, que custara cinqüenta dólares, não disfarçara a espinha. 
Ela tirou sua sandália de dedo e foi pegar a sandália de salto alto, calçando-a e amarrando as tiras, mas na verdade preferia que as tivesse tirando, desejando que esse dia já tivesse terminado. 
A sandália era linda. 
O artesão conseguiu produzir, com um pequeno pedaço de camurça, um calçado divino. Além de valorizar suas unhas pintadas na cor escura, os saltos altíssimos da sandália alongavam suas pernas, o que a obrigava a manter uma postura de confiança, que era tudo que Lily precisava nesta noite. — Sandália querida — sussurrou Lily. — Eu conto com você. 
O barulho da chuva que começava a cair no pára-brisa despertou Lily para a realidade e a fez se apressar para não ficar ensopada dos pés à cabeça. 
Segundo o serviço de meteorologia, o calor desagradável que fizera em Melbourne, por um longo período, terminaria com um temporal. 
Lily caminhou ligeiro pelo estacionamento e conseguiu alcançar o centro comunitário antes que a chuva piorasse. Seus pacientes já haviam chegado. 
Alguns estavam sozinhos e nervosos, como se fossem fugir a qualquer momento, outros conversavam entre si e tomavam aquele café de gosto duvidoso, mas todos se viraram para cumprimentá-la. 
Lily abriu um sorriso, feliz de vê-los ali, rostos conhecidos e novos, confiantes de que ela pudesse ajudá-los a mudar suas vidas.
 — Boa noite a todos — disse Lily e em seguida consultou o relógio. — Podem continuar conversando. Estou adiantada, então vamos esperar mais um pouco até que todos cheguem. 
Lily retirou alguns papéis de sua pasta, fez um rápido registro dos presentes e separou alguns folhetos com dicas de autoajuda para quem quisesse levar para casa. 
Percebeu quando uma nova participante chegou e observou a todos, muito tímida e constrangida. 
Lily, sensibilizada, fez questão de ir ao seu encontro para recebê-la. 
— Meu nome é Lily — falou. — Seja bem-vinda ao New Beginnings. 
— Amanda — ela respondeu. — Não sabia se precisava marcar um horário antes. 
— Não é necessário. Você só precisa preencher um formulário. Depois, sirva-se de café e aproveite para conhecer o pessoal. O grupo é bem amigável.
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Série Bedded By Blackmail Multiautoras

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Império da Vingança

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Série Os Kolovsky








A vida o tornara um homem de coração amargurado...

Zakahr Belenki havia deixado a Rússia com o objetivo de se vingar dos Kolovsky, a família que o abandonara em um orfanato.
Por isso, não mediria esforços para destruir o império da moda que haviam construído com tanto empenho.
Mas ele não imaginava que, em seu caminho, surgiria Lavinia, secretária da Casa Kolovsky.
Sua honestidade e paixão pelo trabalho a tornavam uma fiel servidora.
Seria Lavinia capaz de adoçar o coração de Zakahr e mostrar-lhe um novo caminho?

Capítulo Um

Zakahr poderia ter andado, mas escolheu não fazer isso.
Os escritórios da Casa Kolovsky ficavam, afinal de contas, a apenas uma curta caminhada do hotel luxuoso que seria a casa de Zakahr Belenki durante as próximas semanas.
Ou, para evitar a imprensa, ele poderia ter pegado um helicóptero para a curta viagem pelo céu de Melbourne.
A expectativa deste futuro havia acompanhado Zakahr durante toda sua terrível juventude... e agora, finalmente, o futuro era hoje.
Seu motorista, sob instruções de Zakahr, pegou a rota longa do hotel, as janelas escuras da limusine fazendo cabeças se virarem, enquanto o veículo passava pelas ruas alinhadas com galerias e butiques.
Como instruído, o motorista diminuiu a velocidade ao chegar à butique original Casa Kolovsky.
O prédio azul celeste, com o logotipo dourado Kolovsky, era familiar, e suas mercadorias eram desejadas no mundo inteiro.
A vitrine era, como sempre, simples e elegante: com faixas de seda pesada e opalas que brilhavam na luz da manhã.
Esteticamente era linda, mas, como sempre, toda vez que aquela visão o cumprimentava em suas viagens, sentia um gosto amargo na boca.
— Continue dirigindo.
Seu chofer obedeceu. Alguns minutos depois, eles pararam do lado de fora dos escritórios da Casa Kolovsky, e o momento era de Zakahr.
Câmeras foram direcionadas para sacarem fotos, e por uma vez, ele não se importou. Impossivelmente rico, e com excelente aparência física, Zakahr tinha namorado muitas das mulheres mais lindas e famosas da Europa.
Sua reputação de destruidor de corações era exposta e examinada com freqüência nos jornais.
Apesar de Zakahr geralmente abominar a invasão de sua privacidade, ali, do outro lado do mundo, e em especial naquela manhã, isso não o incomodava, e um sorriso irônico foi reprimido quando ele pensou sobre os Kolovsky assistindo ao noticiário enquanto tomavam café da manhã.
Desejava que eles engasgassem.
Perguntas eram feitas, flashes piscavam e microfones eram empurrados na sua direção.
A Casa Kolovsky estava sendo tomada por este magnata europeu?



Série Os Kolovsky
1-O Último Playboy
2-Encanto Sedutor

3-Império da Vingança
4-The Devil Wears Kolovsky

sábado, 6 de agosto de 2011

Série A Casa Real dos Karedes

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
8- SERVOS DO DESEJO


Uma família real dividida por orgulho e sede de poder, reconciliada pela inocência e pela paixão.

Effie Nicolaides, a competente e tímida funcionária da coroa, foi convocada ao deserto para servir o rei.
O sheik Zakari Al' Farisi fora em busca de solidão em meio às vastas arêtís, embora não estivesse acostumado a passar as noites sozinho.
Para isso, tinha um acordo com sua serva...
No entanto, ele teria de se contentar com uma substituta dessa vez.
Effie sequer suspeitava do quanto era atraente, e de como seduzi-la seria agradável... mas o que ninguém imaginava era que sua paixão poderia determinar o destino da coroa...

Capítulo Um

Só ALI ele poderia se encontrar.
Ao olhar para aquele vasto vazio resplandecente, o sheik rei Zakari Al' Farisi, de Calista, deu boas-vindas à solidão do deserto de Azahar.
Ele governou Calista e seu povo, mas agora era o deserto que lhe ensinava.
Ele era um rei virtuoso, um governante vigoroso.
Poderoso, algumas vezes até impiedoso, fazia o que precisava ser feito.
O caminho fácil nunca era uma opção para Zakari, e seu povo o amava por isso.
Com l,85m e robusto, seus ombros eram largos o bastante para carregar os medos e as esperanças de seu povo e seus braços fortes aguentariam carregar qualquer mulher.
Era considerado um playboy, mas seu povo entendia e perdoava sua única fraqueza. Nenhuma mulher prendia sua atenção por muito tempo.
Elas eram só uma distração necessária.
Não havia nada de temporário no deserto.
Zakari correu os olhos pelo infinito oceano de areia dourada.
O vento modificava a paisagem, e as rochas e desfiladeiros eram os únicos marcos permanentes.
Ali a terra era o verdadeiro mestre; selvagem, inóspito e belo, que sempre o rebaixava e o exauria para, depois, voltar a preenchê-lo.
Precisava passar pela prova do deserto para relembrar sua força inata.
Para muitos, o tempo modificara os meios.
Carros substituíram os camelos e caçava-se com armas em lugar de falcões, ainda que o deserto e seus princípios vitais ainda fossem respeitados por algumas pessoas.
E, assim como ele zelava por eles e lutava para proteger sua existência, eles também cuidariam dele enquanto estivesse ali.
Às vezes, distinguia ao longe uma pequena sombra e sabia que era alguma tribo de nômades, que mantinha sua caravana de camelos bem longe de sua visão.
Zakari sabia que eles não invadiriam sua privacidade, mas se sentia seguro ao saber que o olhavam a distância para ter certeza de que seu rei voltaria a salvo para o lugar que amava.
Ele pedira, para horror de seus serviçais, para ficar sozinho durante a primeira parte de seu retiro ali, sem ninguém para servir cada capricho seu nem nada para distraí-lo de si mesmo enquanto se concentrava em encontrar a metade desaparecida do diamante Stefani.
E, se o achasse, quando o achasse, governaria não só Calista, como também Aristo.
O legado estaria cumprido.

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Série A Casa Real dos Karedes
1- Fonte do Desejo
2- Coração Soberano
3- Esposa Cativa
4- Virgem Proibida
5– Princesa Inocente
6– Futuro do Amor

7– Sedução Cruel
8– Servos do Desejo
9- Alma de Rainha (irmão perdido)
10- O Rei Bárbaro
11- O Desejo do Sheik

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Série Grandes Surpresas

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
1- BODAS DE FEL









Para assegurar um contrato, o milionário Spencer Tyack concluiu que precisa de uma esposa para exibir em público. Mas quem? 

Após escolher a sócia perfeita para o empreendimento, enviou sua assistente Sadie Morrissey a Nova York com os documentos necessários para a realização de seu divórcio.
Anos atrás, ele a desposou em uma inesquecível noite em Las Vegas, e se arrependeu no dia seguinte. Mas o que fariam ao descobrir que, na verdade, ainda estavam casados?

Capítulo Um

Cuidar da papelada era o que mantinha Sadie Morrissey ao lado de Spencer Tyack.
Ele era completamente incapaz de lidar com aquilo.
Se a papelada ficasse por conta de Spence, nunca estaria pronta.
A Tyack Enterprises era uma firma de empreendimentos imobiliários de enorme sucesso porque Spence tinha bom olho, muita perspicácia, uma prodigiosa ética de trabalho... E Sadie para cuidar dos detalhes.
Há anos ela vinha fazendo isso.
Desde que estava na escola secundária e ele mal tinha completado 21 anos: um rapaz com firmeza de caráter, metas e nada mais.
Agora, 12 anos depois, Spence era dono de uma multinacional, controlava empreendimentos nos cinco continentes e já teria conquistado o mundo, pensava Sadie às vezes, se ela pudesse acompanhar a papelada.
— Você precisa arquivar mais rápido — Spence vivia dizendo, com aquele fabuloso sorriso, enquanto passava às pressas pelo escritório a caminho de Londres, Paris, Atenas ou Nova York.
— Nunca! — Sadie respondia, amassando uma folha de papel e atirando nele.
O sorriso cintilava novamente, e ele piscava para ela.
Sadie resistia ao sorriso, à piscadela. Resistia a Spence, outra coisa que fazia há anos.
— Já tenho trabalho suficiente, obrigada — respondia acidamente. — E não é só arquivar.
Claro que ele sabia disso.
Sabia que Sadie mantinha tudo organizado e era capaz de agendar uma reunião com pessoas de quatro continentes num piscar de olhos, e que o caderno de endereços dela tinha mais informações que o dele.
Só dizia aquilo para irritá-la.
Depois sorria outra vez, enunciava rapidamente mais meia dúzia de tarefas para ela e sumia, para pegar outro voo, enquanto Sadie voltava ao trabalho.
Até o ano anterior, Sadie tinha motivo para ficar em Butte.
Decidira cuidar da avó idosa, garantir que pudesse viver na própria casa enquanto fosse possível.
Mas fazia seis meses que a avó falecera, e os pais insistiam em que ela fosse para Oregon, onde moravam.
Seu irmão, Danny, prometera inúmeras entrevistas de emprego em Seattle.
Mas Sadie não fora. Gostava de Butte.
Adorava viver em Montana, deleitava-se com as mudanças das estações, os grandes espaços abertos. Para ela, ainda era o melhor lugar do mundo.
E ela gostava da vida que levava.





2- O SENTIDO DO AMOR








Emma Stephenson pode não parecer uma assistente adequada para um magnata, mas, para Luca D'Amato, um playboy incorrigível, ela logo se prova um enigma a ser decifrado... um desafio que ele teria prazer em superar!

Apesar de ter notado os olhares de apreciação masculina

Emma esperava manter com ele uma relação estritamente profissional. Porém, ela não contava com a estranha e intensa identificação entre eles... nem com uma irresistível atração...

Capítulo Um

Emma fora honesta. Durante a entrevista por telefone, admitira até mesmo estar freqüentando o curso de artes da escola noturna às quartas-feiras e que, dentro de alguns anos, esperava cursá-la em tempo integral.
Tudo fora muito bem até o momento em que Evelyn veio cumprimentá-la e Emma não entendeu por quê.
Preparara-se cuidadosamente para aquela entrevista.
Lera tudo que lhe caíra nas mãos sobre a D'Amato Financiers.
A respeito da espetacular ascensão da empresa, mesmo em tempos difíceis, quando Luca D'Amato tivera atitudes firmes e eficazes.
Não havia fórmula mágica para seu sucesso, lera em uma rara entrevista que ele concedera, apenas decisões sensatas, transparência fiscal e a recusa em ser influenciado pela especulação.
Sim, informara-se bastante a respeito dele e, em seguida, pesquisara em suas revistas favoritas, absorvendo cada detalhe das dicas para se preparar para aquela tarde.
Percorreu vários brechós até encontrar um estonteante conjunto de linho lilás-claro, embora ligeiramente justo para suas formas curvilíneas.
Secou os cachos castanhos espessos com secador e os prendeu em um perfeito coque.
Com as finanças extremamente abaladas e seguindo o conselho irônico de uma das revistas, na tarde da entrevista se encaminhou à seção de maquiagem de uma loja de departamentos e fingiu ser uma noiva que gostaria de experimentar alguns tons para o dia de seu casamento.
Os irmãos de Emma sempre a provocaram por causa de sua obsessão por revistas.
O pai se queixava da quantidade que ela costumava comprar, mas aquelas publicações periódicas haviam sido sua tábua de salvação.
Crescer sem presença materna, viver em uma casa desordenada e sem regras, para onde as meninas que convidava para brincar nunca retornavam, levou-a a passar a infância e adolescência lendo revistas femininas à procura de aconselhamento sobre amizades, assédio e garotos.
Foram as revistas que lhe ensinaram sobre desodorantes, beijos e sutiãs.
As mesmas para as quais se voltara quando, aos 12 anos, fora ironizada por ainda não ter depilado as pernas.
Embora sua devoção a elas tivesse minguado um pouco, aos 24 anos fora as revistas que consultara de imediato à procura da maquiagem correta e dicas de estilo para mulheres de negócios que a ajudariam a conseguir o emprego de seus sonhos.
Estava com aparência fantástica.
A imagem exata que planejara conseguir — inteligente, audaciosa, produzida — o aspecto perfeito da profissional moderna de uma metrópole.
Evelyn obviamente não concordava.
A entrevistadora trajava um conjunto cinza sóbrio e sapatos pretos rasteiros.
Os belos cabelos loiros tinham um corte prático, curto e perfeito.
A maquiagem se resumia a uma discreta coloração coral nos lábios.
Na verdade, a antítese da aparência que Emma tentara conseguir!


1- Bodas de fel
2- O Sentido do amor
Série Concluída


terça-feira, 5 de julho de 2011

Série Os Kolovsky

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
1- ENCANTO SEDUTOR













Levander Kolovsky tem um passado sombrio e perigoso.

Ele confia apenas em si mesmo e não quer dar seu nome a nenhuma mulher ou filho.
Millie voltou à Austrália para reencontrar Levander.
Afinal, eles tiveram uma noite inesquecível juntos...
E agora, ela vem lhe contar um segredo: está esperando um filho dele...

Capítulo Um

Estavam terminando, concluiu Millie.
Ou melhor dizendo, ele estava terminando com ela.
Para evitar que sua cabeça congelasse enquanto servia aos clientes naquele restaurante fino em Lembourne, Millie Andrews inventava um cenário para cada uma das mesas que atendia.
E agora, já depois de meia-noite, só havia três mesas a servir.
Uma delas era um jantar de celebração regado a bebidas, que felizmente começava a se dispersar agora que o bar estava fechando.
A segunda era um casal bastante estressado.
A mulher tinha cumprido a obrigação de comer peixe com salada, e era evidente que estava desconfortável dentro do vestido de veludo negro, muito apertado.
Millie concluiu que ela devia ter tido filho recentemente e sentia-se constrangida de sair com o marido bonitão.
— Você não quer mesmo sobremesa, não é, querida?
E por fim havia o casal bonito.
Loura, esbelta, agitada, uma mulher formidável implorava a seu companheiro de mesa:
— Por favor, escute. — Seu tom de voz era premente, e ela procurava a mão dele.
Millie não conseguia decifrar. Marido, noivo... Não parecia. Namorado? Amante, talvez...




2- O Último Playboy














O infame playboy Aleksi Kolovsky chocou o mundo ao ficar noivo!

Mas sua noiva não ficará com a aliança para sempre... somente até que a Casa Kolovsky esteja em seu nome!
Aleksi disse a sua assistente, Kate Taylor, para pensar no casamento de fachada deles como uma promoção, mas haveria certos benefícios que ela não conhecia... como descobrir que a reputação de Aleksi como um amante fenomenal era mais que merecida!

Capítulo Um


Não fora tão doloroso quanto todos haviam dito que seria.
Sua perna, fraturada e estraçalhada num acidente na estrada, precisaria, segundo haviam lhe dito, de seis meses de extensa reabilitação, para que, somente então, ele talvez pudesse voltar a andar com alguma ajuda.
Quatro meses depois do acidente que quase lhe havia tirado a vida, Aleksi Kolovsky estava caminhando com dificuldade pelo brilhante mar caribenho sem ajuda.
O médico havia lhe sugerido duas sessões de 15 minutos por dia.
Aquela era a sua terceira sessão de uma hora de duração e ainda não era nem meio-dia.
O que quer que lhe aconselhassem fazer, ele fazia mais.
Qualquer que fosse o tratamento, ele o seguia à risca em direção à cura.
Afinal, já havia feito aquilo antes, sob circunstâncias bem piores.
Curara-se ainda criança, sem médicos, fisioterapeutas ou aquele cenário deslumbrante e o mar frio, que agora acalmava os seus músculos doloridos.
Havia reabilitado o seu corpo fraturado sozinho, primeiro nos confins do seu próprio quarto até as feridas desaparecerem, para, então, sem fazer careta alguma, ir e voltar da escola a pé.
Nem mesmo Iosef, seu irmão gêmeo, havia se dado conta de seu esforço.
Ele deu um sorriso amargo.
Havia visto um programa na televisão na noite anterior.
Não havia lhe assistido exatamente.
O aparelho apenas permanecera ligado ao fundo enquanto sua atenção se voltava para os lábios habilidosos que acariciavam o seu membro intumescido fazendo com que ele se erguesse em toda a sua glória.
Aquela, porém, havia sido uma atenção diferente. Normalmente ele o teria desligado, sexo sempre fora o bálsamo, porém não mais.
O volume estava alto demais e ele pôde ouvir o apresentador dizendo alguma coisa sobre ligações telepáticas entre gêmeos.
O suspiro da mulher o irritara. Desde o acidente, conversar o aborrecia terrivelmente, e, naquela última noite, nem mesmo os lábios dela o acalmaram.



Série Os Kolovsky
1- Encanto Sedutor
2- O Último Playboy
3- Império da Vingança

terça-feira, 29 de março de 2011

Alma de Rainha

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Sheiks Bárbaros e Corações Selvagens



Para o prazer de Sua Majestade...
Após a trágica morte de seus pais, Xavian Al'Ramiz está prestes a se casar por dever.

Sua noite de núpcias será apenas o cumprimento de um acordo entre duas dinastias que o fará rei de dois reinos.
Mas sua união com a rainha Layla de Haydar será muito mais desafiadora... e prazerosa... do que ele jamais imaginou.
Layla aprendeu a ser forte pelo bem de seu povo.
No entanto, mesmo governando seu reino com pulso firme, ainda precisa de um marido que lhe dê os herdeiros de que tanto precisa.
Ela passou anos se preparando para este momento, mas o homem ao qual foi prometida é capaz de surpreendê-la... e fazê-la descobrir a magia do amor...

Capítulo Um

O rei Xavian Al' Ramiz releu a carta.
Era uma entre muitas que lhe desejavam tudo de bom no dia de seu casamento.
Vinha do rei Zakari de Calista, que estendia seus parabéns e dizia que ele estava ansioso para cumprimentá-lo formalmente na semana seguinte, durante a recepção oficial.
Era a terceira carta. A primeira enviara condolências pela morte de seus pais e o convidara a passar uns dias no Palácio de Calista.
Xavian não respondera. Esta carta, ele queimara. Depois chegara outra, que agradecia o presente do povo de Qusay pelo nascimento do filho deles, o príncipe Zafir.
Mas Xavian não a respondera, embora a tivesse guardado por alguns dias, lendo e relendo-a até que finalmente ela foi queimada.
E agora aquilo.
Não havia nada que a desabonasse, disse Xavian a si mesmo ao ler a carta talvez pela centésima vez.
Ele não sabia o que procurava entre as palavras.
Havia centenas de cartas como aquela, desejando tudo de bom, mas Xavian não conseguia deixar de ler nas entrelinhas daquela carta...
Sua noiva o esperava, ele já estava indesculpavelmente atrasado.
No entanto, ele ainda refletia sobre a carta.
Era uma carta formal do rei Zakari de Calista e de sua mulher, a rainha Stefania de Aristo.
A união de ambos reunificara o reino de Adamas.
Sendo assim, refletia Xavian, por que Zakari escolhera escrever em papel de Calista em vez de usar a insígnia de Adamas?
Xavian observava o brasão, passou os dedos sobre a insígnia, e não conseguia compreender por que ela o intrigava.
Mas ela simplesmente o intrigava. Estivera preocupado desde a coroação da rainha Stefania, desde que ela o olhara nos olhos e ele notara pavor... N
ão, disse Xavian a si mesmo, pavor, não.
Ela estivera prestes a desmaiar, e ele conversara com ela até que seu marido percebesse que havia algum problema e a levasse embora delicadamente.
Ela estava grávida, como se veio a saber, o que explicava tudo.
A não ser pelo fato de que não explicava nada.
Porque a inquietação em sua alma começara antes que Stefania o tivesse cumprimentado, quando o rei Zakari já tinha começado a caminhar para o altar.
As batidas rápidas do coração dele tinham começado...

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Série Sheiks Bárbaros
1- Alma de Rainha
2- Tempestade de Prazer
1- Alma de Rainha -tb 9- Série A Casa Real dos Karedes
(Irmão perdido)