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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Avassaladora Vingança

ROMANCE CONTEMPORÂNEO












Ela seria a vingança perfeita...

Alexa Montague está à beira da loucura. Afinal, ela foi obrigada a cancelar o casamento de sua irmã, e agora o arrogante noivo, Santos Cordero, exige que ela assuma o lugar da noiva fugitiva!
Os Montague roubaram não apenas sua fortuna, mas também uma noiva... Mesmo incapaz de amar Alexa, seu corpo arde por ela como por nenhuma outra mulher. Por isso, e ele a manterá cativa... até ela se render a seus desejos...

Capítulo Um

Se ela pretendia fazer aquilo, então deveria começar logo, Alexa se convenceu.
Na verdade, deveria começar imedia­tamente, sabendo que não havia opção.
Porque a verdade era que tinha de fazer aquilo.
Com certeza, alguém deveria. E ninguém mais faria. Definitiva­mente, não Natalie.
Natalie jamais teria suportado.
Teria desistido, cedido à pressão e diria o oposto do que estava ali para dizer — do que precisava dizer.
Se Natalie fosse obrigada a enfrentar Santos Cordero, teria aceitado o casamento que não queria, como aceitou, desde o início.
E assim perderia a chance de viver um ver­dadeiro amor.
Não, era melhor para Natalie seguir para o aeroporto, para sua nova vida.
Que sua meia-irmã, mais velha, resolvesse tudo. Agora era problema de Alexa con­sertar, pedir desculpas, explicar.
Esse pensamento bastava para fazer reduzirem o rit­mo dos passos de Alexa ao sair do carro que acabara de deixá-la em frente à porta principal da enorme e elegante catedral de Santa Maria de Ia Sede, no centro de Sevilha.
Olhando para cima, em direção à torre conhecida como La Giralda, ela deu um suspiro profundo.
Atrás dela, uma multidão de fotógrafos se amontoava para registrar o evento.
Os flashes das câmeras disparavam como balas de fuzil, e ela se esforçava para ignorá-los enquanto subia os velhos degraus de pedra até chegar ao portal e pegar a pesada maçaneta de ferro da grande porta de madeira talhada.
— Você não cairá nessa armadilha, Nat. Não mais.
Alexa pronunciou as palavras em voz alta, para enfati­zá-las.
Mas, ao escutá-las, sabia que faltava a convicção tão necessária.
Não era o suficiente para fazê-la entrar na catedral e anunciar o que acabara de acontecer.
— Vamos lá, Alexa. Você sabe que deve fazer isso!
Suspirando com resignação, ela aceitou a verdade, em­purrando com força a grande maçaneta de ferro.
Ninguém mais poderia resolver o problema. Se ela não fizesse algo a respeito, toda a terrível bagunça permanece­ria como estava — ou ficaria pior.