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domingo, 28 de setembro de 2014

Um Sonho Maior

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 







Teria o coração a capacidade de se lembrar?

Charles McMann embarcou na mais emocionante jornada de sua vida, atrás da garotinha que recebeu uma enorme dádiva: um novo coração, o coração de sua filhinha. 
Ele mudou-se temporariamente para a casa vizinha à de Érica Clemmons e de sua filha Hannah, para furtivamente verificar como vivia a menina. 
No entanto, Charles não contava com os laços que passariam a ligá-lo a Hannah, ou que ele fosse cair de amores por sua charmosa mãe, cuja paixão o fez voltar a sentir-se completo.
Porém, em um piscar de olhos, as coisas poderiam mudar, já que ele não poderia esconder sua verdadeira identidade para sempre!

 Capítulo Um

A garotinha brincava com uma bola enorme colorida no quintal da pequena casa, jogando-a para o alto e tornando a pegá-la. Embora fingisse estar interessada apenas na brincadeira, Charles sentia que ela o fitava, cheia de curiosidade.
Acontecia o mesmo, nos últimos três dias. A cada tarde, a pequena chegava para se divertir com a bola no jardim. No primeiro dia, permaneceu bem perto da porta, observando-o à distância entre as duas residências.
No segundo, ela foi para o meio do quintal, sempre a observar Charles, enquanto ele consertava o portão de seu novo lar.
Dessa vez, a criança fora para perto da cerca que separava as propriedades, e Charles apostava que puxaria conversa.
Pensar que poderia tornar-se amigo dela o enchia de ex­pectativa e uma igual quantidade de temor.
Tudo o que fizera durante aquele último mês fora na es­perança de vir a fazer contato com Hannah Marie Clemmons.
Ao chegar a St. Louis, duas semanas atrás, Charles hos­pedou-se em um dos hotéis da cidade, julgando que seria suficiente ver onde Hannah morava e sabê-la saudável, brin­cando como qualquer outra menina de sua idade. Mas não bastou.
Foi durante uma de suas idas e vindas que descobriu que a mansão vizinha à casa onde ela morava estava à venda. Charles tinha dois motivos para querer comprá-la, apesar de sua aparência decadente. O primeiro era que o imóvel oferecia proximidade com Hannah; o segundo era que suas palmas coçavam de vontade de criar e construir.
Por todo o ano que passou, Charles estivera tão envolvido na administração dos negócios que se esqueceu do quanto apreciava "trabalhar com as mãos. Necessitava de férias e de tornar a fazer aquilo de que tanto gostava. E aquela mansão, negligenciada e em total decadência, oferecia tal oportunidade.
Talvez viesse a reformá-la e, futuramente, vendê-la. Isso quando decidisse que era hora de retornar a sua antiga vida em Chicago.
— Ei, moço!
Charles procurou com o olhar a garotinha, que o chamara.
— Sim?
— Pode pegar minha bola, por favor? — Hannah apontou para o brinquedo, que viera cair bem perto do portão onde ele se encontrava.
— Claro!
 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

O Doce Tempero do Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO






Só o amor de Roger faria Ginger esquecer-se das desavenças do passado.

Ao encontrar Ginger adormecida na banheira, entre espumas brancas e perfumadas, Henry, tomou a mais difícil decisão de sua vida: não podia mais continuar ali, adorando essa mulher, porém sabendo que jamais a teria.
De repente, Ginger despertou, e Henry notou em seu olhar um brilho diferente.
Nesse momento, algo lhe disse que ele devia ficar, e fazer Ginger amá-lo loucamente.

Capítulo Um

Ginger Taylor sempre acreditara que a leitura de um testamento deveria ser uma ocasião solene. E não era o que estava acontecendo.
Para se distrair e controlar o acesso de riso prestes a irromper, procurou olhar para um ponto fixo na parede. Sempre fora assim. 
Bastava ficar nervosa, aborrecida ou assustada para ter acessos de risos, e naquele momento tinha sido invadida por esses três sentimentos.
Inquieta, Ginger se moveu na cadeira. Gostaria de ter descansado um pouco antes de vir para o escritório do sr. Roberts. 
Mas uma pane do avião, ainda no aeroporto, transformara a viagem entre Nova York e Gentry, no Kansas, num verdadeiro inferno: trinta e oito horas dentro de um automóvel. 
Como conseqüência, chegara à cidade em cima da hora para a reunião no escritório do advogado. Ao ouvir a porta se abrindo, Ginger virou-se para atrás. Era o sr. Roberts quem entrara na sala. 
— Mais alguns minutos e começaremos. Estamos aguardando o sr. Bishop. 
— Sr. Bishop? — Ginger sentiu que empalidecia. A vontade de rir desapareceu como por milagre. 
— Henry Bishop? O advogado assentiu com um gesto de cabeça. 
— Ele ligou para avisar que já está a caminho. Assim que chegar, prosseguiremos — informou e em seguida retornou a sua sala. 
A expressão travessa de Ginger havia se transformado numa carranca. Henry Bishop. E ela contando que ele já tivesse voltado para o lugar de onde viera há muito tempo, ou talvez que um buraco se tivesse aberto sob seus pés e o tivesse sugado para as suas profundezas. 
Não, aquilo ainda não seria o suficiente, pois causaria uma violenta indigestão à mãe-terra, e na certa ela o expeliria de volta. 
Um dia, anos atrás, Henry Bishop surgira na fazenda com uma velha caminhonete à procura de um emprego. Em pouco tempo conquistara a estima de Tom Taylor, avô de Ginger. 
E fora a presença de Henry que tornara impossível a permanência de Ginger na fazenda. 
— Oh, vovô... — ela gemeu, ainda não acreditando que ele falecera sem que tivesse tido a chance de lhe dizer adeus. 
O ataque cardíaco que sofrera havia sido tão inesperado quanto fulminante. Se soubesse o que o futuro lhe reservara, que tudo terminaria dessa maneira, jamais teria partido. 
Mas todos os "ses" do mundo jamais mudariam o fato de que seu avô estava morto e ela não fora avisada a tempo de comparecer ao funeral. 
Mais uma vez, Ginger virou-se para trás ao ouvir a porta abrindo-se. 
O recém-chegado, com seus ombros largos, ocupava quase todo o umbral da porta. Henry Bishop. 
Havia esquecido o quanto era atraente com aquele olhos cinzentos enigmáticos e feições perfeitas. 
O cabelo escuro estava mais comprido, mas a maneira de fitá-la ainda era a mesma. Ginger desistiu de enfrentar aquele olhar. 
— Quanto tempo, Ginger... — O timbre familiar de voz evocou-lhe lembranças que ficariam melhor esquecidas. 
Henry entrou na sala e sentou-se sobre a mesa diante de Ginger. 
— Você cortou o cabelo...

domingo, 3 de março de 2013

Um Incerto Amanhã

ROMANCE CONTEMPORÂNEO







O investigador durão Kevin Graves era um investigador que não se deixava levar pela emoção, mas no momento em que aquela mulher entrou em seu barco, ele sentiu que ela significava encrenca.

Apresentou-se como sendo Collen Jensen e que desejava contratá-lo para encontrar um tal de Sam Baker.
Quem seria ele? Seu marido? Amante?
Kevin conseguia cheirar um escândalo há quilômetros de distância, e aquela morena misteriosa despertou-lhe a curiosidade.
A morena misteriosa.Se Collen falasse a verdade a respeito de Sam, Kevin Graves jamais aceitaria o caso.
E agora o sensual investigador julgava estar investigando o desaparecimento de seu amante!
Colleen não queria que ele pensasse que ela era uma moça de vida fácil, mas também não podia revelar seu segredo!

Capítulo Um
Mesmo antes de abrir os olhos, pela manhã, Kevin Graves soube que aquela seria a pior de todas as ressacas. 
Gemeu baixinho quando uma vaga lembrança de mexilhões e tequila lhe veio à mente.
Fora a um casamento… Recordava-se apenas de ter brindado à noiva, ao noivo, ao futuro, ao passado… fosse lá o que fosse.
Era cedo ainda. Podia ouvir os barcos de pesca partindo, sentir as marolas que embalavam seu pequeno lar flutuante.
Rolou na cama, a mão procurando pelo maço de cigarros sobre a mesinha. 
Mas, em vez de cigarros, encontrou uma caixa de bombons. Lembrou-se de que há uma semana decidira parar de fumar.
— Droga — resmungou, levando um bombom à boca.
Mastigou, pensativo, imaginando quanto tempo a ressaca o atormentaria e quando surgiria um novo trabalho. Há duas semanas encerrara o último caso, e desde então ninguém o procurara. 
No entanto, não devia preocupar-se; era bom no que fazia, e cedo ou tarde alguém precisaria de seus serviços.
Deitara-se por volta das quatro da manhã e acordara às seis. Algumas poucas horas a mais de sono e ficaria novinho em folha.
Terminou de comer o bombom e aninhou-se nas cobertas. Em segundos mergulhou num sono profundo.
Parecia ter acabado de fechar os olhos quando ouviu uma leve batida à porta.
— Droga! — rosnou, e em seguida gemeu.
Tentou abrir os olhos, mas o sol brilhante que entrava pela vigia o cegou. O latejar da cabeça diminuíra, transformando-se em uma dor surda.
Novamente a batida, só que dessa vez mais forte e persistente. Kevin olhou para o relógio de cabeceira. Oito horas!
Levantou-se e vestiu a calça do agasalho. Só podia ser Eddy. Torcer-lhe-ia o pescoço se o tivesse acordado por causa de alguma bobagem.
— Quem é? — gritou ao rumar para a porta.
— Sr. Graves? Kevin Graves?
Definitivamente, não se tratava do pequeno Eddy. Embora fosse impossível distinguir as feições da mulher parada à soleira, a voz sensual revelava que ela possuía uma alma apaixonada.
Kevin apertou os olhos, tentando inutilmente ver-lhe o rosto, contra o sol. 
Percebeu que não era alta. Suave e perfumada, apresentava como atração extra o vestido que o sol tornava transparente e que revelava o contorno de um belo par de pernas.
— Eu mesmo. O que deseja? — Houve uma pequena pausa.
— Sr. Kevin Graves? O detetive particular?
Mais uma vez a voz sensual o perturbou. Mas não tanto quanto o belo par de pernas.
— O próprio. Posso ajudá-la?
— Meu nome é Colleen Jensen. Lamento incomodá-lo tão cedo, mas eu estava indo para o trabalho e decidi parar. Gostaria de discutir um assunto particular com o senhor.
— Por acaso lhe devo dinheiro?
— Como assim?
— Oh, esqueça…
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Tke Baker Brood
1. Deputy Daddy
2. Mom in the Making
3. Um Incerto Amanhã
4. Daddy on the Run

domingo, 10 de junho de 2012

Perigosamente Sedutora

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
 Ele estava prestes a cair na armadilha do amor!


Tyler Sinclair sabia que Samantha Dark era um perigo. 
Com seu jeito sensual, seu caminhar ondulante, fazia com que ele pensasse em outras coisas que não fosse trabalho.

Aliás, nas noites insones, pensava até em deixar de lado sua boa vida de solteiro... 
Tyler era o homem com quem Samantha sempre sonhara. 
Mas aquele homem frio e controlado parecia nem perceber que fazia seu coração bater acelerado! 
Samantha decidiu então que chegara a hora de conquistá-lo! 
E prometeu a si mesma que faria com que o coração de Tyler despertasse para o amor... 
Isto é, se ele realmente tivesse um coração! 


Capítulo Um 


A segunda coisa mais difícil que Samantha Dark já tinha feito fora retomar à sua cidade natal, Wilford, em Kansas. 
A primeira, haviam se passado seis anos, quando tinha ido embora. Não, não era bem assim, tinha fugido, ela se corrigiu enquanto colocava o carro num estacionamento em frente ao café local. 
Com a idade de vinte e três anos, ela fugira da sua família, deixando a pequena cidade para viver sozinha. Agora estava de volta, mas relutava em ir diretamente à mansão onde morara, e onde sabia que não havia ninguém a esperar por ela. 
Samantha olhou no relógio. Passava das sete horas. Queria comer alguma coisa antes de se dirigir á casa. Quando saiu do carro viu a figura de um velho saindo do café, e o reconheceu de imediato. 
— Jeb? Ele parou, fitou-a, e seu rosto enrugado se abriu num sorriso quando a reconheceu. 
— Samantha? Samantha Dark? — Jeb correu em direção á ela com passos rápidos, porém vacilantes. 
Samantha sentiu ternura quando ele a abraçou e depois deu um passo para trás para olhá-la melhor. 
Jeb sorriu. 
Aquele cálido e mágico sorriso sempre tivera o poder de fazer Samantha sentir-se melhor, por mais triste que estivesse. 
— Quando você chegou? — ele perguntou. 
— Nesse exato momento. Ainda nem fui para casa. — Samantha pegou-lhe as mãos e segurou-as entre as suas. — Você é a primeira pessoa que eu encontro. Diga- me, ainda é o zelador do cemitério? Ele assentiu com um gesto de cabeça. 
— O que mais eu poderia ser?
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Sisters

domingo, 28 de agosto de 2011

O Cavaleiro Da Princesa

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Um sonho real?

Ele não era o pretendente ideal para sua jovem protegida.
Mas, para garantir a segurança e virtude da rebelde princesa Serena Wyndham, o guarda-costas real Gabriel Morgan tornou-se, seu marido...
A cada dia que passava, tornava-se mais difícil para Gabriel ser apenas o cavaleiro branco da princesa, quando o que mais desejava era tomá-la sua mulher na noite de núpcias... e em todas as noites seguintes!
O que ele não sabia era que a charmosa e imprevisível Serena já visualizava as feições amorenadas dele nos bebês que pretendia gerar!

Capítulo Um

Gabriel Morgan sentiu sua presença mesmo antes de vê-la.
Sua Alteza esgueirava-se para fora dos aposentos reais, sem se importar com os problemas que causaria ao guarda-costas.
Gabriel franziu a testa ao seguir o rastro de perfume pelo longo corredor que levava à sala de estar e à porta frontal da luxuosa mansão de férias.
O corredor estava às escuras, a casa, silenciosa.
Os demais empregados dormiam.
De súbito ele ouviu um som abafado, e depois uma imprecação sussurrada, quando a princesa Serena Wyndham, decerto julgando mal a largura do corredor, chocou-se contra uma parede.
Gabriel não cometeu o mesmo erro.
Movia-se com a habilidade de um animal selvagem atrás da presa.
Mas, em seu caso, a presa significava problemas.
Não era a primeira vez que Serena tentava enganar seu guarda-costas e escapulir do confinamento da residência localizada em Aspen.
Durante todos aqueles meses, a princesa tentara fugir incontáveis vezes, mas, por sorte, Gabriel apanhara-a em todas.
Ele entrou na sala de estar, onde a lua de Aspen banhava com luz fantasmagórica o ambiente através das imensas janelas.
A iluminação proporcionava-lhe uma vista fácil da jovem andando para a saída.
Serena levava nas mãos botas apropriadas para caminhar na neve e movia-se devagar, na tentativa de não fazer barulho.
Gabriel aguardou até que ela alcançasse a maçaneta para só então intervir:
— Vai a algum lugar, Alteza? — E de imediato acendeu as luzes.
Serena gritou de susto.
Virou-se para encará-lo, respirou fundo, e Gabriel preparou-se para uma demonstração de sua ira real.
— Sempre tem de estar me seguindo, Gabriel?!

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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Série Seis Pretendentes

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

5- REGRAS DE COMPROMISSO






A única mulher que tinha conseguido deixá-lo louco... agora era sua colega de trabalho.


Nate Leeman era um lobo solitário com um coração tão frio que não se alteraria mesmo que a Miss Universo entrasse em seu escritório.


Mas havia uma mulher capaz de derreter o iceberg que tinha como coração: Kat Sanderson, o amor que uma vez deixou escapar.
E agora a bela Kat ia trabalhar com ele para ajudá-lo a pegar um hacker.
Talvez trabalhando ombro a ombro a paixão que os tinha unido em outro tempo voltasse...

Capítulo Um

Nate Leeman estava de pé junto à janela de seu escritório, observando a neve que caía em abundância.
Não entendia por que as pessoas falavam do quão bonito era Boston em janeiro. Para ele aquele tempo só levava a incômodos e mais horas de transporte.
Por isso, algumas vezes preferia ficar e dormir em seu ostensivo escritório de vice-presidente do departamento de tecnologia.
Contava com um pequeno bar que raramente usava, uma televisão e um aparelho de DVD que nunca havia usado e um sofá cama que não esticava.
A única coisa que realmente importava era seu computador. Era sua vida.
Mas, apesar do empenho que tinha para proteger o sistema e a informação que havia nele, alguém tinha acessado seus arquivos.
Naquela noite gelada, Nate tinha colocado outro teclado e outra tela próximos aos seus. Aqueles equipamentos não faziam nada, a não ser acender ainda mais seu já esquentado ânimo. Alguém bateu na porta.
— Entre — disse ele, afastando-se da janela.
Emily Winters, vice-presidente do departamento de vendas e filha do diretor geral, entrou no escritório.
— A previsão do tempo diz que haverá uns dez centímetros de neve por volta da meia-noite.
— A que horas seu avião chega? — perguntou ele, referindo-se ao voo onde viajava Kathryn Sanderson. Aquela investigadora especializada em crimes tecnológicos que era parte de um passado que Nate preferia esquecer.
— Dentro de uma hora — disse Emily.
— Então não deve haver problema nenhum — respondeu Nate.
Ele esperava que seus sentimentos pessoais não interferissem em seu trabalho.
Ele não era o chefe, nem tampouco a pessoa que tinha decidido pedir ajuda externa.
A tinham imposto. Por desgraça, tinham tido que contatar a uma das poucas mulheres que se moviam naquele setor e alguém com quem Nate tinha tido uma história dolorosa.

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Série Seis Pretendentes
1- Seu Admirador Secreto
2- Jogos Secretos
3- Romance no Escritório

4- recuperando o passado
5- Regras de Compromisso
6- Só resta um solteiro

quinta-feira, 17 de março de 2011

Coração Traiçoeiro

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
12- Série Royally Wed

Até quando ele conseguiria esconder seus verdadeiros sentimentos?

Movido pela honra e pela devoção a seu país, o atraente capitão de fragata Adam Sinclair não hesitou em ajudar a princesa Isabel Stanbury no plano para resgatar o rei Michael de um seqüestro.


Mas o que Adam não esperava era que seus sentimentos, escondidos durante anos, fossem aflorar de maneira tão avassaladora… nem que fingir ser casado com a bela princesa Isabel iria ser tão difícil.

Capítulo Um

O capitão de fragata Adam Sinclair detestava esperar.
Cada consulta ao relógio de pulso correspondia a uma olhada para a porta que nunca se abria.
Encontrava-se ali para falar com Isabel Stambury, princesa de Edenbourgh, membro do Gabinete e integrante do Ministério da Defesa.
Mas, acima de tudo, aquela era a mulher que não lhe saía do pensamento, embora soubesse que lhe era proibida até mesmo em sonho.
A espera, na verdade, somava apenas dez minutos, mas para ele parecia uma eternidade.
Ainda mais porque a voz feminina ecoava com insistência em seus ouvidos desde que ela o chamara por telefone para marcar aquela reunião.
A princesa lhe parecera agitada e ansiosa e isso o preocupou.
Isabel era uma mulher forte e não costumava deixar as emoções transparecerem.
Incapaz de permanecer sentado, Adam se levantou e se pôs a andar de um lado para o outro da sala.
A secretária interrompeu seu trabalho e encarou-o com estranheza antes de voltar a seus afazeres.
Sorrisos eram raros em Edenbourgh nos últimos tempos.
Mesmo por parte dos funcionários.
Fazia três meses que o rei Michael havia sido seqüestrado e o pequeno país se transformara em um caos.
O filho do rei e irmão de Isabel, príncipe Nicholas, encontrava-se foragido.
Por medida de segurança, contudo, mandaram espalhar a notícia de que ele estava morto.Em substituição ao rei, o palácio havia convocado seu irmão, Edward Stambury, para cuidar do governo do pequeno país até que a situação fosse normalizada.
Em suma, a princesa devia estar desnorteada com tantos problemas para convocá-lo com aquela urgência.

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Série Royally Wed: The Stanbury Crown
(Família Real de Edenbourg)
1 - The Expectant Princess - Stella Bagwell
2 - Príncipe ou Sapo? - Martha Shields
3 - Apelido: Príncipe - Valerie Parv
4 - Coração traiçoeiro

sexta-feira, 4 de março de 2011

11- O Amor Da Minha Vida

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Dinastia Coltons


Quando a dinastia mais famosa da Califórnia é ameaçada, apenas o amor, o prestígio e o poder são capazes de protegê-los!

Chance carrega um enorme trauma de infância.
Órfão de mãe e com um pai violento que o criou com palavras duras e severas punições, ele agora está livre da tortura paterna.

Seu pai morreu, deixando-lhe como herança uma fazenda em ruínas.
Mas Chance fica ainda mais revoltado ao descobrir que, para herdar a propriedade, terá de se casar.
Diante desse impasse, ele não tem outra escolha a não ser aceitar a proposta da adorável Lana Ramirez.
Como enfermeira particular de seu pai e amiga de infância de Chance, ela está disposta a ajudá-lo nesse momento difícil.
Em troca, Lana não quer dinheiro, e sim que Chance lhe faça um filho.
Será que Chance aceitará a exótica proposta de Lana?

Capítulo Um

- Seu velho maldito!
Chance Reilly deixou transparecer sua amargura ao olhar para o túmulo do pai, que havia falecido poucos dias antes.
Quando em vida, Tom Reilly infernizara a vida do filho com seu jeito estúpido e grosseiro.
E agora, já morto, Tom dera o golpe final em qual­quer esperança de Chance fazer as pazes com ele, e de herdar a fazenda.
Chance virou-se para olhar para a casa a distância.
Nem mesmo a calada da noite conseguia esconder o es­tado de abandono da propriedade.
A casa estava precisando de uma pintura, e havia er­vas daninhas por toda parte. E isto era só o começo.
A porta do celeiro estava arrebentada, as grades do curral, no chão e não havia gado no pasto.
Carros abarrotavam a estrada, o que deixava claro para Chance que o lugar ainda tinha muitos simpatizan­tes e vizinhos curiosos.
Ele devia entrar e bancar o filho obediente e de luto, mas ainda não conseguia.
Era difícil ficar de luto quando sua alma estava tomada pela raiva e pela amargura.
Parou de olhar para a casa e se pôs a observar a lápi­de da mãe perto da do pai. Ela ajudou muito, morrendo quando ele tinha oito anos, deixando-o para ser criado pelo "sargento", como o pai gostava de ser chamado.
Um sargento - que comandava a casa como se fosse um quartel, jamais se furtando a lançar mão de palavras agressi­vas e violência física para fazer valer seus pontos de vista.
A emoção se expandiu no peito de Chance e ele lutou contra ela com todas suas forças. Ao receber a notícia de que o pai estava nas últimas, saiu correndo do quarto de motel em Wichita, Kansas, em que estava, e pegou o primeiro avião para Prosperino, na Califórnia.
Seja como for, seu pai, perverso até o fim, faleceu poucas horas antes do filho chegar, tornando impossível a reconciliação entre os dois, brigados havia anos.

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Dinastia Coltons
1-Adorado Lobo.
2-O Segredo
3-Apaixonada por um Sheik
4-A Glória do Amor
5-Doce Mistério
6-Nunca é Tarde Para Amar
7-Razões do Coração
8-Um Novo Começo
9-A Voz da Alma
10-Forte Atração
11-O Amor da Minha Vida
12-Lágrimas no Paraíso

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Campo Dos Sonhos

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Uma mulher doce e apaixonada, tentando conquistar um aventureiro...

Os lábios de Mike apreenderam os de Molly, e um beijo voluptuoso arrebatou-a da realidade.
Sentindo uma onda de desejo invadir-lhe o corpo, ela aconchegou-se mais e mais naquele homem másculo e viril.

De repente, Molly acordou assustada, como se tudo fosse real... Porém, ao ver que não passava de um sonho, sentiu-se ridícula por entregar-se a devaneios e loucuras com Mike.
Ele não era homem de se deixar envolver por uma mulher simples do interior. Além de que, deixara bem claro que estava ali só de passagem...

Capítulo Um

O dr. Michael Wakefield baixou o vidro do carro sor­vendo deliciado o ar fresco de outono. Ah, aquele cheiro típico do campo!
Uma pessoa poderia ganhar milhares de dólares se conseguisse engarrafar a fragrância da terra e o perfume das árvores que cresciam livremente nos bosques e florestas, longe da paranóia da cidade grande.
Michael riu de sua própria ingenuidade.
Ele sabia muito bem que uma mistura tão saudável só poderia ser preparada pela inteligência e habilidade da mãe natureza: uma colher de raio de sol, uma pitadinha de terra úmida, um copo de grama fresca e, para completar... o ar puro das pastagens do Centro-Oeste dos Estados Unidos da América.
Antes de fechar a janela, ele inalou mais uma vez aquele elixir para longa vida. Sentia-se um pouco melhor depois do breve instante de relaxamento.
Afinal, qualquer um ficaria exausto se tivesse dirigido de Nova. York a Parsons, Kansas, sem fazer uma única parada para descanso.
Michael estava ansioso para chegar a seu novo lar e começar uma nova vida.
Por isto, fez o máximo que pôde para não prolongar ainda mais a penosa jornada.
"Uma nova vida...", divagou ele, com um leve sorriso bailando nos lábios carnudos.
"Nada mais de ser o famoso pediatra dr. Michael Wa­kefield.
De hoje em diante serei simplesmente Mike!"

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