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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A Fugitiva E O Detetive

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Nem todo o dinheiro do mundo vale o amor de uma mulher! 


Dez mil dólares é o preço do detetive particular Rick Dunbar pra trazer de volta Ellen Redmond, uma herdeira rica e mimada que fugiu de casa. 
Só que Ellen é bastante diferente da mulher que Rick pensava encontrar. 
Linda e sexy, ela o faz quebrar a primeira de suas regras: jamais seduzir a filha de um cliente! 
Mas que mistério existe por trás desse homem que surgiu do nada pra fazer Ellen perder a cabeça com suas enlouquecedoras carícias? 
Apesar de estar perdidamente apaixonada, ela só poderá viver toda a grandeza de seu amor quando desvendar o mistério de Rick...


Capítulo Um 


Liberdade. Essa era a coisa que Ellen mais adorava. A liberdade de ir e vir, de fazer e dizer o que lhe desse; vontade. 
Lutara a vida toda por aquele ideal e finalmente conquistara sua tão sonhada liberdade. 
O passado era uma página riscada e não valia á pena olhar para trás. Ellen nunca fora do tipo nostálgico, e não sabia por que se flagrara pensando no passado agora. 
Ainda estavam no mês de julho e o sol brilhava no estado de Washington,.
Portanto, não podia atribuir sua súbita nostalgia aos melancólicos dias de inverno. 
Sendo assim, o que fazia enfurnada em casa num dia tão maravilhoso? 
Ellen analisou seu próprio estado de espírito enquanto tentava moldar um punhado de argila na roda à sua frente. 
A resposta é que ela estava tentando provar que era capaz de produzir um vaso sem que a argila despencasse num amontoado informe. 
Até ali, porém, não tivera muito êxito. 
Ela suspirou e, com as costas da mão, afastou uma mecha que lhe caía sobre os olhos. 
Os cachos loiros estavam sempre escapando da presilha. 
Assim como Ellen, seus cabelos também adoravam a liberdade. Ela ainda tinha que resolver um milhão de coisas. 
Por exemplo, examinar as fichas dos participantes que haviam se inscrito na última semana. 
Por ora, entretanto, precisava ficar um pouco sozinha. 
Na qualidade de fundadora e diretora da Visão Interior, era muito solicitada por todos os membros da comunidade. Ellen não pôde deixar de sorrir diante daquela ironia: quem diria que ela, a rebelde Ellen Redmond, chegaria a ocupar uma posição de responsabilidade e liderança! Ao refletir sobre tudo aquilo, ela concluía que seus projetos passados haviam sido uma espécie de prelúdio para a concretização da Visão Interior. O trabalho que agora fazia tinha grande importância para ela. Gostava de pensar que estava ajudando muita gente a adquirir mais auto-estima e autoconfiança. A seu ver, não fazia mais que compartilhar sua experiência de vida com toda aquela gente. Já descera até o fundo do poço e sabia como era sentir-se num beco sem saída. A memória daquele tempo a fez sorrir com amargura. Ellen tinha então apenas oito anos de idade, e todos os seus sonhos de criança já haviam caído por terra. Ela nunca se esqueceria do que o pai lhe dissera no dia da morte de sua mãe: — Sua mãe morreu e não podemos fazer nada para trazê-la de volta. Portanto, pare de chorar, menina. Os Redmond guardam suas fraquezas para si mesmas. Sua mãe mimou-a demais e acabou estragando você. Ora, veja essa bagunça! 
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